A complicated love
1 A little about me and...Pink hair?
Notas iniciais
Bom, essa é uma nova fanfic de Fairy Tail. Espero que gostem! Não irei demorar para postar, eu espero...
Bom, boa leitura! Não deixem de comentar se ficou bom ou se tem algum erro, please!
OBS: Avisando de novo, estou postando essa fanfic em outro site (Socialspirit. Coloco meu perfil nas notas finais). ^-^
Beijos =)
Primeiro Capítulo: Prólogo
O céu possuía uma coloração azul escura. Havia algumas estrelas no céu, mas não era possível observá-las pela poluição. Chovia bem forte aquela noite. Poucas pessoas andavam pelas ruas de Magnólia.
Uma garota loira andava por ali, procurando por sangue de humanos. Sim, ela não era uma garota normal. Era uma vampira. Nasceu assim mesmo, metade vampira, metade humana. Porém, puxou mais para o lado vampiro.
Perdera seus pais com as cabeças cortadas pelos humanos havia 5 anos. Desde aí, não sentia compaixão nenhuma a eles. "Humanos, uma raça cruel que só deseja matar uns aos outros. Odeio ter que admitir que também faço uma pequena parte dessa raça...", pensava ela. Sua família raramente mordia os humanos para chupar seus sangues, pois sabiam que isso era errado, mesmo sendo vampiros. Quando mordiam os humanos, não conseguiam parar. O gosto doce e maravilhoso de sangue que transbordavam em suas bocas era impossível de pará-lo. Era uma tortura parar de chupar o sangue. Então, o humano morria pela perda de sangue em seu corpo.
Logo depois de retornar a consciência do que estavam fazendo, percebiam o quão cruel era fazer aquilo com eles, então, pararam. O contrário de muitos vampiros por aí, que não ligam para os humanos, só querem o sangue.
Lucy Heartfillia, a qual era vampira, passou a pensar assim também depois de ver seus pais morrerem em sua frente.
Foi em uma noite, no seu aniversário de 11 anos... Lucy odiava lembrar da cena dos pais e dos amigos vampiros que possuía mortos, mais não conseguia esquecer, por mais que ela quisesse. Isso que a fazia ficar com mais ódio dos humanos, lembrar aquela cena.
"Isso foi muito cruel... Eu não irei perdoá-los...", pensava Lucy, a cada passo que dava depois daquela triste noite.
Flashback On
"- Mamãe...Papai... O que foi? — perguntava a menina loira, correndo pela floresta naquele dia chuvoso... Sua mãe e seu pai seguravam sua mão a protegendo.
- Filha, temos que fugir o mais rápido possível. Eu e sua mãe iremos protegê-la! — prometera o pai, surgindo algumas lágrimas de seu rosto.
A menina, sem entender nada, corria mesmo assim. O que acontecera é que um homem caçador de vampiros descobriu que a família de Lucy eram vampiros, menos a mãe. Eles moravam em uma mansão em Londres distante da cidade, pelo medo de descobrirem. Porém, aparentemente, não adiantou muita coisa. O homem conseguiu fazer um corte profundo na barriga do pai, fazendo-o perder um pouco de seus poderes, depois, um grupo enorme de pessoas apareceu, com os olhares frios e maldosos fitando Lucy e seus pais.
- Vampiros malditos! — gritou um homem, fazendo todos ali concordarem.
Lucy tremia diante de tudo. Seus olhos mostravam tristeza e medo. Ela tinha poderes, e muito fortes para sua idade, mas estava com medo. Afinal, era somente uma criança contra um bando de pessoas.
A chuva caía no rosto da loira, misturando com suas lágrimas que brotavam agora em seu rosto. Ela sentia um aperto no coração. Alguma coisa iria dar errado.
- Papai, por que aquelas pessoas fizeram isso? Os humanos não são do bem? — perguntara a menina olhando com dificuldade para o pai, com sua visão embaçada por causa das lágrimas. O pai suspirara com a pergunta da filha.
- Aparentemente, não são todos, Lucy... — respondeu ele.
Era difícil ter que correr e aguentar a profunda ferida na barriga do pai. Ele já sabia que iria morrer, afinal, uma parte da população já sabia que não eram humanos. Mas precisava salvar sua filha, e prometera que iria fazer isso.
Uns segundos depois, o grupo estava próximo a eles. Estavam logo atras. Não tinha mais chance de correr, eram muitas pessoas. Lucy e seus pais começaram a chorar diante aquela situação. Iriam morrer.
- Lucy, vá. Se salve. Você pode usar seus poderes para se teletransportar longe daqui. Eu não tenho poderes, e seu pai está muito machucado para usar os dele. Vá, por favor. — pronunciou a mãe de Lucy, chorando enquanto falava. Seu pai concordava com as palavras da mãe. Lucy hesitava. Não podia deixá-los ali. Eram seus pais.
- Não posso fazer isso, mamãe. Posso salvar o papai, ou também, posso levar você comigo e volto rápido trazendo o papai em seguida. — falara Lucy, entre as lágrimas que não paravam de surgir em seu rosto. O grupo se aproximava cada vez mais. Só tinham mais alguns segundos...
