A Sociedade Da Investigação Dos Pinguins

7 Capítulo 7 - Até mais, e obrigado pelos puffitos


Notas iniciais
Depois do pequeno intervalo, o novo capítulo da fanfic traz um novo conjunto avulso das aventuras do grupo. Encarem como uma "parte 2".

Ah, olá.

Vocês já devem ter ouvido falar de mim. Tenho um amigo chamado Ghe, que põe nossas aventuras num site por aí.

Nos últimos dias, algumas desaventuras ímpares impostas quando Ghe me convidou para investigar um desvio do Coins for Change que foi parar na Mina acabaram me fazendo ir parar num futuro aonde Ghe transferiu sua mente para um computador e queria destruir o planeta, mas o próprio Ghe do passado o matou vencendo-o num jogo de xadrez. Estranho, não? E pra completar, voltamos pro CP por uma máquina do tempo em forma de uma caixa azul que era maior por dentro do que por fora. E, por fim, voltamos para um CP aonde, pouco depois de uma guerra ter acabado, passamos o fim de tarde no bar do Ghe até que a parede e parte do teto foram destruídas por um óvni. Estranho, não? Pois é. Porém aconteceu algo que impediria tudo o que vimos no futuro aonde Ghe quer destruir o planeta de acontecer. É. Ele não pode mais destruir o planeta no futuro. Meu nome é Rodrigo, e essa é a história de como o planeta foi destruído para dar espaço à uma via espacial.

Ok, ok... precisamos voltar um pouco no passado. Como eu já disse, estávamos no bar do Ghe após passarmos por tremendos apuros no futuro, quando um óvni atingiu e quebrou parte da parede e do teto. Claro que, na hora, ficamos assustados. Ah, caso não se lembre, estávamos, além de mim e do Ghe, Azul, que trabalhava pro Ghe no futuro mas acabou voltando pro presente conosco pra fugir da morte certa na explosão da nave, Justin, um cara que morava numa caverna e fedia a cocô de morcego mas agora estava ficando um pouco mais sociável, Pinguito, que sobreviveu e ficou temporariamente louco debaixo da terra da Mina graças a uma joia que pertencia a Justin, e o Doutor, ou Gioppo, que é como ele se apresenta quando não dá pra usar “Doutor” como nome pra tudo. Também tinha Paulo, o Pipoca, que era um cara gente boa e nos ajudou quando a guerra estava acontecendo, e Aamelo e Lila, um casal meio meloso que conhecemos justamente no abrigo pra onde Pipoca nos levou na guerra. Mas enfim, voltando, o Doutor foi o primeiro a se aproximar e analisar o Óvni. Ele tirou um pequeno palito de metal que tinha uma luzinha piscante do bolso.

“O que é isso?”, perguntou Pinguito.

“Isso é uma chave de fenda sônica, oras!”, respondeu o Doutor.

“Todo mundo em Gallifrey tinha uma dessas.”, completou Ghe.

O Doutor usava sua ‘chave de fenda sônica’, apertando um botão e fazendo a luzinha piscar e emitir uns sinais, isso apontando-a para a cabine do óvni. A cabine abriu, então o Doutor e Ghe ficaram muito assustados.

“Oh, sinto muito...”, falou o Doutor. “Muito mesmo... pelo destino desse pobre planetinha.”.

Da cabine, saiu um robô. Ele era mais ou menos da nossa altura, e sua base era num formato similar a um cone, cheio de pequenas bolas salpicadas por toda a estrutura da base. Ele se movimentava lentamente, pois não tinha pernas, e parecia – parecia – usar um sistema de rodas. No topo desse “cone”, ficava um semicírculo, de onde parecia sair um pequeno telescópio. Também saiam desse robô o que pareciam ser um pequeno desentupidor e uma parte de batedeira.

“Os Daleks...”, falou Ghe, apreensivo. “Eles chegaram.”.

“Porque vocês estão com tanto medo, gente?”, perguntei. “É só um robozinho.”.

“NÃO É UM ROBOZINHO!”, gritaram o Doutor e Ghe, simultaneamente.

