A Sombra

40 Típico Baile de Mystic Falls


Notas iniciais
Sinceramente não sei o que dizer , a não ser que bloqueio criativo é uma merda. Eu e minha beta estávamos assim e cremos que foi uma faze ruim. O que me deu forças para postas foram todos os comentários que ouve nesse Hiatus. A fic é para vocês leitores e não pedimos nada mais do que motivação e entendimento entre ambas as partes não é verdade?! Ficamos feliz pelas recomendações também. Agradecimentos especiais á Docete , Hot Male Vamp e MeganLavigne e Absinthe *_* Suas palavras nos tocaram verdadeiramente. Agora boa leitura!!!

Corte-me
Mas você é quem terá mais para sofrer
Cidade fantasma, amor assombrado
Levante sua voz, paus e pedras podem quebrar meus ossos
Estou falando alto, não estou dizendo muito

Sou à prova de balas, nada a perder
Atire, atire
Eu sou de titânio
Eu sou de titânio

~~x~~

POV Alana



O salão de bailes estava incrivelmente bonito. Não que eu gostasse de frescurinhas de festas à fantasia como a maioria dos adolescentes normais, graças às todas as coisas que haviam acontecido comigo desde cedo aprendi a amadurecer muito mais rápido do que os outros jovens. Porém tinha que admitir que aquele lugar estava perfeitamente lindo. O que não era nada estranho, sabia que Caroline se envolvia em praticamente todos os eventos festivos de Mystic Falls e tinha que admitir que a loira tinha bom gosto.

Balões vermelhos pretos e brancos estavam colados ao teto junto com fitas de papel dourado, branco e prateado. A pista de dança também estava repleta de glitter e balões vermelhos onde todos precisavam chutá-las para conseguirem andar, o que trazia um ar muito mais divertido enquanto eles riam, conversavam e alguns até mesmo arriscavam passinhos de dança.

O DJ estava atrás de uma mesa de som sobre um pequeno palco improvisado tão enfeitado quanto o salão tocando músicas típicas da década de 60 e mais ao lado tinha outra mesa muito maior onde a bebida era servida para os convidados.

Assim que chegamos à porta principal Damon me ofereceu o seu braço como se de repente um espírito bem cavalheiro tivesse tomado seu corpo. Só quando olhei para o seu rosto aceitando o seu braço o envolvendo com o meu foi que percebi o sorriso muito sarcástico em seus lábios enquanto levantava algumas vezes as suas sobrancelhas. Ele estava mesmo debochando do baile de uma forma irônica.

Sorri de volta empurrando levemente o seu ombro quando entramos juntos de mãos unidas. Passei meus olhos pelo salão e pude perceber a maioria das meninas com vestidos iguais, pareciam ter comprado no mesmo lugar mudando apenas as cores e estampas. Os outros garotos estavam sim mais idênticos ainda. Vestiam apenas calças jeans, sapatos pretos, camiseta simples branca, a jaqueta de couro preta por cima e o conhecido topete de lado cheio de gel. Típico figurino que todos associavam aos anos 60 como no filme “Grease”.

Reparei em como os garotos pareciam mais “vestidos de Damon” do que vestidos para a década certa.

– Vejam só, você nem precisou se fantasiar e ainda parece que está no clima da festa. – Apontei debochando de Damon quando parei em frente ao seu corpo o fazendo parar também lhe lançando um sorriso irônico.

– Você por acaso está me chamando de ultrapassado? – Ele forçou uma expressão indignada franzindo suas sobrancelhas grossas de um jeito que acabou mais me fazendo rir do que sentir medo.

– Não, não. Longe disso. – Levantei minhas mãos de luvas negras gesticulando em defesa fingindo estar arrependida. – Estou querendo dizer que o que já está perfeito não precisa ser mudado. – Elogiei ainda debochando. – Mesmo que isso tenha durando... Tipo... Cinco décadas. – Dei de ombros juntando minhas mãos na frente do corpo.

