ACBAH - Academia de Belas Artes Hudson
41 Você vai, mas eu vou junto.
Notas iniciais
Por terem que ficar escondidos de todos que Adam e Abby estavam no depósito dos instrumentos.
Adam a pressionava na parede enquanto seus lábios e línguas brincavam um com o outro.
Ele a olhou pervertido e apertou a bunda da menina.
– Garotinho tarado – ela disse rindo baixinho no ouvido dele.
Abby virou de costas para ele rebolando levemente no membro do garoto que ficou rígido por cima do tecido da calça social preta.
Adam revirou os olhos de prazer se apoiando na parede para não cair.
Depois de um tempinho ela se virou roçando os lábios no pescoço dele deslizando a mão pelo corpo dele o arrepiando todo.
– Está tentando me provocar, sua safada?
Ela sorriu mordiscando o pescoço dele.
– Não estou tentando te provocar – ela disse sedutora – estou conseguindo – ele desceu a mão para a calça dele apertando seu membro com força.
Com força ele girou a botando com força contra a parede a beijando com urgência. A mão boba dele passou por baixo da camiseta da menina chegando em seus seios apertando o direito mesmo por cima do sutiã que pela textura ele pode notar que tinha renda, sorriu safado durante o beijo. Sempre adorou uma renda.
Abby suspirou, Adam tinha mãos tão fortes...
– Você é uma delícia – ele mordeu o lábio dela que sorriu.
– Meu professor sexy – ela apertou a bunda dele que riu – você tem uma bundinha tão linda – ela riu do que ela mesma disse.
– Ah, eu sei – ele disse rindo também tirando a camiseta dela – mas a sua é mais.
Ela segurou o primeiro botão da camisa dele o abrindo quando um estalinho no meio do silencio os fez se separarem.
– Aquela partitura é tipo, impossível de tocar – Abby reconheceu a voz de Nathan e arregalou os olhos, antes que pudesse ter tempo de pensar um pouco, Adam a puxou para o canto bem escondido e a abraçou pressionados ali.
– Duvido que seja impossível, aposto que consigo – agora era a voz de Kate.
– Merda – Abby murmurou e Adam apesar de estar assustado e com medo de acabarem sendo pegos sorriu com o abraço ainda mais apertado que ela realizou nele.
O fato de ela estar sem camiseta merecia ser reforçado?
– Calma, só fique paradinha que não seremos descobertos.
Ela assentiu com a cabeça apoiada no ombro dele que acariciava de leve suas costas esperando acalmá-la um pouco
A porta foi aberta e Abby o abraçou com mais força, o que era bem gostoso, mas Adam decidiu não se concentrar nisso.
– E o que eu ganho se conseguir tocar? – Kate sorriu para Nathan pegando um violão preto qualquer.
– Compro uma caixa de trufas pra você.
– Agora falou minha língua.
Kate se esticou para pegar outro violão para Nathan e franziu o cenho.
– Que estranho – ela disse.
– O que? – Nathan perguntou se esticando para ver também.
– Abby tem uma camisa igual a essa – ela disse.
– Talvez tenha a deixado aqui – Nathan deu de ombros.
– No depósito de instrumentos? Até parece que ela viria aqui e pior que isso, não sairia por ai sem camisa.
Nathan riu, e assim saíram falando sobre chocolate.
Adam suspirou aliviado.
– Minha sala? – ele perguntou e ela assentiu.
– Agora.
. . .
Aquele final de semana sem Nick foi bem monótono.
Sarah havia começado a apreciar cada segundo ali na Califórnia, tanto com as meninas como com Nick, porque em breve estaria sem ninguém, perdida em Londres, sozinha.
E pra melhorar tudo, Nick ainda passava um final de semana fora.
Sarah mal esperava para que ele chegasse para abraçá-lo com força e ouvi-lo falar algo idiota que a faria rir da tamanha idiotice de seu namorado.
Pensou tanto nele naquela manhã de domingo que quase levantou e foi atrás dele. Afinal, estava sem vê-lo desde sexta a noite.
Foi para a cozinha tomar água quando sentiu seu celular vibrar em seu bolso. Coçou o olho tirando o aparelho do bolso e sorriu ao ver que era uma mensagem do Nick.
"Abre a porta pra mim?"
Ela sorriu indo depressa até a porta, a abriu vendo seu loiro com um sorriso de lado.
– Oi Sah – ele disse e Sarah sorriu indo ao encontro dele o abraçando com força ficando na ponta dos pés para alcançar seu pescoço.
– Oi Nick – ela disse baixinho e ele a ergueu lentamente a fazendo sorrir – como foi com a sua mãe?
Nick sorriu, parecia bem feliz.
– Beijo primeiro, resposta depois.
