ACBAH - Academia de Belas Artes Hudson
43 Demorou, mas valeu a pena.
Notas iniciais
– É claro que vou te levar pra jantar antes, que tipo de cara acha que eu sou? – Nathan sorriu de lado e Kate revirou os olhos.
– Já que insiste, comida é algo que eu não recuso – os dois riram – e o que vamos comer?
– O que sugere?
– Hum... comida italiana?
Nathan riu.
– Ou seja...
– Pizza.
Ele riu.
– Por isso que você é a namorada perfeita.
Eles entraram na pizzaria super italiana e sentaram-se à mesa.
Como lá os pedaços eram vendidos separadamente eles compraram uma pizza inteira com 8 sabores diferentes e uma pequena, mini pizza de morango com chocolate para encerrar.
– Já avisou para as meninas que vai passar a noite fora? – Nathan envolveu os ombros de Kate com o braço a juntando mais em seu corpo.
– Mandei mensagem pra Abby – ela riu – ela ficou bem elétrica.
Nathan riu também segurando o queixo de Kate beijando seus lábios rapidamente.
– Você é linda – ele acariciou os cabelos dela.
Ela sorriu deitando a cabeça no ombro dele.
– E você cheira a menta.
Ele riu.
As pizzas chegaram e eles começaram a comer calmamente, Nathan sorria olhando para Kate que lambia o cantinho da boca sujo de chocolate, mas ele foi mais rápido a puxando pala cintura a beijando mais especificamente onde estava sujo de chocolate.
– O chocolate fica mais gostoso na sua boca – ele voltou a beijá-la e ela riu pegando o garfo melecado de chocolate passando na boca de Nathan depois o beijando.
– Fica mais gostoso mesmo.
Depois de um tempo eles terminaram de comer e se dirigiram até o hotel, seria uma longa e maravilhosa noite.
. . .
Emily dava mais um olhada no site da Lerch. Via os detalhes direitinho e tudo mais o que precisava.
Em Nova York ela teria milhares de chances a mais de ser "descoberta" do que ali em Los Angeles, afinal NY sempre seria NY.
Fechou a guia abrindo seus documentos procurando uma foto descente para que ela pudesse colocar no formulário. Abriu a pasta de fotos e paralisou o dedo no mouse. A primeira foto estava sem dúvida linda... o problema que não era apenas uma foto dela. Charlie estava deitado com a cabeça apoiada nas pernas de Emily. Ela lembrava daquele dia, eles estavam no parque, os sete, rindo e comendo. Kate que havia tirado aquela foto, Emily ria com os óculos de sol em frente aos olhos e Charlie sorria olhando para o céu também com seus óculos de sol tampando os olhos, uma das mãos dela estava pousada sobre a barriga de Charlie e a outra acariciava seu cabelo tão lindo. Ela trocou rapidamente, mas a próxima foto também era dos dois, mas era diferente, bem diferente, na verdade parecia aquelas fotos do Google. Charlie sorria para Emily passando a franja dela para trás, e ela apenas sorria tímida, ela não apenas se lembrava do momento que aquela foto foi tirada, mas como também lembrava o que Charlie estava falando para deixá-la envergonhada.
Ela sorriu, não podia falar que de completo seu namoro com Charlie havia sido fracassado... porque não foi nada fracassado, foi ótimo, maravilhoso pra dizer pouco, cada segundo, cada sorriso, cada beijo, cada olhar, cada abraço...
Ela fechou a imagem vendo uma infinidade de fotos deles ali, todas lindas, porque ninguém podia negar, eles ficavam muito bem juntos.
Uma pessoa normal, após o termino de um namoro apagaria todas as fotos com a pessoa, mas por mais que sua mente dissesse para ela excluir tudo, ela apenas fechou a pasta deixando as fotos ali, no final das contas seu coração que mandava nela.
Sim, ela o amava ainda e sabia que não deixaria de amar tão cedo, ou melhor, tinha sérias dúvidas de que um dia pudesse esquecê-lo. A carta foi apenas uma desculpa para acabar tudo, ela não queria ir para Nova York e deixá-lo. Eles sentiriam ciúmes, saudades e pior que isso, poderiam perder o assunto e ficar algo chato e sem graça. Ela não queria aquilo. Deixá-lo aqui, sozinho seria melhor, tanto para ele quanto para ela, porque afinal, Emily tinha que cuidar de seu pai, precisava fazer isso, ele era a única família que lhe restava.
