Notas iniciais
Versão L.
Onze

Quando Misaki saiu do meu apartamento aproveitei para conversar, com Raito-kun sobre o meu plano.

-O que faremos com a Shinigami? –Mello iniciou a conversa. –Saya não pode vê-la.

-Isso não é problema, ela vera logo.

-Como assim Ryuzaki?

-Irei pedir para que ela guarde o caderno com ela. Conversarei com ela mais tarde.

-Tem certeza disso? Pode confiar nela?

-Claro! Por que eu não confiaria? –ele estava conseguindo me deixar estressado.

-Você acabou de conhece-la e já vai entregar o caderno assim. Higuchi esta morto. Somente os agentes e nós podemos ver a Shinigami. O Otou-san dela contou alguma coisa a ela?

-Não. Ele sabe manter segredo. –falei olhando pela janela. Notei que Misaki estava saindo de carro com sua Oka-san.

-Não irei contar nada do que aconteceu antes dela chegar. Shigami você também não ira dizer nada. Nenhum de vocês irá contar. Eu me responsabilizo por ela. Foi eu quem a trousse aqui. Então faça o possível para confiar nela Yagami.

-O que você quer dizer com isso? Claro que eu não confio nela, eu não a conheço. Você deveria confiar em mim e não nela. –a onde ele queria chegar com aquela discussão?

-Se eu confiasse em você, o caderno estaria com você e ela estaria acorrentada a mim.

-Quer saber eu já cansei. Não quero ficar acorrentando com você deste jeito. Isso é irritante e incomoda.

-Só fazem dois dias que estamos acorrentados e você já esta se rendendo. Eu disse que você era um idiota.

-Não me faça bater em você novamente Ryuzaki.

-Está discussão não vale a pena. Já tenho o que eu quero. Near pegue a chave por favor. –eu sabia que ele era Kira. Se ele tocasse no livro suas memórias voltariam, foi exatamente isso o que aconteceu, é por isso que ele não aguenta mais ficar algemado comigo. Ele precisa continuar seus crimes. Deixarei ele fazer o que quiser, mas ele não vai escapar desta tão fácil. Ele não poderá matar a Misaki sem saber o seu nome verdadeiro. Near me entregou a chave e assim que eu nos soltei, Raito foi direto para fora. Como eu desconfiava.

-L. Por mais quanto tempo você pretende esconder isso de Misaki? –perguntou Mello.

-Tempo o suficiente. Contarei a ela hoje, meus planos e os planos de Raito.

-Foi por isso que aceitou solta-los?

-Sim. Com ele na minha cola, eu não poderia dizer nada a ela. Peça para que todos do QG se reúnam lá no cofre. Irei dar o caderno a Misaki. Tudo bem para você Rem? –olhei diretamente para a Shinigami.

-Não. O caderno é seu agora.

-Por favor não conte nada sobre está conversa ao Yagami. –fui para meu banheiro, tomei um banho um pouco demorado.

-Mello isto é meu. Devolva.

-Mello, oque esta havendo?

-Ele não quer me devolver os meus bonecos. L peça para ele devolver.-Near gritava como sempre fez.

-Mello, se você não quiser ficar sem os chocolates melhor devolver isso.

-Se ele me disser aonde escondeu a minha barra eu devolvo.

-Near você pegou a barra dele? –olhei para Near sem entender mais nada. As unicas pessoa que me deixavam confuso eram eles dois.

-Eu queria um pedaço. E ele não me dava.

-Já chega, devolva a barra e você o boneco. –dei uma ordem como eu sempre fazia. E como sempre, eles obedeceram.

-L. A Misaki chegou você vai lá? –disse Near olhando pela janela.

-Sim. Mello peça desculpas. Você também Near.

-Desculpe. –Near é sempre o primeiro.

-Mello.

-Porque, ele que começou?

-Olha, eu não sou o pai de vocês. Mello você não é mais uma criança para agir deste jeito.

-Desculpe. –Mello pegou a barra e foi para seu quarto.

-Posso ir com você? Fiquei com vontade de comer aquele bolo de chocolate.

-Eu fico com o bolo. Trago um pedaço para você.

-Porque? Você come doces o dia todo. Tenho direito a doces também.

-Sim você tem direito a comer doces. Mas só irá comer amanhã. –disse já indo para a porta.

-L?

-O que foi?

-Como assim só comerei amanhã? Achei que eu iria com você.

-Não. Você vai para cama. Eu já disse, te trago um pedaço. Dois se sobrar mais.

-O Mello não ganhará um pedaço?

-Esta bem, trago para ele também. Boa noite Near. –lhe dei um beijo de boa noite na testa e sai.

Enrolei no elevador antes de ir para o andar da Misaki. Acho que eu queria vê-la, isso era estranho. Nunca me senti assim com ninguém, e porque com ela tinha que ser deste jeito? Porque eu tinha que ficar nervoso na frente dela? Eu não posso estar gostando dela. Ela é estranha. Deixei meus pensamentos de lado e fui para o apartamento dela. Toquei a campainha e torci para ela estar dormindo, infelizmente não, ela ainda estava acordada.

-Ryuzaki. Eu ia começar a prepara o seu bolo agora. –não consegui parar de olhar para a roupa que estava vestindo. Uma camisola de ceda rosa e com renda no decote. Quando voltei meu olhar para seu rosto ela estava vermelha.

-Vou entrar. –entrei.

-Vou colocar um roupão. Fique a vontade. –quando ela disso isso, eu já estava sentado em seu sofá. Fiquei pensando em como dizer a ela sobre o livro. Enfim ela chegou na sala com um roupão, que também era rosa e de ceda.

-Misaki quero lhe dizer uma coisa.

-Pode me contar enquanto me ajuda a fazer o bolo.

-Te ajudar com o bolo? Péssima ideia.

-Porque? Nunca cozinhou na vida?

-Não.

-Ahn? Sério?

-Sim. –infelizmente eu estava falando a verdade.

-Mesmo assim você rá me ajudar. O dom da cozinha só se acha em uma pessoa se ela cozinhar. Se este bolo sair gostoso é porque você sabe cozinhar.

-Como descobrirei se sei cozinhar ou não se nunca cozinhei.

-Simples. Me ajude com o bolo. Se sair gosto, como eu havia dito, é porque você sabe cozinhar.

-Esta bem. Só desta vez, não me peça nunca mais para cozinhar. –eu estava nervoso. Porque ela me deixava assim?

Notas finais
Este capitulo ficou curto. Porém é a versão do L, eu não sei se farei mais capítulos assim.