A difícil Arte de Amar
2 Capitulo 2
Notas iniciais

Oito meses depois
Bellatrix havia entrado em trabalho de parto, quatro dias antes de completar nove meses de gravidez, não havia feito nenhum teste para saber o sexo do bebê, quando o medi-bruxo disse que era uma menina, ela chorou igual sua menininha, que colocou o nome de Hermione, no meio do parto, Rodolphus desmaiou, caiu duro no chão, enquanto Narcisa continuava ao lado de Bellatrix...
Narcisa havia tido o bebê, era um garoto, o chamaram de Draco, ele tinha os olhos azuis claros, em uma cor quase água e já alguns cabelos branquinhos, todos babavam naquela criança parecida com Lucio e Narcisa, os olhos eram da família Malfoy, enquanto o cabelo do menininho era pela mesma cor da mãe e do pai.
Hermione e Draco regulavam no peso e no comprimento, enquanto não eram nem um pouco parecidos, a não ser pela palidez.
Os olhos de Hermione, eram iguais os de Bellatrix, castanhos, porém era um castanho claro, enquanto o de Bellatrix eram castanhos quase preto e os de Rodolphus eram verdes. O cabelinho dela, havia bem poucos também, nasceram em um tom loirinho forte quase castanhos, era uma bebê linda, mas pelo julgar de Theodore Nott que já tinha um ano de idade completados, ele achava Hermione feia, assim como Pansy Parkinson que nasceu dois dias antes da pequena Hermione, já Draco, ele o achava ‘’bonitinho’’.
Um pouco antes de Draco completar oito meses, Gregório Goyle e Vicente Crabble nasceram. Esses dois nasceram por diferença de dezoito dias, Hermione com seus dois meses de idade, já tinha mais cabelinhos, e até Voldemort já havia pegado a pequena no colo, Bellatrix e Narcisa haviam ficado com medo do lorde matar a criança, mas Rodolphus deixou.
– Parecida com você Bellatrix.
Foi a única coisa que ele disse, e deu um sorrisinho de lado para a criança que soltou um barulho engraçado pelos lábios e mexeu os pezinhos, parecendo agitada, enquanto Bellatrix se aproximava um pouco mais do homem que amava, agora que tinha um filho de Rodolphus, faria de tudo para esquecer o Lorde das trevas do coração.
– Onde está Draco?
Voldemort perguntou olhando em volta, viu a pequena Black olhar em volta ao ouvir o nome do primo.
– Está dormindo, lorde.
Comunicou Lucio, e as portas do local se abriram, por ele entrava Rabastan, o irmão de Rodolphus, com um sorriso nos lábios.
– Ah, Boa noite Lorde.
Rabastan saudou e logo fez uma reverencia, Voldemort o olhou e assentiu com a cabeça, seus olhos frios e em um tom de castanho médio olharam para a criança que chupava um dos dedos e babava um pouco e andou até Bellatrix.
– Você e Rodolphus estão de parabéns, quando ela compreender todas as maldições imperdoáveis e etc... Poderemos ensinar como as usar e assim ela será marcada quando desejar, porém antes de completar vinte anos, aceito somente até lá.
Bella assentiu, abraçou a filha pensando sobre o futuro dela e com a toalhinha bordada com o nome da mesma, ela limpou os dedos de Hermione e a boca também, a pequena fez uma careta e olhou para Narcisa e Lucio, logo começou a chorar.
– Vou leva-la até Draco.
Bellatrix disse, já estava acostumada com aquela reação da filha, desde um pouco antes do primeiro mês de gravidez, a mesma queria quase sempre estar perto do loirinho que já tinha bem mais cabelo, um lindo cabelo. Fez uma reverencia ao mestre e saiu correndo da sala, não sabia a reação que o choro da filha causaria ao homem sem sentimentos que achava que o amor somente enfraquecia. E talvez ele estivesse certo mesmo...
– Deita aí com seu namorado, pequenininha.
Bellatrix zombou soltando risadinhas e deitando a garota ao lado do primo no berço grande dele, Draco dormia como uma pedra, parecia um anjo, um anjo magnifico.
