Notas iniciais
Iaê galera! Não, eu não sou a "Alana", sou o melhor amigo dela. Vim postar o capítulo por que ela precisou voltar no hospital para fazer uma cirurgia simples. Então como ela me pediu eu vim aqui postar.

Ele nos levou para fora de casa.

–Vamos começar com umas fotos na neve, que realçará bem a pele de vocês casal! -disse Seiya animadamente, se dirigindo para fora de casa, e nós silenciosamente o seguimos.

Nevava, e claro não era a primeira vez que que isso acontecia desde que eu viera morar ali, mas a beleza daquilo me fazia inevitavelmente sorrir. Levantei a palma da mão para ver os flocos de neve que ali pousavam, eu parecia uma criança que pela primeira vez via a neve cair.


–Alana deixe de brincar com a neve. Venham aqui, fiquem de costas um para o outro como se tivessem em uma luta e cada um está protegendo um lado, desembainhem as espadas e fiquem em guarda. -e assim fizemos, e ele tirou várias fotos. -Agora encostem a ponta da lâmina no chão e fiquem em posições mais confortáveis como se todo o perigo estivesse acabado.

E mais uma vez Seiya tirou várias fotos, naquelas e em outras posições, depois voltamos para dentro de casa, para a sala onde infelizmente (mentira) as fotos começaram a ficar mais ousadas, tipo uma que tive de ficar no colo de Hyoga, enquanto este estava sentado no sofá, onde nossos rotos ficaram bem próximos, claro que fiquei envergonhada com a situação e Seiya adorou, pois segundo ele eu ficaria com um “ar de garota ingênua”.
Por fim depois de longas e tortuosas fotos, Seiya resolveu que deveríamos trocar o figurino, mas antes tínhamos que almoçar. Como Seiya sabia que a seção de fotos demoraria ele trouxe yakisoba para almoçarmos, o que me deixou exultante. Por isso corri pra esquentar e mesmo antes de esfriar eu já estava assoprando para comer.


–Então o que vai ser agora? -o almoço estava uma delícia o que melhorava meu humor.
–Agora serão as fotos para o casamento de vocês, por isso tomei a liberdade de escolher o vestido que combinasse com a ocasião. -ele parecia mais que animado enquanto falava. -Quando subir, pegue a caixa azul que está ao lado do sofá.


Hyoga passou todo o almoço em silencio, parecia que nem prestava atenção no que eu e Seiya conversávamos, e nenhum de nós se importou em mudar a situação, já que a meu ver, esta estava agradável a todos.
Depois que todos comemos eu lavei a louça enquanto eles arrumavam a mesa, e assim que terminei me dirigi a sala á procura do pacote que Seiya me falou, e este estava exatamente onde ele havia dito que estaria, mais não era o único, ao lado dele havia um pacote verde musgo que eu logo imaginei pertencer a Hyoga, e apesar da curiosidade peguei apenas o que me foi mandado e subi as escadas em direção ao meu quarto, e após brigar com a porta eu enfim entrei neste. Não contendo a curiosidade, eu mal entrei no quarto e já estava abrindo a caixa, e sendo sincera eu quase gritei de alegria com o que via, coloquei a caixa na cama e retirei o vestido desta para vê-lo melhor. Um vestido longo de mangas finas e rodados no estilo princesa, este era de um azul celeste, uma perfeita combinação do branco e azul, mais o que era mais fofo eram os floquinhos de haviam sido pregados por todo o vestido.


–Frozen, sério isso?! -eu falei sozinha e comecei a rir, por que por mais tosco que fosse aquilo, eu tinha que realmente concordar que era a nossa cara, ou melhor, do nosso casamento.

Estirei o vestido na cama e me voltei para fechar a caixa, e só então me dei conta de que dentro desta jazia uma caixa preta quadrada de veludo preto um pouco maior que minha mão. Ao abri-la me deparei com folha branca escrita com caneta de tinta prata, então curiosamente comecei a ler.

