ACBAH - Academia de Belas Artes Hudson
40 Ladrão de cartas.
Notas iniciais
Após algum tempo mongando na Academia Charlie tomou uma sábia, porém difícil decisão.
Não desistiria de Emily, nunca.
Ele sabia que ela estava mentindo, sabia que ainda o amava, seus lábios diziam algo, mas seus olhos diziam o contrário.
Estava sendo difícil para ela também, ele sentia que sim e que a única solução que ela achou foi deixá-lo. Mas não seria bem assim que as coisas aconteceriam.
Voltou para casa praticamente pingando suor, mas ele não ligou. Da próxima vez não iria conversar com Emily, ia agarrá-la com força sentindo seu corpo sob suas mãos e seus lábios contra os dela.
Por mais que Emily se fizesse de durona Charlie a conheceu bem o bastante para saber que ela era uma maria mole e se ainda o amasse como ele achava que amava, um bom e possessivo beijo bem dado poderia amolecê-la novamente.
Sorriu meio safado e suspirou, esperava mesmo que desse certo.
. . .
– Tchau gente bonita, eu to vazando – Nick apareceu na sala com uma mala preta de rodinhas.
– Pra onde você vai? – Nathan perguntou.
– Vou passar o final de semana com a mamãe – ele fez cara de bom moço – e resolver algumas coisinhas ai.
– Devo me preocupar? – Nathan perguntou.
– Não, pelo contrário, você deve se orgulhar de mim.
– Pode simplificar? – Charlie perguntou.
– Vocês vão descobrir, deus queira que dê certo! – Nick olhou para o teto – então tchau pra vocês.
E dito isso ele saiu pela porta, Charlie e Nathan se olharam e deram de ombros, Charlie não fazia ideia do que ele estava pretendendo, mas confiava nele. Era certo confiar nele? Talvez, mas Charlie confiava querendo ou não de qualquer jeito.
– Sabe, quer que eu fique com você a tarde?
– Por quê? Tem planos?
– Na verdade queria sair com a Kate, mas se você quiser eu fico com você.
– Claro que não, vai transar com a Kate, fique avontade – Charlie disse e Nathan corou se calando... – espera, vocês não transaram ainda?
Nathan corou ainda mais.
– Não – ele disse – é a Kate... com ela é diferente – ele coçou a nuca – queria que fosse nas férias em um lugar bem legal sabe...
Charlie sorriu.
– Eu não tenho seu autocontrole – ele sorriu de lado.
– Sou um cara romântico, o que eu posso fazer? – Nathan deu de ombros sorrindo.
Charlie sorriu se levantando.
– Acho que vou dar uma andada por ai – ele disse e Nathan assentiu dando um tchauzinho com a mão.
Charlie andou pelo condomínio mesmo parando na casa de Emily, sorriu lembrando-se das vezes que dormiu com ela quando estava dodói, sentia tanta falta daqueles dias de dormir sentindo aquele corpinho colado no dele.
Colocou as mãos nos bolsos dando meia volta para sair quando esbarrou na caixa de correio derrubando as cartas (que eram poucas) no chão. Ele suspirou enraivecido e se abaixou pegando carta por carta, mas uma em especial chamou a atenção de Charlie.
"Academia de artes de NY" estava em azul na carta. Mais do que isso foi o "Emily Kristen Davis" escrito nela. Era para Emily, e era de NY, coisa boa não podia ser.
Charlie olhou para os lados para se certificar que ninguém o olhava e sem enrolar abriu a carta rapidinho a lendo.
Algumas palavras se destacavam no texto, "Emily Kristen Davis", "Aprovada", "Nova York", "Após segundo semestre"...
Ela havia sido aceita...
Não que isso fosse realmente uma novidade, mas agora que havia sido confirmado ele precisava tomar uma atitude, rápido, bem rápido.
Então sem pensar muito dobrou a carta e colocou no bolso da jaqueta.
Sim, ele havia sequestrado a carta de Emily para que ela não fosse embora e ficasse com ele para sempre.
Só tinha um probleminha, eles não estavam juntos.
Ele saiu dali andando devagar sentindo a carta em seu bolso. Havia feito certo em pegar aquela carta? Muito provavelmente não, mas se isso fosse mantê-la na Califórnia, ele faria sendo certo ou não.
Tinha a completa certeza que faria de tudo por ela. Isso não era algo a ser questionado.
Após chegar a sua casa e deixar a carta escondida em seu guarda roupa ele mordeu o lábio.
O que ele estava fazendo em um sábado vegetando em casa enquanto poderia estar fazendo algo para conseguir Emily?
E depois de notar que era tongo ele saiu. Na Academia ela não estaria, com as meninas também não porque Abby e Sarah haviam ido comprar algo e Nathan ia sair com Kate, ou seja ela estava sozinha.