– Ha Ha Ha, você ainda está muito afiada, garotinha. Alguém deveria ter dar uma lição. – Damon provocou malicioso se aproximando um passo colando seu corpo ao meu segurando minha cintura como punição e eu pensei mesmo que ele iria me beijar agora, mas apenas abriu mais um de seus sorrisos perfeitos e irresistíveis como minha punição. – Ou como diriam os seus avós, aparar as arestas. – Brincou com um ditado ultrapassado me fazendo cair no riso de novo.

Pela primeira vez prestei atenção em minha própria risada e percebi como era maravilhoso ter aquilo. Momentos de paz normais aproveitando apenas o que pessoas da minha idade vivem para aproveitar. Ele me fazia esquecer-se de tudo e por um momento eu realmente percebi como Damon me fazia sentir apenas como uma garota de 17 anos com uma vida plena pela frente. Era estranho como um vampiro conseguia me fazer sentir-me tão humana.

– Mas você precisa admitir... – Ele segurou-me novamente pelo braço e caminhamos em direção a mesa de bebidas apenas observando as pessoas se divertindo. – Olhe só para esses topetes, isso está mais a cara de Stefan. – Zombou maldosamente me fazendo rir mais uma vez.

– Vampiros não sentem falta disso? – Eu perguntei um pouco curiosa pela primeira vez sobre a natureza desses seres que a minha mãe sempre havia me ensinado a odiar sem pensar em uma boa razão. – Quero dizer, vampiros vivem por tantos anos. Milênios se tiverem sorte... – Refleti. – E vocês vêem o mundo mudando, pessoas morrendo, pessoas nascendo, décadas renovadas, costumes sumirem... Vocês não sentem essa mudança na pele? Digo... Aquela melancolia aguda que os mais velhos sempre parecem sentir. Parece meio deprimente vendo de um ponto de vista humano. – Me expressei calmamente enquanto Damon parecia procurar por copos descartáveis e uma bebida descente que não parecesse ponche de gelatina.

– Bem... Eu nunca havia parado para pensar nisso dessa forma. – Pareceu sincero finalmente se abrindo comigo e deu de ombros. – Você sabe, vampiros como eu não “sentem” as coisas. – Avisou pegando os copos e não me encarando nos olhos. Ele parecia sério. – Não dessa forma. E não quero dizer sobre desligar ou não a humanidade, quero dizer... Nós apenas vivemos jovens para sempre e mudamos junto com o mundo. Por isso nunca parece melancólico. É igualzinho um humano comum... – Ele pegou um pouco do ponche vermelho e despejou em dois copos. – Há dez anos você estava onde? Em um colégio tentando passar na prova de matemática. E então você pisca os olhos e quando acordou essa manhã estava onde? Dormindo ao lado de um homem muito sensual. – Levantou suas sobrancelhas algumas vezes ao brincar de forma maliciosa. – Humanos mal percebem as mudanças. E eu me obrigo a não perceber. – Explicou mais reflexivo quando o seu rosto se tornou mais sério como se nunca tivesse sido tão sincero com alguém.

Eu sorri calmamente absorvendo suas palavras quase como uma moral da história. Aceitei o copo de ponche que ele me estendia franzindo meu cenho de forma debochada para o conteúdo vermelho dentro dele.

– Isso tudo é tão brega. – Comentei rindo falando sobre o baile e experimentando um pouco na ponta dos meus lábios o sentindo doce e gelado.

– Ah, e você ainda não chegou na melhor parte... – O moreno sorriu misterioso em um tom cretino quando levantou o dedo em riste parecendo querer me dar outra lição. – Um baile dos anos 60 não é um baile de verdade até alguém batizar a bebida. – Explicou retirando um cantil prateado muito bonito de dentro do bolso interno da jaqueta e o abrindo derrubou um pouco do líquido marrom em meu copo e outro no seu.