“Apesar de tudo espero que você me perdoe, e desejo sinceramente que vocês dois sejam felizes juntos.
Esse é meu presente de casamento para você, e ficaria feliz se a senhorita o usasse no mesmo. Escolhi exatamente esse modelo para combinar com seu anel de noivado.
Com carinho...
Saory”

Eu estaria mentindo se dissesse que não estava nervosa agora, minhas mãos até tremiam de ansiedade, esse dia estava cheio de surpresas. Removi a folha de papel e quase me engasguei com o que vi ali. Uma tiara de prata incrustada de pequenas pedras aquamarine, e um cordão fino do que me parecia ser ouro branco, com um pingente delicado com a mesma pedra estava pendurado deslisando ali, olhei para meu anel de noivado que desde que Hyoga o colocara no meu dedo jamais saíra de lá. Aquilo era muita loucura para um dia só.
Respirei fundo e fechei a caixa e a coloquei em meu guarda roupa, depois fui ao banheiro e tomei um banho rápido pois eu já deveria está atrasada, ao sair coloquei uma roupa intima branca e comecei a fazer minha maquiagem, coloquei algo leve um azul com esfumaçante branco nos olhos, e um rímel preto para realçar os mesmos, e para acabar passei um leve batom rosa nos lábios. Penteei o cabelo deixando-o solto e coloquei uma tiara prata para combinar, coloquei também umas joias simples, e vesti o vestido, para acabar o look causei uma sandália gladiador prata. Por fim me olhei no espelho analisando o resultado, e sorri para meu reflexo, eu realmente estava fofa, então peguei um perfume leve e borrifei em mim, e agora sim eu estava pronta.

Sai do quarto e comecei a descer as escadas, e pude ver que Hyoga já me esperava no fim desta, assim que me viu ele estendeu a mão fazendo uma breve reverência. Eu tive de usar todo meu auto controle para continuar indiferente a situação, deuses como ele estava lindo, vestindo um smoking preto e com os cabelos presos num rabo de cavalo curto, aquele homem estava querendo acabar com minha sanidade. Seiya prontamente já clicava loucamente na câmera tirando fotos, então eu segurei em sua mão.
Vi de relance quando Seiya deu uns passos para trás e sem parar de fotografar deu um chute em algo, no inicio não entendi o que ele queria fazer, até uma música começou a tocar.
Hyoga me puxou para a sala onde só agora percebi que eles tinham afastado os móveis, e ele me levou para o centro, onde sem soltar minha mão enlaçou minha cintura e se aproximando perigosamente de mim para começarmos a dançar.
No embalo de Milk and Toast and Honey de Roxette ele me conduzia a uma lenta dança, eu deixei me levar por ele e pela música encostando minha cabeça em seu peito e descansando-a ali. Até que ele beijou o topo da minha cabeça o que me fez levanta-lá,deparando-me com aqueles lindos olhos azuis a me observar curioso, então sorri e este me sorriu também.


–Essa música é brega. -a música estava já estava em seus toques finais.
–Muito. -ele suspirou derrota ao concordar.
Continuamos dançando quando a próxima música a tocar foi Savin’me de Nickelback.
–Me desculpe! -ele falou tão baixo que eu quase não ouvi, ele parou de dançar e me olhou sério, e a mão que segurava a minha foi para o meu rosto alisando minha bochecha com carinho, e a que estava em minhas costas ele usou para nos aproximar ainda mais, colando nossos corpos. -Por tudo, por ser um ciumento idiota, mais principalmente por gritar com você, eu não tenho esse direito.
–Me desculpe também, é que estou de TPM e tudo parece bem pior nesses dias.
–Então, farei o melhor de mim para tornar esses dias mais fáceis para você. -ele dizia aquilo como um juramento. -Me perdoa?
–Só se você me perdoar também.

"Cara vocês são tão bregas"

"Não enche maldita!!!"

Ele se inclinou e eu sabendo o que viria levantei levemente meu rosto, e quando nossos lábio se encontraram num beijo casto, eu pude novamente senti o choque perpassar por todo o meu corpo. O beijo foi leve e calmo, e a todo mento ele simultaneamente alisava meu rosto e costas, e eu apenas enlacei sua cintura com carinho, enquanto as borboletas no meu estomago voavam loucamente. Esse com certeza foi o beijo mais romântico que já tive, e mesmo quando nossos lábios se separaram ele ainda me deu leves selinhos antes de me soltar completamente.