Ele foi para a casa dela novamente e colocou o ouvido na porta, casa silenciosa, ali ela não estava também.
Se sentia um idiota mesmo por ser tão "Charlie Martin", tongo, lerdo, inútil.
Talvez não a achasse.
Talvez ela não quisesse ser achada por ele.
Ele deu meia volta para sair e foi ai que suas esperanças reacenderam como chamas ardentes.
Ela estava ali, a pouquíssimos metros dele.
– O que está fazendo aqui? – ela perguntou meio surpresa e confusa ao mesmo tempo tentando não olhar muito para os olhos dele, o que era bem difícil por serem tão lindos e chamativos.
Ele foi até ela e suspirou.
– Eu sei que ainda me ama, eu sinto...
– Charlie – foi mais uma advertência do que uma bronca ou um "chega pra lá".
– Não, não negue – ele disse agora mais perto – eu sei que você ama pelo seu olhar... porque é exatamente como eu te olho.
– Já conversamos sobre isso – ela disse se desviando dele abrindo a caixa de correio.
Charlie sentiu seu coração gelar, devia estar procurando a carta de admissão.
– Não, não conversamos – ele a seguiu – você falou e eu fiquei escutando, porque pra variar você toma as decisões e eu só me calo.
– Isso não é verdade.
– Então diga quando foi que fizemos algo que não fosse do seu jeito?
Ela ficou calada, não conseguia se lembrar.
– Foi o que imaginei – ele cruzou os braços.
– Charlie, eu não estou com muita paciência de ter uma discussão desnecessária com você, então tchau.
Ela andou, mas ele a puxou pelo braço a beijando.
– Me solta! – ela recuou.
– Eu te amo.
– Te odeio.
– Você também me ama – ele contradisse.
Ela hesitou um pouco.
– Não amo – foi difícil dizer.
Ele a olhou bem, estava com uma grave vontade de chorar...
– E tudo que a gente viveu? – ele segurou o pulso dela – todas as nossas noites... todos os eu te amo. Então era tudo mentira?
Ela abaixou a cabeça, mas não respondeu.
Talvez tudo que ele sentia por ela... nunca havia sido recíproco.
Ela engoliu seco assentindo.
– Ok, bom saber – ele deu meia volta e saiu andando apressado.
Emily levantou a cabeça suspirando e não controlou suas pernas que automaticamente foram atrás dele.
– Charlie, espera – ela disse.
– Eu já entendi Emily, não precisa jogar ainda mais na minha cara que tudo foi uma mentira.
– Não foi uma mentira!
Ele se virou para ela que tinha o rosto vermelho.
– Não foi uma mentira – ela disse agora um pouco mais baixo – foi a coisa mais verdadeira de toda minha vida.
– Se fosse amor não teria acabado assim tão rápido – ele se virou novamente voltando a andar.
Ela suspirou olhando para baixo piscando bem devagar sentindo as lágrimas invadirem seus olhos, suspirou sentindo Charlie se afastar.
– Eu ainda te amo – ela disse baixo.
Charlie parou, o condomínio estava silencioso o bastante para ele ouvi-la perfeitamente.
Ficou alguns segundos parado e se virou corendo até ela a tomando em seus braços a beijando com força. Emily agarrou os cabelos dele o puxando para mais perto, Charlie a agarrou pela cintura a abraçando colando seus corpos.
Era um beijo agitado, mas muito lento e gostoso. Depois de alguns segundos, ou muitos, eles se separaram e Emily imediatamente enterrou a cabeça na curva do pescoço de Charlie que como sempre cheirava muito bem.
Charlie fechou os olhos a envolvendo com os braços pousando o queixo no topo da cabeça dela respirando fundo com um sorrisinho nos lábios.
Um trovão.
Logo a chuva começou a cair sob eles, os dois se olharam pouco ligando para estarem ficando encharcados e riram como dois retardados.
– Vamos – ele a puxou pela mão em direção a sua casa.
Entraram em seu quarto e ele não deu a mínima para estarem molhados, apenas a jogou na cama passando por cima de seu corpo a beijando rapidamente.
– E o Nick? – ela murmurou parando o beijo para olhá-lo nos olhos.
– Viajando – ele disse voltando a beijá-la.
Ela afoita segurou a barra da camiseta dele a tirando. Seus corpos encharcados se tocando... era delicioso.
Ele sorriu de orelha a orelha a puxando novamente para um beijo. O garoto sentia sua ereção ficando cada vez mais evidente sob o pano do moletom. Sua mão foi para a nuca dela, aprofundando o beijo. Os dois se separaram por falta de ar e Emily beijou o pescoço de Charlie, os olhos do moreno se fecharam enquanto sua boca se abria levemente ao sentir o contato da língua dela em seu pescoço. Seus lábios eram delicados e quentes, mal roçavam no pescoço de Charlie.
