Notas iniciais
Espero que gostem.

Vinte e Quatro


Versão L


Na noite passada foi tão perfeita, tudo o que eu planejei deu certo, apesar da Misaki não gostar de luxo, eu ainda assim queria dar a ela o melhor jantar de sua vida, seria bem melhor se estivéssemos todos juntos.

Eu acordei um pouco tarde, mas também não muito cedo. Acordar sentindo o cheiro da Misaki como nas ultimas semanas é muito bom, sua pele macia, seu corpo quente e aconchegante. Não queria me levantar mas precisava saber noticias do Near e do Mello, fiquei dois dias sem as noticias deles é preocupante. Me levantei, fui direto para o banheiro, tomei um banho, me troque, assim que sai do banheiro olhei direto para a Misaki, que ainda estava deitada na cama, como sempre estava linda. Subi para a parte superior do Iate, mandei uma liguei para a casa e pedi para Peter me encontrar no porto, dirigi de volta para a ilha. Chegando lá, Peter estava exatamente aonde eu havia pedido.

–Bom dia senhor. –disse Peter.

–Bom dia, Peter você pediu para a Marta vim limpar o Iate? –falei.

–Sim, ela foi buscar as coisas.

–Aqui pegue a chave. –joguei as chaves para ele. –Vou acordar a Misaki.

Desci para a parte inferior do Iate, olhei para a Misaki e fiquei com pena de acorda-la mas precisávamos nos apressar. Me ajoelhei na cama e me aproximei da Misaki com cuidado, me abaixei perto de um de seus ouvidos e sussurrei:

–Amor. –assim que escutou minha voz, Misaki se virou, abriu os olhos de vagar.

–Bom...dia. –se espreguiçou de um jeito lindo. –Amor, me chamou de amor?

–Algum problema? –perguntei, soltando um risinho.

–Nenhum. E o meu beijo de bom dia? –eu me apoiei nos braços para poder abaixar e beija-la. –Agora sim.

–Você é uma fofa. Misaki, eu vou levar pegar as coisas enquanto você toma um banho, a Marta irá limpar. –Misaki deu um pulo da cama.

–Esta bem. Vai lá amor. –ela correu para o banheiro. Sai de cima da cama e fui para o outro ambiente do Iate.

–Marta, já esta aqui. Caramba você é rápida. –falei surpreso pela a Marta já estar limpando a cozinha. –Onde está o boque que deixei aqui? –olhei em cima da bancada.

–Pedi para o Peter leva-la para o quarto de vocês e mudar a agua do vazo.

–Ah sim, vou pegar algumas coisas e se eu esquecer alguma coisa você pode levar para mim?

–Sim senhor. –voltei para o quarto, peguei nossas roupas espalhadas pelo chão, Misaki havia jogado o vestido para fora do banheiro, coloquei todas as coisas na sacola e me sentei na cama para espera-la. Misaki saiu do banheiro só de toalhas, se trocou na minha frente, isso me deixou um pouco excitado.

–Você deveria parar com isso. –falei ironicamente. Ela riu.

–Podemos ir agora. Estou pronta. –entreguei a sacola com os presentes para ela. –Não deveria comprar essas coisas.

–Eu sei, eu sei. Mas faço de tudo para ver você feliz. –eu levantei da cama e a abracei.

–Vamos? –perguntou, a voz dela estava suave.

–Que gracinha. –sorri.

–O que?

–Nada demais, vamos.

Subimos para a parte exterior do barco, Peter estava entrando no Iate para poder guarda-lo.

–Bom dia senhorita. –falou.

–Bom dia.

–Tinha me esquecido, Peter o rapaz daquele lugar ligou? –perguntei.

–Sim, ele disse que está tudo como planejou. –Misaki me olhou com reprovação.

–Mais uma surpresa? Ryuzak...-a interrompi.

–Apenas uma surpresa, essa não é cara e nem nada. Eles oferecem isso por um preço baixo.

–Me ajuda a sair?

–Ah, claro. –sai do Iate e logo peguei as mãos da Misaki para ajuda-la a sair. –Melhor nos irmos logo.

Antes de irmos para o carro nós fomos para o quarto. Trocamos as roupas, separamos uma mala pequena, guardamos toalhas, biquínis e mais algumas peças de roupas.

–Para que tudo isso? –perguntou fechando a mala.

–Uma surpresa, eu já disse. –olhei para ela. –Você deve estar cansada de tanta surpresa, certo?

–Um pouco.

–Acredite, essa tem um luxo natural.

Peguei a mala e descemos para o carro. Guardei a mala e logo em seguida entramos no carro juntos.

