Notas iniciais
Eu tava sumida, né? Blame on the school, dont blame on me! Sério, a escola é a culpada de tudo isso :v Esse ano comecei a estudar em uma escola que é em tempo integral, isso acabou tirando o tempo que eu tinha para escrever a fic (para desenhar também ;-;).

Com Herbert...

– Sabe, Klutzy, eu acho que estou começando a gostar da Jessye. – Herbert disse sentado no sofá verde e velho.

– Click? Clicky click-click. (Você? De jeito nenhum.) – respondeu Klutzy.

– Eu sei que parece improvável, mas tem alguma coisa nela. Alguma coisa diferente, que outros pinguins não têm.

– Click clicky? (E o que seria isso?)

– Eu não faço ideia. Talvez seja o jeito que ela confia em mim, eu acho. Mesmo ela sendo minha aliada, ela deveria me tratar com frieza, não? Qualquer um me trataria assim.

– Click. (Sim.)

– Ela é gentil comigo. Nenhum pinguim nessa Ilha estúpida me trata com gentileza.

– Click-clicky click. Clicky click. (Ela não é como os outros. Todos querem te prender.)

– Sim, eu sei – Herbert respondeu amargamente – E, algum dia, talvez, eles vão conseguir.

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Com Gary e Jessica...

Gary e Jessica saíram do laboratório e foram andando em direção a uma sala da EPF com apenas outros três agentes que estavam conversando.

Os dois então se sentaram em um sofá no canto da sala. Gary queria conhecer Jessica um pouco mais e estava nervoso.

– Então, Jay... Eu gostaria de te conhecer melhor, saber um pouco mais sobre você, sei lá...

Jessica riu um pouco do nervosismo de Gary.

– Claro – ela respondeu sorrindo – O que você quer saber sobre mim?

– Hm... – Gary tentava pensar em alguma coisa – Que tipo de música você gosta?

– Bem, eu gosto de gêneros musicais variados, como indie rock, punk, pop, eletrônica, rock alternativo, R&B... E eu gosto de música clássica também.

– Interessante... Você tem um gosto muito diversificado, não gosta de uma coisa só. E eu também aprecio muito música clássica. – Gary respondeu sorrindo – Eu poderia, talvez, saber qual é o seu verdadeiro nome? Você sabe o meu, mas eu não sei o seu ainda.

– Ah, sem problemas – ela sorriu – Meu verdadeiro nome é Jessica.

– Jessica... – Gary disse – Que nome lindo. Posso chamá-la apenas de Jessica, então?

– Claro que pode. – ela respondeu – Agora, é minha vez de fazer perguntas. – Jessica fez uma pausa para pensar em alguma pergunta – Então, Gary, qual é o seu passatempo favorito? Suponho que seja inventar.

– Você está certa – ele riu – Inventar é o meu passatempo favorito. E o seu seria...?

– Cantar e desenhar – Jessica respondeu.

– Então você canta e desenha? – Gary disse bem curioso – Eu poderia ver alguns dos seus desenhos ou ver você cantar?

– Bem, meus desenhos você pode ver, mas me ver cantar nem no meu último dia de vida. – ela respondeu rindo.

– Oh, não diga uma coisa dessas. Por que eu não poderia ver você cantar?

– É complicado. Não sei desde quando, mas tenho um medo enorme, não só de cantar, apenas falar na frente de outros pinguins. Me deixa extremamente nervosa. Eu entro em pânico.

– Entendo. – Gary respondeu – O nome disso é glossofobia.

– Glossofobia? – Jessica perguntou confusa.

– Sim, glossofobia é o medo de falar em público. – ele respondeu – Um dos sintomas mais comuns é a sensação de pânico, como você disse.

– Uau... – Jessica disse levemente surpresa fazendo Gary rir um pouco. – Mas ainda acho que é uma coisa de nada, só um medo.

– Uma fobia nunca é uma coisa de nada. – Gary respondeu. – Aliás, eu me preocupo com você.

Essa resposta deixou Jessica corada e Gary riu um pouco disso. Gary ia começar a falar algo, mas foi interrompido.

