A difícil Arte de Amar
1 Capítulo 1
Notas iniciais
No sexto livro, nesse mesmo tempo, SE NÃO ME ENGANO, Voldemort já era um pouco parecido com o que tem nos filmes, mas quero que imaginem o garoto que atuou como Tom Marvolo Riddle em a Câmara Secreta, uns 10 anos mais velhos, okay? Mas isso só no primeiro capitulo!!
Entrou na sala da mansão Lestrange rapidamente, o elfo havia ido chama-la em menos de dois minutos, e mesmo sendo de madrugada, seu mestre estava ali para vê-la, e é claro que ela deveria ir recebe-lo, porém estava somente com uma calcinha preta em seu corpo.
Estava sozinha, em casa, somente com os elfos, pois Rodolphus havia sido mandado para uma missão a mando de Voldemort na noite de ontem, e demoraria no mínimo cinco dias para voltar. Como estava sozinha, aliviou um pouco da tensão, tendo um ótimo orgasmo a algumas horas atrás, dormiu cedo, não eram nem 22hrs quando deitou, e não demorou vinte minutos para atingir um orgasmo somente com seus dedos.
Havia lavado as mãos, o rosto e colocado somente um robe quente por cima do corpo, o atando bem, o mesmo tapava o corpo perfeitamente, e colocou suas botas de caçada, pois pelo menos se fosse mandada para uma missão já estaria de botas...
Percebeu o mestre a olhando e se aproximou rapidamente, fez uma reverencia e se ajoelhou aos pés do homem sentado em um dos sofás pretos da linda sala da mansão.
- Chamou-me, mestre?
Ele levantou do sofá, ela olhava para os pés do mestre, calçados em um sapato elegante, por respeito, e levantou o olhar, agora que estava de joelhos, se mostrando inferior a ele. Um de seus sonhos invadiu sua mente. Uma cena em que estava de quatro, no chão daquela mesma sala enquanto seu mestre fodia-a fortemente, sem dó, nem piedade, enquanto gritava de dor e de prazer.
Olhou para o chão novamente querendo tirar o sonho de seus pensamentos e conseguiu.
- Bellatrix, seu marido e cunhado estão a mando meu em uma missão, não é?
Olhou para o Lorde não entendendo se ele não se lembrava, mas tratou de responder.
- Sim mestre.
Só podia levantar quando ele autorizava, e não podia pedir, então ficou olhando o homem que se aproximou, levando a mente maliciosa da garota querer abrir o cinto, a calça, a abaixar junto com a cueca e enfiar a parte que ela mais gostava em um homem, na boca...
- Me diga, Bellatrix, oque você acha sobre o amor?
Ela diria que era oque ela sentia por ele, mas não podia.
- Uma tolice! Algo que nos deixa fracos Milorde. É horrível!
O homem sorriu e sentou-se no sofá, o sorriso dele a fazia querer o agarrar e beija-lo, porém sabia que podia ser morta quando fizesse, então continuava com seus pensamentos pecaminosos sobre o mais velho.
- Levante-se Bellatrix. – A comensal obedeceu e percebeu que não havia atado o robe direito, iria o atar mais uma vez, porém sentiu seu corpo ser puxado com força e a mesma cair em algo macio e cheiroso. – Veio com robe para me fazer ficar curioso com o que tem debaixo dele, Lestrange?
Ela sentiu o fogo se alastrar por todo o seu sangue, sentiu ficar arrepiada com a voz dele e com o contato, agora se via com uma perna de cada lado do quadril do homem, ela o olhou e sentiu uma fígado ao ver que ele sorria malicioso.
- Cla...Claro que não, mestre, somente não gosto de deixar o senhor esperando.
Falou calmamente o olhando, porém algo tocou em seu pé, ela olhou, e viu as mãos completamente brancas do homem á sua frente e ele agora começara a abrir o robe.
- Garanto que tenho algo que você irá gostar.
E foi com aquela frase, que Voldemort, atrevido, sem vergonha nenhuma, despiu uma de suas melhores e mais fieis comensais, ali naquela sala e madrugada, ele tratou de realizar um dos desejos de Bellatrix e ao mesmo tempo seu, pois quem não iria desejar uma mulher como Bellatrix, abaixo de si, por cima e mais algumas formas?
Ela se esqueceu que deveria tomar uma poção um pouco antes dele a penetrar, assim como ele esqueceu de qualquer proteção para evitar doenças e uma gravidez.
Foi ali que Bellatrix se sentiu completa, com o corpo suado e tremendo, sobre os braços dele, seu mestre, seu tão sonhado Voldemort.
* Dois meses e vinte e sete dias depois *
Bellatrix entrou na sala de jantar da mansão Malfoy e andou até a mesa que estava distribuída em cinco lugares, sempre era ajustada do jeito que Narcisa desejasse.
