A garota que mora ao lado
7 Capítulo 6: Novo começo
Não sei por quanto tempo fiquei desacordada, mas quanto acordei me deparei com uma senhora mais ou menos da idade se minha avó com esse pensamento me encolho na cama ao lembra do acidente começando a chora em silencio: — Oh minha querida não precisa chora tudo vai fica bem — disse a senhora.
Não prestei muita atenção as suas palavras só queria chora por tudo que havia acontecido, chora por medo do que me esperava em seguida até o cansaço me vencer fazendo que eu voltasse a dormi nas vezes que voltei a acorda não fiquei tempo o suficiente com os olhos abertos para entende o que acontecia ao meu redor. E quando finalmente voltei a mim pude enfim repara no que havia ao meu redor, eu me encontrava num quarto com paredes em amarelo decoradas com alguns retratos de um casal que subus no momento serem os donos da casa aonde estava, o quarto também tinha alguns moveis não muito detalhados e a cama que estava sem duvida nenhuma mais confortável do que eu dormia antes o que de certo me incomodou.
Tentei me levanta, mas senti uma pontada em minhas costas que fizera deita novamente, não querendo desistir tão fácil volto a tenta me levanta quando de repente a porta se abre revelando uma velha senhora vestido um leve vestido de tecido cinza: — Vejo que já acordou — disse a senhora se aproximando.
Confusa sem sabe o que fazer fico parada no meu lugar esperando ela se aproxima, querendo entender no que me encontrava e o que me aconteceria a parti daqui: — Esta com fome querida? — pergunta a senhora parando ao lado da cama.
Ao ouvi isso o meu estomago ronca me fazendo cora envergonhada: — Pelo visto sim — disse ela com um doce sorriso — venha o meu marido esta fazendo sanduíches lá na cozinha.
Não tinha certeza se realmente deveria segui-lá tudo aquilo era tão estranho pra mim, não tinha a menor ideia de como deveria agir, notando a minha confusão mental a senhora parar na porta olhando pra mim: — Não tenha medo pode vim — disse ela com um sorriso — venha precisa come.
Numa mistura de medo e habito a obedeço levantando da cama com dificuldade, a senhora até me oferece ajuda, mas achei melhor recusar a seguindo em passos lentos até a cozinha aonde o cheiro dos sanduíches preenchiam o ambiente e reparei que um velho senhor se inclinava sobre o balcão sorrindo gentilmente em minha direção: — Esta com fome? — pergunta ele demora um tempo para que eu notasse que a pergunta era dirigida a mim.
Então balanço a cabeça positivamente achei melhor não mentir, mas também não fiz menção de me aproxima ficando parada a alguns passos do balcão: — Venha se aproxime não precisa ter medo — disse o senhor.
Não sabia se deveria fazer-lo, mas não é como se tivesse escolha, estava num lugar desconhecido, como pessoas que não conheço, eu também não tinha para onde volta, nem sabia o que fazer a partir dali. Então me aproximo pegando um sanduíche que me fora oferecido: — Vamos pode come — disse o senhor ao nota que eu não me mexeria.
Quando dei a primeira mordida no sanduíche por um momento quase achei que tinha morrido e ido pro céu, quando a lembrança dos meus avôs dizendo que alguém como eu era condenada ao inferno: — Você esta bem? — pergunta a senhora segurando em meu ombro ao nota que começara a chora.
Eu não consegui dizer nada, só queria chora até toda aquela dor desaparecesse do meu peito e foram assim os meus dias eu chorava até não consegui mais, não conseguia dizer se que uma unica palavra para o casal que começara a cuida de mim, que mesmo que quisessem me pergunta sobre o que me afligia não peguntavam e mesmo que perguntassem não sei se responderia. Também não demorara muito para que eu notasse que eles eram muito diferentes dos meus avôs, toda manhã a senhora que mais tarde descobrir se chama Susan entrava no quarto me convidando para come com eles, quando terminava eu era levada até o jardim onde ajudava o Paul com as flores que cultivava. No começo da tarde voltando pra dentro onde tomava banho, me vestia para depois almoça, com o tempo eu me sentia mais confortável com os dois ao ponto de começa a fala com eles que pareciam não se incomoda com isso pelo contrario pareciam felizes, mas não cheguei a menciona sobre o meu passado só dissera que sofri um acidente onde os meus avôs vieram a falecer.
Com o tempo eles também me ensinaram a ler, escrever, um pouco de matemática entre outras coisas para que eu pudesse entra no ensino médio futuramente, pois não havia nenhuma escola de fundamental 1 pela vizinhança, tudo parecia tranquilo; calmo como se os anos que passei no sótão nunca tivesse acontecido, mas aconteceram e eu tinha cicatrizes pelo meu corpo com prova, mas nem tudo daquela época eram lembranças ruins, as vezes, me pegava pensando na Sófia gostaria muito de sabe como ela estava, mas eu nem se que sabia o nome da rua. Então desistir de pensa muito no assunto pois aquilo só me machucaria, o tempo se passou e finalmente eu entendi o quão grave era o que os meus avôs me faziam quando numa tarde fria um policial bateu na porta procurando por mim.
Continua...
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