–Misaki, eu andei pensando, depois disso tudo, bem que poderíamos chamar o pessoal. Os agentes, seus pais, o pessoal do colégio e a família do Yagami, já que ele estará preso, este será o jeito mais fácil, eles vão precisar relaxar.

–É uma boa ideia. Você irá pagar a passagem de todos?

–Se for preciso.

–Ryuzak, mas...Como está indo o caso? –olhei para ela curioso, as coisas que estavam acontecendo não eram nada agradável.

–O Near está tendo problemas.

–O que?

–Bem...como o Kira que é o Raito, eu sou infantil e odeio perder. Estamos aqui a quanto tempo?

–Eu cheguei ontem, e você está aqui há cinco dias, contando com hoje.

–Certo, o que quer saber sobre o Near e o Mello? –ela estava curiosa.

–Tudo o que eles fizeram desde o dia em que você veio para cá.

–Se for para mim contar desde quando eles começaram...Esta bem. –fiquei desapontado em contar sobre o caso, as coisas estavam estranhas por lá. –Raito esta no meu lugar.

–O...Que? –percebi que ela arregalou os olhos.

–Mas o Near não esta dando mole.

–Ainda não consigo entender. –disse Miksaki. –Me explique do inicio.

–Sim, sim. O Yagami matou várias pessoas que trabalharam na TV em nome dele. Também matou aqueles dois agentes que eram criminosos e todos aqueles que restaram da Yotsuba. –notei que Misaki estava assustada. –Como o Mello teve que fingir estar disputando com o Near, eles dois não mantem mais contato um com outro. Eles apenas me ligam para saber como estou e para contar algumas coisas. Near foi falar com o chefe Do FBI, para encontrar o presidente. Ele levou todas as minhas gravações sobre o caso Kira.

–Você gravou? –ela estava surpresa.

–Sim. Como eu havia comentado, Raito foi escolhido pelo os agentes como meu sucessor, mas ele não tem ideia de que Mello e Near são os verdadeiros.

–Porque o Raito foi escolhido? –perguntou.

–Para manter a ordem. Near disse ao presidente que eu estou morto. O presidente perguntou quem ele era, logicamente o chefe disse a verdade. Que o Near é o meu verdadeiro sucessor. Near criou uma equipe independente, com a minha permissão, chamada SPK, que não tem nada haver com L. Os agentes dele são membros da CIA e Investigadores do FBI. A equipe do Raito acha que não estão tendo sucesso nas investigações, mas na verdade, Raito está impedindo isso. –olhei para ela. –Mais alguma coisa?

–Como está as coisas na parte do Mello?

–Ele formou o grupo da máfia. Isso é bem divertido, ele usa armas e verdade, isso me preocupa. Mello resolveu sequestrar a filha do chefe Yagami. –percebi que ela ficou mais assuatada.

–Minha nossa. Ele é doido? –gritou.

–Ele fez isso com minha permissão. Ele quer o Death Note, em troca ele devolvera a filha do Yagami.

–Ele pretende troca-la pelo o Death Note?

–Exatamente. Mello matou o chefe da Mafia, então a um ano e meio ele se tornou o chefe da máfia. Ele esta fingindo que quer me derrotar e também ao Near. Os dois estão fingindo que não sabem de nada. Near sabe onde o Mello está, mas mesmo assim, ele finge estar a procura dele.

–Já entendi, eles estão fingindo muito, muita coisa. Esses dois. O que meus pais estão fazendo?

–Sua mãe está cuidando do Near e seu pai está trabalhando para o Near em segredo. Raito acha que eles viajaram junto com você de volta para a Inglaterra. Alias, o Mello sabe se cuidar sozinho, mas de vez em quando, eu peço para sua mãe ver como ele está. E também dou noticias a ela sobre como você está. –senti que ela ficou aliviada. Ouvi um barulho estranho era meu celular.

–O que foi Peter? –perguntei no telefone.

–Uma ligação importante.

–Pode passar.

–Ryuzak, aqui é a Alma.

–Olá, ela está ótima, mandou beijos. Algo para me dizer?

–Posso falar com ela depois?

–Sim.

–Bem, o L ligou para o detetive John...Rally Connors. Near vai falar com o L e pediu para ver se você quer escutar a conversa? –depois dessa, tive certeza de que Near queria que eu soubesse de tudo o que estava acontecendo.

–Esta bem. –ouvi um barulho estranho e logo escutei o Near pedi o telefone, mais uma vez, um barulho estranho. Ele deveria estar colocando os cabos.

–Prazer em conhecê-lo, segundo L. –Near iniciou a conversa. Consegui sentir que o Raito lembrou de mim pelo o modo como o Near estava agindo. Liguei no viva voz, assim que não teria que explicar para a Misaki.