Hermione havia parado de chorar quando entrou no quarto do mesmo, agora olhava curiosamente os olhinhos fechados dele e se pôs a imita-lo, fechando os olhos, e a voz baixinha de sua mãe, foi passando por seus ouvidos, cantando uma musiquinha, a musica passou por seus ouvidos, até seu interior, e o sono a levou...
* * *
Draco levantou da grama e correu até a arvore mais próxima, suas pernas já eram bem ágeis para quem tinha somente um ano de idade e sete meses, Hermione com seus cabelos cheios de cachos, lembrava Bellatrix, porém a cor não, enquanto o de Bellatrix e de Rodolphus eram preto, o de Hermione era castanho claro, quase loiro, havia escurecido um pouco, enquanto o de Draco, continuava loiro quase branco.
A pequena em paços um pouco cambaleantes correu até Draco e parou ao seu lado sorrindo o olhando.
– Beija o Dac bebê!
Bellatrix falou rindo para a filha, que deu um pulinho no lugar e correu até a mãe, que a pegou no colo e abraçou a pequena que continuou ali.
– Dac!
Eles não se preocupavam com o jeito errado que os pequenos falavam, para que ligar? Eram apenas bebês...
– Draco! Sai de perto da piscina!
Narcisa gritou um pouco alto para o filho que estava mais longe, o mesmo parou no lugar e olhou pra mãe.
– DAC!
Hermione havia se estressado, batia as pernas no ar para sair do colo da mãe, e Bella a largou no pano que cobria a grama para o piquenique que estavam tendo, um pouco longe, Draco corria até ali, no meio do caminho parou e pegou uma flor.
A menina estava de joelhos no pano o olhando, ele se aproximava parecendo hesitante e tímido.
– Hermi.
Foi a única coisa que ele disse, soltando um lindo sorriso e alcançando a flor para a prima que gritou pegando a flor e a colocando na boca, começando a comer a pequena e rosa flor...
– HERMIONE!
Bellatrix e Narcisa gritaram ao mesmo tempo, tentando parar a pequena...
– A flor é comestível.
Lucio falou atrás delas, Narcisa olhou para o marido, porém Bellatrix abria a boca da filha desesperadamente, enquanto a pequena já havia engolido um pouco.
– Bebê! Você está bem?
Bellatrix perguntou para a filha que olhava o restante das flores que a mãe havia tirado de sua boca e de suas mãos e abriu o berreiro.
Draco correu para o lado da prima a admirando chorar, era estranho ver outra criança chorando... Sentiu vontade de fazer a prima parar de chorar, mas logo abriu o berreiro também, enquanto Lucios ria, Narcisa e Bellatrix se viam loucas tentando acalma-los.
* * *
– Acho que não deveríamos fazer isso Bella!
Narcisa sussurrou baixinho enquanto ouvia a conversa por trás da porta junto a irmã. Voldemort havia deixado todas as mulheres por fora da reunião, agora que Draco havia começado a ir para todos os lugares da casa, seguido da prima que parecia mais comportada esses dias, o lorde havia se estressado com a pequena Black-Lestrange por esta ficar o olhando sem parar. Odiava aquilo, talvez tivesse puxado da mãe que o olhava sempre apaixonadamente, mas Hermione o olhava diferente, e ele odiou o jeito que ela o olhava.
Narcisa e Bellatrix deveriam estar cuidando das crianças, mas colocaram uma poção do sono na mamadeira deles, Hermione havia ficado louca, julgou Bellatrix pela manhã quando viu a filha estendendo uma meia para Dobby, o elfo da família Malfoy, Bellatrix estava morando por lá junto com a filha e com o marido porque era mais segura.
Na mesma tarde, Draco entrara no sótão da casa junto a prima, e uma vassoura de ótima marca estava lá, somente foi tocada e montada por ele, logo por Hermione que foi rindo e a vassoura saiu voando pelo sótão e quebrou o piso dele, os levando para o andar debaixo, enquanto os dois se agarravam o máximo possível um ao outro, se fossem cair, cairiam juntos, mas por sorte, Dobby o elfo os parou e Hermione chorando abraçada a Draco agradeceu o elfo milhares de vezes com um ‘’Bigadu Dubby’’, enquanto o pequeno Malfoy o agradeceu apenas uma vez, e tentara acalmar a prima, porém Rodolphus descobriu e toda a família descobriu, pois esse contou a Lucius que contou para Narcisa, e Bellatrix ficou sabendo, Voldemort também ficou sabendo, oque achou muito engraçado.
