Notas iniciais
Oi oi de novo! Segundo e último cap da maratona. Boa leitura!

A cada dia que se passava Emily gostava mais de Charlie. Ele andava sendo super fofo com ela, carinhoso e muito atencioso e sempre quando ela colocava a cabeça sobre o ombro dele, Charlie acariciava seus cabelos a fazendo praticamente dormir, mas ela adorava.

Ele havia aprendido o recado de que ela gostava de carinho.

Eram os últimos dois dias de ensaio e tudo aparentemente estava perfeito e isso estava deixando Nicole muito feliz.

A aula finalmente havia acabado e quando Emily pegou sua bolsa Charlie a abraçou por trás beijando sua cabeça, ela sorriu se encolhendo nos braços do garoto que envolviam sua barriga.

– Vamos comer alguma coisa, linda?

– Não dá – ela virou para ele meio triste.

– Por quê?

– Tenho uma consulta.

Ele fez bico e Emily sorriu, aquele bico era muito mais fofo do que deveria.

– Está doente?

– Não, é só pra trocar o meu remédio.

– De que?

– Nada de mais – ela disse – mas podemos sair a noite.

Ele assentiu.

– Vem cá, como você vai para essa consulta? – ele passou a mão de leve na bochecha lisinha dela.

– De taxi, por quê?

– Porque seu namorado lindo que gosta muito de você vai te levar.

– Não precisa Charlie...

– Isso não foi uma pergunta, Emy – ele beijou a ponta de seu nariz – tem que pegar alguma coisa ou podemos ir?

– Temos uma hora – ela disse olhando o relógio.

– Então me passa o endereço e vamos – ele passou o braço pelos ombros dela enquanto iam para a saída.

. . .

– Charlie, você virou errado.

– Quem é o nativo daqui mesmo? Ah é, só pra saber – ele disse irônico e ela revirou os olhos.

– Pode ser nativo, mas não tem censo de direção! O GPS aqui ta falando que você virou errado, com quem quer discutir senhor Martin?

– Confia mais no GPS do que em mim?

– É, confio sim.

– Que ofensa! – ele colocou teatralmente a mão esquerda em cima do coração enquanto a direita permanecia no volante.

– Eu vou me...

– Seu destino encontra-se a sua direita, obrigada de nada – Charlie sorriu para ela parando o carro.

Emily franziu o cenho e virou para a direita vendo o consultório em que seu pai havia lhe marcado uma consulta.

Emily virou para Charlie que ainda sorria de lado.

– O que disse sobre GPS?

Ela sorriu segurando o rosto dele depositando um demorado beijo em seus lábios que ele ficou feliz em retribuir pousando sua mão na perna a amostra dela graças ao vestido.

– Que horas acaba?

– Eu volto de taxi, não precisa.

– Que horas?

– Daqui uma hora e meia – ela suspirou e ele assentiu dando mais um selinho nela.

– Boa sorte linda – ele piscou e acelerou com o carro.

Emily suspirou sorrindo. Aquele menino perfeito existia mesmo?

Olhou para o último rastro no carro de seu moreno e entrou no prédio.

. . .

Assim que Emily saiu do elevador fez uma cara não muito bonita ao ver a chuva mais do que forte cair lá fora.

Pegou o celular para ligar para Charlie para ver se ele já estava ali, mas adivinha? Sem área.

QUE BELEZA!

Ela colou no vidro, mas a chuva não a deixava enxergar nada.

– Um garoto moreno de olhos verdes passou por aqui? – Emily perguntou a balconista.

– Não senhora.

"Senhorita, não sou casada".

Emily suspirou voltando a porta. Olhou por algum tempo e não teria jeito.

Abriu a porta saindo ficando em baixo do toldo, mas o vento forte fez com que ela se molhasse mesmo assim. Olhou para os lados procurando por Charlie, mas não viu nada. Se encolheu no próprio corpo sentindo as gotas a encharcarem cada vez mais.