– Damon, você trouxe o seu Whisky até para a festa? – Perguntei vendo o vampiro derramar o resto do líquido alcoólico dentro da poncheira como o típico garoto rebelde da escola.

– De que outro jeito eu poderia aguentar um bando de adolescentes que pensam mesmo que estão fantasiados como a década de 60 quando tudo o que fizeram foram apenas pesquisar no Google? – Questionou um pouco ranzinza quando bebeu todo o conteúdo do seu copo de uma vez e rapidamente se serviu de outro.

– Ah, então é assim que você me vê também? – Perguntei arqueando uma sobrancelha de um jeito desafiador.

– Não Alana, é claro que não. – Ele respondeu rapidamente como se adivinhasse que eu faria essa pergunta. – Você é diferente. – Foi muito confiante.

– Diferente como? – Insisti me aproximando um pouco mais deixando que nossas vozes fossem abafadas pela música alta apesar de saber que ele me ouviria mesmo assim.

– Você não é uma garotinha esperando pelo príncipe encantado como a maioria das meninas aqui. – Gesticulou para os outros casais à nossa volta. – Você é uma mulher. Uma mulher sensual e forte. É impossível imaginá-la de outra forma. – Sorriu um pouco mais malicioso.

– E se você estiver errado? – Desafiei apenas pelo desejo da disputa. – E seu eu quiser mesmo me casar, ter filhos, construir a minha própria família? – Desafiei deixando meu copo vazio sobre a mesa outra vez.

– Essa vida não é para você, Alana. – Respondeu com um meio sorriso charmoso pendendo um pouco sua cabeça se aproximando mais como um enfrentamento.

– E qual seria? – Levantei o meu queixo com certa soberba.

– Você merece uma vida com mais emoção. – Falou mais firme me fazendo ver todas as luzes do lugar refletidas em seus olhos claros como tochas. – Merece conhecer todos os lugares da terra...

– Eu já conheço muitos lugares. – O interrompi, mas ele continuou.

– ...Com alguém que mostre como aproveitar cada segundo ao invés de apenas passar por eles. – Explicou o que queria dizer.

Ficamos em silêncio pela primeira vez apenas olhando o rosto um do outro como se isso nos fizesse entender melhor.

Eu não sabia se era a intenção de Damon, mas as suas palavras tocaram exatamente a minha situação. Ficar e continuar vivendo no meio de seres do imaginário popular lutando contra um homem que praticamente virou uma lenda ou apenas esquecer tudo e viver a minha vida longe daqui voltando para os braços da normalidade outra vez. Pelo menos na medida do possível...

Respirei fundo sentindo o meu coração pesado por um momento. Não sabia exatamente o que pensar ou como reagir e por um momento senti como se toda a normalidade que sentia no início do baile houvesse escapado por meus dedos como areia.

– Acho que o clima da festa nos tornou melancólicos demais, não? – Brinquei tentando expulsar aquela situação rapidamente.

– É por isso que eu não gosto de refletir sobre a vida. – Damon respondeu franzindo suas sobrancelhas de uma forma inconformada e eu sorri.

Depois de alguns segundos ele passou o braço ao redor do meu ombro e me puxou para seu peito. Levantei a sobrancelha perguntando porque de tanta intimidade logo ali, mas ele só deu de ombros. Podíamos ter ido pra cama , mas não eramos tipicamente um casal. E só de pensar que talvez Elijah … Balancei a cabeça tirando ele da minha mente. Precisava parar de ficar pensando o que Elijah ia gostar ou não. Pelos céus! Não estávamos mais juntos!

Vir e Stefan com uma expressão nada boa e Katherine … Ops Elena vindo em nossa direção.

– Vão ficar só na bebida é? – Perguntou a vampira dando um sorriso que em nada lembrava Elena.

Eu podia não ser fã da minha irmã mas olhar Katherine e todo seu jeito superior me fazia repensar que Elena era o labo bom da moeda. Mesmo eu gostando instantaneamente de um modo bizarro de Katherine. Ela era como Michelle por um lado , não se importava com o que os outros iam pensar de seus atos , e eu admirava pessoas assim.