– Deixe de ser medrosa, Cissa! Eu sou a melhor comensal dele.
Narcisa bufou e olhou para trás, onde Dobby passou quase despercebido, sem fazer barulho nenhum, mas se a dona não se virasse, não o veria.
– Dobby! – O pequeno elfo se virou e a olhou, fez uma reverencia. – Amanhã preciso que vá ao St.Mungus, a mando da senhora Narcisa Black Malfoy, e diga que foi buscar o meu exame. Eles irão pedir um código que dei, o código é o segundo nome de Draco. Okay?
O elfo assentiu e fez mais uma reverencia.
– Sim senhora.
– Pode sair.
Disse Narcisa e Bellatrix tentava ouvir de qualquer jeito, porém a porta foi aberta bruscamente.
– Ele quer falar com você, Bella.
Rodolphus disse e foi saindo da sala de jantar, uns vinte ou mais comensais saíram seguidamente, e logo ela entrou fechando a porta.
– Mandou chamar-me, mestre?
Perguntou fazendo uma reverencia e se aproximando, não havia ficado sozinha com o mestre desde a vez em que transaram, e ao lembrar daquela cena novamente, lembrou-se dos olhos castanhos claros de Hermione e dos cabelos... Não!
Balançou a cabeça tirando os pensamentos que teve e viu Voldemort levantar da cabeceira da mesa.
– Preciso ver seu doce corpo, Bellatrix.
Ela corou, era uma das primeiras vezes que corava. Seu corpo havia mudado um pouco depois de Hermione, a mesma tinha os seios maiores e mais volumosos, corou mais ainda ao pensar em Voldemort a chupar nos seios e dali sair leite. Percebeu que aquilo seria nojento e fez uma careta, logo olhou para o mestre.
– Tudo bem.
Segurou um sorrisinho e levou as mãos até o cinto que usava por cima do vestido que prendia aquela parte colada ao peito, o tirou e o jogou no chão, logo depois tirou o mesmo, ficando somente com sua lingerie preta, era provocante e recatada ao mesmo tempo, e a bota de salto só a deixava mais bonita ainda. O salto parecia ter uns dezoito centímetros, e aquilo fez Voldemort soltar um risinho, lembrava-se dela sempre tentando ser mais alta do que é. Narcisa mesmo sendo a mais alta das irmãs Blacks, era mais alta que Bellatrix, e tinha a mesma altura de Andrômeda.
– Ainda alimenta Hermione, Bella?
A mesma assentiu com a cabeça e se aproximou do mestre timidamente.
– Sim, as vezes ela pede, e acho bom dar para ela, a quero forte para eu poder ensinar tudo sobre como ser uma ótima comensal. Igual eu.
Voldemort riu e puxou Bellatrix pela barra da calcinha, realmente, ela era a mulher mais bela que já esteve nos braços dele.
– Quer que eu a foda também, Bella?
A cara que a comensal fez, seria a de quem poderia matar o mesmo, sentiu nojo do que ele falou. Imagens passaram por sua cabeça, a fazendo ficar com os olhos marejados, sua bebê, sua pequena sendo estuprada, enquanto chorava... Aquilo lhe causou arrepios de medo, e sem perceber seus olhos marejados!
– Não! Ela... Ela não será... completamente igual a mim. Ela gostará de loiros!
Bellatrix falou como se fosse mesmo escolher o gosto da filha, aquilo divertiu Voldemort, ele enfiou a mão pela calcinha e escorregou um dedo na fenda já um pouco molhada da mulher que fechou os olhos respirando fortemente.
Sem mais falar nada, novamente ele a puxou e a beijou, e ali, foi o ultimo dia que ela se sentiu preenchida por ele, pois sete dias depois, ele foi atrás dos Potters e lá, aconteceu o que todos sabem...
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