Ela sorriu o abraçando pelo pescoço beijando seus lábios já iniciando um belo beijo Frances que o fez formigar.
– Foi muito bom se realmente quer saber – ele sorriu discretamente colocando a mão direita na bunda dela e a esquerda em seu rosto.
Ela assentiu sorrindo.
– Sentiu muito minha falta?
– Ah, nem tanto – ela deu de ombros e ele pareceu decepcionado – é claro que senti seu bobo!
Nick sorriu a abraçando mais forte.
– Vamos? – ele perguntou.
– Pra onde?
– Ah sei lá, algum lugar – ele deu de ombros.
– Ah, claro, só vou me trocar.
– E eu posso ver?
Sarah revirou os olhos entrando na casa rebolando e ele a seguiu como um cachorrinho faminto.
Depois que ela se trocou (e quase foi atacada por Nick) eles saíram apenas pra andar. Nick sorriu para ela e Sarah sorriu muito confusa, não estava entendendo o porquê dele parecer tão feliz.
Sorriu mais ainda ao ver a carinha de confusa de sua morena e beijou sua bochecha.
– Vai me contar porque parece tão feliz? – ela ergueu as sobrancelhas olhando para Nick.
– Depois – ele sorriu mais ainda – vou te deixar curiosa.
Sarah fez bico e o garoto riu a puxando para ele.
– Agora eu quero todos os beijos que eu perdi nesse fim de semana.
Ela sorriu o puxando pela cintura. Ergueu o rosto para olhar os olhos do menino já que ele era bem mais alto que ela o puxou pela nuca ficando na ponta dos pés encostando seus narizes.
– Eu vou sentir tanto sua falta – ela disse.
Nick sorriu ainda mais.
– Não vai dizer que vai sentir minha falta, banana?
Ele beijou os lábios dela bem devagarzinho.
– Não é necessário dizer – ele disse, ela não entendeu em que sentido ele disse aquilo, mas encarou como um "também vou sentir muito sua falta".
– Com fome? – ele perguntou.
– Eu sempre estou com fome – ela sorriu e assim eles se dirigiram para uma pizzaria.
Nick pediu uma pizza média salgada e uma pequena doce, a combinação perfeita.
Eles iam comendo falando de algo aleatório e rindo um pouco, ele sempre a fazia rir.
Ele puxou o assunto "Londres" e Sarah apesar de confusa falou sobre tudo, ele não era muito fã de comentar sobre Londres, porque né.
– Lá fica o The Making of Harry Potter – ele comentou sorrindo e Sarah sorriu também bebendo sua Coca afoita.
– Sim! Acho que é o primeiro lugar que eu vou quando chegar lá!
Ele sorriu mordendo sua pizza de chocolate.
– Nananinanão – ele disse e ela franziu o cenho.
– Como?
– A frase ta errada – ele tomou um pouco de Coca – o The Making of Harry Potter não é o primeiro lugar que você vai.
Ela franziu o cenho mais ainda.
– O The Making of Harry Potter é o primeiro lugar que nós vamos.
Sarah ficou estática... o que?
– Eu vou pra Londres com você, Sah – ele segurou a mão dela – por dois meses, mas vou.
Sarah arregalou os olhos.
– É sério? – ela sorriu sentindo seus olhos marejarem e ele assentiu.
Em dois segundos ela estava no colo dele o beijando como se fosse a última vez que fossem se ver.
– Amo você Sah – ele disse e Sarah sorriu lhe dando um selinho.
– Também amo você, loirinho burro.
. . .
Emily suspirava, gemia e murmurava várias coisas loucas enquanto dormia, e Charlie se encantava com cada mínimo detalhe.
Ela estava completamente nua deitada no peito dele enquanto dormia tranquilamente. Eram pouco mais de duas da manhã e Charlie sem sono apenas ficou observando a loira mais bonita do mundo dormir.
Acariciou com cuidado os cabelos dourados levemente encaracolados da menina. Era realmente fascinante vê-la dormir, ela fazia um biquinho muito fofo e frequentemente esfregava a cabeça no peito de Charlie o fazendo sorrir. Os cabelos antes molhados agora estavam secos e macios como sempre.
Ela grunhiu e virou de costas para ele. Agora ele quem fez bico e a abraçou por trás sentindo o corpinho quente e perfeito dela conta o dele, deu vários beijinhos na bochecha dela a sentindo se mexer um pouquinho o que o fez se excitar um pouco por ela praticamente estar rebolando no membro dele.
Se aconchegou melhor e fechou os olhos para dormir, era muito gostoso dormir de conchinha, ainda mais com ela.
O sol mal havia aparecido quando Emily abriu os olhos. Sentiu imediatamente o corpo de Charlie a envolver atrás de si e sorriu. Fazia um bom tempo que não dormia tão bem.
