ACBAH - Academia de Belas Artes Hudson
36 Me recuso a ceder!
Notas iniciais
Abby e Adam se beijavam na pequena sala do professor Adam O'Pry, a menina estava sentada na mesa dele e o garoto estava entre suas penas a puxando pela cintura cada vez mais.
– Ah Abby – ele gemeu sentindo as mãozinhas dela escorregarem por seu peito infelizmente coberto pela camisa.
– Sim Adam?
Ele suspirou quando ela começou a beijar o pescoço dele ainda acariciando seu peito, ela pelo jeito tinha mais autocontrole do que ele. Afinal, era homem.
– Transa comigo – não foi um pedido, foi na verdade um tipo de ordem delicada que se tornou delicada pelo jeito que ele falou.
Abby levantou a cabeça e passou o a franja para trás da orelha.
– Será um prazer, professor – ela sorriu safada mordendo o lábio e Adam sorriu.
– Isso foi um trocadilho?
– Um dos piores – ela riu de si mesma – mas ainda sim, verdade.
– Estou me sentindo um pedófilo – ele disse beijando o pescoço dela.
– Eu nem sou tão mais nova que você assim.
– Eu tenho 23 – ele disse.
– Eu tenho 19, quase 20 – ela disse – três anos e meio, grande porcaria.
– Grande porcaria ou não, eu vou abusar de você – ele apertou com força as pernas dela a fazendo suspirar.
– Sou toda sua professor.
– Ahhh assim você me mata – ele gemeu e ela riu o beijando.
Ele segurou a blusa dela a tirando vendo como aquela regata branca com renda marcava bem o corpo dela, inclusive os seios por ter um decote não absurdamente grande, mas quando ela se inclinava virava um belo decote e era essa a visão que ele estava tendo no momento.
Ela sorriu dando um rápido beijo no maxilar dele segurando sua gravata vermelha com algumas listras finas brancas... sempre muito chique e sexy como um belo professor novo e gato.
Abriu a gravata a tirando jogando no chão atrás dele começando a abrir a camisa branca.
Quando ela terminou de desabotoar a camisa de Adam ele mesmo a terminou de tirar depressa jogando a camisa em sua estante.
Abby olhou desde o começo de seu peitoral até o final do abdômen. Ele não era apenas definido, ele era tipo, muito, mas muito gostoso mesmo, ela nunca havia visto um tanquinho tão bem marcado e um peitoral tão gostoso.
Ela mordeu a boca totalmente safada passando a mão por toda aquela nova parte revelada, ele era tão quentinho e cheiroso que deixava Abby arrepiada.
Adam sorriu feliz ao ver que ela estava se divertindo bastante com o corpo dele, se o ego subiu? Claro que subiu.
As mãos dela subiram juntamente com os olhos para os ombros largos do menino que logo a envolveu com os braços musculosos voltando a beijá-la enquanto ele erguia a regata dela devagar.
Os olhos dele se fixaram no sutiã rosa choque da garota que exibia o tamanho mais do que satisfatório de seus seios, ele sorriu beijando o colo dela, havia algumas pintinhas clarinhas ali que ele gostou de beijar subindo pelo pescoço, passando pela bochecha, orelha e terminando na boca voltando a brincar com a língua dela.
Eles sorriram durante o beijo e Abby arranhou as costas dele descendo até a bunda a qual ela apertou, Adam mordeu o lábio dela rindo.
Ela riu também indo para frente abrindo a calça social preta dele a deixando escorregar pelas pernas do garoto e sem nem ao menos ver o "material" apertou o volume na cueca dele o masturbando devagar ainda por cima do pano.
Adam gemeu contra os lábios dela sentindo seu membro ficar rígido cada segundo mais enquanto as mãozinhas dela ainda o massageavam.
– Alguém pode entrar aqui? – ela perguntou meio ofegante se lembrando de que estavam na Academia.
– Não, meu horário já deu, ninguém vem na minha sala quando não estou aqui... na verdade quase ninguém aparece aqui até quando estou.
Abby riu voltando a beijá-lo sentindo as mãos levemente calejadas de Adam abrirem sua calça, ela sorriu com o afobamento dele em abaixar a calça dela a jogando no chão.
Ele segurou as pernas dela a pegando no colo, Abby imediatamente o abraçou para não cair e Adam sorriu beijando o ombro dela, parecia um macaquinho...
Se sentou em sua confortável cadeira de couro giratória com Abby por cima, ele passou as mãos na cintura dela contornando sua silhueta.
– Você é linda e muito gostosa – ele disse e Abby sorriu meio corada.
– É necessário eu dizer o mesmo, ou já é algo muito obvio para ser dito? – ela passou as mãos no peito dele que sorriu de lado.