Eu estava um pouco ofegante, já ele apenas sorria com um leve rubor na face.
–Foi perfeito casal. -disse Seiya acabando com a magia do momento. -Mais não precisava se pegar tanto.
–Calado baka. -disse um Hyoga rubro de vergonha, mais quem era eu para falar, eu não deveria estar melhor, já que tínhamos esquecido completamente que Seiya estava ali.

Pensando bem, eu realmente tinha medo de ver essas fotos tinham ficado.
Seiya e Hyoga começaram a organizar a sala, então resolvi subir para colocar uma roupa mais leve para começar a preparar o jantar. Depois de me vestir coloquei as roupas que tinha usado para as fotos em suas devidas caixas e as guardei no guarda-roupas, já que Seiya me disse que eram um presente, que segundo ele seria uma boa lembrança.
–Não pude dizer antes mais você estava realmente deslumbrante pequena. -eu me assustei um pouco ao ver Hyoga parado na porta (consertando-a).

Eu vestia uma saia curta de preguinha e uma regata preta, já ele estava com uma calça de moletom preta e uma regata azul, e mesmo com algo simples ele estava de tirar o folego. Os cabelos antes preso, agora estavam soltos e pela primeira vez pude ver como este tinha ficado após o corte, se antes longos já o deixavam másculo, agora que estavam mais curtos (um pouco acima do ombro), davam um ar jovial e com aquele sorriso de lado tirava o ar de qualquer uma, inclusive o meu.
–Obrigado. -eu iria descer para fazer o jantar, então me dirigi a porta, mais antes que eu passar-se por ele este me agarrou e me encostou na parede.
–Onde minha pequena pensa que vai? -ele sussurrou em meu ouvido mordendo o lóbulo do mesmo, causando arrepios até em minha alma.
–Fazer... Preparar... preparar o jantar. -eu tentava encontrar as palavras para falar, então ele me olhou e sorriu sacana. “Deuses isso é demais para mim!”
–Jun está cuidando disso. -ele me prensou com seu corpo. -Sabe eu terei de sair essa noite com o Seiya para resolver umas coisas, mais prometo que volto o mais rápido que puder.
–Tudo bem. -ele mal esperou minha resposta para me beijar, e caramba aquilo era um senhor beijo.

Ele me beijava com uma luxuria nada contida prensando-me ainda mais, e quando ele puxou minhas cochas eu sabia bem o que ele queria, então enlacei minhas pernas em sua cintura, nossas intimidades se chocaram e eu pude sentir o quão excitado ele estava com aquilo. Eu o queria, o queria por completo, então parei de arranhar suas costas por cima da camisa (não me pergunte quando comecei a fazer isso porque nem eu sei), e resolvi tira-lá, então ele ficou rígido e me colocou no chão se afastando.
–O que houve? -eu estava confusa.
–Acho que estamos indo longe demais. -disse enquanto passava a mão no cabelo nervoso.
–Fala sério Hyoga, você é louco? -perguntei num misto de divertimento e raiva.
–Talvez um pouco. -ele me olhou e deu um meio sorriso envergonhado. -Mais não quero que se arrependa depois.

"Oi, tá de brinks né?"
–Essa é minha decisão, e acho que já sou bem grandinha para decidir. -fui direta e objetiva. -E seja realista, logo estaremos casados, isso iria acontecer cedo ou tarde.
–É um casamento de fachada, eu não quero te ver se arrepender depois, quando se apaixonar por alguém. -ele falou exasperado. -Não conseguirá seguir em frente estando presa a mim.
–Você acha que eu me entregaria a alguém que eu não gostasse? -perguntei nervosa.
–Gostar é diferente de amar, eu não vou te levar para cama alguém...

"Cara isso foi um fora?"

"Você levou um fora colega"


–Quer saber não importa, já chega, você já disse que não me quer, eu não preciso ouvir mais nada. -o cortei falando entre os dentes.
–Alana...
–Você poderia sair?! — eu o olhei indiferente.
–Dessa vez vamos conversar pequena! -ele tentou se aproximar para me abraçar mais eu me afastei para o lado.
–Por favor Hyoga, eu estou com raiva, e não quero brigar por algo que você já decidiu, então, por favor me deixe sozinha. -eu estava tentando me manter firme para não chorar na frente dele.
–Ei não é bem assim, por favor entenda que...
–Diga ao Seiya que eu não estou me sentindo bem e que me desculpe por não poder jantar com vocês. -deixei-o lá e fui em direção ao banheiro, e entrei sem nem olha-ló.