–Segundo? O que quer dizer? –disse Yagami. Misaki olhou para mim atenta. Parei o carro na estrada. –Quem você é?

–Não vamos nos esconder. Somos um novo grupo que capturará Kira sem ajuda de L, o SPK. –disse Near. Fiquei atento a conversa, assim como Misaki. –Aqueles que ocupam uma alta posição sabem da morte de L. Sou o líder da SPK. Isso mesmo, N. –Raito ficou um tempo sem responder. –Já dissemos que não podemos contar com L...Mas na verdade, a CIA e o FBI estão vendo a mim como líder, e não L. Entretanto, o assassinato do diretor da policia japonesa é um crime imperdoável. E acho que este incidente pode estar ligado a captura de Kira. Gostaríamos de oferecer total apoio. Acredito que seja a melhor opção para ambos. Qual o problema, L?

–É o Near? –perguntou Misaki, sussurrando.

–Sim. –senti que Near estava colocando o Raito contra a parede.

–Nada. Na verdade, depois que o diretor foi assassinado...-disse Raito. –A filha do vice-diretor Yagami foi sequestrada pelos os mesmos suspeitos e estão querendo negocia-la.

–Negocia-la? Pelo o caderno? –Near não fale demais.

–Isso. –Raito se manteve firme.

–Entendo. Providenciarei o máximo de agentes para te ajudar, sem dar uma informação especifica do caso. Também irei monitorar toda L.A, via satélite. Não...-Near também estava firme, senti um pouco de mim nele. –Confiarei tudo a você.

–Ele esta usando suas jogadas? –mais uma vez Misaki protestou.

–Sim, sim. –falei. Near desligou o telefone e logo voltou a atenção para mim. Escutei do outro lado da linha.

–Near, não tem problema em deixar tudo com o falso L? Ele não consegue nem perseguir o Kira. –era um dos agentes dele.

–Exato, por isso não tem problema. Há uma fraqueza de qual poderemos tirar vantagem. Claro que a vida humana é um caso sério. Entretanto, o objetivo da SPK é capturar o Kira e obter o caderno.

–Mas, um dos cadernos não esta comigo? –falou Misaki.

–Não. Tirei de você no dia que fui viajar, o seu pai esta com ele. E pelo o que ele me falou, agora esta com o chefe Yagami. Muito mais confiável do que o Raito. –falei baixinho.

–Ryuzak, esta ai, acabei me esquecendo. Como está a Misaki? –perguntou Near.

–Estou bem. –respondeu.

–Ela estava ouvindo...porque não desconfiei.

–Near, não fale muita coisa para o Raito. –me intrometi na conversa chamando a atenção dele.

–Calma, eu sei disso. Como está o Mello? Sinto falta dele. – a voz dele estava tristonha.

–Sente falta dele? Isso é um pouco estranho, mas fazer o que. Estou sentindo falta de vocês.

–Eu também sinto falta de vocês. –gritou Misaki animada.

–Baby, também estou com saudades. Estou pirando aqui, sem o Mello e sem o Ryuzak. Misaki sua mãe é louca. –eu ri dessa.

–Near, preciso desligar. Você tem que trabalhar e eu...esquece, tchau Near. Mas antes deixe a mãe da Misaki falar com ela.

–Tchau. –disse Near, logo entreguei o telefone para a Misaki.

–Oi Oka-san. –disse Misaki no telefone. Voltei a dirigir. –Estou bem. Como estão vocês?

Misaki desligou o telefone quinze minutos depois. Assim que chegamos ao aquário, Misaki arregalou os olhos.

–Era essa a surpresa. Que lindo. O que vamos fazer? –perguntou toda sorridente.

–Mergulhar. –falei. Saímos do carro.

–Mas....ainda me sinto mal.

–Com o que?

–Os meninos estão lá, dando o melhor de si, nós aqui, indo mergulhar.

–Eu mergulhei pela primeira vez com eles dois. Eles não podem reclamar, eles pediram para eu fazer essa viagem e trazer você para poder aproveitar. –não posso mentir que também estou preocupado com eles.

–Esta bem. Podemos ir agora, fiquei ansiosa.

–Okay. –entramos no aquário juntos. Isso foi incrivel, não sei o porque...mas foi.

Notas finais
Pessoal desculpem a demora, mas eu estava sem ideias e estou em uma correria. Só tenho tempo de escrever atarde e creio que a maioria de vocês não tem mais tanto tempo assim para ler. Espero que tenham gostado.... comentem por favor. *o*
Por favor lenham minha nova história, eu estava louca para escreve-la
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