A Usurpadora -cinco Anos Depois
30 Capítulo 30 Dia triste
Notas iniciais
Quero agradecer a todas que estão comentando, favoritando e recomendando, são vcs que me incentivam a escrever.
bjinho a todas, espero que gostem e comentem.
Paulina estava em um lindo jardim correndo livremente, estava linda com um vestido longo rosa claro, cabelos soltos e ao seu lado estava sua mãe e sua irmã Paola e as três juntas corriam e brincavam sem se importar com mais nada, como se o tempo tivesse parado, era um momento único para as três.
O jardim era muito parecido com o lugar especial que Carlos Daniel levou Paulina no dia do piquenique.
As três se abraçavam e gargalhavam alto estavam parecendo três crianças descobrindo o mundo e se descobrindo.
-
Os policiais cercaram a casa, era uma situação delicada, temiam pela vida da refém.
Policial: Aqui é a policia, a casa está cercada, saiam com as mãos para cima, não tem por onde vocês escaparem.
Nenhuma resposta, Carlos Daniel e Rodrigo assistiam a tudo de dentro da viatura, o delegado estava disposto a invadir a casa em cinco minutos se não houvesse nenhuma resposta.
Cinco minutos depois o delegado e sete policiais armados entraram em busca dos sequestradores e tentando salvar da vitima e se assustaram quando entraram em um dos banheiros da casa. Havia uma mulher inconsciente caída no chão, muito ferida e nua, muito sangue ao redor e encima da pia do banheiro uma câmera com um laço vermelho e um bilhete escrito para Carlos Daniel Bracho, todos os outros cômodos estavam vazios.
Delegado: Chegamos tarde, Pereira por favor chame o marido até aqui para fazer o reconhecimento.
Pereira: Sim senhor.
Delegado: Tenho pena dessa pobre moça, deve ter sofrido muito.
Juarez: Senhor delegado e agora?
Delegado: Continuaremos com as investigações até prendermos esses monstros.
Carlos Daniel e Rodrigo entram com o policial Pereira.
Delegado: senhor Bracho, receio não ter boas noticias.
Carlos Daniel: O QUE ACONTECEU?
Delegado: Esta é sua esposa?(mostrando o corpo no chão e já sabendo da resposta).
Carlos Daniel não conseguiu dizer nada simplesmente ajoelhou-se no chão e começou a chorar.Rodrigo chegou bem perto para consolá-lo.
Delegado: Deixaram isso aqui também (mostrando a câmera).
Carlos Daniel, Rodrigo e os policiais ligaram a câmera e assistiram o vídeo que Pablo e Julio haviam feito e a cada minuto um ódio mortal crescia dentro do peito de Carlos Daniel.
Delegado: Pereira, chame o IML e fotografe toda a cena do crime e essa câmera levaremos como evidencia e Juarez leve o senhor Bracho e seu irmão ao pronto socorro, foram emoções muito fortes para eles.
Carlos Daniel nada disse apenas deixou ser levado, Rodrigo estava incrédulo, não conseguia acreditar que Paulina estava morta e na brutalidade que Julio e Pablo a havia matado.
Rodrigo: Carlos Daniel eu vou ligar para avisar a família, estão esperando noticias.
Carlos Daniel apenas acenou, estava em estado de choque.
Piedade: Rodrigo, que bom que você ligou, conseguiram encontrá-la?
Rodrigo: Sim vovó.
Piedade: E como ela está?
Rodrigo não sabia de que forma diria isso.
Rodrigo: Como estão as crianças?
Piedade: Estão bem, aconteceu alguma coisa você está me deixando preocupada.
Nesse momento Patricia percebendo a aflição de vovó Piedade, pegou o telefone da mão dela.
Patricia: Rodrigo, sou eu, o que está acontecendo?
Rodrigo: Meu amor, vocês terão que ser fortes.
Patricia: Não pode ser...
Rodrigo: Nós vamos cuidar de tudo, vai demorar um pouco para o corpo ser liberado.
Patricia desligou o telefone e começou a chorar incessantemente, ela correu para abraçar vovó e embora não tivesse dito nada todos entenderam o que havia acontecido.
-
Rodrigo e Carlos Daniel foram para o hotel, mas ambos não conseguiram descansar.
Carlos Daniel não conseguia acreditar que sua doce Paulina estava morta, que agora estava só.
Carlos Daniel: Eu tenho que ir ao IML.
Rodrigo: Mano, não vão deixá-lo entrar, já foi feito o reconhecimento agora só farão a autopsia e os procedimentos padrões para depois liberarem o corpo.
Carlos Daniel: Mas eu tenho que ir e eu não vou descansar enquanto não encontrar esses dois, vou acabar com eles com minhas próprias mãos e não terei nenhuma misericordia ou remorso ao fazer isso.
Rodrigo: é perigoso mano deixa isso com a policia.
Carlos Daniel: Não tem como, vou agora mesmo contratar um detetive particular para localizá-los e depois irei ao IML.
Rodrigo sabia que não podia fazer nada para impedir Carlos Daniel, pois se estivesse no lugar dele faria o mesmo, então resolveu acompanhá-lo, estava muito preocupado com o irmão, sabia que Carlos Daniel não estava no seu normal.
-
Na mansão, todos inclusive os empregado estavam muito tristes, choravam muito e vovó Piedade acendeu uma vela e foi rezar para sua virgenzinha, não conseguia acreditar, não podia ser verdade que nunca mais veria Paulina.
Patricia acompanhou vovó em suas orações ambas pedindo um milagre.
Leda embora estivesse feliz e radiante por dentro, estava executando seu papel muito bem e todos realmente acreditavam que ela estava triste com a morte de Paulina.
-
Carlos Daniel e Rodrigo foram até o detetive, eles contaram só o essencial o detetive não precisava saber as intenções de Carlos Daniel, deu apenas dados que ajudariam a encontrá-los e deixou fotos dos dois também.
O detetive prometeu que começaria as investigações o mais breve possível.
-
No IML:
Suzan tirou o corpo de Paulina do saco preto e estava limpando-o para prepará-lo para autopsia.
Suzan: Você deve ter sido tão bonita, é uma pena o que aconteceu e ainda mais de uma maneira tão monstruosa.
Nesse momento Suzan percebeu que, embora estivesse quase imperceptível, Paulina estava com pulsação, uma pulsação muito fraca, mas ainda assim uma pulsação.
Suzan: DR WAGNER CORRE AQUI.
Dr Wagner: O que foi Suzan?
Suzan: Acho que ela está viva ( apontando para o corpo de Paulina).
Dr Wagner: Impossível Suzan, não tem como ela ter sobrevivido.
Suzan: Eu achei que tivesse sentido uma pulsação.
Dr Wagner: Está bem Suzan vou examina-la, mas não você verá que não é nada, apenas um processo natural do corpo após a morte.
Depois de ter examinado o corpo o médico vira para sua assistente.
Suzan: E então doutor?
Fale com o autor