Notas iniciais
surpresinha para vocês em!

–Eu não consigo ter paz! -Spyro bate a pata ao lado dos pergaminhos que Cyro trazera. -Esse filho da puta não me deixa em paz! Não aguento mais isso!

–Se acalme, amor. -Cynder tentar acalmá-lo percebendo que Spyro estava ficando com raiva.

–Ele tinha que ser um dragão roxo. Se não fosse estaria morto agora. Droga.

–Do que você está falando, pai?

–Eu ainda não tinha lhe contado... Más, como Malefor dizia, nós somos eternos. Não envelhecemos mais do que eu estou agora... Mas podemos ser mortos como qualquer outro dragão.

–Más e a mamãe? -Cyro olha para Cynder. -Ela vai morrer?!

–Sua mãe é considerada uma dragonessa roxa por possuir 4 elementos e conseguir controlar seu modo negro. -Explica Chama.

–Todo dragão que consegue controlar seu modo negro é presenteado com a imortalidade, ou seja, não morre de velhice. Mas não à relato de nenhum dragão após Cynder que se quer libertou seu modo negro. Muito menos há relatos de dragões que conseguiram controlar, porque é muito difícil para um dragão comum conseguir controlar seu modo negro. -Completa Helen, que era mais familiarizada com os livros do templo.

–Más e meus amigos? E Labareda?! -Cyro olha para trás, onde eles estavam.

–A lei se aplica a todos, Cyro. Lamento. -Diz Ray.

Cyro olha para baixo e Labareda vem consolá-lo. -Eu vou te amar para sempre, Cyro. Até mesmo além da morte estarei sempre do seu lado. Nunca te deixarei. Isso é uma promessa de alma. -Ela beija a bochecha de Cyro, fazendo-o sorrir para ela.

–Eu te amo muito, Labareda.

Spyro leu mais um dos pergaminhos. -Por que esse dragão quer madeira? Isso não faz sentido nenhum!

–Fazendo ou não, aqui diz que poderão libertar Malefor de sua prisão com isso. -Diz Brutus. -Os livros falam algo sobre isso, amor?

–Não... Até agora não li nada sobre alguma coisa que necessite madeira para libertar uma alma de uma prisão espiritual. -Responde Helen.

–Temos que impedir esse dragão. Rápido! -Diz Chama com ênfase.

–Vocês não viram esse dragão novamente, viram? -Pergunta Spyro.

–Não. -Responde Cyro.

–Será que ele continua lá? -Pergunta Cynder.

–Pouco provável. Quase impossível. Ele não seria tão idiota a ponto disso. -Spyro olha para ela. -Temos que esperar relato de algum outro ataque parecido... enquanto isso, temos que esperar.

–Tremor, venha aqui. Vou dar uma olhada nisso aí. -Diz Helen olhando para seu filho.

Tremor segue sua mãe até a enfermaria.

–O que você acha que pode ser que estão fazendo com esses materiais que estão roubando? -Pergunta Spyro para Chama, seu melhor amigo.

–Não faço nem ideia. É... é confuso. Libertar alguém de uma prisão espiritual com madeira? Será que eles não roubaram outras coisas também?

–É bem possível. Mas só se foi em ataques que nós não ficamos sabendo, pois Hunter, líder dos cheetas, me disse que roubaram apenas a madeira da vila deles. Tem alguma coisa a ver com aquela madeira em especial, pois se eles queria madeira, poderiam simplesmente cortar árvores como todos fazem.

–Será que há alguma magia naquela madeira? Se tiver, pode até fazer sentido eles quiserem a madeira de lá.

–Espera um pouco...... Há mais ou menos uns dezesseis anos eu ajudei os cheetas a defender a vila deles também. Agora algumas coisas estão se encaixando. Talvez... eu esteja certo quanto haver algo na madeira. Ou talvez não... Só sei que há algo naquela vila que eles querem.

–Você está coberto de razão! Bem... deixe eu ir para casa. A minha sogra está aí e eu quero conhecê-la.

–A mãe da Brasa está aqui, em Warfang?! Nossa.

