Notas iniciais
hey guys!como vcs estão?aí,aq tá um calor digno de deserto .--.Então ,espero que vocs gostem amores!!!

Cheguei ao bar, perdendo a conta de quantas mãos alisaram meu corpo enquanto me encolhia passando no meio de tantas pessoas. Pedi uma Skol beats e fiquei vendo as pessoas no limite da bebedeira dançando “o dj te quer malandra”. Um garoto, alto negro e incrivelmente bonito ficou me olhando de uma forma incrivelmente sexy. Mas ele não tomava nenhuma iniciativa e ficamos nessa troca de olhares até uma garota atirada me puxar para um canto e me beijar como se tivesse toda a intimidade comigo, sem nenhum pudor e eu correspondi á altura. Deveríamos ter ficado ali por um bom tempo, mas o mesmo garoto, quando voltei ao bar, estava me observando. Só ai que percebi que ele era o Andrei, primo de Laura (uma amiga distante). Estava muito escuro, as únicas iluminações presentes eram daquelas luzes coloridas. Eu acenei pra ele, e ele com dificuldade, veio até mim.

–-Oi Nanda, não sabia que vinha nesse tipo de festa—Ele disse aos berros, porque com aquela barulheira, só assim pra eu conseguir entender alguma coisa.

–-Você não sabe tantas coisas sobre mim...

–-Sei que você gosta de Skol beats, posso te pagar uma?—Quando ele disse isso, gamei. Adorava consumir algo que não precisava pagar e se continuasse assim eu só continuaria á lucrar. Meninos assim é uma coisa rara... Eles chegavam agarrando, não queriam nem saber.

–-Claro—Disse com uma felicidade que não deixei transparecer. Não me fazia de difícil, muito pelo contrario, mas como eu queria que continuasse assim tinha decidido render ele o máximo possível. Nem que eu era uma pessoa que só ligasse pra ganhar vantagem, mas eu pensava que não iria fazer mal algum tirar vantagem disso. Pensava.

Abri meus olhos e percebi que estava num quarto, que nem de longe, era o meu. Veio o desespero de ter feito alguma coisa que não lembro. Poderia pegar uma sífilis, ou até uma aids, já que estava com uma blusa masculina somente. Levantei daquela cama, desci as escadas e vi Emanuel. Agradeci por ser ele porque ele não tinha aids, pelo menos que eu soubesse.

–-Bom dia-Falei normalmente, como se aparecer na casa de um desconhecido, e depois perceber que é conhecido, fosse uma coisa dentro do meu cotidiano—É... Aconteceu alguma coisa entre nós?

–-Não, não aconteceu praticamente nada, não passou de um beijo. E eu tirei suas roupas e botei essa minha blusa-Ele disse meio decepcionado. Eu fiquei aliviada mesmo sabendo que ele não aproveitaria de uma bêbada. Bêbadas não pensam. E aquele beijo... Inválido. Tomei o café da manha que ele tinha preparado para não fazer desfeita, agradeci á ele por não ter me abusado com um jeito menos estranho e fui pra casa que era a poucas ruas da dele.

Em casa...

–-Fernanda Amélia, pode-me dizer onde estava?—Minha irmã, que achava que era minha mãe e enchia meu saco com isso perguntou, toda afetada, com os braços cruzados. Minha mãe era ausente, pois era medica e fazia muitos plantões. Sua vida era o trabalho. E meu pai, insuportável, vivia viajando por trabalho. Era melhor assim.

–-Não posso, sabe por quê?

–-Por quê?

–-Por que não te interessa merda, sai da minha frente. --A cara de tacho dela, misturada com raiva, nunca irá sair da minha mente.

No dia seguinte, combinei com Laura, aquela amiga distante, para ir até a lagoa, ver a arvore de natal, e ela concordou. Fomos com o Andrei, que por acaso, namoraria por dois meses. Os mais horrendos dois meses.

Notas finais
Oq cês acharam gente de deus?podem dizer,como eu disse,Eu apoio. Bye gentinha linda.Amo vocês.