Tranquei a porta do banheiro ao entrar e me despi, liguei o chuveiro e me joguei embaixo desse, e só então me permiti chorar. que droga eu não conseguia entende-lo, será que ele gostava realmente de mim? Se ele não queria algo comigo por que me beijou várias vezes? Eu tinha tantas coisas passando pela minha cabeça, tantas hipóteses, que me deixei escorregar na parede até me sentar no chão e soquei o mesmo rachando instantaneamente o azulejo, pronto só o que me faltava era quebrar o banheiro. Fiquei ali chorando enquanto a água do chuveiro levava minhas lamurias.
Demorei o máximo que pude ali, e quando sai do banheiro enrolada na toalha, só o fiz depois de constatar que não tinha ninguém no quarto. Dessa forma me dirigi ao guarda-roupas pegando uma blusa grande e um shortinho, e me fui para a cama, e foi nesse momento que ouvi batidas leve em minha porta, e com isso gelei dos pés a cabeça.
–Alana sou eu Julian, posso entrar? -sua voz parecia preocupada.
–Claro. -ele entrou e me sorriu.
–Pensei que estivesse doente? -disse acusador.
–Não, só estou evitando o Hyoga. -disse dando de ombros.
–Imaginei. -ele me deu aquele sorriso de criança sapeca. -Que tal uma aventura noturna para melhorar o animo?
–Acho melhor não, vou ficar por aqui mesmo, obrigada. -me sentei na cama cansada, eu queria mesmo ficar sozinha para sentir pena de mim mesma.
–Sério? Que pena, eu aqui pensando em aproveitar que o Sensei não está aqui para te levar no “cemitério”. -ele disse fazendo aspas com as mãos.
–Você fala do lugar onde meu pai está? -perguntei dando um pulo da cama.
–Sim, sem o sensei aqui essa é a oportunidade perfeita. -ele parecia mais alegre do que eu.
–Espera eu me trocar. -eu já e a em direção ao guarda-roupa quando ele me puxou.
–Não temos tempo, temos que sair agora enquanto o Jun está no banho. -ele me puxava para porta do quarto. -Assim ele não notará a tempo nosso desaparecimento.
Saímos do quarto rindo baixo, e fizemos todo o percurso até estarmos fora de casa de fininho, e Julian me deixou parada na frente de casa admirando mais uma vez aquele lugar, dizendo que iria buscar umas coisas.
–Pronto agora podemos ir. -ele vinha em minha direção com um cilindro de oxigênio e uma mochila pendurada nas costas. -Com licença.

Ele me colocou no colo e eu fiquei extremamente envergonhada, por que até agora só Hyoga me carregava assim. Ele riu da minha cara e começou a correr. Não demorou nem dez minutos e ele parou e me colocou no chão. Como era noite e estava muito escuro ele tirou uma lanterna de dentro da mochila e a ligou e me entregou, depois começou a tirar outros objetos de dentro dela.
–Você usa isso aqui, respire só pela boca e solte o ar pela mesma, se você soltar o ar pelo nariz sua mascara se encherá de água dificultando sua visão, tudo bem? -ele explicou me entregando o tubo de ar e passou as cordas do cilindro pelos meus braços e terminou de fixa-lo em minha barriga, eu podia sentir o peso deste me puxando para trás. Depois de coloca-ló ele colocou a mascará no meu rosto e riu.

–Sim, eu entendi.

–Ok!

Quando ele finalmente terminou eu coloquei o respirador na boca testando o ar, e após alguns minutos treinando eu percebi que seria chato, mais eu conseguiria.
–Acho que consigo fazer isso. -falei após retirar aquele troço da boca.
–Ok, então vamos lá. -ele deu uns cinco passos para frente e socou o chão gelado, rachando-o e formando o que parecia ser uma cratera.

Ele fez sinal para eu me aproximar e ao chegar perto percebi que o buraco era tão grande que caberia um carro, ao encostar perto da borda notei que o gelo ali tinha mais de um palmo da minha mão de espessura na borda, o que me levou a crê que mesmo que eu chegasse ali sozinha, eu não poderia quebrar o gelo como o Julian fez.

