A Trágica Vida De Kinberlly

26 Capítulo 25 - S.O.S Código Chucky


Notas iniciais
Çocorr e-e Esse capitulo eu fiz quando estava vendo o filme do Chucky :33

– Olá enfim, Kinberlly.

– Q-Quem é você?

– Você não me conhece, mas eu a conheço muito bem. Tenho meus "informantes", que dão informações muito bem.

– Informações?....

– Sim. Sei que conheceu seu pai, sua família adotiva foi morta, sofria um enorme bullying no colégio, tem formigamentos pelo corpo, já foi ao Território das Creepypastas, conheceu sua família de verdade, que é assassina, seu cabelo muda de cor por causa de uma química derramada nele, ganhou um colar de uma "marionete", ganhou um livro de como fazer marionetes, conheceu apenas de vista Jack the Killer, é "perseguida" por dois detetives, que por sinal, são caçadores de Creepypasta e....Não gosta de vestidos de renda?

Agora me afastei, "assustada" digamos assim. Ele sabia de tudo...Um BONECO sabia de todas as partes da minha vida, cada pedaço, cada parte da minha vida um BONECO sabia.

– C-Como você sabe disso tudo?...

– Eu disse que tenho informantes e...

– SEU STALKER!

– Seu oque?....

O boneco inclinou a cabeça com cara de dúvida. Não parecia saber mesmo o que era "Stalker". Coçou a cabeça, olhando-me e depois olhando os cômodos da casa, em duvida maior ainda.

– É um cômodo?

– O que é um cômodo?

– Essa palavra sua lesma! Es...Estalquer?

– Stalker.

– Isso! Isso! É um cômodo?

– Não... Não sei explicar, mas isso é violação de privacidade!

O boneco riu. Mas sua risada era estranha...Parecia a risada de um serial Killer, mas um que adorava o que fazia no fundo do coração.

– Já estou banido, de que importa?

– Banido?...

– Ah, perdão por não me apresentar. Meu nome é...

– ...Charles Lee Ray.

– Como é?

– Charles. Apelido: Chucky. Eu o conheço sim. Se não me falhe a memória, você fez um voodoo antes de morrer para entrar no corpo de um boneco.

– Agora como você sabe disso?

– Filme. Você tem um filme. O título no Brasil é o Boneco Assassino. Mas prefiro inglês, que é Child's Play. E não, você não é um "Good Guys".

– Eu tenho um filme. Ótimo. Agora todos sabem da minha vida. Isso sim é violação de privacidade.

– Sinta-se violado em todos os aspectos.

– Ai meu buraco de pano entre minhas nádegas.

– Buraco de pano...Fala sério...Quem fala isso?...

– Eu falo! — Chucky levantou a mão rapidamente, sorrindo o sorriso maligno de todos os filmes que ja vi.

Eu havia assistido seus filmes. Não era algo "legal" de se assistir, mas posso dizer que o primeiro é "terror" leve. Até demais. Aliás, nenhum de seus filmes deu medo, apenas o de 2013. Fala sério... Quem não tem medo da cara de satanás que ele faz quando está sozinho com uma criança? Como alguém compra um boneco desse?

– Como alguém consegue te comprar?

– Ninguém compra.

– Então como está aqui?

– Vim pelo correio. Fala sério, nem mesmo você sabe que eu vim sempre pelo correio? A pessoa que assistiu minha vida em filmes?

– Assisti uma vez! O Child's Play 1 e 3, o "4" e o ultimo de 2013! Não assisti o quinto e nem o segundo! E soube que você tem um filho no quarto...

– Ainda não entendi como ele nasceu, maaaas....

– Com um vibrador.

– Sim, eu sei, mas Tiff insistia numa camisinha...

– Com um vibrador.

– Eu sei! Mas não entendi que ela conseguiu engravidar...

– Com um vibrador.

– PARA DE BATER NA MESMA TECLA!

– Desculpa. Ainda não processei a parte do filho.

– Tem sorte de eles estarem fora. Quer passar a noite aqui? Mataste já quem eu ia matar né...

Suspeitei um pouco, mas minhas memórias sobre o filme não voltavam e eram pequenas. Até demais. Então eu apenas concordei levemente e acompanhei Chucky até o sótão, onde tinha uma espécie de "quarto" e uma janela, mas era do lado da cama apenas, que era encostada na parede.

– Está ficando tarde. Mas vamos brincar?

– ....De que? Pique-esconde?

– Se chama "Esconder a Alma."

Agora minha memória sobre os filmes aos poucos voltava. Em todos eles, Chucky falava da brincadeira para....
Para....
Para a primeira pessoa que sabe que ele estava vivo.
Era eu.

Imediatamente procurei por algo que eu poderia usar como arma na sala. Um livro? Clichê. Um estojo? Não! Um lápis? Nem pensar!
Quanto mais eu pensava, mais Chucky se aproximava, o que me deixava com menos tempo.

– Vai ser divertido! Você verá.

Não tinha medo, apenas desespero. Um boneco de um filme existe, sabe minha vida toda, é uma creepypasta e quer minha alma. Acontece todo dia né? Acho que preferia os detetives agora, mas Chucky era um assassino, então não precisava esconder que era uma assassina também.
Quando o boneco pulou para cima de mim, rolei para o lado, o fazendo cair na cama as minhas costas. Imediatamente, vasculhei as coisas do quarto, a procura de qualquer arma que fosse capaz de me ajudar nessa situação.

– Cadê...Cadê....

– Eu sabia que você vinha. Esse quarto não tem armas. E não poderá sair dele.

Quando olhei o alaranjado, ele estava engolindo a chave e a porta estava fechada. Podia ser um blefe, mas eu podia ir na porta e tentar fugir. E seria o que eu faria.
Corri para a porta, enquanto Chucky também corria. Quando toquei a maçaneta e a girei, puff! Era um blefe. A porta estava aberta, o que me fez correr para fora dali.

– Droga, humana! Como sabia da porta aberta?!

– Instintos!

– Instintos? Isso não existe!

– Século vinte e um, otário!

Corri mais rápido, mas as janelas e todas as portas que levavam para fora da casa estavam fechadas. Sua risada era ouvida ao longe, o que me deixava mais tensa. Não, não ia ser pega hoje. Não ia.
Fui acabar parando numa sala. Nela, havia um armário antigo, mas com fechadura nova. Um piano completamente oco por dentro, janelas com cortinas altas, um baú grande e sem nada dentro. Quatro lugares para me esconder. E eu não podia sair dali porque a voz do menor era ouvida perto de mim.

– Kinzinha! Onde você está? Não se esconde de um assassino! Não lhe ensinaram isso na escola meu bem?

E agora? Onde eu me esconderia?...

[...]

Notas finais
Destino será feito por vocês u.u Consequências serão minhas