Notas iniciais
Hello meus CupCakes..! Desculpe a demora para posta. Obrigado a todos que comentam no capitulo 46. Eu ainda não tiver tempo de responde os comentários, mais li todos eles. Muito obrigado mesmo. ^^ Espero que gostem do capitulo. Boa Leitura!

Minutos depois de o sol raiar, Sakura aproximou-se do marido e pôs a perna por cima dele, despertando-o do sono. Ele alisou sua coxa e subiu para as nádegas. Ela abriu os olhos sorrindo e essa foi à motivação que Sasuke esperava para ir para cima dela.

Sakura: Achei que ontem você iria me agarrar, mesmo eu negando.

Sasuke: Faltou pouco.

Sakura: O que estamos fazendo, Sasuke?

Sasuke: Nada. – e isso chateou Sakura que desviou seu olhar do dele.

Sakura: Solte-me. – ela falou querendo sair da cama.

Sasuke: Só depois de eu me satisfazer. – ela energizou as mãos e ele ativou o Sharingan – Nunca ira ganhar, eu prevejo tudo o que fará.

Sakura: Vai me forçar a transar é?

Sasuke: Você escolhe, ou por bem... – ele afastou as pernas dela com as suas, encarando seus lábios carnudos que se moviam rapidamente – Ou eu te lanço um genjutsu que depois nem se lembrará.

Sakura: Não vou desistir.

Ele segurou os pulsos dela com uma só mão e com a outra rasgou sua camisola branca.

Sakura: Hei, custou caro, não precisava rasgar.

Sasuke: Você fica bem melhor nua.

Sakura: Então sairei nua por aí.

Sasuke: Experimenta! – falou caindo de boca nos seios dela que apontavam excitados em sua direção. Lambeu um e outro e mordiscou os mamilos.

Sakura: Ai... – ela reclamou zangada – Não morde.

Sasuke: Ninguém manda ser gostosa. – ele disse sorrindo com o canto dos lábios.

Enquanto a mantinha presa, desceu a sua calça. Sakura esperava com inquietação o que o marido faria a seguir.

Sakura: Solte-me, não vou fugir. – ele afrouxou as mãos e foi o bastante para ela sair correndo da cama – Bobão. – e como um raio, Sasuke a pegou e prensou contra a parede – Eu nem vi seu movimento.

Sasuke: Você não vai fugir. – ela sorriu marota.

Num ato preciso, Sasuke a pôs com as pernas abertas no seu quadril, penetrando-a lentamente, sentindo seu membro ser engolido pela intimidade apertada e contraída.

Sasuke: Sakura se solta, caramba, parece que tem medo de fazer sexo.

Sakura: Você é um bruto! Ainda sinto dor. – uma lágrima escorreu pelo seu olho.

Sasuke: Por que você chora tanto, hein? – indagou movimentando-se dentro dela, entrando e saindo.

Sakura envolveu seus braços já libertos em torno do pescoço dele que a levou até a beirada da cama, dobrou um pouco os joelhos e levantando e abrindo bem as delineadas coxas, estocava com vontade. Via perfeitamente a exposição do ato sexual.

Sasuke: Gostosa. Está gostando hein sua sem vergonha? Eu sei que gosta de ser fodida... – ela começou a sentir algo diferente, a dor já não mais se fazia presente dando espaço a um prazer muito grande. Sentia-o bater bem no fundo, quase ao útero – Hum, boceta apertadinha, delícia...

Sakura: Ahhhh... Isso Sasuke, mete mais, mais... Ah, Saasuukee... – o som dos sexos se chocando, o cheiro de ambos espalhando-se pelo quarto, ele apoiou as mãos nos seios dela, apertando-os, massageando-os.

Ele achou que demoraria mais, mas acabou derramando-se dentro dela, dando algumas últimas estocadas para aliviar-se totalmente. Caiu por cima do corpo da rosada que ofegante olhava-o com seus orbes cerrados.

Sasuke: Você não chegou lá.

Sakura: Não sinto prazer com você! – ela disse e o fez arquear uma sobrancelha.

Sasuke: Mentirosa, estava gemendo meu nome agora a pouco.

Sakura: Eu fingi. – e sorriu, não conseguia mentir – Sai de cima de mim. – ela pediu, mas sentiu-o ficar duro dentro de si, sem nem ao menos tirar – Você não se cansa não?

Sasuke: Não com esse corpinho gostoso embaixo de mim.

