A Vocalista Da Banda Do Meu Irmão
25 Capítulo 24 - O Teste
Notas iniciais
Vocês não sabem o quanto estou pensando pra postar esse capítulo. Pc travando e internet lenta me deixa totalmente extressada aff
Se alguém quiser ouvir a música que a Ever canta nesse capítulo, procure por "My heart - paramore" não colocarei o link da musica aqui porque minha internet está uma droga como sempre KKK'
Acho que nesse capítulo vocês descobrirão quem é o descerebrado que terá um papel significativo na fanfic, fiquem atentas! (lembrando que não será o Jeremy!)
Tenham uma boa leitura!
Michael tocou a campainha da minha casa e Jack atendera, olhando para nós curioso. Comecei a tremer, temendo que meu irmão me reconhecesse e colocasse tudo a perder. Para a minha sorte, ele apenas abriu espaço para que pudéssemos passar por ele e entrar na minha casa.
Nos dirigimos a sala de ensaios, onde a porta se encontrava fechada. Paramos diante da porta.
Respirei fundo e olhei para o lado, vendo Michael com uma expressão relaxada. Sorri por dentro ao ver que mesmo com as nossas desavenças, Michael estava do meu lado, me ajudando, mesmo que fosse para que eu parasse de infernizar a banda.
E eu o amo. O amo como Ever Williams e como Claire Collins. O amo de todas as formas.
E então, ele pousou a mão na maçaneta da porta, olhando-me brevemente antes de girá-la de uma vez e abrir a porta, revelando que todos os descerebrados estavam ali, inclusive o meu irmão, que paralisou assim que me viu.
Um arrepio involuntário percorreu toda a extensão da minha espinha e eu temi que ele tivesse me reconhecido, mas continuei andando, enquanto sentia os olhares de todos sobre mim.
Até a hora em que Jeremy se levantou, vindo em nossa direção. Percebi tarde demais que eu tinha prendido a respiração.
– E aí, Michael! — Ele deu um sorriso para anjinho e logo em seguida, eles se abraçaram.
– E aí, Jeremy! — Michael respondeu empolgado.
Jeremy olhou para mim e deu mais um sorriso estonteante enquanto eu engolia em seco, incapaz de proferir alguma palavra.
– Essa é a sua prima? — Jeremy perguntou para Michael, ainda olhando para mim.
– É sim, Claire Collins. — Michael deu-me um pequeno empurrão e eu dei um sorriso forçado e repleto de apreensão.
– Oi, prazer Jeremy. — Fiz uma voz um pouco mais fina que a minha, pois Jeremy poderia reconhecer a minha voz e ferrar com tudo.
– Prazer Claire! — Ele respondeu. — Ei, caras venham conhecer talvez a nova vocalista da Bloodstream. — Meu irmão boboca chamou os outros descerebrados que logo vieram me cumprimentar com abraços e dois beijinhos no rosto.
Confesso que nessa hora eu senti náuseas por estar fazendo um contato desse tipo com a tribo inimiga.
Senti que todos eles lançavam-me olhares furtivos, principalmente o Daniel, o que me fez estremecer, mas de medo.
– Essa é a sua prima, Michael? — Perguntou Daniel sorrindo descaradamente.
– É ela sim. — Michael olhou-o um pouco carrancudo e sua voz denunciava toda a sua insatisfação com os sorrisos de Daniel.
Não entendi porque Michael estava agindo daquele jeito, mas isso não intimidou Daniel.
– Você é mais bonita do que o seu primo. — Daniel me olhou de cima a baixo e eu me senti pouco a vontade com seu gesto.
Michael bufou ao meu lado, revirando os olhos logo em seguida e eu sorri, decidida a pôr em prática um pensamento que tinha acabado de se formar em minha mente.
– Não ligue pro meu primo, a dor de cotovelo dele é maior do que a vontade de admitir que o que você acabou de dizer é verdade. — Todos gargalharam, mas Michael me olhou raivoso e eu apenas dei um sorrisinho triunfante em resposta.
– E você é a garota mais convencida que eu conheço! — Respondeu Michael, parecendo que iria me esganar a qualquer momento.