–Brasa chamou você e Cynder para conhecê-la também. Podem ir agora ou tem algo para fazer?

Spyro olha para Cynder que assente para ele. -Podemos ir. -Diz ele se virando para Chama novamente.

–Excelente. Labareda, você vem ou...

–Vou ficar aqui fora um pouco com os meus amigos. -Interrompe ela.

–Está bem. Mas quero você em casa antes da lua atingir seu pico no céu.

–Está bem pai.

–E não faça nenhuma besteira. -Chama dá uma olhadinha para Cyro, fazendo Labareda corar.

–PAI! -Grita ela ao perceber do que seu pai estava falando.

Cyro estava distraído e não percebeu o que Chama dissera. Mas levou um susto com o grito de Labareda.

Chama ri um pouco se divertindo vendo a vergonha de Labareda diante Uta, Nita e Cyro. -Estou brincando.

–Brincando? Uh? Sobre o que? -Cyro parecia ser um alienado total.

–Não é nada não! -Labareda desvia a atenção de Cyro com um beijo. Deu certo.

Após algum tempo conversando, esperando Tremor, ele finalmente sai da enfermaria sorrindo muito. Cyro não entendeu muito bem e foi perguntar.

–O que houve, Tremor?

–Eu não acredito nisso. Eu contei pra minha mãe que... você sabe. -Ele olha para Uta. -E ela aprovou minha decisão! Estou tão feliz!

–Ela aceitou?! Que demais! -Cyro sorri e abraça Tremor.

–Com certeza é sim! Bem... Ela ficou um pouco triste, claro. Mas aceitou. Só não sei o que meu pai vai falar... Estou com medo.

–Se você quiser eu posso ir com você quando for contar...

–Obrigado Cyro. Você é um grande amigo.

Cyro sorri. -Vamos brincar um pouco? Está cedo. Como seu peito está? Pode brincar?

–Está tudo bem. Mas minha mãe disse que se não fosse por Nita eu teria tido hemorragia e poderia ficar com alguma sequela ou até morrer. Ela que me salvou de verdade. Minha mãe só acelerou o processo de cicatrização e limpou a ferida porque eu disse que tinha sido uma espada enferrujada.

–Entendi. Então vamos.

Cyro e Tremor correm para seus amigos.

Na casa de Chama ele abre a porta e pede para Spyro e Cynder entrarem.

–Com sua licença. -Dizem os dois entrando.

Chama entra também e fecha a porta. -Elas devem estar na cozinha. Vamos lá.

Chama vai na frente, seguido por Spyro e Cynder. Chegando lá uma dragonessa esmeralda estava lá, conversando com Brasa. A dragonessa não aparentava ter a idade que tinha, estava em perfeita forma. Quase tão bonita quanto Cynder ou Brasa.

Brasa percebe Chama, Cynder e Spyro. -Amor! Você chegou! -Brasa corre para Chama e se joga nele, como sempre fazia. Ela era tão abusada, e Chama adorava isso.

–Olá minha linda! -Chama beija ela e olha para sua mãe. -Olá. É uma honra conhecer a mãe desta criatura fantástica que é a sua filha.

Brasa da sua risadinha de sempre.

–A honra é minha! Você parece ser bastante cavalheiro. Vejo que minha filha escolheu bem.

Brasa sorri para sua mãe. -Mãe. Estes são Cynder.

–Olá senhora...

–Madalene.

–Senhora Madalene. -Cumprimenta Cynder.

–É um prazer conhecê-la, Cynder.

–E este é Spyro. -Brasa ousa dar um beijinho na bochecha de Spyro, que não estava esperando aquele feito e se enrolou um pouco com as palavras, divertindo Brasa.

–O... Olá Mada... lene. É muito bom conhecer a mãe de Brasa. -Spyro se aproxima de Madalene para cumprimentá-la.

Madalene olha para Spyro e da um passo para trás. -S... Spyro? É... É você? Seu cheiro... É VOCÊ!

Spyro estranha muito ouvindo aquilo tudo. -Oque?

–Spyro... -Madalene olha nos olhos de Spyro. -Eu sou a sua mãe!

Notas finais
:3