E se... e se Charlie fosse pra Nova York com ela?
Não, isso não iria acontecer, para de sonhar Emily, não faz bem ficar criando expectativas para algo que nunca vai acontecer.
Ele ficaria melhor sem ela... ele acharia outra pessoa...
Os olhos dela marejaram. Charlie sendo feliz com outra menina... não pensa nisso sua idiota!
Abriu novamente a pasta de fotos e focalizou seus olhos em uma foto descente dela, a copiou e mandou junto com o formulário. Estava feito.
. . .
Eles entraram no quarto rindo do quase tombo de Nathan ao sair do elevador, Kate colocou a mão no coração sentando na cama.
– É bom saber que minha falta de equilíbrio te diverte – ele disse com um bico.
– Ta ai uma coisa que eu tenho de sobra e você não.
– Tem muito equilíbrio senhorita Baker? – ele cruzou os braços.
– Fiz ginástica desde os cinco anos.
Ele franziu o cenho.
– E como eu não sabia disso?
Ela deu de ombros sorrindo.
– Você nunca perguntou.
– Vai, faz alguma coisa ai.
Ela riu.
– Nem pensar doidinho.
– Ah, faz – ele fez beicinho se ajoelhando em frente a ela.
– Não senhor – ela sorriu acariciando o cabelo dele.
– Ah, eu queria ver – ele novamente fez beicinho.
– Quem sabe depois – ela piscou para ele sorrindo.
– Você deve ficar linda fazendo essas coisas – ele se levantou um pouco ficando com o rosto bem pertinho do dela.
– Eu poderia te ensinar algumas coisas, ai você poderia me pegar – ela se assustou um pouco com a proximidade.
– Não tenho equilíbrio pra isso – eles riram e logo depois Nathan a segurou pela nuca selando seus lábios nos dela.
Ele passou a mão por baixo dos joelhos dela a sustentando no ar rapidamente a encaixando com as pernas em volta de sua cintura.
– Meu Cupcake acrobata – eles riram novamente enquanto ele ia com ela até a cabeceira da cama a colocando deitada sob os travesseiros.
Ele olhou bem para o rosto dela, tão delicado e fofo. Acariciou a bochecha dela com a ponta dos dedos.
– Eu te amo meu desequilibrado – ela sussurrou – não emocionalmente, claro.
Ele riu e beijou o maxilar dela.
– Te amo, Kate – ele beijou novamente o maxilar dela agora indo para a boca.
Quando as línguas deles se tocaram Kate sentiu um pequeno grande arrepio correr seu corpo, não podia simplesmente evitar pensar que era agora que ele seria dela de todas as maneiras.
Nathan a soltou para tirar a própria camiseta, Kate parecendo uma idiota olhou mordendo discretamente o lábio, ele era magro, mas não aquele magro esquelético, um magro definido, e ela gostava dele exatamente daquele jeito.
Ele voltou a beijá-la e Kate colocou as mãos nas costas dele sentindo sua pele quente e os músculos de suas costas se tencionarem.
Ele beijou o pescoço da menina sentindo seu cheiro adocicado e sorriu procurando a barra de sua camiseta manga curta branca com as mangas rendadas, a retirou bem devagarzinho percorrendo seus olhos pela barriga lisa e o sutiã branco com poucas flores pretas e um pequeno laço preto no meio.
Beijou o colo dos seios da menina apenas sentindo a pele quente dela contra seus lábios, desceu pela barriga sentindo a respiração dela pela movimentação. Ao erguer os olhos viu Kate corada, o que dizer sobre meninas coradas? Totalmente adoráveis.
Sorriu dando um rápido selinho nos lábios dela, a viu sorrir e iniciou um beijo enquanto abria o botão da calça justinha e vermelha de Kate, a desceu olhando apara as pernas dela e ao chegar aos calcanhares retirou os saltos pretos de seus pés e terminou de tirar a calça a deixando cair no chão. A calcinha combinava com o sutiã, a mesma estampa, mas os laçinhos pretos estavam dos dois lados de sua cintura fina.