“Isso é um Dalek”, disse o Doutor. “Membro de uma antiga raça de alienígenas homicidas que passa a vida dentro dessa armadura. E eu achei que todos estivessem... mortos.”.

“VOCÊ... É... O DOUTOR?!”, perguntava o ‘Dalek’, em voz gritante.

“Sim. O que você quer, Dalek?”, respondeu o Doutor.

“VOCÊS... SERÃO... EXTERMINADOS!”, falou o Dalek.

“Quantos Daleks tem nessa sala?”, perguntou o Doutor.

“UM...”, respondeu o Dalek.

“E quantos pinguins tem nela?”, perguntou o Doutor.

“SETE PINGUINS...”, respondeu o Dalek. “E DOIS SENHORES DO TEMPO!”.

“E você acha mesmo que pode exterminar a todos nós antes deu te dar um sarrafo?” Perguntou o Doutor.

“NÃO SOU EU QUE FAREEEI!”, respondeu o Dalek.

“O que quer dizer com isso?”, perguntou Ghe.

“OUÇAM... O PUFFLE...”, respondeu o Dalek.

Então, todos nos viramos e começamos a prestar atenção no puffle de Ghe, o Moe. Geralmente ele não era importante. Quer dizer, ele sempre estava lá, na Taverna, mas ninguém prestava muita atenção nele. Excerto naquele momento. Ele estava falando em nosso idioma! A gente entendia ele! Mas ele falava pouca coisa. Ele apenas virou-se para Ghe e falou:
“Até mais, e obrigado pelos puffitos.”.

“Como assim?! Nós estamos entendendo o que o Moe diz!”, falou Justin.

“É, coisa da Tardis”, respondeu o Doutor. “Ela viaja em todo tempo e espaço, então precisava de um tradutor. Ela meio que entra na cabeça dos viajantes e então passa a traduzir todas as línguas para um modo que nós entendamos. E é por isso que vocês estão entendendo esse maldito Dalek, também.”.

“Até mais, e obrigado pelos puffitos.”, repetiu Moe.

Nenhum de nós parecia estar entendendo, excerto Ghe e o Doutor, que pareciam já estar familiarizados com a frase. O significado dela é meio complicado, então vou deixar o Ghe narrar essa partezinha para explicar melhor pra vocês...

Ah, Olá, gente. Sou eu, o Ghe. Estou narrando essa parte, então vocês podem ver que não morri. Enfim, os puffles eram os animais mais inteligentes do planeta. Eles, com seus instintos e avanço telepático, já sabiam do terrível destino que estava chegando. Então, Moe, que era um puffle educado, apenas resolveu se despedir de nós caso nunca mais nos visse, e me agradecer por ter alimentado-o por todo esse tempo. Bom, é só isso. Pode voltar, Rodrigo.

Tem certeza?

Claro, oras. Eu não te disse que você podia fazer a narrativa dessa parte?

Ah, é. Sim, obrigado. Bom, gente, Rodrigo aqui. Continuando, então Ghe pegou Moe, juntou suas coisas numa mochila (e, estranhamente, ele carregava uma toalha) e foi até a porta, ainda segurando Moe. Todos fomos pra lá e não acreditamos no que estava acontecendo. Versões GIGANTES do Óvni daquele Dalek pairavam sobre nós, deixando o céu escuro. Várias telas gigantes reproduziam uma mensagem com um Dalek falando. Ele dizia:

“CAROS PINGUINS, URSOS, CARANGUEJOS E OUTRAS FORMA DE VIDAS INFERIORES QUE SE ENCONTRAM NESSE PLANETINHA... HOJE, O PLANETA DE VOCÊS SERÁ DEMOLIDO PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA VIA ESPACIAL, CONFORME APRESENTADO NO PROTOCOLO GM. Nº 42, DE DELTA MINOTAURO...”

“DALEK!”, gritou o Doutor. “Eles não conhecem Alfa Minotauro! Eles só sairão desse planeta daqui a 3.000 anos!”.

