A difícil Arte de Amar
24 Capitulo 24
Notas iniciais
– Pensei que era surda e não viria na sua detenção Parkinson.
Respondeu Jorge que estava de pé na frente da própria escrivaninha a vendo chegar e fechar a porta, a mesma estava deslumbrante como sempre, porém sua altura havia aumentado desde a primeira vez que ficaram juntos, o rosto amadurecido, assim como o corpo, os cabelos loiros quase brancos da garota, agora eram maiores e lhe davam uma perfeição a mais, e os cabelos pareciam estar menos brancos.
– O senhor deveria parar de ser mal-educado com os alunos.
Ela falou calma indo até ele, ficando frente-a-frente, ele sorriu vendo o quanto ela ainda tinha a pose de sonserina arrogante.
– Vejo que precisarei lhe dar umas palmadas bem forte nessa sua maravilhosa bunda branca, Parkinson.
– Fred em poucos minutos virá vir me salvar!
Ela falou passando por Jorge que sentiu o cheiro de rosas que a garota passara a ter desde o quarto ano, ele sentiu algo dentro de si. Ciúmes.
Reconheceu que tinha ciúmes de Fred e Pansy no ano passado, assim como Fred sentia ciúmes de Pansy com o irmão no ano passado também, porém nada que uma conversa entre irmãos não resolva.
Ele rapidamente a pegou pelo braço e juntou seus corpos, ela gemeu com o toque de seus corpos e se assustou quando ele a colocou com força em cima da escrivaninha, fazendo muitas coisas serem derrubadas.
– Fred não será seu herói para sempre.
Jorge falou com uma voz ameaçadora e a garota somente sorriu.
– Eu sei que não.
Sussurrou enquanto o sentia a puxar um pouco e ele a segurava, com ela ainda em cima da mesa e ele no meio das pernas da garota. Ele tocou seus lábios calmamente, enquanto ela se sentava na mesa, para ter mais contato e controle sobre o homem.
– Estava com saudades...
Ela sussurrou entre o beijo o sentindo passar as mãos por suas coxas e as apertar com força enquanto os beijos iam diretamente para o pescoço alvo dela.
– Não faz nem uma semana que nos vimos!
Ele sussurrou no ouvido da garota, enquanto dava um pequeno chupão abaixo da orelha dela que puxou os cabelos dele sem força.
– Não importa...
Ela sussurrou abrindo o cinto da calça dele que sorriu e soltou um riso enquanto tirava a calcinha da mesma, a deixando com a saia, e ela ajudou, e deu uma rápida olhada no relógio, enquanto Jorge se apressava para abaixar a cueca e a calça...
– Fred deve estar vindo.
Sussurrou calmamente, Jorge que conhecia o irmão e sabia que ele iria querer receber um bom boquete de Pansy, tratou de logo enfiar o pênis dentro da vagina da garota, que já estava molhada, e se não fosse pela própria excitação da mesma, talvez tivesse tido bastante dificuldade para penetrar a mesma, enquanto o pênis dele entrava dentro dela, ele se pegou gemendo em alto e bom som o nome da Sonserina que era a única que lhe dava prazer há um bom tempo...
***
– Quantas garotas já transou? — Perguntou diretamente.
Draco riu, estavam se fazendo perguntas pequenas a uns 5 minutos, sentados um de frente para o outro, e essa pergunta da prima o pegou desprevenido.
– Não tem como saber, Hermione!
Respondeu o garoto rindo da pergunta que a garota havia feito.
– Tem sim! Não pode ter sido muitas!
Falou com a decepção contida. Sabia que ele sempre foi ‘’galinha’’ como ela e Gina falavam nas conversas entre si que tinham de como ele transava com algumas Grifinórias e logo as dispensava como se fossem camisinhas usadas... (Péssima comparação, eu sei!)
– Mas foram.
Ele falou exasperado, fazendo contas.
Pansy, Suzana, Padma, Parvati, Lilá, Bi...
– Fala pelo menos quantas na média você acha que foram!
Insistiu a garota o sacudindo pelo braço e ele se deitou, enquanto o olhar dela o fitava.
– Talvez umas 30...
Respondeu não tendo certeza se era menos ou mais. Hermione que o olhava sentiu seu coração se apertar, mas não demonstrou, deitou ao lado dele, olhando para o teto, não se deixando chorar.
Era uma Black. Não iria chorar por um garoto, sua mãe havia falado que nenhum garoto fazia uma Black chorar.
– Vou dormir!
Respondeu com um pouco de raiva, se virando de costas para o primo... Percebeu que só agora sua mente se lembrou que ele era seu primo e que ela estava pecando desejando-o e fazendo tudo que fazia. Quase riu ao constatar que não se importava de ter praticado incesto, com o primo, como Gina havia dito que não havia nada a ver eles ficaram juntos, se casarem, e até terem filhos, que isso acontecia muito ainda no mundo bruxo.
Dormiu com os pensamentos no seu segundo ano, sem nem saber por que, só sabia que a voz que vinha em sua mente era a de Draco, dizendo as exatas palavras...
‘’Ninguém pediu sua opinião, sujeitinha de sangue-ruim!.’’
***
Entrou na biblioteca se preparando para ir até a sessão reservada, mas foi puxado rapidamente para uma das sessões normais.
– Nott!
A garota saudou sorrindo e ele quase bufou. Não estava afim de transar agora, oque acontecera mais cedo, na hora do jantar, oque Gabrielle havia feito estava o atormentando, mas como ninguém havia percebido, deixou quieto.
– Nem vem, Suzana.
Falou a empurrando. A garota era bonita, mas não do jeito que ele gostava. Ela não era mais velha, ela não era... Gabrielle. Estava namorando a garota somente porque ela o incomodou muito e se ela precisava de alguém para apagar seu fogo, ele não negaria isto, mesmo que não sentisse quase prazer nenhum com a garota.
O pensamento dele sobre ela não ser Gabrielle o assustou e ele a viu o empurrar novamente contra as estantes.
– Como assim ‘’nem vem’’? Namoramos a quase um mês e desde que chegamos a Hogwarts quase não nos falamos!
Reclamou parecendo frustrada e começando a abrir os botões da própria camiseta. Nott respirou, agora ele estava irritado...
– Você quer que eu te foda Suzana, então vamos lá!
Ele falou rapidamente, com raiva, não muito baixo, não ligando se Madame Pince – Velha que precisa transar, como Draco, Pansy e Blásio a chamavam – os pegasse ali...
Ele a virou rapidamente, não querendo ver os seios dela, e somente a fazer parar de incomodar para dar para ele. Ele a fez ficar empinada, enquanto ele abria o cinto e a calça, ela retirou rapidamente a calcinha, esperando pelo que ele ia fazer, e assim que ele abaixou um pouco a calça e a cueca, ele levantou a saia dela, onde já pode ver a boceta um pouco encharcada dela, e a penetrou totalmente, a mesma gritou de prazer, e logo mordeu os lábios para não gemer muito alto.
Um leve prazer pegou Nott que soltou um gemido quando seu pênis estava dentro da vagina de Suzana, e ele começou a meter sem piedade, oque a fez grudar um pouco do corpo contra a estante, e ela gemeu, novamente, segurando-se na estante repletas de livros.
E enquanto ele a fodia, não imaginava oque os encarava com um misto de tristeza, raiva, ódio e outros sentimentos...
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