A água do mar ali era escura, e ao constatar issoum arrepio de medo passou pelo meu corpo, e eu engoli em seco.
–Segure minha mão e não a solte por nada, ou você morrerá congelada em segundos. -ele estava sorrindo, eu fiz que sim com a cabeça e coloquei a lanterna em uma mão, e segurei a dele com a outra.
–Está pronta? Se quiser desistir eu vou entender. -ele percebeu que eu tremia.
–Vamos. -eu disse firme.
–Vocês não vão a lugar algum. -nós levamos um susto e nos viramos automaticamente nos deparando com um Jun diferente, parecia "malicioso?".
–Deixe de besteira Jun, ela tem direito de ver o pai. Depois nós iremos para casa.
–Quem disse que ela vai para casa irmãozinho? -ele falou sarcástico.
–Do que você está falando, para onde mais iriamos leva-lá? -perguntou perdido.
–Você eu não sei Julian, mais eu a levarei para os marinas, ou para qualquer outro que me pague bem. -disse ele lunático, e eu continuava estítica sem entender o que se passava ali.

Isso é alguma brincadeira de vocês. -perguntei tentando entender a situação.
–Você enlouqueceu irmão? Somos aspirantes a Cavaleiros de Atena, isso é..
–Cale a boca maldito.
–Jun o que você quer dizer com isso? -eu perguntei, ele era meu amigo, eu não podia acreditar no que ele estava dizendo.
Ele me olhou nos olhos e eu pude jurar que ele falava algo antes de tudo escurecer.
***

Acordei atordoada, tentei reconhecer onde estava, mais ao me acostumar com a luz percebi que estava pendurada pelas mãos em um tipo de caverna , me olhei e percebi que vestia umas roupas de hoje de manhã, as da personagem Babydoll.
–Agora que está acordada, nós vamos nos divertir. -eu não havia percebido que Jun estava ao meu lado, mais eu preferia não te-lo visto, pois estranhamente este estava completamente nú.
Jun se aproximou passando a mão pelo meu corpo, me deixando com nojo, e começou beijando meu pescoço e tentou beijar minha boca, mas eu travei o maxilar.
–Pare por favor. -eu pedi quando ele se afastou, lágrimas desciam pelo meu rosto e ele sorriu com satisfação.
–Eu vou te fazer minha. -e dizendo isso ele rasgou minha blusa e saía.

Passou a beijar todo meu corpo, enquanto eu me desesperava, mais minhas mãos estavam presas acima do meu corpo em grossas algemas, que pendiam em um grilhão que e a até o teto. Eu estava em pé e ele me empurrou até a parede que parecia estar meio molhada, o que eu supus ser musgo.
Quando ele levou arrancou meu sutiã e chupou meu seio eu gritei em desespero chamando por Hyoga, e nesse momento ele me deu um tapa tão forte que fiquei atordoada.
–Não chame por outro enquanto estiver comigo. -ele falou com raiva. -Eu pretendia ser gentil, mais acho que preciso te ensinar uma lição.
E dizendo isso ele arrancou minha calcinha e eu tentei de todas as formas me desvencilhar dele, o que foi completa e dolorosamente inútil, pois ele se colou entre minhas pernas e estocou em mim sem piedade. Eu gritei pela dor, deuses aquelo me rasgava de uma forma que eu achei que morreria, e sem esperar que eu me acostumasseele estocava sem dó dentro de mim. Eu me remexia tentando me soltar, esperneava, e ele me mordeu no ombro me segurando no lugar.

***

Abri meus olhos, percebi que estava novamente naquela imensidão branca e vi Hyoga e Seiya com armaduras brilhantes, me olhando. Hyoga parecia estar furioso, mais tudo que me preocupava era aquela dor entre minhas pernas, eu chorava podia sentir isso, e num gesto involuntário coloquei minha mão ali entre minhas pernas, e ao levanta-lá na altura de meu rosto eu pude ver sangue, meu estomago embrulhou.
–Alana você está bem? -perguntou Seiya preocupado se aproximando.

–QUE PORRA VOCÊ ESTAVA PENSANDO? -gritou um Hyoga furioso.
–Eu... Eu fui estuprada. -disse me inclinando para vomitar, estava com tanto nojo, tanta dor, que nem percebi quando tudo começou a escurecer novamente.

Notas finais
Podem comentar que ela responderá pelo celular.