– E a dor de cotovelo só aumenta... — Comentou William.
– Vamos logo ao que interessa por favor? — Michael perguntou grosseiramente.
– Tá, vamos logo. — Respondeu Jeremy, dando uma risadinha.
Então, toda a tensão voltara ao meu corpo quando me lembrei porque eu estava ali, naquela sala de ensaios novamente, após uma série de flagras e humilhações, conversando amigavelmente com os amigos do meu irmão: Porque eu tinha virado outra pessoa e tentaria ser a nova vocalista de uma banda cheia de pessoas na qual eu não me dou bem.
Apesar de algo dentro de mim praticamente gritar para que eu desistisse dessa idéia insana, uma força ainda me impulsionava para a frente e foi essa mesma força que me fez parar em frente ao microfone, trêmula, mas ao mesmo tempo, confiante.
Peguei também o violão que estava recostado na parede e sentei em um banco alto. Michael ajudou-me na hora de ajeitar o pedestal do microfone, de forma que ele ficasse na altura da minha boca.
Dei uma rápida olhada em Michael, que ajustava o pedestal e seus olhos se voltaram para mim. Ele ainda parecia irritado, mas seus olhos queriam me dizer algo.
– Boa sorte. — Murmurou baixinho e eu apenas agradeci, dando um sorriso.
Aproveitei para posicionar o violão em minhas pernas enquanto Michael ia se sentar perto de Jeremy em um puff amarelo.
– Bom eu sou... Claire Collins. — Sorri forçado, odiando Jeremy por ter me feito estar aqui, disfarçada. Se ele tivesse me deixado cantar, eu não estaria aqui agora disfarçada. — E eu vou cantar uma música que eu gosto muito e se chama My heart da banda Paramore. — Os descerebrados sorriram, encorajando-me.
Comecei a tocar o violão, deixando que a melodia preenchesse os meus ouvidos e me deixasse totalmente envolvida e imune a todo o pavor e nervosismo.
Essa música significa muito para mim e me faz lembrar do Michael, que está bem na minha frente. Fechei os olhos quando comecei a cantar, embriagada pela canção e pelos sentimentos que preenchiam-me de dentro para fora. Todos estes sentimentos me lembravam o Michael. Todos.
– I am finding out that maybe I was wrong. That I've fallen down and I can't do this alone. Stay with me, this is what I need, please? Sing us a song and we'll sing it back to you. We could sing our own but what would it be without you?
(Eu descobri que talvez eu estivesse errada. Que eu caí e, não posso fazer isso sozinha. Fique comigo, isto é o que eu preciso, por favor? Cante-nos uma música, e a cantaremos de volta pra você. Nós poderíamos cantar sozinhos,mas o que isto seria sem você?)
Me concentrei somente em mim mesma e na música que eu tocava. Não ousei olhar para ninguém, muito menos para o Michael, temendo que se eu olhasse para ele, algo dentro de mim fosse confessar o que eu sentia por ele através da música.
– I am nothing now and it's been so long. Since I've heard the sound, the sound of my only hope. This time I will be listening. Sing us a song and we'll sing it back to you. We could sing our own but what would it be without you?
(Eu nem sou nada agora e faz muito tempo. Desde que eu escutei o som, o som da minha única esperança. Desta vez eu estarei escutando. Nos cante uma música e nós cantaremos de volta pra você. Nós poderíamos cantar sozinhos mas o que isto seria sem você?)
A cada nota que eu colocava no violão e cada som e palavra que saía da minha boca, eu me sentia mais feliz. Era como se eu pertencesse a música e fizesse parte dela. Toda a vez que eu cantava alguma canção, ou quando estava apenas ouvindo, eu sentia que eu e a música nos tornávamos uma coisa só e que nada podia nos separar.
– This heart, it beats, beats for only you. This heart, it beats, beats for only you... Oooh! This heart, it beats, beats for only you, my heart is yours. This heart, it beats, beats for only you, my heart is yours.
(Este coração, bate, bate apenas por você. Este coração, bate, bate apenas por você... Ooooh! Este coração, bate, bate apenas por você, meu coração é seu. Este coração, bate, bate apenas por você, meu coração é seu.)