Lucy tinha um poder dentro dela que conseguia salvar qualquer ser, mas para issoéprecisoofereceralgoemtrocade valorequivalente.(N/A: Um pouco do momento da lei básica da alquimia do anime Fullmetal xD) Era preciso Lucy dar sua vida em troca de outra.
- Lucy... Não há tempo. E não vamos deixar você se sacrificar por mim. Viva...- dissera o pai, negando a proposta de Lucy. Ele e a mãe de Lucy deram um abraço na mesma, os três desabando em lágrimas. O grupo estava apenas alguns metros deles.
- Ali! Os vampiros! — gritou uma mulher, acompanhada de várias outras pessoas, que correram em direção de Lucy e seus pais.
- Adeus, Lucy. — disseram juntos, se separando do abraço da loira. Lucy não queria se soltar, mais precisava. Deu alguns passos para trás , se preparando para ir, quando o mesmo homem que fizera um corte profundo na barriga de seu pai, cortara as cabeças dos dois. Lucy ficou pálida, com os olhos arregalados. A dor em seu coração se aumentou muito mais do que já estava. Parecia que uma faca havia perfurado seu coração. Lágrimas caíam em seu rosto sem parar. As pessoas gritavam coisas do tipo "Vampiros não merecem viver" ou "Morram, servidores do Satanás", o que deixou Lucy mais perplexa e desapontada com os humanos. Antes de ir, o homem a olhou nos olhos. Ele tinha um olhar frio, maldoso. E ela, que agora ódio e tristeza junto transbordavam no corpo, lhe lançava um olhar opaco, sem vida, o que estremeceu o homem. Os olhos de Lucy ficaram vermelhos escarlates. Uma cor profunda de sangue. Lucy transbordava no ódio. Antes de desaparecer e sair logo dali, sem chance de matar o homem, sussurrou de modo que ele ouvisse:
- Eu irei me vingar...
Depois disso, desapareceu por completa, voltando a chorar pelo outro lado da floresta, correndo e se teleportando o mais rápido possível dali. Lucy começou a consumir o sangue dos humanos, sem piedade nenhuma. Tudo por causa do rancor que ela guardara no coração. E assim foi, por 5 anos..."
Flashback Off
Lucy Pov's On
Onde eu estava mesmo...? Não me lembro do nome da cidade...
Avistei uma placa com o nome da cidade: "Magnólia, a cidade das flores". Bocejei, e voltei a caminhar por aí. Poucas pessoas andavam pela rua. Eu já havia mordido dois humanos hoje. Limpei minha boca e minhas roupas para disfarçar que eu era uma vampira. Toda hora me lembrava da cena dos meus pais mortos. Por que não conseguia me esquecer daquilo?
Andava dessa vez mais pela cidade. Ninguém desconfiava que vampiros existiram...
A Lua estava cheia, estava brilhante. Ardia um pouco o meu olho aquele brilho. As estrelas mal apareciam por causa da poluição que esse mundo faz. O céu estava escuro como naquela noite, o que me fazia me lembrar mais dos meus pais... Droga.
Eu estava vestindo um vestido preto, que mais parecia uma camisola gigante; e botas pretas também. Meu cabelo estava solto, como sempre. Eu havia tomado banho ontem. Invadi uma casa e consegui me banhar. É meio difícil não ter casa e tomar banho, se vestir... Menos a fome. A fome eu sempre resolvia, de qualquer jeito.
Olhei em volta de mim. Era a cidade das flores, mesmo. Haviam várias árvores com flores cor de rosa por alí... Sorri comigo mesma em lembrar que adorava sentir o cheiro das flores, ainda mais as flores rosas.
Estava distraída em minhas lembranças, quando dois caras me agarram pelo braço, colocando uma venda em meus olhos, me levando em direção a um beco perto dali. Consegui perceber que estavam usando mascara, e estavam em 5. Cada um com um canivete nas mãos. Francamente...
Não reagi, pois queria saber o que pretendiam. Queria me divertir. Eles me levaram a um beco escuro e longo. Ótimo. Quanto mais longe e escuro for, menos pessoas e mais chances de chupar o sangue deles eu tinha. Cheguei ao final do beco, e eles me jogaram no chão. Bati minhas costas na parede e fingi sentir dor. Um deles andou até minha direção, se agachando ao meu lado e tirando a venda dos meus olhos.
- Olha aqui, garota. É só tu entregar tudo que cê tiver aí, e nós soltaremos você, entendeu? — perguntou o homem, olhando sério para mim. Mas eu não estava nada séria. Estava rindo demais por dentro. Não consegui segurar, e acabei soltando uma gargalhada. Eles me olharam com raiva e surpresos por eu estar rindo e não sentindo medo.
- Do que está rindo, vadia? — perguntou o outro homem, tentando me dar um chute, mas eu desviei. Continuei rindo, mas pouco.
- Desculpe... Vocês são hilários... — falei, limpando as lágrimas de risada que eu tinha soltado. Olhei para o pescoço de cada um, senti a veia pulsando. Senti minhas presas crescerem. Lambi o lábio, pensando em qual pescoço escolher. — Uni duni te, quem eu vou escolher... — sussurrava silenciosamente para mim mesma, enquanto apontava para os pescoços.