“SÉRIO?”, perguntou o Dalek. “BOM, AZAR O DELES! VOCÊS TIVERAM TEMPO O BASTANTE PARA PROTESTAR CONTRA! AGORA NÃO DÁ MAIS! FORAM ZERO VOTOS NEGATIVOS! APROVEITEM SEUS ÚLTIMOS 10 MINUTOS!”.

“Bem como eu suspeitei”, falou Ghe. “Rodrigo, segure minha nadadeira.”.

“Porque?”, perguntei.

“Apenas segure, droga!”, respondeu Ghe.

Segurei.

“Agora todos juntem-se a nós e segurem suas nadadeiras para que todos fiquemos interligados de alguma forma!”, gritou Ghe.

E assim, fizeram. Ghe, que estava segurando Moe com sua outra nadadeira, o colocou debaixo do chapéu. Então, ele levantou a nadadeira livre. Ele usava uma espécie de bracelete. Por fim, Ghe fez um sinal de “positivo” com a nadadeira e todos fomos meio que “sugados” pra cima.

Ghe me acordava. Eu estava numa sala escura, e dava pra ver todos os outros dormindo. Apenas Ghe e Moe estavam lá acordados.

“Bom que você acordou”, falou Ghe. “Todos os outros estão muito preguiçosos, tsc, tsc.”.

A única claridade que me permitia enxergar alguma coisa na sala vinha da janela. Nela, tínhamos a vista para nosso planeta. Milhares daqueles Óvnis gigantes soltavam raios sobre ele. Dava pra ver o planeta explodir.

“Somos os últimos pinguins vivos?”, perguntei.

“Creio que sim.”, respondeu Ghe.

“E o último puffle vivo, também.”, completou Moe.

“Aonde estamos?”, perguntei.

“Quer mesmo saber?”, perguntou Ghe.

“Claro que quero, oras.”, falei. “Não tem mais casa agora.”.

“Bem... estamos num cargueiro Dalek.”.

“UM CARGUEIRO DALEK?!”, perguntei. “VOCÊ NOS TROUXE PRA UMA DAS NAVES DAQUELES ET’S ESTRANHOS QUE DESTRUIRAM NOSSO PLANETA?!”.

“SHHHHH! Fale baixo! Quer que os Daleks descubram?”, ralhou Ghe, sussurrando. “Além do que, só estamos aqui pois a algum tempo atrás fui fala mansa e consegui com que um Ood prometesse que eu podia vir pra cá caso a coisa ficasse feia.”.

“Ood?”, perguntou Azul, acordando.

“Sim, Ood. Membros de uma outra raça alienígena, que costuma a trabalhar em naves e plataformas das outras espécies.”, disse o Doutor, também acordando. Quando vi, todos os outros também já estavam acordados.

“E agora, o que faremos?”, perguntou Lila.

“Ficaremos aqui, e em silêncio”, respondeu Ghe. “O Ood deve vir daqui a pouco nos dar comida. Essa sala aqui não é usada pelos Daleks faz uns anos, então não corremos muito perigo se ficarmos bem quietos.”.

Olhei de novo pela janela. Tudo o que havia sobrado do planeta eram pedras flutuando pelo espaço. As naves abriam o espaço, e colocavam alguns sinais e placas de trânsito, inclusive um dizendo “Rota Espacial Dalek 1963”.

Por ora, Ghe e o Doutor pareciam os mais calmos. Talvez porque os dois eram ET’s e já estavam acostumados com esse tipo de situação. Mas os outros não estavam reagindo nada bem. Lila chorava e Aamelo tentava consola-la, Pinguito parecia estar ficando com uma dupla personalidade de novo, Moe reclamava da falta de umidade da nave, Azul rolava no chão em posição fetal, Pipoca reclamava de uma dor de cabeça e Justin parecia bravo e não queria interagir com ninguém. Eu me contentava em ficar com o rosto colado no vidro da janela. Esperando que o planeta reaparecesse ali naquele momento. Mas ele não reapareceu. Porém, naquele momento, uma porta dupla se abriu e de lá saiu um bicho muito estranho que assustou a maioria de nós. (Excerto, claro, Ghe e o Doutor.) Ele era um pouco mais alto que nós, e vestia uma roupa preta. Sua cabeça, de cor bege clara, tinha dois olhos miúdos, um de cada lado do rosto, e ele não tinha um nariz ou uma boca. Apenas um pequeno corte vertical no rosto, de onde pareciam sair pequenos tentáculos. Com sua mão esquerda, ele segurava uma pequena esfera branca, que, através de um fio igualmente branco, era ligado ao interior de sua “boca”. E com a mão direita, algo que parecia ser uma saca de café.