Cantei essa parte olhando diretamente para o Michael. Quando percebi o que eu estava fazendo, já era tarde demais, pois ele me olhava com a mesma intensidade que eu olhava para ele.
Essa canção tinha duas versões, a versão original (com guitarra, bateria e todos os outros instrumentos) e a versão acústica que era apenas com o violão. A música já chegava ao final, e eu apenas encurtei o tempo da música, fazendo algo diferente no fim da canção, cantando a primeira estrofe da música e assim, terminando-a.
– I am finding out that maybe I was wrong...
(Eu descobri que talvez eu estivesse errada...)
Assim que terminei de cantar a canção, um silêncio instalou-se na sala. Com as mãos suando e com as pernas tremendo, tive medo de que eles não tivessem gostado da minha apresentação.
A atmosfera densa me rodeou até que Jeremy, Daniel, Rafael, Paul, William e Michael se levantaram e apaludiram-me de pé fervorosamente.
Sorri envergonhada ao ver o jeito que o Daniel me olhava mas não mais envergonhada ao ver o jeito que o Michael me olhava.
Ele parecia... orgulhoso de mim e isso encheu meu peito de felicidade.
Logo em seguida, Jeremy e os outros se entreolharam. Eles caminharam em minha direção, sorrindo abertamente.
– BEM-VINDA A BLOODSTREAM! — Gritaram em coro.
– Isso é sério? — Perguntei emocionada.
– Sim! — Respondeu Jeremy, simpático.
– AAAAAH! Obrigada! — Soltei um grito histérico e me joguei nos braços de Michael sem pensar duas vezes.
Quando nos abraçamos, eu senti uma alegria tão grande que me fez ter vontade de sair dançando por aí.
Michael me tirou do chão, rodopiando-me, e eu desejei que esse momento durasse para sempre.
(...)
Depois de toda a comemoração, eu e Michael nos despedimos dos descerebrados e fomos embora. Entrei no carro do Michael radiante e satisfeita, por tudo ter dado certo.
Michael ao meu lado sorria, tão feliz quanto eu e deu a partida no carro rindo, enquanto o som de Linkin Park adentrava o veículo.
– Parabéns, Claire! — Disse anjinho entre risadas.
– Obrigada, eu estou muito feliz! — Soltei outro gritinho histérico e dei vários soquinhos no ar demonstrando toda a minha felicidade.
– Parece que o Daniel gostou muito de você, Ever. — O humor de Michael mudou quando ele pronunciou essa frase.
– Ele gostou da Claire e não de mim. — Olhei para Michael e percebi que ele não concordava comigo. — Eu e você sabemos que a Claire é só um disfarce. É uma garota bonita que usa maquiagem e roupas de marca. Mas eu sei que no fundo, continuo sendo a Ever. Uma menina rebelde e que se veste como uma rockeira. Essa sim sou eu, Michael.
– Eu sei disso. Só peço que tome cuidado com o Daniel. Ele é bem perigoso quando quer. — A voz de Michael era cautelosa e melódica.
– O que isso quer dizer? — Perguntei, temendo a resposta.
– Que Daniel não é flor que se cheire. — Odeio quando as pessoas me respondem como se fosse um enigma!
– Eu repugno a maior parte dos integrantes daquela banda. Acha mesmo que vou deixar que Daniel se aproxime de mim? — Lembrei-me de tudo o que ele e todos os outros garotos me fizeram passar. Cada humilhação e risada que deram as minhas custas.
– Só estou te alertando. — Anjinho estava sério e esquisito. — Você vai se trocar na casa da Caroline? — Michael mudou de assunto bruscamente.
– Sim.
– Então, está entregue. — Nem percebi que já tínhamos chegado na casa de minha melhor amiga.
– Tchau, Michael. — Dei um sorriso.
– Tchau Ever. — Ele retribuiu o sorriso, mas percebi que esse mesmo sorriso, não tinha chegado aos seus olhos.
Saí do carro e parei na porta da casa da minha amiga, tocando a campainha sorridente. Ela atendeu-me prontamente com uma expressão curiosa em seu rosto.