Sakura: Agora é sério Sasuke, sai.

Sasuke: Sai é aquele esquisito que quis tomar meu lugar. – Sakura o empurrava sem sucesso.

Sakura: Eu tenho que ir trabalhar! Tenho horário Sasuke Uchiha! – exclamou.

Sakura: Só de manhã, minha flor de cerejeira... – disse de modo irônico, saindo de dentro dela – A tarde você começa a trabalhar comigo, na Anbu.

Sakura: Como assim? Eu não quero!

Sasuke: Não tem que querer.

Sakura: Mas e os meus pacientes, meus estudos científicos e programas de tratamentos?

Sasuke: Os pacientes a Ino e aquele doutorzinho de merda dão conta e o restante está adiado. Ou você prefere se divorciar e não obter nunca a guarda do seu filhinho Ulke?

Sakura: Idiota chantagista, mas uma coisa eu vou te avisar Sasuke, não há amor que resista a tanta indiferença, frieza e grosseria.

Sasuke: Não seja boba. Você é como qualquer outra mentirosa e vai acabar me traindo.

Sakura: Eu jamais o trairia. Eu te amo Sasuke.

Sasuke: É engraçado, pois me lembro do Itachi me dizendo a mesma coisa antes de aniquilar toda nossa família e me deixar... Deixar-me... Assim como sou hoje.

Sakura: NÃO SOU PORRA DE ITACHI NENHUM, NÃO ME COMPARE ÀQUELE ASSASSINO! – gritou e teve seu pescoço prensado contra a parede. Os orbes esmeraldinos arregalados de medo diante ao Sharingan no nível máximo. Ela piscou tentou tirar as mãos dele de sua traqueia, mas antes que tomasse qualquer atitude o ar faltou aos seus pulmões, fazendo-a cair desmaiada.

Só depois que a rosada fechou os olhos é que o Uchiha percebeu a violência que cometeu contra ela. Agachou diante ao corpo sem sentidos e virando-a de forma que a respiração ficasse mais fácil, viu as marcas de seus dedos no pescoço alvo e delicado da moça.

Sasuke: Que diabos estou a fazer com essa garota? Ah, que inferno! – praguejou com os olhos espremidos em raiva.

Pegou-a do chão e a pôs na cama. Lembrou-se que ainda tinha de recolher material para fazer o tal exame que a Hokage queria, tratou de ir para outro quarto daquela imensa casa. Preferiria mil vezes que Sakura o estivesse ajudando naquela tarefa, mas o modo com o qual a vinha tratando, achou praticamente impossível conseguir chegar perto dela novamente.

Realizou o exame e tomou um banho após, trocou de roupa, colocando um uniforme da Anbu e ia saindo do quarto, quando percebeu que Sakura nem saíra da posição em que ele a colocara. Estava depois de hora ainda desacordada. Sentou ao seu lado e não conseguiu segurar um sorriso nos lábios.

Sasuke: Como sempre, complicada e perfeitinha!

Afastou alguns fios rosados de sua face e alisou as bochechas. Nesse momento um assunto preencheu sua cabeça.

Sasuke: E se você for mesmo minha irmã? – resmungou se levantando – Que droga! – levou às mãos a cabeça e alisou o cabelo nervosamento — Mas que merda estamos fazendo? – bufou saindo do quarto sem olhar para trás.

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Hinata caminhava triste pelas ruas, quando seu olhar bateu numa pessoa... Uzumaki Naruto.

Ele não a havia visto e a mesma estava disposta a ir até o mesmo, mas parou ao meio da rua ao ver que uma saltitante e bonita garota caminhava em direção ao loiro e lhe dava um sutil beijo nos lábios. Ele não correspondeu, mas tocá-la á cintura foi o bastante para seus olhos cerrarem em lágrimas.

Se fosse uma qualque, ele não enlaçaria com seus braços. Mas Naruto estava tão ressentido que levaria qualquer uma para sua cama, na inútil tentativa de esquecer sua morena. Sim, ele havia deixado aflorar aquele sentimento novo em seu peito e se arrependeu. Jamais permitiria que isso, de novo, acontecesse.

“- Uma vez só já basta agora somente o prazer e nada mais...” – era o que ele pensava.

Levou a garota para o seu apartamento e jogou-a na cama de uma só vez. Ela tirava a roupa, sensualmente, mas o Uzumaki sem paciência alguma para vê-la se despir, rasgou sua roupa com uma kunai.