“Oh, ai está o Ood!”, exclamou o Doutor.

O Ood abaixou-se e largou a saca de café no chão. Depois, virou-se e saiu pela porta, que se fechou logo atrás dele.

“Esses tais Oods são muito estranhos”, comentei depois que ele já tinha saído faz um tempo.

“Nem tanto.”, falou Ghe. “Quer saber sobre ele?”, perguntou. Então, tirou de sua mochila algo que parecia ser uma espécie de livro. Sua capa era azul escura, e nela havia algo que parecia um símbolo de polegar fazendo um gesto “positivo”, e abaixo, escrita a frase em inglês “Don’t Panic”. Eu tinha certeza de que era um livro, mas quando ele o abriu, ficou mais parecido com um tablet. Ghe digitou “Oods” e então passou o livro-tablet pra eu ler o artigo.

“Er... Ghe... o que é isso?”, perguntei.

“Ah! Perdão. Esse é o Guia do Mochileiro das Galáxias. Algo bem útil para nós, considerando que estamos sem teto no espaço sideral. Todo viajante espacial tem um!”, respondeu ele.

Li o artigo. Ele dizia: “Os Oods são uma espécie humanoide serviçal que possuem tentáculos saindo de seu rosto. Eles não tem cordas vocais, e se comunicam entre si por telepatia. Eles tem uma alta expectativa de vida, considerando-se por cerca de 100 anos, e possuem dois cérebros. Eles são raças criadas apenas para serem serviçais, e caso não recebam ordens eles definham e morrem.”. Claro, esse era só o começo de um longo artigo sobre toda a história da espécie Ood, que eu achei desnecessário ler. Fechei o “Guia do Mochileiro” e devolvi-o para Ghe, que o guardou na mochila.

Abrimos a saca e cada um comeu um pouco. Claro, é bem desagradável se alimentar de pequenas porções de grãos de café, mas era o que tínhamos na hora. Depois, descansamos lá por mais algum tempo até que pulamos de susto ao ouvir uma voz gritante, similar à dos Daleks que havíamos visto, dizendo:
“ACHARAM QUE PODERIAM SE ESCONDER, NÃO?! OS OODS ESTÃO SOB O NOSSO COMANDO, PINGUINS E SENHORES DO TEMPO INFERIORES! PERGUNTAMOS PARA UM DOS OOD A RESPEITO DO LIGEIRO SUMIÇO DELE, E ELE DEDUROU VOCÊS! PREPAREM-SE PARA SER EXTERMINADOS!”.

Na hora, Ghe e o Doutor se levantaram, seguido de todos.

“Sigam-me!”, disse o Doutor. “Eu conheço essa nave, acho que consigo arranjar um método de fugir!”, e então saiu correndo em direção a porta, que se abriu, seguido do resto de nós.

A porta dava para dois corredores. Em um deles, cerca de 15 Daleks vinham, gritando “EXTERMINAR!”. Então, bem, seguimos pelo outro. A nave continuava assim. Vários corredores, e nós seguíamos pelos quais não haviam Daleks surgindo. Até que chegou uma hora em que fomos encurralados numa parede, e estávamos cercados de Daleks.

“ULTIMAS PALAVRAS, DOUTOR?!”, perguntou um Dalek.

“Tem certeza?”, perguntou o mesmo, tirando do bolso sua “chave de fenda sônica” e apontando-a para a parede, apertando o botão e fazendo uns gestos estranhos.