– E aí, como foi? — Perguntou quando entrei em sua casa.
– EU ESTOU NA BANDAAAAAA. — Começamos a gritar e rir que nem idiotas. Caroline me deu um abraço e começamos a pular, ainda abraçadas.
– Nem acredito nisso! — Nos separamos do abraço mas continuamos rindo. — Ninguém desconfiou? — Fomos para o quarto de Caroline, que era todo cor de rosa.
– Não, ninguém. Foi incrível amiga! O que eu odiei foi ter que fingir simpatia e ter que confraternizar com aquele bando de malucos. — Revirei os olhos, arrancando a peruca de minha cabeça. — E o Daniel ficou dando em cima de mim, acredita? — Caroline explodiu em uma gargalhada estrondosa quando eu disse isso.
– Então, o descerebrado branquelo e descolado está afim de você? — Caroline continuava rindo.
– De mim não, e sim da Claire! — Corrigi-a.
– Não deixa de ser a mesma pessoa! — Carol colocou pilha.
– O que eu menos quero agora é esse branquelo dando em cima de mim. Isso vai atrapalhar tudo! — Bufei entrando no banheiro para trocar de roupa.
– E o Michael?
– Ficou emburrado por causa do Daniel! Ficou me falando pra tomar cuidado com o Daniel, que ele é perigoso quando quer e blá, blá, blá. — Falei enquanto colocava uma camiseta surrada.
– Então ele ficou com ciúmes! — Carol estava impressionada.
– Duvido! O Michael deve ter ficado irritado com a ousadia dele. Ele mal me conhece e já ficou me cantando...
– Deixa de ser iludida, Ever! — Ralhou minha amiga.
– Não estou sendo iludida e sim realista tá legal? — Guinchei me enfiando em um jeans amarrotado.
– Para de palhaçada garota! Michael está com ciuminhos do Danielzinho porque ele tá apaixonadinho, uh la la la uh la la la! — Caroline começou a cantarolar uma música com uma melodia totalmente sem nexo.
– Para com isso! — Pedi, abrindo a porta do banheiro. — Droga, ainda tenho que tirar essa maquiagem da cara! — Bufei.
– Vai se acostumando com isso, Ever. De agora em diante vai ser assim. — Choraminguei irritada. — Como você tem uma boa amiga, eu vou te ajudar. — Ela veio até mim e pegou uns produtos que eu não sei pra que serviam e começou a tirar a maquiagem do meu rosto.
Depois de estar devidamente arrumada, coloquei o disfarce da Claire dentro da mochilha, despedi-me de minha amiga e fui para casa, encontrando os descerebrados boys rindo e comemorando na cozinha junto ao meu pai então, guardei a mochila escondida em meu quarto e fui ver o que os bestas estavam aprontando e o porque do meu pai estar lá também.
– Olá pessoal. — Saudei os bonecos humanos cinicamente enquanto eu pegava um copo d'agua.
– Sabia que agora temos uma NOVA VOCALISTA em nossa banda? — William perguntou em tom zombeteiro.
– Hum... é mesmo? — Todos começaram a rir, menos William. — E o que eu tenho com isso?
– O nome dela é Claire Collins, uma linda e talentosa garota. — Complementou Daniel, esperando que isso me afetasse.
Papai ria, alheio as provocações que destilávamos.
– Como se eu me importasse. — Dei de ombros, bebendo minha água.
– Então pai, a banda vai mesmo tocar no baile da Escola de Artes, não é? — Assim que Jeremy terminou de fazer a pergunta, eu me engasguei com a água, cuspindo pra tudo que é lado.
FERROU COM TUDO! A banda iria tocar no baile, eu estava literalmente FERRADA!
Eu e a Claire teríamos que estar... no mesmo local! Como eu iria fazer isso? Como ser duas pessoas ao mesmo tempo sem cometer um homicídio?
– Vai sim, tratem de ensaiar. — Papai deu um tapinha nas costas do meu irmão mais velho enquanto eu saía correndo da cozinha, tentando me recuperar do engasgamento, deixando para trás, um bando de idiotas que riam da minha cara vermelha devido ao engasgamento.