Voldemort se encontrava na cabeceira da mesa, olhando para o prato vazio, e em um piscar de olhos, a mesa encheu-se com um banquete, preparado por dois elfos domésticos, esses da família Malfoy, Dobby e Judy.
Lucio, estava ao lado esquerdo de Voldemort, enquanto ao lado do homem loiro, a irmã de Bellatrix, Narcisa. Um lugar era vago ao lado do Lord das Trevas, Bellatrix sorriu indo sentar-se ao lado do seu Lord.
Sentou na cadeira mais próxima ao braço direito do mestre e olhou para o seu marido que depositou um toque na mão feminina da mulher, esta sorriu friamente e olhou para seu tão amado lorde.
Rodolphus era tão patético, se perguntava como a família havia escolhido aquele ser para se casa consigo, a única coisa que gostava era o sobrenome, gostava de como ele soava aos seus lábios. O cunhado não estava ali, sorriu olhando para o mestre. O achava tão lindo...
- Desculpe a demora.
Se Voldemort que quisesse os encontrar, ela teria que fazer uma reverência antes de sentar, mas como foi eles que o convidaram para jantar na casa dos Malfoys, somente um pouco de respeito ele desejava. Percebeu os olhares sonhadores da garota sobre si e segurou-se para não falar nada sobre aquele olhar infantil que ela o lançava, mesmo a garota de vinte anos não percebendo, era isso sim, ela o amava e não sabia como esconder...
Ele lembrou imediatamente de como ela era quente, calorosa e totalmente amável na cama e sorriu friamente para a comensal que começou a servir seu prato.
- Sirva-se, lorde, não fique tímido, coma o quanto desejar!
Bellatrix falou calmamente, porém ao olhar a beterraba que Dobby havia feito, fez sua barriga embrulhar. Não entendia os gostos esquisitos de sua irmã, pelo menos Narcisa não era como Andrômeda, uma traidora do sangue nojenta, que se casou com um trouxa nojento, dando a vida a mais uma criança nojenta.
Bellatrix serviu-se, e logo começou a comer, Voldemort as vezes ficava a encarando, Rodolphus também, nunca vira-a comer daquele jeito, Narcisa que estava gravida de quase seis meses, já tinha passado dessa fase, a fase dos vômitos e enjoos, estava na de querer que Draco nascesse logo e de se achar feia, enorme, uma baleia...
- Oque tinha para nos contar, Bella?
Perguntou Voldemort colocando um pedaço de tomate na boca e o mastigando lentamente, olhou para o marido que a olhava e logo para a irmã que parecia querer a incentivar a contar.
- Estou grávida, Rodolphus, eu quero uma filha!
Bellatrix achava que a filha (ou filho) era de Rodolphus, esse estava de olhos arregalados, absorvendo que seria pai.
- A quanto tempo Bellatrix?
Voldemort se manifestou, lembrou-se exatamente do momento em que havia ejaculado dentro da vagina da mesma sem nenhuma precaução, mas podia ser possível a engravidar? Balançou a cabeça tirando os pensamentos de ter um filho, ele teria... nojo da criança? Achava que não, talvez raiva. Ele não gostaria de ser pai, o amor, era algo desagradável e nojento...
- A exatamente dois meses e vinte sete dias!
A morena pulou na cadeira agitada até demais para alguém que nunca gostaria de engravidar. Mas agora, ser mãe a fez se sentir tão especial, seria diferente de sua mãe, daria todo o amor e carinho para aquela pequenininha que nasceria. Ou até um pequenininho, iria amar os dois!
- Como soube?
Perguntou Rodolphus soltando um sorrisinho.
- Narcisa, ela me viu... tendo enjoos e me levou para fazer o teste no St. Mungus.
Bellatrix sorria ainda pulando na cadeira, sorria, os cabelos estavam um pouco mais controlados que o normal e ela com o sorriso no rosto, fez Voldemort lembrar-se dela quicando em cima de seu corpo, os dois nus e os cabelos dela escondendo um pouco dos mamilos que balançavam e o fazia apertar mais ainda aquelas coisas que Deus mais havia acertado em uma mulher, somente o corpo delas eram suportáveis, muito mais que suportáveis...
Voldemort tirou aqueles pensamentos da cabeça e fitou a mulher que sorria logo pegando um pouco de arroz com o garfo e o levando até a boca, o mastigando, olhou para suas unhas, os esmaltes pretos estavam descascando, se sentiu um pouco tristinha mas resolveu guardar para si mesma...
Notas finais
Não terá cena de sexo muito explicita, por enquanto, se eu decidir que irá ter, mudarei a classificação.
Gostaram? Comentem!
Não gostaram? Desculpem-me, mas comentem! Okay? :D
Até o próximo...
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