“CLARO! QUEREMOS DIZER PARA O IMPERADOR QUAIS FORAM OS ÚLTIMOS DIZERES DO MALDITO SENHOR DO TEMPO!”, gritou o Dalek.

“Bom...”, disse o Doutor. “Caso vocês estejam encurralando alguém numa parede... por favor, não o façam isso em frente ao elevador.”, disse o Doutor, entrando no elevador, seguido do resto de nós, e fechando a porta. Um raio atirado pelo Dalek conseguiu perfurar a porta e atingir uma parede, mas já era tarde pra eles. O elevador já estava em movimento.

Descemos cerca de 5 andares. Não dava pra acreditar como aquela nave era grande. Quando saímos, havia novamente dois corredores. Por um deles, começavam a surgir Daleks gritando “EXTERMINAR”, seguidos de Oods segurando a esfera branca. Seguimos pelo outro lado, e com um gesto nada sutil, tiramos alguns Oods do caminho até que esbarramos com um velho conhecido inesperado. Era o Capitão Rockhopper, e seu puffle, Yarr. Mas Yarr estava diferente. Ele estava gigante, maior que Rockhopper, e possuía um corpo normal, com braços e pernas. Agora o “puffle” original, parecia ser apenas a cabeça, e bem aumentado. Tanto ele quando Rockhopper pareciam segurar armas laser.

“Oh, outros pinguins!”, exclamou Rockhopper. “Isso é ótimo. Venha, vamos fugir! Faltam poucos corredores pra chegarmos em minha nave, e lá está seguro!”.

Dito e feito, corremos por mais alguns corredores, tirando Oods do caminho e desviando dos Daleks. Até que chegamos a uma porta, que o Doutor abriu com sua chave de fenda sônica, e saímos. Era uma espécie de ponte, que fazia conexão com, por mais estranho que pareça, o Migrator, navio de Rockhopper. Mas ele parecia diferente, agora. Estava com turbinas, e reparos de metal e ácido, e cheio de armas laser em seu casco. Parecia ter sido adaptado para virar uma nave espacial. Enfim, fugimos para o Migrator e vazamos de lá. A nave Dalek nos perseguiu por alguns quilômetros, mas foi atingida por um meteoro e destruída.

“Ufa. Obrigado, Rockhopper!”, exclamou Lila.

“Por nada. Bem vindos a minha nave!”, respondeu ele.

“O Migrator está diferente...”, comentou Pinguito.

“Ah, ele não é mais o Migrator”, disse Rockhopper. “Agora ele é o Migrator do Milênio! Yarr já conseguia sentir previamente que nosso planeta seria destruído, então, fiz essas adaptações em meu navio, e aumentei a estatura de Yarr pra que ele tivesse mais pique de me acompanhar. Posso fazer isso no seu puffle, caso queira.”, falou Rockhopper, referindo-se a Ghe e Moe.

“Não, obrigado”, respondeu Moe. “Sabe, prefiro as coisas como estão.”.

E assim, vagamos pelo espaço, até que Justin, curioso, perguntou:

“Pra onde vamos?”.

“Pegar o cara que destruiu nosso planeta.”, respondeu Rockhopper.

Notas finais
Referências usadas no texto:
Esse capítulo foi fortemente baseado em O Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams. Nele, a Terra é destruída e Ford Prefect, um ET Betelgeusiano que estava refugiado na Terra, leva seu amigo Arthur Dent para uma espaçonave Vogon, a espécie que destruiu a Terra para dar local a uma via espacial, e de lá partem para aventuras avulsas. Bem, acho que você já entendeu como coloquei isso em minha história. Os Vogons foram substituídos por Daleks, a principal espécie inimiga da série de ficção científica Doctor Who, e os Oods também são uma referência direta a série. Outra referência é a frase "Quando encurralar alguém, não o encurrale de frente para o elevador", usada pelo Nono Doutor aos Slirtheen na primeira temporada da nova série. Rockhopper e Yarr foram usados como referências à Han Solo e Chewbacca, de Star Wars, e o Migrator do Milênio, como referência à Millenium Falcon, a nave de Han Solo na franquia.