– Pra aturar você … Ai!- Dei uma cotovelada na barriga de Damon quando ele ia continuar a ofença . Ele me olhou com cara feia. Mas ficou quieto.

Katherine o fuzilou e se um olhar matasse. Já Stefan sorria de lado obviamente tentando não rir e se servia da bebida também.

– Eu quero dançar.- Resmungou Katherine infantilmente fazendo bico.

Revirei os olhos.

– Damon vá dançar com ela , seja bonzinho com Elena.– Dei ênfase no nome para ver se ele se tocava que tudo não passava de um teatrinho.

O moreno sorriu de lado , meio rendido.

– Anda cunhadinha vamos dançar...- Sem falar nada ele levou ela para a pista a fazendo feliz como uma criança que ganhou um doce.

– Sabe ele nunca chamou Elena de cunhadinha.- Contou Stefan em um sussurro rouco que me fez lembrar de sua presença , saímos de perto da mesa e nos encostamos em uma pilastra automaticamente quando percebemos que estávamos barrando demais o movimento.

– Bom eu não vou chamar você de cunhadinho é bobeira colocar diminutivo em tudo.- Disse rindo e ele ficou sério como se minha piada fosse horrível , tá não era das melhores mas a cara dele também não era.- Credo Stefan o que ouve?

– Nos terminamos.- Ele olhou para os lados ao falar quase sem som.

Fiquei um pouco chocada porque obviamente ele falava da verdadeira Elena. Mas não tanto com o ocorrido , eu não era fã de casais felizes , porque nunca tinha visto um de verdade. Mas desde o começo achei que ele era o típico namorado que toda garota queria e se não desse valor perderia.

– Bom eu estou na fila pra próxima em.- Brinquei o fazendo rir levemente só movimentando os braços.

– Não acho que Damon gostaria disso.- Falou Stefan maliciosamente mexendo as sobrancelhas.

– Céus você tá impossível hoje.- Rebati ficando emburrada ao cruzar meus braços o fazendo de ri alegremente. Depois cansei da ceninha e rir com ele.

Mesmo que não gostasse daquele assunto tinha que acreditar que no final ia acabar tudo bem , não era assim que acontecia no final das histórias?

– Ei não vão dançar?- Perguntou a voz de Alaric por sobre a musica.

Ele saiu de trás de uma pilastra com aquelas roupas escuras como uma sombra se movendo. Era estranho ver ele tão sério, mas achei que a situação estava mexendo com todos.

Elena já roubou minha cota de danças por hoje. – Disse o vampiro loiro se encostando na pilastra atrás de nos de um modo cansado.

– Ora só porque eu queria dançar.- Resmunguei alto o encarando com uma cara pidona.

– Se me permitir?- Perguntou Rick charmosamente antigo fazendo uma reverencia e tudo. Achei engraçado mas aceitei e dei meu copo meio vazio para Stefan enquanto ia para o meio do salão com o professor.

A dança meio rápida foi trocada rapidamente para uma lenta. Levantei a sobrancelha para Alaric perguntando sem palavras porque daquilo. Mas ele só deu de ombros envolvendo minha cintura e eu seus ombros. Um globo de ladrilhos espelhados foi abaixado e as luzes diminuíram deixando o ambiente romântico.

– Então Michelle ligou?- Perguntou o professor tentando puxar assunto.

– Ainda não , mas logo ela liga , ela não fica muito tempo sem ter notícias minhas.- Contei dando de ombros dançando a melodia suave.- Tia Jenna não quis vim?

– Ela foi para Whitimore.- Respondeu ele sorrindo.

Não entendi o sorriso já que ele obviamente era apaixonado por ela. Mas antes de eu pensar porque ele pareceu tão aliviado ao afirmar a viagem da minha tia , ele mudou de expressão e de conversa.