– Ei, porque está na chuva? – Charlie apareceu com uma camisa e jaqueta de couro e um guarda chuva preto priorizando cobrir sua loira.

Ela olhou para ele e sorriu.

– Você veio mesmo.

– É claro – ele riu como se fosse óbvio – tire essa blusa encharcada, coloque a minha antes que fique gripada.

Ela o olhou e ele ergueu as sobrancelhas, a menina suspirou e tirou a blusa molhada, Charlie passou o guarda chuva pra ela tirando a própria jaqueta e a colocando nele pegando o guarda chuva logo depois.

– Vamos, o carro esta ali – ele passou o braço pelos ombros dela a juntando em seu corpo a esquentando um pouco.

– Você é um anjo – ela disse o abraçando se sentindo uma nanica dentro daquela blusa tão grande.

– É, eu sei – ele sorriu metido abrindo a porta do carro para ela – madame – ele sinalizou com a mão para ela entrar e ela assim fez.

Charlie deu a volta no carro fechando o guarda chuva e entrando no carro fechando rapidamente a porta.

A chuva estava tão feia que nem as estações de rádio estavam funcionando, Charlie ficou indignado com isso e bufou batendo no volante.

A chuva foi se intensificando cada vez mais, chegou certo ponto que o limpador de para-brisa não estava ajudando em nada.

– Não da pra enxergar direito – Charlie disse mantendo os olhos atentos.

– Então... não é melhor parar em algum lugar até a chuva parar?

Charlie hesitou um pouco mais concordou.

– É.

Não demorou muito para Charlie achar um hotel aparentemente descente, estacionou o carro e assim que saíram do carro Emily logo o agarrou como um macaquinho. Já era noite, oito e alguma coisa.

Charlie sorriu abraçando a garota de lado.

– O que deu em você? – ele estranhou o gesto muito afetivo, não que ele não estivesse gostando, estava adorando.

– Como?

– Está me abraçando.

– É que eu to com frio.

Ele riu beijando o topo da cabeça dela.

– Eu te esquento.

Pensamentos maliciosos agindo...

Entraram no hotel e Emily só soltou Charlie para ele falar com a recepcionista.

– Oi, eu queria um quarto – ele disse tirando a carteira do bolso junto com a identidade.

– Quantas noites?

– Só hoje mesmo.

Enquanto o homem digitava algo no computador Charlie olhou para Emily.

– Vamos dormir aqui porque a chuva ta forte e não irá parar tão cedo, e já está tarde, se eu estivesse sozinho eu voltava, mas é perigoso com você junto.

– Eu não sou uma donzela indefesa, ok?

– Eu sei loira, mas se eu estivesse sozinho, eu podia dar um chute na barriga de quem se aproximasse e arrancar com o carro, agora com você junto eu não tenho coragem.

– E por quê?

– Porque podem te ferir.

O homem o chamou e Charlie olhou para ele acertando alguma coisa, Emily só conseguiu sorrir que nem boba. Ele estava cuidando dela...

A chave do quarto foi entregue e eles subiram acompanhados de um funcionário que abriu a porta do enorme quarto a eles lhes dando passagem.

– A linha telefônica do hotel está funcionando, se quiserem usá-la fiquem avontade – o homem disse – qualquer coisa é só ligar na recepção.

– Obrigado – disseram em uníssono e o homem sorriu pedindo licença e saindo.

– Vou ligar para Sarah, avisar que vou sumir essa noite – Emily disse indo até o telefone.

– Pede para ela avisar os garotos?

– Ok – ela concordou discando.

Enquanto Emily falava com Sarah, Charlie perambulava pelo quarto olhando o quanto ele parecia bem romântico.

– Pronto – Emily disse e Charlie se virou para ela.

– E como foi sua consulta? – ele se aproximou dela.

– Normal.

Charlie praticamente se jogou sentando ao lado da loira que até quicou na cama.

– Então... estamos sozinhos...

Emily sorriu revirando os olhos.

– E...

– Não me faça explicar que quero te beijar.

