A pedra do caos

5 Jogo basquete com um babuíno: Violet


Voltei a narrar! Enfim, quando eu cheguei no meu novo quarto, fui olhar tudo. Mas quando fui abrir o guarda-roupa, havia roupas egípcias como meu pai sempre descreve, de linho preto ou branco, também havia roupas normais.

Havia no quarto um frigobar e resolvi tomar um pouco de Coca-cola e do lado, havia um pacote de Cheetos. Eu me joguei na cama e assisti TV. De repente, ouvi gritos do lado de fora.

–Agh, agh, agh!

Era um babuíno muito estranho, fiquei encarando-o e o peguei no colo, percebi que ele usava uma camiseta dos Lakers, que nas costas estava escrito o nome dele, Khufu.

–Gosta de basquete, meu pai me ensinou.

Ficamos jogando basquete no meio do corredor, até que a italiana que nos atendeu apareceu com Bastet do lado dela. Infelizmente minha mira não foi a melhor de todas e acertei a italiana.

–Guarda il tuo marmocchio!

–Calma Amália, ela não fez de propósito... — disse Bastet

Khufu deu um sorriso e peguei o braço dele para corrermos. Bastet segurava Amália bem forte e desci correndo. Parei em frente a piscina que tem um jacaré albino. Gritei alto até que tio Amós chegou.

–Violet, ele não morde, seu nome é Filipe da Macedônia.

Fiquei tremendo até que olhei em volta, metade das pessoas olhavam para mim de um jeito estranho. Resolvi dar uma volta com Khufu e olhei para o céu, nuvens pretas estavam vindo.

–Quem é você?

Olhei para a pessoa que perguntou aquilo, era um garoto de mais ou menos 11 anos, moreno de cabelos lisos e olhos verdes. Eu o encarei e disse meu nome. Ele me contou que se chamava Brian Kumany.