– Awn, vocês dois são tão fofos! – Dot disse do nada, assustando Jessica, Gary e os outros três agentes que estavam na sala. – Casem-se logo e tenham vários pinguinzinhos!

– Dot! – Jessica e Gary disseram em um uníssono. Agora, Gary também estava corado.

– O que? – ela riu – É apenas a verdade.

– Dot, eu já te disse. Eu e Gary somos apenas amigos. Amigos. – Jessica respondeu.

( nesse momento, o Gary estava calado e pensando coisas do tipo “friendzone... ela chega quando você menos espera”)

– Amigos? – Dot disse – Ah, Ace, eu sei bem que tipo de amigos vocês dois são.

– Não me chame de Ace...

– Cara do Foguete disse o mesmo sobre eu e ele alguns anos atrás... – Dot respondeu, ignorando totalmente o comentário de Jessica. (N/A: shippo a Dot com o Cara do Foguete mesmo. Tá achando ruim? ME PROCESSA FOFA — n)

– Ela e o Cara do Foguete estão... Juntos? – Jessica pensou.

– Já posso até ver vocês dois na capa de alguma revista: Gary e Jay, o par mais improvável vai se casar este final de semana! – Dot disse animadamente.

– Santa sardinha, Dot! – Gary disse já irritado – Ninguém vai se casar aqui.

– Ainda. – Jessica disse sorrindo, fazendo Gary corar. Amo fazer isso! ela pensou.

– Viu, Gary? Só falta você dizer sim. – Dot disse rindo junto a Jessica da reação de Gary.

– Você vai me enlouquecer um dia. – Gary suspirou.

– Nah, que exagero – Dot começou – Eu gosto de vocês dois juntos, só isso.

– E você poderia nos dizer o motivo, Dot? – Gary perguntou desconfiado.

– Bem, é um motivo bem óbvio. Tipo, tá na cara que é porque – Dot tentava responder mas não encontrava as palavras certas – Ah, eu gosto porque gosto e pronto. Não precisa de motivo ou explicação.

– Ótima desculpa. – Jessica riu.

– Hey, não é uma desculpa! – Dot defendeu-se – É que vocês seriam tão fofos juntos. Não sei, vocês tem algo diferente. Algo que os outros casais não têm.

– Mas eu e Jay não somos um casal, Dot. – Gary respondeu.

– Ainda. – Jessica repetiu fazendo Gary corar de novo.

– Viu só? – Dot começou – Vocês não são um casal, mas conseguem ser um casal muito mais casal que outros casais que são casais de verdade! (¿QÜĔ?)

– Eu não entendi nada do que você acabou de dizer. – Gary e Jessica disseram ao mesmo tempo.

– Muito menos eu! – Dot disse sorrindo – Acho que bebi muita Cream Soda hoje... – então ela saiu com a nadadeira na cabeça.

– É, parece que ela não está bem hoje. – Jessica disse rindo.

– Pff, só hoje? – Gary respondeu rindo também. – Oh, olha a hora! A inauguração do museu é daqui a quarenta minutos!

– Mas já? Caramba, o tempo passou bem rápido. – Jessica disse – É melhor eu ir ao meu iglu para me arrumar.

– Sim, melhor eu fazer isso também. – Gary respondeu – Hey, eu posso te buscar no seu iglu?

– Ah, sim, claro. – Jessica sorriu, pegou uma pequena folha de papel e uma caneta e começou a anotar – Bem, este é o endereço do meu iglu. – então ela entregou o papel para Gary e deu um beijo em sua bochecha – Até mais!

Gary ficou parado igual a uma estátua e esperou Jessica sair da sala.

– Santa sardinha... – ele estava chocado e corado ao mesmo tempo – Ela me beijou... Ela me beijou!

Notas finais
Bem, esse capítulo é na verdade a metade do quinto capítulo. Originalmente, eu planejava um capítulo com mais de 2.000 palavras (já tinha escrito 1.332 palvras), mas não estava mais conseguindo escrever por falta de tempo. Bem, como eu não queria deixar a fic empoeirando aqui, decidi cortar o cap e postar =D espero que tenham gostado ♥