Ela riu segurando o rosto dele o beijando. O garoto não perdeu tempo em colocá-la em seu colo deixando as pernas pálidas da menina cercarem sua cintura. As mãos dele passeavam pelas costas da menina que puxava o cabelo úmido do menino.

O moreno desceu os beijos pelo maxilar, pescoço e colo da garota que ofegava de olhos fechados sentindo os lábios quentes de Charlie deixarem selinhos e algumas lambidas agora por todo seu pescoço.

Segurando com força as pernas dela ele a deixou continuando com o corpo entre suas pernas voltando os lábios para os seus.

E quando Emily segurou a barra da camiseta dele e a tirou Charlie sorriu.

Emily fixou os olhos no corpo gostoso de Charlie, peitoral definido e um tanquinho não muito marcado, mas visível... que delícia. As mãos dela quase que involuntariamente foram para aquela região tocando todo seu peito e barriga. Charlie sorriu de lado apreciando o carinho e se inclinou dando mais um beijo nela que apertava suas costas.

– Eu te quero tanto por completo, tanto... – ele murmurou procurando o zíper do vestido da loira.

– E terá.

O estômago de Charlie se contraiu e seus lábios se curvaram em um sorriso satisfeito.

Os dois sentaram novamente para que Charlie pudesse tirar o vestido dela, abriu o zíper devagar abaixando o tecido logo depois. A lingerie branca com detalhes dourados simples, mas perfeita, valorizava ainda mais as belas curvas da garota que tinha um corpo perfeito para Charlie.

– Você é linda – ele soltou segurando a cintura dela sentindo sua pele quente contra a palma de sua mão.

Não deu nem tempo de Emily sorrir até Charlie a deitar novamente ficando por cima como ele gostava.

A devorou com os lábios apertando seu seio por cima do sutiã arrancando um gemido fraco e totalmente sexy da loira.

A mão pequena da garota acariciou de levinho o membro de Charlie que já estava duro, o garoto gemeu contra os lábios dela, um gemido rouco e baixo. Ela o puxou para seus lábios novamente abrindo o botão e o zíper segurando a barra pronta para abaixá-la e assim fez a levando até os joelhos de Charlie que descolou os lábios dos dela para se sentar e terminar de tirar a calça a jogando em qualquer lugar. Emily é claro encarou abobada a cueca que mostrava muito como Charlie estava excitado, o pano preto da Calvin Klein não conseguia esconder o belo volume naquela cueca. A loira sorriu pervertida mordendo o lábio e quando Charlie voltou a olhar para ela vendo aquela carinha se sentiu ainda mais excitado voando em cima da loira.

De surpresa Emily inverteu as posições ficando por cima, surpreendendo Charlie por um momento. Ela se sentou na cintura dele, mas especificamente em cima de seu membro e ele sorriu colocando as mãos sobre as pernas dela, Emily lançou mais um olhar de "vou te comer" para Charlie e passou a mão por trás das costas abrindo o sutiã o retirando sentindo o membro de Charlie se mexer em baixo de sua intimidade, sorriu com isso.

Charlie olhou que nem bobo para os seios durinhos e do tamanho perfeito, subiu devagar as mãos até eles os apertando com força, Emily gemeu mordendo o lábio fazendo aquela cara de safada que deixava qualquer homem duro de excitação, Charlie não era diferente.

Ela se inclinou até ele delicadamente beijando seus lábios e Charlie permanecia com as mãos nos seios quentinhos da menina.

Ela sempre gostou de provocar então tirou os lábios dos dele e começou a descer. Ela se deliciou com o corpo gostoso do menino, lambendo e beijando tudo. Chupou o mamilo dele dando um beijo logo depois e descendo até a cueca roçando seus lábios em tudo.

Mordeu fraquinho o membro dele por cima da cueca, Charlie deu um pulinho gemendo e ela sorriu ainda mais safada abaixando a cueca do garoto olhando bem para o membro ereto a ponto de bala. Agarrou com força a extensão o masturbando forte, mas lento.