Ele apertou a sua cintura, enquanto os lábios quentes da menina tocavam em seu colo, beijando seu tronco, desceu os beijos para seu peitoral, rodeando a língua em seu mamilo displicente.
– Eu te odeio – ela disse enquanto passava a mão no abdômen definido de Charlie – não é certo ter um corpo tão lindo – ele riu pelo nariz e a puxou pela cintura, deixando-a alguns centímetros mais alta que ele, esta que o beijou agora afobada, seus lábios se tocaram de forma rápida e bruta.
As mãos pesadas de Charlie foram para as duas coxas dela, subindo junto com sua camiseta, Emily levantou os braços e então Charlie a beijou novamente.
Eles se levantaram automaticamente, os beijos continuaram enquanto eles andavam atrapalhados pelo quarto até o banheiro.
O vento zunia gostoso em seus ouvidos, a cortina da varanda que tinha ali também balançava devagar e periodicamente. Com a luz do abajur do lado da cama ele conseguia ver com mais clareza todo o corpo da loira mesmo ainda coberto pela Langerie.
Era lindo, ele nunca se cansaria olhar cada pedaço de pele existente ali, era muita perfeição para uma pessoa só.
As mãos de Charlie foram para os ombros da loira, descendo devagar a alça do sutiã e beijou seu ombro exposto bem devagarzinho.
Ele fez a mesma coisa com o outro ombro, passou a mão nas costas dela, o que a fez arrepiar, então lhe tirou o sutiã.
Sua língua foi para o lóbulo de sua orelha, lambendo e mordendo delicadamente. A respiração da loira estava acelerada, quase como se estivesse em uma corrida. Os beijos de Charlie desceram do seu colo para seus seios, passando a língua por todo o seio direito, logo depois disso beijando e chupando o direito. As mãos de Emily foram desesperadas para o coro cabeludo dele, puxando seus fios negros e sedosos. Ela estava excitada, muito, sentia sua calcinha molhada e balançou o quadril, doida por atenção naquela região.
Os beijos de Charlie foram para sua barriga, beijando seu abdômen e fazendo sua barriga se contrair a cada beijo a mais que ele dava. Emily viu um sorrisinho de lado do moreno quando ele passou a mão por cima de sua intimidade.
Estava quase entrando em combustão a cada beijo a mais que Charlie dava em sua pele, seus lábios quentes e macios contra sua pele.
Ele lambeu os lábios enquanto suas mãos iam para a calcinha dela, puxando-a e a descendo devagar por suas pernas, jogando ela longe. Charlie tinha a visão maravilhosa dela nua pela primeira depois de semanas, ele a achava tão bonita que não queria que aquela fosse à última de jeito nenhum.
Ele separou as pernas dela e não pode deixar de sorrir, teve tantos sonhos indevidamente eróticos com ela nesse tempo em que estiveram separados... se via os realizando agora.
Sua língua percorreu toda a sua extensão, lambendo-a por inteiro enquanto via um gemido baixo e abafado dela.
A língua de Charlie pressionou seu clitóris, mordendo em seguida. Emily gemeu mais alto, era um prazer que percorria por todo o seu corpo, suas duas mãos foram para os lençóis, os puxando numa forma de tentar descontar tudo aquilo que sentia na roupa de cama.
Ele lambeu seu feixe e o quadril dela foi para cima contra a sua boca, afim de mais contato. Ele sorriu de lado.
Desceu a língua até sua entrada, rodeando e então a penetrou, o gemido da loira foi longo e extenso, enquanto ele pressionava sua língua ali, quente e molhada dentro da loira que gemia mais do que deveria.
Sua mão esquerda passou por sua barriga até chegar a seu seio, apertando o mamilo o apalpando por inteiro, eram macios e firmes, Charlie tinha desenvolvido um apego tão grande pelos seios dela que chegava a ser estranho. Emily começou a se remexer com mais intensidade sobre a língua dele.
– Charlie... – ele trocou a língua por dois dedos, penetrando-a fortemente enquanto ele sabia que ela iria chegar ao clímax, sua língua pressionou o clitóris ao mesmo tempo em que seus dedos a penetravam com força. Ela deu um gemido alto e longo, e Charlie sorriu ao ver que ela havia chegado ao ápice.
Sorriu enquanto sentia a respiração de Emily ficar mais ofegante ignorando o fato de que sua calça e cueca o incomodavam mais do que deveriam.
A respiração dela era acelerada e descompensada, seus olhos se abriram e Charlie a viu o olhando com luxúria, seus olhos azuis estavam escuros como a noite. Ela o pegou pelos ombros e praticamente o jogou em cima dela, beijando seus lábios rapidamente, mordendo seu lábio inferior forte. Ela não se sentia totalmente satisfeita, queria ele dentro dela, ah, como queria.