Fui para o meu quarto e me tranquei lá. Peguei meu telefone e disquei o número do Michael, que demorou pra atender o maldito telefone.
– O que você quer? Bateu saudades, foi? — Revirei os olhos com o sarcasmo do bobão.
– Não, sua mula! Você sabia que a banda vai tocar no baile da Escola de Artes? — Falei engasgada.
– Sabia sim, e daí? — Perguntou indiferente.
– Você é um burro mesmo! Eu e a Claire Collins TEREMOS que estar nesse baile. As duas juntas, no mesmo lugar. — Eu estava desesperada.
– Droga, eu não tinha pensado nisso. — Apesar de sua reação, o tom de sua voz mostrava-se calmo.
– Então, agora que eu refresquei a sua memória e se acha o sabichão, pode me dizer como você pretende me fazer estar em um lugar sendo duas pessoas diferentes? — Destilei o meu sarcasmo.
– Estou pensando, engraçadinha. — Contive o ímpeto de revirar os olhos.
– Então pense rápido! — Ordenei.
– A única solução que eu vejo pra isso, é fazer você ir para o baile como você mesma, enrolar seu pai, ir pro banheiro perto de dar a hora de nos apresentarmos e pôr o disfarce. Depois da apresentação, você enrola um pouquinho como Claire Collins depois finge ir embora, corre pro banheiro e aproveita o baile como você mesma já que a sua presença é importante para o seu pai. — Fiquei pensando no plano idiota do Michael por alguns minutos. Isso iria dar merda! Eu iria me atrapalhar toda!
– Isso é um absurdo! Vou ter que providenciar dois vestidos! Fora os preciosos minutos que eu vou gastar trocando de roupa! A banda não pode tocar neste evento! — Eu já imaginava a cena na minha cabeça:
Eu toda enrolada com peruca e vestidos dentro do banheiro feminino que está sempre cheio, ofegante, tendo que dividir atenção a todos que vierem falar comigo. Fora o meu pai que pode notar meu sumiço enquanto eu estiver vestida como Claire e pôr tudo a perder.
– Até parece que o Jeremy e os outros vão abrir mão de uma oportunidade dessas! Eu e Caroline podemos providenciar seu vestido como Claire Collins. — Arregalei os olhos instantâneamente.
– Você faria isso mesmo? — Perguntei embasbacada.
– Aham. Arranje seu vestido. Deixe que da Claire, eu me preocupo. — Assenti.
– Ok. — Desliguei o telefone, pensando no quanto esse baile seria cheio.
Cheio de confusões, cheio de trapalhadas e... cheio de gente.
O que será que ia acontecer daqui pra frente? Eu não sabia. A única coisa que eu tinha certeza, era que agora eu não podia desistir desse disfarce. Eu teria que ser Claire Collins, mesmo que isso signifique ter uma vida dupla e cheia de confusões. Eu concordei com o Michael e tinha que arcar com as consequências.
O que estava feito, estava feito e agora, não tinha mais volta.
Notas finais
E bom... Daniel será o descerebrado que terá um papel importante aqui na fic. Agora, vcs devem estar achando que ele é um idiota mas depois vcs vão ver que ele pode ser um cara bem legal mas por enquanto, vou deixar isso no suspense KKKK
Michael com ciumes do Daniel é a coisa mais fofa do mundo! Ele e a Ever estão começando a se dar bem *u*
E a Carol é mt engraçada, só ela mesmo pra abrir os olhos da Ever quanto seus sentimentos e os sentimentos do Michael!
Meninas, eu estive pensando e fiz um cronograma de postagem das minhas fic's. A vocalista da banda do meu irmão será atualizada sempre as terças-feiras o que acham?
Ao menos que eu tenha algum imprevisto e não consiga postar nesse dia mas fora isso, todas as atualizações dela serão nas terças ok?
Comentem esse capítulo meninas por favoor! É muito importante pra mim ler os comentários de vocês e poder respondê-los! Amo muito fazer isso.
Tenham uma boa tarde meninas! s2
Fale com o autor