– Realmente está uma ótima festa não acha? Menos o tema ...- Ele estalou os lábios em desagrado.- Preferia os anos vinte .- Comentou com um ar sonhador e sombrio.

– Não duvido nada que não façam os anos vinte. Essa escola é cheia de bailes.- Aquelas foram as únicas palavras de uma conversa.

Ficamos só dançando e por algum motivo não me sentir muito bem com a situação ou o olhar meio grogue do professor. Mas felizmente tudo acabou rápido e estava novamente com Damon de costas para seu peitoral quando ele estava de costas para a parede, abraçando minha cintura com uma mão enquanto a outra segurava sua garrafa de uísque. O baile parecia tranquilo demars se não fosse alguns alunos meio bêbados sendo expulsos e passando mal.

– Espere um minuto, eu vou até o banheiro. – Avisei calmamente passando sentindo a ponta do nariz do vampiro no meu pescoço me causando arrepios .

– Estarei bem aqui. – Falou pausadamente como uma promessa e depois levantou as sobrancelhas de forma maliciosa

– Vai dar uma voltinha por aí Damon, conhecer pessoas, você está parecendo o tio alcoólatra só bebendo bebidas! – Brinquei enquanto me afastava o fazendo rolar os olhos com tédio .

– Hilário... – Resmungou enquanto eu me virava finalmente e caminhava para o banheiro rindo .

Assim que cheguei a frente a porta quase esbarrei em três garotas vestidas a caráter que riam e comentava alguma coisa sobre um garoto presente no baile. Elas desviaram de mim pedindo desculpa ainda sorrindo amigavelmente e eu forcei um sorriso de volta quando finalmente entrei no banheiro.

O cômodo lá dentro agora parecia vazio. Havia apenas os boxes silenciosos e o enorme espelho acima da pia que era o meu alvo. Caminhei até ele olhando-me no reflexo e suspirei baixinho passando minhas mãos por meu cabelo casualmente. As palavras de Damon ainda estavam em minha mente e era estranho pensar sobre o meu futuro agora. Sempre achei que graças ao que me prendia a Elena eu não teria um futuro para pensar então a sensação agora era bem complexa.

De repente a porta de um dos boxes se abriu lentamente me deixando perceber que não estava tão sozinha quanto achava. Vi através do espelho quando uma moça um pouco mais velha saiu dali.

Ela tinha pele negra, um cabelo bem diferente e vestia uma jaqueta de couro não parecendo estar no clima da festa. Mas isso não era o mais diferente. Estranho era perceber o jeito que ela me olhava. Havia um mínimo sorriso zombeteiro em seus lábios enquanto se aproximava lentamente.

– Olá Alana! – Me cumprimentou como se fossemos amigas.

– Desculpa, eu conheço você? – Perguntei ainda a olhando através do espelho achando a sua reação muito esquisita. Tão bizarra que acabou me dando um frio na espinha como se alguma coisa avisasse que algo estava errado.

– Ele tem razão. Duplicatas são mais bonitas loiras. – Brincou com um sorriso misterioso e eu me virei automaticamente em posição de defesa em sua direção.

– Quem é você?! – Exclamei entre dentes cerrando meus punhos sentindo o perigo.

Et procidens in soporem! – Ela exclamou com voz mais forte levantando sua mão de palma aberta em minha direção e eu senti uma dor profunda em meu cérebro que acabou me deixando de joelhos.

A dor foi aumentando até que eu sentisse como se minha mente estivesse assando em uma fogueira. Rosnei de dor segurando firme minha cabeça não aguentando a pressão que fazia meus ouvidos zumbirem. Lágrimas se formaram em meus olhos os fazendo arderem até fechar e de repente eu não tinha mais controle sobre o meu corpo. Apenas senti que a escuridão me tomava por completo e desistindo de lutar desmaiei

Notas finais
Deem uma passada na nossa outra fic http://fanfiction.com.br/historia/495827/Elo_Carmesin/ Beijos e esperamos que Até logo!