Tirou os braços de Charlie de cima de si e se virou lentamente ficando frente a frente pra ele. pegou a mão dele e a colocou e sua cintura e quando se mexeu para ficar mais perto dele Charlie resmungou qualquer coisa a puxando contra ele o que fez quase seus rostos se chocarem.
Olhou bem para o rostinho tranquilo de adorável de seu moreno, ele ficava absurdamente fofo dormindo, pode isso produção?
Acariciou com delicadeza a bochecha dele sentindo a barbinha rala que havia crescido durante a noite, passou o nariz bem devagar pelo dele sentindo a respiração calma dele.
E então sentiu algo, lá em baixo se é que me entendem.
Ela recuou alguns centímetros dele e olhou para baixo abrindo um sorriso safado.
Ele estava com uma ereção matinal! Meu deus, como resistir a isso?
Ela mordeu o lábio escorregando a mão lentamente até o membro dele o massageando de leve olhando fixamente para os olhos fechados de Charlie.
Emily sorriu quando ele pressionou os olhos abrindo levemente a boca soltando um gemido. Charlie mordeu o lábio movendo a mão da cintura da menina para sua bunda a apertando. A menina sorriu o beijando ainda massageando seu membro até ele relaxar.
– Boa dia – ele disse sorrindo com a respiração falha abrindo os olhos devagar.
– Boa dia – ela sorriu para ele.
– Seria demais pedir para me acordar assim todos os dias?
Ela fez um bico pensador.
– Não sei, talvez eu pense no seu caso.
– Ah, é assim?
– Sim – ela sorriu malvada não vendo a mão de Charlie se infiltrar por baixo dos cobertores indo até o meio de suas pernas acariciando a intimidade dela que gemeu surpresa.
– Seria justo eu te pagar pelo seu serviçinho na mesma moeda, não acha?
– D-depois – ela gemeu – acabei de acordar, não estou com forças o suficiente para isso.
Ele sorriu beijando o maxilar dela algumas vezes.
– Vamos sair pra comer alguma coisa?
– Minhas roupas ainda devem estar molhadas, e não queremos que eu saia nua por ai, não é?
Charlie sorriu de lado.
– Sem problemas – ele disse – eu tenho um vestido seu que deixou aqui uma vez e algumas lingeries também.
– Você coleciona minhas roupas, por acaso? – ela perguntou se encolhendo no cobertor macio e quentinho.
Ele segurou a cintura dela sorrindo de lado e lhe deu um beijo na ponta do nariz.
– Só aquelas Langeries sexys que você gosta de usar pra me provocar – ele disse no ouvido dela – o vestido foi apenas um bônus.
– Sendo assim – ela deu de ombros se levantando.
Charlie sentiu seu membro ganhar vida novamente ao ver o corpo perfeito dela inteiramente nu na sua frente.
Olhou fixamente para os seios dela, e ao ver isso Emily puxou o cabelo para frente os tampando.
– Tarado – ela disse indo até o guarda roupa dele.
– Eu vou no banheiro – ele disse se levantando, parou antes quando a olhou de novo, meu deus como ela era gostosa – mas eu tenho que te beijar antes – ele disse a agarrando pela cintura a beijando, colocou as mãos na bunda dela a apertando e Emily passou as mãos pelas costas dele – é melhor eu ir antes que te jogue na cama.
Ela riu indo até o guarda roupa enquanto Charlie ia para o banheiro, o abriu e uma caixa caiu em sua cabeça.
– Ai! – ela disse afagando seu cabelo aonde a caixa havia batido.
A caixa acabou abrindo espalhando vários papéis e outras coisas. Suspirou pensando "já arrumo".
Achou o vestido escondido lá no meio, bem que ela estava procurando aquele vestido, foi o que ela usou na primeira vez deles... procurou a lingerie, mas não achou.
– Onde está? – perguntou, Charlie ainda estava no banheiro.
– A langerie ou o vestido? – ele perguntou.
– A langerie.
– No fundo da gaveta de meias, a segunda.
Tinha nada mais, nada menos do que sete lingeries dela ali, sete!
Pegou a branca já que o vestido era branco e vestiu tudo bem rápido.
Colocou a sapatilha preta que usava no outro dia que graças a deus havia secado e suspirou se olhando no espelhinho do guarda roupa arrumando o cabelo.
Quando já estava toda vestida e devidamente arrumada ela se ajoelhou no chão para guardar as coisas da caixa que havia derrubado.
Fui arrumando os papéis e as diversas outras coisas na caixa até que algo chamou sua atenção. Uma carta vermelha e branca tampada por outros papéis, mas ela conseguia ver claramente as letras itálicas e pretas formando as letras "Academia Ler". Tirou a folha de cima da carta e viu escrito "Academia Lerch de Nova York". Arregalou os olhos vendo "Emily Davis" na carta.
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