Um homem veio em minha direção, tentando me socar. Mas não conseguiu. Desviei do soco, dando risada.
- Você serve. — disse, me teleportando ao homem, mordendo-o. Os outros me olhavam assustados, tentando compreender a situação.
O sangue daquele homem era salgado demais. Parecia que eu estava comendo sal.. Mas dava para aguentar
Fiquei uns 20 segundos chupando o sangue, e todos os homens correram gritando de medo. Soltei o cara, e ele desmaiou, por causa da perda de sangue. Minhas presas diminuíram. Meus lábios escorriam sangue, pingando no meu pescoço. Limpei a boca, olhando para o cara caído no chão.
- Foi um dos sangues mais ruins que já provei... — murmurei, bufando. Olhei para o lado, sentindo a presença de alguém.
Havia um garoto que aparentava ter a minha idade, olhando assustado para mim. Consegui enxergá-lo na escuridão. Ele tinha cabelos... Rosas? Era comum isso aqui?
Lhe lancei um sorriso irônico e um aceno, ainda limpando o sangue que escorria em meu pescoço, esperando ele correr de pânico de mim.
Mas ele não fez isso.
- Você... Uma vampira? Que legal! — exclamou ele, andando até minha direção, com os olhos agora brilhando. O olhei incrédula. Ele achava isso legal? Que tipo de humano ele é?
O garoto se aproximou mais, e consegui vê-lo por completo. Tinha cabelos rosados mesmo, e olhos ônix... Seus olhos eram lindos, atraía meu corpo para ele.
Que merda de pensamentos são esses, Lucy?
- Você está correndo perigo, sabia? — perguntei, afastando os bobos pensamentos de minha mente. Ele em resposta, lançou um sorriso. Que sorriso lindo... Para com esses pensamentos!
- Eu sempre quis ver um vampiro. Não tenho medo. — disse ele, ainda sorrindo gentilmente. Olhei incrédula para ele de novo. Era sério isso?
- Nem se eu chupar seu sangue? — perguntei, arqueando a sobrancelha.
- Só se for pouco... — respondeu ele, rindo. Soltei uma risada também, involuntariamente. Estava rindo com um humano?
Olhei para o corpo do homem no chão. Andei até ele, o pegando pelo braço. Precisava me livrar daquele corpo. Mesmo que eu não sentisse medo, pois já iria sair daquela cidade, como sempre; mesmo assim teria que me livrar.. Ele com certeza estaria inconsciente.
Voei até um telhado perto dali, e joguei o corpo dele perto de um lago.
O rosado me olhava fixamente. O fitei, rindo.
- Você é um sortudo por eu ainda não ter te matado. — disse, ainda rindo. Voei de volta em sua direção.
- Você não me mataria. — falou ele, corajosamente. Arqueei a sobrancelha, pensando se ele estaria falando sério. — Por que você me adorou, não é? — perguntou ele, convencido. Ri da pergunta dele, e nem a respondi. A resposta era óbvia: Não!
- Ah, sou Natsu. Natsu Dragneel. — se apresentou ele, erguendo a mão. Olhei para ele e para sua mão, a apertando.
- Sou Lucy. Lucy Heartfillia. — me apresentei. Era incrível eu ainda não o ter matado. Era mais incrível ainda eu estar conversando tanto tempo com um humano.
A última vez que conversei com um humano assim fora a 5 anos atrás.
- E então... Vem sempre por aqui? — perguntou ele, saindo do beco. Não sei por que, mais fui logo atrás. Fiz "não" com a cabeça.
- Nunca vim aqui. Eu sempre mudo de cidade... — respondi. Passou uns dez segundos para eu perceber que não podia confiar em um humano. Ele podia me entregar. Ou ele podia simplesmente me matar alguma hora. Não podia...
- Preciso ir. Adeus. — disse, já saindo. Ele segurou meu braço, com o olhar triste. O olhei confusa. Aquele olhar era verdadeiro. Um olhar triste.
- Não vá, por favor. Eu não irei te entregar, se é isso que está pensando. Eu... Prometo com a minha vida. — prometeu ele, me deixando surpresa. — Se eu trair sua confiança, você pode me matar. — continuou ele, me fazendo não ir embora. Meus pensamentos estavam confusos. Ele me prometeu sua vida.
- Eu podia te matar agora mesmo, sabia? — perguntei rindo, e ele fez "sim" com a cabeça. — Tudo bem... Só UMA chance. Se não arranco teu coração com minhas próprias mãos! — exclamei, fazendo-o me olhar assustado, mas sabendo no fundo que era brincadeira. Rimos, e segui ele, indo para sua casa. (N/A: Não pensem merda ok?)
Era impressionante... Um humano acabara de ganhar minha confiança...
Será que ele iria trai-la? Não... Não seria capaz. Eu espero.
Contínua...
Notas finais
Não deixem de comentar! =)
Beijooos até a próxima! xD
Perfil do Socialspirit: (o outro site que estou postando)
http://socialspirit.com.br/july-san
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