Notas iniciais
Oi pessoal! Demorei um pouco para postar um novo capítulo... muito mesmo... para dizer a verdade, estou a ficar desmotivada para postar, preciso do vosso reconhecimento, a fic está realmente boa? Estão gostando? Querem mais comédia, mais suspense, mais romance? Por favor, digam. Enjoy!

– Então foi isto que aconteceu. – Silver terminou de explicar aos novos companheiros do que tivera acontecido.

– Puxa… Isso é muita coisa… — Ruby deixou escapar.

– E como você está, Obsidiana? – Sapphire ficou preocupada.

– Eu? Como é que acha? Minha mãe desapareceu… — Obsidiana começou a chorar.

– Oh, não fica assim! Vamos, vai ficar tudo bem. – Gold abraçou a amiga secando suas lágrimas.

– Gold… — Crystal chamou. – Pare de dar em cima de outras garotas!

– Não estou dando em cima dela! Bem… pelo menos agora não… Estou só tentando ser útil! – Gold defendeu-se.

– Sim, seja amiguinho dela e deixe sua namorada aqui de plantão! – Crystal estava ciumenta.

– Está com ciúme, menina Crystal? – Gold soltou a amiga para provocar a outra.

– Não! – Ela embirrou.

– Não precisa! – O rapaz abraçou-a rindo.

– O amor é tão lindo! – Leaf secou uma lágrima ao observar a cena.

– Eu não quero ser desmancha-prazeres. Mas não acham que ficar ai namorando enquanto uma pessoa pode estar em perigo de vida, não é um ato de egoísmo? – Silver entreviu entre os dois amados.

– Tem razão… A CULPA É DO GOLD! – Crystal defendeu-se soltando-se.

– Minha?! Não fui eu que fiquei com ciúme! – Gold também se defendeu.

– Mas eu não tinha ficado com ciúme se você não fosse confortar a Obsidiana! – Aquela acusação era forte.

– Ah, então você estava com ciúme! – O rapaz denunciou.

– Não! Não estava! – Tentou disfarçar.

– Parem com isso! – Green interrompeu. – Já é tarde. É melhor irmos dormir.

– O Green tem razão. Peguem nos sacos de cama. Hoje dormimos na sala. – Obsidiana constatou.

O grupo de amigos acabou por dormir na sala, lá fora, a música irritante de Lavender tocava continuamente sem pausas. Os ruídos de Pokémons fantasma eram comuns para a Obsidiana que os ouvia todas as noites, mas para seus companheiros não era bem assim. Muitos demoraram a adormecer com o barulho, mas só um foi incapacitado de dormir, o mais medroso do grupo; Red. O garoto dava voltas e voltas no saco de cama, fazendo de tudo para adormecer, mas em vão.

– Talvez só precise de apanhar um pouco de ar… — Red falou para si levantando-se e vestindo o seu casaco.

O menor dirigiu-se à varanda, ainda a tremer de medo, sentimento causado pelos gemidos vindos do além. Ao chegar à varanda, arrependeu-se de imediato, pois observou que a rondar a casa andava um bando de Gastys. Assustado, recuou um pouco, mas parou quando ouviu uma voz.

– Está ai alguém? – Uma voz fina e aguda deixou-se ser ouvida.

Red estava com medo, mas a curiosidade era muita, então perguntou:

– Quem disse isso?

Mas não obteve resposta… Respirou fundo e perguntou outra vez, mas nada… Estava prestes a desistir quando ouviu um grito de pânico, não pensou duas vezes, fechou a varanda e saiu a correr pela noite fora, só reparou no que tinha feito quando estava fora de casa… bem longe por sinal…

– Ok, ferrou… o que é que eu faço aqui? – Ele estava branco de medo.

Ruídos começaram a se ouvir, os arbustos mexiam em redor do menor, o que lhe causava suores frios.

– Q-quem está ai? – Perguntou com a voz trémula.

– R-Red? – Alguém perguntou.

– C-como sabe o meu nome?! – Assustou-se novamente, mas não obteve resposta à sua pergunta.

Sentiu algo tocar-lhe a perna, então olhou no momento, era penas uma Caterpi… suspirou de alívio, mas o sossego não durou, ouviu de novo os arbustos a mexer, o barulho estava cada vez mais próximo do rapaz de orbes vermelhas, ele termia com cada vez mais frequência, era agora, era agora que os fantasmas iriam aparecer.

– Por favor, senhor fantasma, não me faça mal! – O moço suplicou colocando-se de joelhos e baixando a cabeça.