– Oh... Naruto-kun está apressado!

Naruto: Não me chame assim! – exigiu com a carranca estampada.

– Hum, tudo bem... – ela disse abrindo-se para ele que caiu de boca nos seios fartos. Aquela menina nada tinha de parecida com sua Hinata, mas servia para aliviar-se e como foi fácil convencê-la a ir, não pensou duas vezes.

Sem dar tempo às preliminares ele a penetrou, queria sentir todo o prazer a que tinha direito e depois desfazer-se de sua pessoa, aliás, nem lembrava o nome da fulaninha com quem estava a se deitar.

Já fazia duas semanas que isso estava acontecendo.

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Sakura acordou levando a mão ao pescoço dolorido. Viu a janela aberta e seu corpo coberto por um fino lençol. Não se lembrava de ter desmaiado na cama, mas deduziu que Sasuke a colocara ali.

Sakura: Pelo menos não me deixou no chão. – ela tomou um banho e dentro do box de blindex pensava em tudo e colocou a mão espalmada na parede. Aquilo precisava ter um fim. Não suportava mais ser ignorada, mas agredida não. Isso era inadmissível e trazer uma criança inocente para um convívio conflituoso como aquele não era nada saudável – Nem um beijo me deu, nem um único beijo desde que nos casamos. – oh, chorou. Por mais que eles pudessem ser irmãos, aquilo doía, doía muito. Mais o que diabos Tsunade andava fazendo que ainda não perdiu o teste de DNA.

Foi até seu closet, envolta na toalha. Viu um uniforme da Anbu por cima de suas roupas e o vestiu. O traje marcava suas curvas femininas. Agradeceu mentalmente pela blusa preta ter gola alta para ocultar as marcas em seu pescoço. Ela prendeu os cabelos num rabo atrás da cabeça. Seria a primeira e última vez que vestiria aquilo. Ela não era mais uma guerreira e sim médica. Naquele dia abandonaria de vez Sasuke Uchiha.

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Sasuke por sua vez entrava no hospital e entregou nas mãos da Ino, embrulhado num saco e envolto num outro o seu material para análise.

Sasuke: Uma palavra loira e eu corto sua língua.

Ino: Só uma pergunta Sasuke. A Sakura te ajudou com isso? – e mostrou o embrulho, com um sorriso malicioso nos lábios. Ele ia tirando uma kunai afixada a sua roupa quando Ino saiu correndo – Pronto em duas semanas! – ela gritou.

Ele se permitiu sorrir daquilo. Era constrangedor, ao pensar na possibilidade de uma coleta, bem prazerosa. Deu meia volta e ao virar-se lembrou de que precisava ir até o prédio dos Anciões. Murmurou um “Saco” e foi. Aturar a falsidade e hipocrisia daqueles dois acabava com seu dia.

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Sakura procurou por Sasuke na base da Anbu, mas não o encontrou. Soube por terceiros que o viram andando em direção ao prédio dos Anciões e fora para lá. O lugar, sempre muito deserto – raramente pessoas se expiavam a trabalhar por lá, era penoso conviver com tais velhos – a rosada viu-se a vontade para entrar sem se anunciar. Chegando a sala escutou a conversa. Sasuke dizia aos idosos:

Sasuke: Achei cretina a ideia de mandar Anbus atrás de um objeto. Isso é ridículo. Mande seus guardas até lá.

– Não senhor Uchiha... – disse Koharu Utatane – É um lugar muito perigoso, é serviço para Anbus.

Sakura: Enquanto não atacarem a vila, vou ficar sentado no meu gabinete sem fazer nada.

– Você nos desafia Uchiha! – reclamou Homura, o velho – Isto é falta de respeito.

Sasuke: Não me venham falar de respeito. Só não cortei a cabeça de ambos, porque iria dar muito na cara. Tenho assuntos aqui em Konoha ainda.

– Por que então não manda sua irmã, ou melhor, esposa... – sorriu Koharu, ironicamente. —Àquele lugar?

Sasuke: Por que...

– Já está apaixonado, que bonitinho... — zombou a velha.

Sasuke: Não estou apaixonado porcaria nenhuma. Pra mim a Sakura não faz a menor falta, nem a mínima diferença. É uma mulher fraca, ingênua e chorona demais. Não suporto pessoas assim.

– Então porque se casou? – espantou-se o velho.

Sasuke: Porque eu queria dar uma bela foda, sem ficarem me enchendo o saco por conta de convenções moralistas.