– Ah, eu gostaria de ouvir.
Ela sorriu.
– Você é muito gostoso, professor.
Ela saiu do colo dele o deixando sentado na cadeira, se encaixou entre as penas dele e se ajoelhou mantendo o contato visual.
Olhou para a boxer preta de Adam com um volume monstruoso o que a fez sorrir safada mordendo o lábio. Roçou os lábios no membro dele ainda coberto pela cueca e Adam segurou o cabelo dela com uma mão para olhar seu rosto melhor, ela o provocou mais um pouco apenas roçando os lábios no membro dele o mordendo de leve de vez em quando.
Ele quase gritou "aleluia" quando ela enfim abaixou a cueca dele fazendo seu membro saltar para fora apontando para ela.
Ela lambeu os lábios gulosa e segurou forte o membro dele o masturbando levemente.
Adam fechou os olhos ofegante enquanto mordia os lábios, Abby apenas sorriu não tinha visão mais sexy do que aquela, de surpresa o colocou na boca até onde conseguia fazendo o garoto gemer um pouco mais alto, com uma mão ela o masturbava enquanto chupava e com a outra acariciava os testículos dele de leve no mesmo ritmo de sua boca e da outra mão.
O gemido dele foi mais alto e ela sorriu orgulhosa engolindo todo o gozo dele, lambendo seu membro e o arranhando com a unha a base.
– Oh meu deus – ele gemeu e ela sorriu orgulhosa voltando a masturbá-lo para ele ficar duro novamente.
Ela sorriu se levantando o olhando direto nos olhos enquanto o mesmo ainda se recuperava do orgasmo, ela abriu o próprio sutiã o deixando cair e lentamente se inclinou tirando a calçinha como um pequeno strip.
Adam sorriu de lado com os olhos fixos nos seios dela, tão grandes e aparentemente bons de chupar.
Ela voltou a se sentar no colo dele roçando sua intimidade no membro dele.
Adam a olhou antes de segurar sua cintura e a puxar mais para si deixando os seios dela bem de frente para seu rosto, sorriu minimamente segurando os dois com as mãos os apertando, soltando o direito logo depois o chupando querendo deixá-lo super vermelhinho.
Ela gemeu jogando seu seio contra a boca dele que começou a chupar mais forte ofegando baixinho.
Após deixar os dois seios vermelhinhos os lábios dele voltaram a se encontrar com os dela com as línguas dançando e se enroscando a todo segundo.
Ela rebolava no membro dele que mordia o lábio dela tentando descontar um pouco de sua excitação. Segurou a cintura dela com uma mão e com a outra segurou o próprio membro na entrada dela... bem apertadinha.
Ela jogou todo seu cabelo castanho para o lado e mordendo o lábio desceu sobre o membro dele. Os dois gemeram melodiosamente e Adam até revirou os olhos quando ela se apressou em cavalgar no membro dele bem rápido e fundo. Ela jogou a cabeça para trás gemendo mais alto e Adam agarrou a bunda dela auxiliando os movimentos abocanhando novamente seu seio.
– Você é tão grande... – ela gemeu e ele sorriu orgulho.
– Gostosa! – ele apertou a bunda dela com mais força vendo que sua mão ficaria marcada ali.
Ela logo chegou ao ápice, mas continuou cavalgando esperando que Adam o atingisse também, e quando isso aconteceu ela ao abraçou pelo pescoço pousando sua cabeça no encosto da cadeira.
– Não faz isso se não eu me apaixono – ele beijou ombro dela a abraçando e Abby sorriu.
– Sinto-lhe informar, mas acho que você já se apaixonou – ela disse metida e ele sorriu.
– Acho que sim.
. . .
Domingo, manhã de Domingo e Charlie Martin se encontrava na academia, não a academia ACBAH, academia mesmo com vários sacos de pancada nos quais ele batia repetidamente com força mesmo que sentisse seus braços doerem cada segundo mais.
Estava descalço por causa do tatame, de regata e bermuda com aquelas luvinhas pretas sem dedos metendo porrada em um saco vermelho de pancada que não merecia uma surra daquela magnitude.
Sim, ele havia feito artes marciais, todas elas, bom pelo menos as principais, e sim ele descontava qualquer sentimento ruim desde raiva a tristeza batendo em algo... dependendo da situação as vezes até em pessoas e a situação intensificava quando dois desses sentimentos ruins estavam juntos de uma só fez, ou melhor, três: raiva, decepção e tristeza.
Resultado bom disso não dava pra sair, não é?