Assim, um vulto feminino saiu de trás dos arbustos, o que fez Red levantar-se e não desmaiou com o susto com muita, muita sorte.

– RED-KUN! – Uma voz feminina gritou quando o reconheceu.

A tal pessoa misteriosa era Yellow, o que ela fazia em Lavender era um mistério, mas isso não impediu que ela salta-se para cima de Red quando o viu, esfregando os seus seios fartos na face do menor.

– Yellow, o que está a fazer aqui? Ia-me dando um ataque de coração! – Red afastou a amiga limpando o suor que crescera na sua face.

– Desculpe, mas eu não sabia que você era você, julguei que fosse um Gengar! – A loira riu.

– O que faz aqui? – O outro mudou o assunto.

– Bem, lembra que eu saí numa jornada, certo? É que eu… perdi-me… — Corou com vergonha.

– Sério… Bem, é perigoso estar em Lavender à noite, é melhor ficar com a gente. – Red sugeriu.

– “Com a gente”? – Yellow estranhou.

– Está cá a galera toda. Green, Leaf, Obsidiana, Gold, Silver, Crystal, Sapphire e Ruby. – O rapaz explicou.

– Ena, parece que vieram para uma festa! – A garota sorriu animada.

– De certa forma… Bem, venha, vou-te levar até casa da Obsidiana. – O garoto colocou as mãos nos bolsos e fez um gesto com a cabeça para a outra o seguir.

……

– Oh, galera! Abre a porta! – Red batia energicamente à porta, para que os outros acordassem.

– Obsidiana, está alguém à porta, vai ver quem é. – Ruby pedia.

– Porque tenho de ir eu? – Obsidiana indignou-se.

– Porque a casa é sua, oras! – Gold respondeu.

– Ok, ok… — Obsidiana levantou-se a custo e foi à porta.

Abriu a porta e deparou-se com Red e Yellow.

– Red o que está fazendo na rua? Yellow? – Obsidiana estava confusa.

– Eu ouvi uns barulhos cá fora e decidi vir ver o que era… — Red explicou. – Então encontrei a Yellow.

– Obsidiana, desculpe o incómodo, mas eu podia ficar cá a dormir? É que eu… estou perdida… — Yellow tentou explicar a sua situação.

– Pode, isto aqui já parece mais a casa da tia Joana, mais um não vai fazer a diferença. – Obsidiana abriu a porta para os dois entrarem, com um ar de indiferença e sono enormes.

– Obrigado, Obsidiana-chan! – Yellow envolveu a colega num abraço muito apertado.

– Vamos, largue logo. – Pediu a morena.

– Que barulheira é essa? — Leaf acordou com o barulho dos três. – Yellow?

– OI! – A loira cumprimentou.

– Que faz aqui? – Perguntou Silver que também acordara.

– Eu perdi-me… — Yellow corava sempre com vergonha quando dizia isto.

– Hum? Yellow? – Ruby acordou e reparou no novo ser. — Oh, por favor! Porque está todo mundo em Lavender? E a seguir? White e Black também?

– Você não tem muito que falar, você também apareceu aqui do nada! – Crystal reclamou, pois foi acordada pela conversa dos outros. – E não dê ideias, se não eles aparecem para ai!

– Pessoal, podemos voltar a dormir? – Pediu Gold tapando a cara com um travesseiro. – Procuramos a mãe de Obsidiana amanhã.

– Mas ninguém estava falando disso. – Leaf comentou.

– Ok, então não a vamos procurar e deixamo-la ai com esses Pokémons fantasma revoltados. – Gold completou.

– Sabe, ele tem razão, é melhor irmos à procura da senhora Pérola amanhã. – Ruby encarou.

– Tem razão… — Leaf concordou com o outro.

Todos voltaram a dormir, Yellow estendeu o seu saco de cama num local onde arranjou uma brecha de espaço, juntando-se assim ao grupo de pessoas que dormia no chão da casa da Obsidiana.

E é assim que a nossa história vai começar, pois até agora foi só conversa fiada… A partir de agora, nada será como antes, pois eles irão procurar por toda a cidade de Lavender, incluindo a torre fantasma… Na noite de sexta-feira treze…

Notas finais
Oi de novo! Espero que tenham gostado do elenco selecionado para a história, agora me digam, querem Black e White também? Fica ao vosso critério... Então é como eu disse, por favor, deixem nos cometários o que acharam do cap e o que querem ver mais na fic... pois estou em vias de abandonar isto... Até mais!