Aquilo foi o bastante para Sakura. Fraca, ingênua e chorona, além de que, fora usada. Ela sentiu seu coração se quebrar naquele instante. Colocou a máscara em seu rosto para que ninguém a visse chorando e foi para a sala de comando de Sasuke.

Pegou o pergaminho da missão e saiu de Konoha. Iria sozinha para provar que fraca pelo menos ela não era. O ofício tratava do resgate de um objeto muito antigo de Konoha, precioso, que havia pertencido a vários Hokages. Era um triangulo de ouro, colocado em cima de um cetro. Levava gravado o símbolo da Vila da Folha.

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O hospital aquele dia ficou mais lotado do que o normal, e Hinata agradeceu por consegui escapar das missões da ANBU. Por um lado adorava trabalhar no hospital, mas por outro não queria pelo menos perder a chance de poder ver seu grande amor, já que na vila, raramente o viar.

Já de noite Hinata abriu a janela de seu quarto para poder refrescar o ambiente que passava o dia todo fechado e olhou a cidade dali do seu apartamento. Levou um pequeno susto quando viu a uns telhados a frente, Naruto, trajando o uniforme ANBU.

Ele que estava de perfil para a moça fitando o nada, sentindo a oscilação de chakra, virou o rosto na sua direção. A máscara estava de lado, presa com a fita, mas não cobrindo sua linda face. Ficaram nessa troca de olhares até ele sumir de suas vistas.

Hinata suspirou pesadamente e virou-se em seu quarto, pronta a ir ao banheiro. Sentiu bater contra algo e ao olhar um pouco para cima o viu:

Hinata: Naruto-kun?

Naruto: Por que estava me olhando tanto?

Hinata: Ah, você é bonito e estava lá tão pensativo e eu... Eu... – abraçou-o fortemente – Estou morrendo de saudade. – sentiu ser afastada.

Naruto: Para com isso, você mentiu pra mim.

Hinata: Quando? – indagou surpresa.

Naruto: Disse que fui seu primeiro homem, sendo que até grávida de outro já esteve. – foi rude, afastou-se dela numa distância segura. Amaldiçoou-se internamente, quando a viu sentar-se a cama e derrubar lágrimas, com o rosto abaixado.

Hinata: Eu não menti... – disse num fio de voz – Aquela foi realmente minha... Minha primeira vez. -ele riu sarcástico, passou a mão pela face, tirando aquela máscara da lateral de seu rosto e agachou-se perante a morena, erguendo com a ponta de seus dedos o queixo dela.

Naruto: Antes eu não saberia distinguir, Hinata, mas agora eu sei e você não era virgem nem aqui e nem em Suna.

Hinata: Eu nunca disse que era! – exclamou seca, limpando suas lágrimas – E se veio até aqui para me ofender outra vez, vá embora! – apontou para a janela aberta.

Naruto: Como quiser. —ele sumiu, deixando-a só naquele quarto que a cada dia que passava tornava-se maior e mais solitário, vazio.

Ah, como ela sentiu saudades de mora em seu clã, saudades de Hnabi que sempre alisava seu cabelo quando ela chorava, ou de Neji que sempre tinha uma palavra amiga para consolá-la quando algo ruim lhe acontecia.

Mas ela não queria volta. Não para ter seu pai cobrando-lhe explicações. Não para continua seguindo as regras deles.

Alguns dias depois, Tsunade chamou-a até sua sala e foi firme nas palavras:

Tsunade: Decida Hinata. Ou a ANBU ou o hospital, não dá para atuar nos dois lugares ao mesmo tempo.

Hinata: Quero ir para Suna. – contrapôs – Vou atuar lá por um longo tempo.

Tsunade: Mas por quê? Konoha é seu lar. O costume daquele povo é bem diferente do nosso, não vai se adaptar.

Hinata: São pessoas que adoecem tanto quanto nós, que possuem o mesmo coração e o mesmo ideal. Sem falar que eu já sou adaptada ao costume de lá. – manteve a decisão, mas sem olhar a Sensei frontalmente.

Tsunade: Está decidida? — a morena balançou a cabeça positivamente — Então espere somente o Sakura volta de uma missão

Hinata: Sério? – um sorriso iluminou seu rosto – Claro que eu espero!

Notas finais
... Não esqueçam de comentar! .... Críticas são sempre bem vindas...no entanto não aceito falta de educação! ....