O cabelo escorria por sua testa quase chegando aos olhos enquanto ele batia com força no saco, sua regata estava ensopada no peito e costas, a barba por fazer em seu rosto a qual ele pouco se lixava se estava do tamanho da do Dumbledore e... ele tinha uma aparência, um semblante péssimo, como se estivesse muito doente, as olheiras em seus olhos denunciavam o quão mal ele havia dormido nesses sete dias... é não estava lá muito bonito, o que no momento não era um de seus propósitos.
Se ele estava deprimido por causa do término do namoro? Bom, depende do ponto de vista, eu diria que ele estava obcecado pela depressão, parecia que estava a procurando cada vez mais para ficar cada vez pior!
Ficava vendo Emily conversar com outros garotos, abraçar seus amigos... e ele, sempre longe só a observando carente daquele abraço, daquele beijo... até mesmo de sua voz dizendo aquele fino e fofo "oi" de menininha.
– Viu, eu disse que ele estava aqui – disse Nick claramente cansado e aliviado.
Nick e Nathan entraram na academia e Charlie suspirou passando a mão na testa para tirar o suor depois colocando as duas mãos na cintura esperando o sermão, ou seja lá qual fosse o objetivo dos garotos por ali.
– Como me acharam? – ele perguntou, não queria ser achado... ele meio que saiu bem escondido para não ser incomodado, pelo jeito o trabalho não foi bem sucedido.
– Você deixou o cartão dessa academia ao lado da cama – Nathan franziu o cenho – não precisa ser da CIA para juntar os fatos.
– E o que querem?
– Que você pare de descontar a raiva da vida nesse troço e vá fazer algo útil com seus amigos – Nick sorriu encorajador – que tal um fliperama?
Fliperama... Primeiro encontro... Emily.
– Não – ele disse seco.
– Então quer comer algo?
Comida... batatas fritas... Milk Shake... dois canudos... Emily.
– Não – ele disse ainda seco.
– O que quer fazer?
– Bater nesse negócio em paz – ele disse cruzando os braços olhando rapidamente para o saco de pancada voltando a olhar para os garotos.
– Isso não é uma opção porque é assustador, vamos fazer algo mais... sabe, normal – Nathan disse dando de ombros.
– Já sei! Nathan pega o violão e vamos botar esse boy pra cantar que ele já melhora.
– Não quero cantar – ele disse, inevitavelmente tudo lembrava ela, TUDO.
– Como assim não quer cantar? Você vive cantando! – Nathan parecia meio inconformado.
– Eu não estou com ânimo nenhum pra fazer nada ligado a sociologia, ou seja, socializar, e cantar é socializar, então me deixem bater no saco aqui e vão se divertir.
Os dois se olharam e Nick suspirou.
– Olha cara – ele disse agora sério pegando no ombro de Charlie – eu sei que a Emy é uma menina bonita e legal, mas acabou, segue em frente, você não pode ficar se prendendo a ela pelo resto da vida, vai sofrer mais do que o necessário desse jeito.
– Eu não quero ela, mas também não quero mais ninguém – ele disse sério.
– É, sabemos – Nick disse – mas você devia sair, se divertir um pouco porque nós dois sabemos que aqui você se deprime mais. Se for para vocês ficarem juntos vocês vão ficar, não importa o tempo nem nada disso, agora se não for... é porque tem uma menina melhor te esperando.
– Não tem menina melhor – ele abaixou a cabeça com a voz meio embriagada de choro.
– Como pode ter certeza?
– Porque eu nunca amei e nunca vou amar alguém como a Emily – ele abraçou Nick o assustando, mas ele apenas abraçou o amigo de volta.
– Então porque não fala isso pra ela garanhão?
– Porque estou com raiva dela e... acho que ela me odeia agora.
– Mesmo assim – ele bagunçou os cabelos de Charlie – você foi persistente para consegui-la, não foi? Então, agora você só tem que repetir isso, o que será mais fácil porque vocês já tem uma história juntos, então meio caminho andado.
– Mas...
– A Sarah vai pra Londres Charlie – agora Nick que ficou triste – não deixe de aproveitar Emily enquanto ela ainda está perto de você, porque quando se nota... vai ter que esperar um ano para vê-la novamente.
– Belas palavras – Nathan sorriu – então, que tal um basquete? Eu sei que você adora.
Charlie suspirou olhando para seus amigos e tirou as luvas os fazendo comemorar.
– É assim que se faz! – Nathan deu alguns tapinhas nas costas dele.
– Mas eu me recuso a falar com ela, me recuso – Charlie disse.
– Não tem problema, logo você vai ceder – Nick disse sorrindo e Charlie o olhou com cara de Serial Killer – acredite em mim, você não vai aguentar ficar longe dela muito tempo, digo por experiência própria – ele piscou para Charlie e eles logo saíram dali arrastando o moreno para um jogo de basquete para quem sabe animá-lo um pouco.
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