A Usurpadora -cinco Anos Depois

31 Capítulo 31 Deise lábios de mel


Notas iniciais
Ola meninas espero que gostem e comentem bastante.

bjinhossss

Suzan: e então doutor?

Dr Wagner: Por favor chame imediatamente o diretor.

Suzan mesmo sem entender muita coisa foi chamar o diretor.

Diretor: Aconteceu alguma coisa Dr. Wagner?

Dr. Wagner: O corpo que chegou hoje, a mulher?

Diretor: Senhora Paulina Bracho, sim a mexicana, o que aconteceu?

Dr. Wagner: Ela está viva.

Diretor: Milagres existem, eu mesmo verifiquei e ela estava morta.

Dr. Wagner: Acabei de examiná-la, está muito fraca, mas está viva.

Diretor: Tratarei pessoalmente da transferência dela para o hospital e também avisarei ao marido dela, ele ainda deve estar no Brasil aguardando a liberação do corpo.

-

Carlos Daniel e Rodrigo chegaram ao IML, Carlos Daniel estranhou a movimentação, havia uma ambulância do lado de fora e alguns paramédicos entrando com uma maca.

Carlos Daniel: O que está acontecendo aqui?

Suzan: só estamos transferindo uma pessoa que veio para cá, mas está viva.

Carlos Daniel nesse momento sentiu uma pontada de esperança, será que era sua Paulina, tinha que ser.

Carlos Daniel: E quem é?

Suzan: Desculpe senhor, mas eu não posso informar, só podemos informar aos familiares.

Carlos Daniel: é que o corpo de minha esposa chegou hoje e seria uma dádiva, um milagre se ela estivesse viva.

Suzan: Qual o nome de usa esposa?

Carlos Daniel: Paulina Bracho.

Nesse momento o celular de Carlos Daniel começa a tocar.

Carlos Daniel: Alô?

Diretor: Senhor Bracho aqui quem fala é Felipe Gonçalves sou diretor do IML e tenho uma coisa para falar sobre sua esposa.

Carlos Daniel: Estou aqui no IML, se o senhor quiser me falar pessoalmente...

Diretor: ótimo, venha até minha sala então.

Rodrigo e Carlos Daniel foram até a sala do diretor.

Diretor: Senhor Bracho, tenho o prazer em informá-lo que sua esposa está viva.

Carlos Daniel nem conseguia acreditar no que estava no que acabara de ouvir, no mesmo instante começou a sorrir como uma criança e Rodrigo também se sentia mais leve.

Diretor: Ela está sendo transferida para um hospital nesse instante.

Carlos Daniel: Me da o endereço que estou indo para lá agora.

-

O detetive Renato Pinheiro resolveu começar imediatamente suas investigações, ele sempre foi muito bem recomendado por sempre cumprir seu dever e localizar as pessoas antes do prazo, ele tinha suas artimanhas e traçando o perfil de Julio e Pablo ele logo concluiu que seria fácil encontrá-los.

Ele tinha uma informante à prostituta Deise lábios de mel, ela o ajudava a localizar as pessoas e nessa noite ele decidiu ir vê-la.

Renato: Deisinha minha linda, quanto tempo?

Deise: Meu garanhão, você andou sumido.

Renato: Você sabe que meu trabalho as vezes faz eu ficar ausente.

Deise: Diz ai o que você manda? Ultimamente você some procura quanto está querendo localizar alguém.

Renato: Realmente preciso saber o paradeiro de dois homens, estes aqui (entregando a foto para ela).

Deise: Esse eu não conheço(apontando para Pablo), mas esse...

Renato: O que tem esse?

Deise: Esse é o Joãozinho, filho da minha madrinha, mas qual seu interesse nele?

Renato: Você sabe que eu não faço perguntas, a pessoa que me contratou pediu para localizá-los.

Deise: Perdeu seu tempo, a última vez que o vi ele estava indo para o México com uma moça bonitona de olhos azuis.

Renato: Por favor Deise me mantenha informado.

Deise: Pode deixar gostosão, porque você não aproveita e fica comigo essa noite em nome dos velhos tempos.

E assim os dois passaram a noite juntos.

-

No hospital.

Carlos Daniel e Rodrigo estavam aflitos atrás de noticias da Paulina, até que o médico veio falar com eles.

Carlos Daniel: Como está minha esposa?

Dr. Rubens: Não vou mentir para o senhor, o estado dela é muito delicado, ela perdeu muito sangue, levou uma forte pancada na cabeça e está com a perna esquerda fraturada, nesse momento ela está em coma induzido.

Carlos Daniel: O senhor acha que ela vai se salvar?

Dr. Rubens: é muito cedo para afirmar, estamos fazendo o possível, mas só o fato dela estar aqui mostra o quanto é forte e o quanto luta para viver.

Carlos Daniel: Ela sempre foi muito forte.

O médico volta para seu plantão deixando Carlos Daniel e Rodrigo preocupados, porém aliviados.

Rodrigo: Conto para a família?

Carlos Daniel: Espera ela ficar melhor e não correr mais risco nenhum, quero dar a noticia com plena certeza, mas te confesso que um peso enorme saiu de minhas costas.

Rodrigo: é verdade, agora vamos comer alguma coisa senão quem via ficar doente é você Carlos Daniel.

Carlos Daniel seguiu Rodrigo até a cantina, já se sentia disposto a comer, mas uma coisa era certa do hospital ele não sairia enquanto Paulina não acordasse.

-

Deise estava voltando para casa eram 5:30 h da manhã estava se lembrando da noite maravilhosa que tinha tido com Renato, apesar de sua profissão ela o amava e largaria tudo se ele a pedisse em casamento.

Estava perdidas em seus pensamentos quando avista sua madrinha.

Deise: Bom dia dinda como a senhora está?

Madrinha Dalva: Estou bem , minha filha e você não larga dessa vida mesmo hein, se sua mãe estivesse aqui ela já teria morrido de desgosto.

Deise: Dinda não vamos discutir outra vez pelo mesmo motivo, eu vou para casa dormir um pouco.

Madrinha Dalva: Tudo bem minha filha, o Joãozinho voltou.

Deise: Sério dinda? E como ele está?

M. Dalva: Está bem, ele se separou da mexicana e voltou para casa.

Deise: Espero que agora ele tome juízo.

M. Dalva : Não fale assim do meu menino, ele é um anjo.

Deise: está bem dinda, eu estou indo dormir um pouco.

Assim que Deise entrou pegou seu telefone e na mesma hora ligou para Renato.

Renato: Alô?

Deise: Sou eu garanhão.

Renato: Já está com saudades Deisinha?

Deise: Sabe que eu não resisto a você, mas eu liguei por outro motivo.

Renato: e qual é?

Deise: Já localizei o Joãozinho.