A ilha infernal

12 Encurralados


Notas iniciais
Olá pessoal. Não eu não abandonei a fic se é isso que vocês pensaram. Apenas que nesses últimos meses eu tenho estado com o tempo extremamente curto. Mesmo agora, só consegui achar um tempinho de madrugada. Provavelmente o próximo capitulo também deve demorar e eu não sei quando ele ficará pronto. Então divirta-se com esse capitulo, se quiser releia ela toda (Haja paciência) enfim, só não abandone a leitura. Esta já está na reta final e eu pretendo trazer a segunda parte dela. Eu vou explicar isso mais lá pra frente. Esse capitulo ficou mais curto por que se não eu ia contar tudo de uma vez só e eu queria deixar um pouco de suspense.

Sebastian fitava Sophie. A muito que queria falar com sua filha, porém agora não sabia por onde começar. Depois que Andrew saiu, por algum motivo não deixava de pensar que algo muito ruim poderia acontecer. Sophie também aparentava estar confusa, porém se tinha algum interesse em conversar não demonstrava. Passaram algum tempo assim até que sentiram um leve tremor

Sophie encarou Sebastian. Estava prestes a falar quando outro tremor atingiu o hospital. Dessa vez com o dobro de força o que fez com que ela acabasse caindo da cama em que estava.

Sebastian saiu apressado do quarto e Sophie o acompanhou. Outro tremor atingiu o que fez com que ela tropeçasse e quase caísse em cima de Sebastian. Quando chegaram na entrada Sophie segurou um grito limitando-se apenas a agarrar o braço de seu pai que estava tremulo diante da visão da terrível criatura.

Imediatamente Sebastian entendeu que os tremores na verdade eram os passos da coisa se aproximando do hospital o que explicava porque a cada vez que vinham ficavam mais forte.

A criatura soltou um rugido ensurdecedor que quebrou os vidros do hospital. Sebastian puxou Sophie e começou a correr pois sabia que não teriam chances contra aquela coisa.

Outro rugido, porém dessa vez a criatura atacou partindo o hospital em duas metades. Era simplesmente enorme, devia medir aproximadamente uns vinte metros. Seu corpo era repleto de outras criaturas o que era bem aterrorizante visto que era perceptível a agonia das mesmas. Muitas das criaturas Sebastian nunca havia encontrado na vida, porém estava perfeitamente ciente do poder que cada uma possuía.

Dessa vez a criatura jogou um pedaço do teto neles e foi à vez de Sophie fazer algo. Mordendo seus pulsos fazendo sangrar desenhou uma serpente em seu braço recitando um encantamento. Seu braço se metamorfoseou em uma serpente que cuspiu uma nevoa acida sobre o escombro gigante que estava vindo em sua direção.

Veneno mortal!

O veneno derreteu o escombro porem outro já vinha no lugar dele. Sebastian assumiu a sua forma bestial partiu o escombro em dois. Agarrando Sophie deu um enorme salto levando-os para longe, porém o que ele não esperava era que houvesse monstros aéreos também. Não havia nada que pudesse fazer para se livrar desses monstros, porém Sophie já adiantada preparava outra chuva venenosa.

O efeito desta foi bem maior visto que estavam usando os dois braços, porem algumas criaturas sobreviveram ferindo ambos. Sebastian aterrissou e se pôs a correr com Sophie ainda em seu colo. Devido a sua velocidade sua visão estava atordoada. Antes que pudesse parar uma mulher surgiu na sua frente fazendo com que voasse longe.

Surpresos, ambos se levantaram e encararam a mulher. Estava vestido de branco com um manto cobrindo-a da cabeça aos pés. A sua vestimenta mais se assemelhava as santas da mitologia grega. Era uma mulher belíssima, não fosse o fato de sua arcada dentaria mais se assemelhar a um tubarão. Seus olhos eram totalmente brancos e seus cabelos não eram visíveis. A mulher encarou-os por um tempo quando começou a falar com uma voz forte, porém graciosa:

— Eu sou Aya, aquela que tem o poder sobre todas as criaturas. Tremam diante do meu poder mortais!

Erguendo os braços começou a cantar à medida que uma forte luz ia crescendo em suas mãos. De repente, toda a ilha começou a tremer e de debaixo da terra começaram a sair esqueletos com todos os tipos de armas. Mudando o tom e aumentando a luz, as criaturas aéreas que antes os atacaram, apareceram em um redemoinho se fundindo em um grotesco pássaro coberto de escamas, com olhos totalmente vermelhos. Aumentando ainda mais o tom e a luz, dessa vez foi a vez do gigante que os atacara no hospital. Surgiu de repente como se tivesse sido aberto um portal que conectava os dois lugares.

Lançou a luz no seu e essa se dividiu em gotas que mais pareciam chuva, todos os monstros agora brilhavam e cada um deles assumiu uma cor. Cada cor determinava um elemento: Vermelho – Fogo, Azul – Água, Marrom – terra, Verde – Ar, Amarelo – Raio. Sophie não fora afetada pois estava em sua forma humana porém Sebastian que estava em sua forma bestial também assumira a cor que representava o seu elemento de domínio: Marrom – terra. A energia emanada tanto por Aya quanto pelas criaturas era enorme. Nunca na vida tinha sentido algo parecido. Sabia que não daria conta de lutar contra todos eles então só restava uma alternativa: Fugir. O problema era como...

Notas finais
Obrigado por ler. Espero que tenha gostado e não deixe de nos acompanhar. LEIA A NOTA INICIAL