A vida pelo o Amor
26 Vinte e Seis
Notas iniciais
Vinte e Seis
Versão L
Para a minha tristeza, acordei com o celular tocando. Era uma mensagem do Mello. “Me liga, vou ter uma conversa com o Yagami.” Liguei para o Mello.
-O que foi?
-Escute a conversa, só para ter certeza de que eu não esteja fazendo nada de errado.
-Esta bem. –ouvi ele mexendo nas coisas.
-Yagami. Você é o único que pode me ouvir. Preste a atenção. –começou Mello. Esses meninos. –Eu sou o responsável pelo o sequestro de sua filha. Não quero nada com você, nem com ela. Só o que me interessa agora é o caderno. Siga minhas instruções e sairão ilesos. Já providenciei tudo para a troca, não se preocupe. –senti que essa foi para mim. –Apenas siga as minhas ordens. –resolvi ligar o satélite que eu tinha em meu quarto, ele é conectado junto com o do Near. E ali estava o avião com o Yagami no deserto. Misaki acordou.
-Ryuzak...O que esta fazendo? –perguntou ainda com sono.
-Veja com atenção. –me deitei ao lado dela na cama para analisar tudo.
-Onde é isso?
-Lugar secreto do Mello. Tente não fazer perguntas. –continuei analisando o satélite de Los Angeles. Near ligou no meu outro celular.
-Quantos celulares você tem?
-Três, esse que está tocando e para atender o Near, este outro é para o Mello. E tenho um para uso pessoal. Atenda para mim fazendo favor. –Misaki pegou o telefone. –Mello espera um segundo, não faça nada, o Near esta ligando.
-Oi, Near. –ele estava atenta. –Ryuzak.
-O que foi Near, estou com o Mello na outra linha.
-Estou em contato com o Raito.
-O que ele falou?
-Ele me pediu um favor. –Near estava normal.
-Qual?
-Ordenar que o trafego aéreo, Policia e Exército para não tomarem nenhuma providencia.
-O que mais?
-Falei que eu irei fazer uma vigilância ao local do pouso via satélite. O que faço?
-O que ele pediu, continue em contato comigo, estou o seu satélite ligado junto ao meu.
-Esta bem. –falou. –Esta olhando tudo?
-Sim.
-Mello? –coloquei os dois telefones no viva voz. –Não faça nada que eu não faria.
-Okay, mas me deixe fazer do meu jeito.
-L, já temos a imagem do local da aterrissagem. –percebi que Near estava falando com o Raito. –Vamos lhe enviar todas as imagens de agora em diante. -Yagami saiu do avião, ele estava com uma maleta.
-O que o Mello vai fazer? –Misaki ficou preocupada.
-Você verá, pois nem eu sem.
-Esta vendo, Yagami? –perguntou Mello para o chefe Yagami. –Entre.
-Subterrâneo, é a cara dele. –falei.
-Subterrâneo. –disse um agente de Near.
-Muito interessante. –disse Near. Yagami entrou.
-Mello?
-O que foi?
-Tome cuidado, não seja exposto pelo o amor de deus.
-Eu estou bem Ryuzak. Pode confiar.
-Eu confio em vocês dois. O problema é que nunca confiei no Raito, ele pode armar uma para cima de vocês.
-Não me importo. Estou preparado para tudo. Ryuzak, irei lhe dar detalhes sobre a troca esta bem?
-Quero ver alguma filmagem.
-Esta bem, vou te mostrar através das câmeras. –Mello conectou as câmeras através do meu computador por uma senha.
-Misaki, me traga o computador. –ela se levantou e pegou o computador.
A filha de Yagami estava presa em uma gaiola de vidro, e d eoutro lado estava um lugar para colocar o caderno.
-Deixe o caderno aqui. –disse um cara mascarado. –Ao faze-lo, a aporta será destravada. E passaremos ao próximo passo. O vidro girará. E o caderno ficará comigo. Sua filha estará liberada. Caso não coopere, serei obrigado a mata-la. –Misaki deu um leve grito, mas tapou a boca.
-Você esta bem?
-Ele é louco, esse dai é um mafioso que trabalha para o Mello?
-Sim. Vem cá, comigo estará segura. –eu a abracei. –Fique calma por favor.
-L, algum plano? –Near esta perfeitamente seguro. –Você não está pensando que não tem nenhum problema em entregar o caderno para um estranho, ou está?
-Y462, faça a troca. –disse Mello. Droga os dois agindo de uma vez.
-Primeiro, checarei a autenticidade do caderno. Coloque-o no painel de vidro a esquerda. –disse o mafioso do Mello. Yagami obedeceu direitinho. –Agora testarei este caderno.
-Testar? Vai tentar matar alguém? Isso é inaceitá...
-Ei. –Y462 o interrompeu. Códigos, muito interessante Mello. –Se não me deixar testar, matarei sua filha. –o cara escreveu um nome.
-Mello, funcionou?
-Claro. –era de se esperar. Misaki estava tremendo.
-Aguente mais um pouco amor.
-O caderno é real. –disse Y462. –Agora, solte o caderno e soltarei sua filha.
-Podemos dizer, que com certeza, a troca do caderno foi feita. –escutei Near falando.
-Não sabemos o que estão planejando. –dessa vez era Raito. –Seguir o helicóptero é pode ser um problema. Então siga-o com o satélite.
-É fácil falar, mas vou tentar. Nada bom, eles pegaram o caderno, L. –um míssil? Mello, droga. –Não podemos segui-lo com um radar.
-O míssil foi lançado. –disse, mais um dos agentes de Near.
-Near o helicóptero. –disse outro agente de Near.
-Eu sei. Explodiu.
-Near, fique atento. –falei. –Mello, que história é essa de míssil?
-Para enganar o Yagami, assim ele fica preocupado tentando saber a onde esta o caderno. –entendi.
-Esperto, não faça mais isso.
-O caderno esta definitivamente no míssil. –Raito já desconfiou.
-O sinal do míssil. –disse o agente de Near. Sumiu completamente.
-Mello o que você fez com o míssil? –perguntei. Misaki estava aconchegada em meu colo.
-Ryuzak, o míssil vai aterrissar em uma área deserta. –começou Near. –Então não vai ser tão difícil recupera-lo. Depois que eles tiverem o caderno nas mãos, o que farão com eles?
-Deixe isso de lado, Near acabou de explicar. –disse Mello.
-Mello, seu cretino. Matou todos os meus agentes, só sobraram dois.
-Mello? Que merda está fazendo?
-Vocês iram entender depois. Confie em mim Ryuzak e Near. –os dois desligaram. Apagaram todos os contatos que eu estava tendo com eles.
-Que loucura.
-Ryu...zak, o que eles estão planejando?
-Não se preocupe com isso. Você esta bem?
-Deitada em seu colo, quem não está? –eu ri. –Eles não destruíram nossa viagem.
-Esses dois, que merda.
-Esquece eles por um tempo. Você viu que eles estão bem.
-Não muito. – só agora notei que eles estão disputando. Isso não é da minha conta. –Como eu amo você, sempre me faz me sentir bem.
-Eu sei, é por isso que temos que voltar a dormir. –ela se virou para o lado. Para a minha felicidade, a Misaki deixou as pernas completamente a vista.
-Ou podemos fazer outra coisa? –comecei a beijar o pescoço dela.
-Tem razão. Tomar um banho.
-Misaki, você entendeu o que eu quis dizer.
-Estou cansada. –me virei fingindo estar cansado. Pensando bem depois de duas noites seguidas e daqueles dois, eu realmente preciso dormir.
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