Passou as mãos nas pernas dela e subiu para a cintura permanecendo ali enquanto avançava seus lábios contra os dela. As mãos de Kate escorregaram pelas costas dele parando no cinto da calça. Ele sorriu abrindo o cinto, o botão e o zíper, mas deixou que Kate abaixasse sua calça.
Nathan não perdeu tempo e abraçou a menina segurando o fecho de seu sutiã. Tentou uma, duas, três vezes, mas o maldito não abria.
Kate riu.
– Vai com calma que você consegue – ela disse.
– Eu não... como que abre essa coisa?
Ela riu.
– Pega dos dois lados – ele assim fez – empurra um contra o outro – novamente ele fez como ela disse – agora puxa.
O sutiã destravou e ela sorriu beijando a bochecha dele.
– Viu, não é tão difícil – ela disse.
– Se não fosse tão bonitinho, eu rasgava – ele sorriu retirando o sutiã dela olhando para seus seios.
Por alguns segundos ele perdeu a noção e a consciência e ficou apenas a encarando e sem receio algum colocou as duas mãos nos seios dela os apertando.
– Você é linda – sua voz falhou e ele se inclinou beijando o seio esquerdo.
Kate fechou os olhos se concentrando nos beijos suaves de Nathan, ela suspirou e levou uma das mãos ao cabelo de Nathan que estava começando a crescer de modo que dava pra puxar.
Quando ele voltou a beijar sua boca ela o surpreendeu girando ficando por cima dele.
Ele sorriu surpreso com a atitude, e quando ela sorriu para ele mordendo o lábio inferior... ele não pôde deixar de puxá-la pela nuca para beijá-la.
Suas mãos foram para a bunda dela e ficaram ali enquanto eles se beijavam. Ele segurou o elástico de sua calcinha e a abaixou bem devagarzinho. Kate sorriu terminando ela mesma de tirar a calcinha e beijou o pescoço dele descendo lentamente pelo peito, chegou a virilha e deu um chupãozinho abaixando a cueca dele. Ela segurou o membro dele o masturbando devagar. Nathan gemeu mordendo a boca e puxou a menina para ele enfim a beijando do jeito que sempre quis.
E dessa vez ele pegou os pulsos dela e a botou contra a cama, seus olhos sempre tão tranquilos pareciam mais escuros que o normal, Kate nunca havia os visto daquele jeito.
Ele acariciou o rosto dela de leve e sorriu a beijando de novo.
– Tudo bem? – ele perguntou baixinho.
– Tudo – ela colocou as mãos nos ombros dele.
Nathan encostou suas testas olhando bem nos olhos de Kate e segurou seu próprio membro o posicionando. Olhou bem para Kate que o abraçou mais forte pelos ombros enterrando a cabeça na curva de seu pescoço.
Ele suspirou mordendo o lábio e a penetrou. Ambos gemeram baixinho, quase sussurraram. Kate mordeu o ombro dele enquanto Nathan se movimentava lentamente dentro dela. Ela percebeu que ele estava se controlando para não ir rápido demais.
– M-mais – ela sussurrou – por favor.
Ele segurou o corpo dela com uma mão e com a outra segurou a cabeceira da cama começando a penetrá-la com força. Ela praticamente gritou de prazer e ele gemeu baixinho no ouvido dela e com uma mão apertou sua bunda enquanto ainda a penetrava forte.
– Kate... – ele mordeu o pescoço dela.
– Nathan – ela puxou o cabelo dele o beijando novamente.
Eles gemeram alto ao mesmo tempo e Nathan deixou seu corpo cair por cima do de Kate.
Ficaram em torno de três minutos apenas calados respirando fundo se recuperando do esforço e quando Kate colocou a mão no cabelo dele o massageando bem lentamente Nathan levantou a cabeça para olhá-la.
Se olharam por alguns segundos e depois riram.
– Isso foi muito melhor do que eu poderia imaginar – ele disse com o rosto bem pertinho do dela.
– Nem se compara – ela sorriu para ele antes de beijá-lo novamente.
E assim eles ficaram um bom tempo, apenas sorrindo e se beijando, não precisavam de mais nada.
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