Sua mão percorria todo o abdômen do menino, ela viu os músculos dele forçarem e puxou sua calça jeans para baixo, que por ser larga caiu de sua cintura facilmente.
Ela passou a mão por dentro da cueca dele, sentindo sua excitação dura e pulsante, os olhos dele se fecharam rápido enquanto seu lábio inferior sangrava por ele morder mais forte do que deveria.
Emily o masturbava forte, porém devagar, ele abriu os olhos verdes escuros, seu rosto estava a centímetros do dela, era fascinante ver seus olhos revirarem enquanto Emily o masturbava lentamente.
Os cabelos negros acabaram por cair nos olhos dele, boca macia e nariz fino, queixo másculo e dentes travados. Era uma expressão excitante para a loira.
– Emy... por favor – ele disse num sussurro. Ela riu e então acabou por tirar aquela cueca que era um empecilho para o que eles iriam fazer.
Sua mão o masturbou mais forte e mais rápido, as veias de seu membro saltaram enquanto a cabeça de Charlie afundou no pescoço dela, mordendo-o, aquilo iria deixar marca.
Charlie gemeu longo e abafado no ouvido de Emily, fazendo-a arrepiar por sua voz rouca e grave estar em seu ouvido. Sua mão ficou cheia do líquido dele, os olhos de Charlie permaneceram fechados e ela viu os músculos de seu braço agora relaxarem, assim como sua expressão.
A expressão dela estaria talvez de um prazer maior do que queria passar porque Charlie a focava como se aquela cena fosse a mais gostosa que ele já viu na vida.
Ela deu um sorriso travesso enquanto passava a mão por seu peitoral, mais precisamente para seu coração que batia tão forte que parecia que iria rasgar a pele do moreno. Com a outra mão ela o masturbou levemente, sentindo-o ficar mais ereto e duro enquanto ela o excitava. Umas das mãos de Emily passaram por toda a extensão das costas do moreno, parando em sua bunda e a apertando com força, ela se sentiu uma safada, mas ele tinha uma bunda maravilhosa.
Ele riu ao ouvido dela enquanto ela arranhava suas coxas, suas unhas de gato eram mais excitantes do que ela mesma imaginava. Quando ela viu que ele já estava duro parou de masturbá-lo e lambeu os lábios ansiosa.
Charlie separou as pernas de Emily com os joelhos, encaixando-se nela. Por um momento ela olhou para baixo, ela já sabia que ele era bem dotado, mas sempre era bom relembrar isso.
Ele a penetrou devagar e apenas com a glande, fazendo-a morder o lábio inferior de excitação, precisava que ele a preenchesse por completo, não com apenas uma pequena parte.
– Droga – ela disse com sua respiração irregular. Enquanto Charlie a penetrava devagar, preenchendo-a pouco a pouco. Ele chegou o mais fundo que podia, enquanto Emily quase o matava por ele estar a fazendo sofrer tanto. Ele voltou lentamente, ficou um tempo parado dentro dela.
– Quer mais? – ele perguntou com a sobrancelha arqueada, Charlie tinha um autocontrole perfeito, aquele que o mesmo se esbanjava muito por ter. Emily não tinha a mesma qualidade.
– Quero – ela respondeu num sussurro, ele a beijou possessivamente, deixando a boca dela entreaberta enquanto passava a língua por entre seus dentes. Então começou a estocar com mais força, e mais fundo.
Emily gemeu de excitação e surpresa, rebolou a cintura contra seu membro, as estocadas continuaram mais e mais fortes, até que ela não tinha mais do que reclamar. Não conseguia completar com palavras, apenas gemia alto e sincronizado com ele, que tinha o corpo todo tenso, seu corpo ia todo contra o dela, movimentando-se rudemente enquanto ela mordia o lóbulo de sua orelha.
Suas mãos entrelaçaram, a mão dele apertou a dela com tanta força que ela apenas deixou seus dedos esticados. Ela gritou de prazer quando chegou ao clímax, algumas estocadas depois Charlie a preencheu com seu gozo, urrando de prazer.
Ele se jogou ao lado dela, olhando para o teto que tinha pouca luz assim como todo o quarto.
Emily girou ficando de costas para ele que a abraçou pela cintura pousando a cabeça no ombro da menina dando vários e vários beijos naquela região.
– Eu pensei que iria morrer se ficasse longe de você por mais alguns dias – ele disse entrelaçando suas mãos nas dela – você querendo ou não, agora faz parte de mim, e eu não sou mais capaz de viver sem você.
Ela sentiu um arrepio enorme na espinha e virou apenas rosto pra ele.
– Eu teria uma vida muito deprimente se você saísse dela – ela disse e ele soltou um mísero sorriso acariciando a bochecha lisinha dela com o nariz.
– Te amo mais que doce – ele disse e Emily sorriu.
– Também te amo muito, moreninho.
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