Charlie gemeu tampando os olhos com o antebraço, ela sorriu de lado antes de lamber a glande. Ele quase gritou quando ela começou a chupá-lo todinho, enfiando até onde conseguia na boca enquanto com uma mão ainda fazia os movimentos para cima e para baixo e com a outra acariciava os testículos dele bem de levinho para não machucar.

– Ah gostosa – ele gemeu alto segurando a cabeça dela auxiliando seus movimentos.

O gemido de Charlie foi mais alto e ele relaxou. Emily o masturbava vendo seu liquido escorrer pelo membro agora semiereto dele e passar por sua mão.

Ela fez questão de engolir tudo e quando Charlie abriu os olhos, ainda ofegante e viu Emily lamber os dedos lambuzados do líquido dele olhando fixamente em seus olhos, tornando aquilo ainda mais excitante, um pouco do gozo estava em seus seios, Charlie mordeu os lábios suspirando, se havia alguma dúvida sobre ela ser ou não virgem, ela havia ido para o espaço. Nenhuma virgem teria aquela bela experiência e confiança na primeira vez.

Não demorou nem 10 segundos para seu membro estar duro e pronto novamente. Charlie a puxou pela cintura a fazendo se inclinar sobre ele sentando novamente em cima de seu membro, mas a calcinha infelizmente impedia um contato imediato.

– Eu vou te devorar sua gostosa – ele apertou com força a bunda dela que mordeu o lábio dele iniciando um beijo.

Com felicidade Charlie tirou a calcinha de Emily enquanto os dois praticamente se devoravam. Acariciou com avidez a intimidade da loira a fazendo gemer alto contra os lábios dele.

– Geme pra mim, geme – ele sussurrou para ela enquanto ela gemia cada vez mais alto, quando ele a penetrou com os dedos, a menina gritou e ele sorriu orgulhoso.

A puxou para um beijo, suas intimidades se tocavam do modo mais delicioso possível, o membro dele roçava na entrada dela fazendo com que ambos suspirassem durante o beijo.

Charlie segurou o próprio membro encaixando na entrada de Emily que fechou os olhos e suspirou, ela continuava por cima dele. Ele colocou as mãos na bunda dela como um apoio e foi com a cintura para cima olhando o rosto de Emily que soltou um gemido mais do que sensual e jogou a cabeça para o lado deixando todo seu cabelo passado para o lado direito. Antes dos movimentos começarem Emily se apoiou na cabeceira da cama deixando seus seios bem de frente para o rosto de Charlie que chupou imediatamente o direito começando a se movimentar junto com ela que rebolava gostoso em seu membro.

A cama de molas saltava mais do que uma cama elástica, os dois se moviam em sincronia realizando fundas e fortes estocadas compassadas em um ritmo rápido, muito rápido.

– Charlie – ela gemeu, os poucos fios loiros colavam em sua testa, oh deusa.

O garoto se encarregava de seus seios os chupando forte e lambendo o mamilo, também o mordiscando de leve.

Charlie soltou um gemido alto, rouco e realmente muito sexy, logo depois Emily sentiu o líquido dele a invadir.

Eles gemeram e ela deitou sob ele. E então ele lembrou que não haviam usado camisinha.

– Você toma anticoncepcional, não é? – ele perguntou ofegante.

– É claro seu banana – ela disse com o corpo pousado por cima do dele.

Charlie sorriu bobo passando a mão nos cabelos dela.

– Eu vou tomar banho – ela se levantou e Charlie pôde contemplar a visão do corpo inteiro dela nu... ô menina gostosa do caramba.

– Ei – ele reclamou e ela apenas riu entrando no banheiro – peraí! – ele gritou indo até ela.

Ele entrou no banheiro e a viu parada encostada na parede, imediatamente a pressionou ali lhe dando um beijo e sorriu.

– Pronta para o segundo round?

Notas finais
Gostaram da maratona? Então cmentem para maratonas cmo essa acontecerem mais vezes :) To carente dos comentários de vcs gente, colaborem comigo plissss. Até Quarta!