A Seleção - Clato (Hiatus)
1 Prólogo
Notas iniciais
Boa Leitura.
Aqui estou eu me preparando para meu casamento.
Depois de tanto tempo iremos nos casar, passamos por tantas coisas que nem acredito que estamos nos casando.
Depois que ele quase morreu eu notei que não poderia mais viver sem ele.
O bom que ainda era tempo de eu me declarar e então poder dizer sim ao seu pedido de casamento.
Eu fui uma tola por tanto tempo que achei que uma hora ele iria desistir de mim.
Que iria escolher a Madge, ela desdo começo era a pessoa perfeita para ele.
Já eu era tão diferente dele, e como o pai dele mesmo disse, eu não servia para ser a futura rainha, não eu com certeza não servia para isso.
Mais quem diria que seria eu que estaria me casando com ele, quem diria que seria a estar quase tendo um treco de tão nervosa em quanto me terminava de me arrumar, e quem diria que daqui a poucas horas eu estarei me casando com o príncipe, e que algum minutos depois eu estaria me virando a rainha de Illéa.
Sim rainha eu Clove serei a rainha, mesmo após ter demonstrado por tempos não me parecer com um, por ter muito senso de justiça, o povo e ele me escolheu para aquele momento.
Agora eu poderia estar arrependida por quase não ter me escrito para a seleção, mais não eu não me arrependo, desdo começo era para ser assim, desdo começo era para mim ser contra isso e para acontecer aquele desastre que aconteceu quando eu e ele ficamos sozinhos pela primeira vez.
E foi por causa daquele encontro desastroso que ele gostou de mim, e foi por causa daquele encontro que ouve outros, e mais outros, e por isso estou aqui agora.
A unica coisa que eu gostaria de mudar era a partida dele, da pessoa que desde de pequena me apoiou e estava ao meu lado me dando força, ele meu querido e amado pai, que morreu sem nem me dar tempo de uma ultima despedida, sem me dar a chance de eu dizer um ultimo eu te amo.
Eu gostaria que ele estivesse aqui para poder me acompanhar até o altar, e me entregar ao meu futuro marido.
Só de pensar nele eu me emociono, ele era um pai tão bom que agora me faz uma tamanha falta.
Mais para tentar me alegra me lembro que ele sempre estará comigo, não importa oque aconteça ele estava sempre em meu coração.
Como meu pai não esta aqui para me acompanhar, eu escolhia outra pessoa que também é bastante importante para mim, que foi o meu primeiro amor, e que me ajudou em todos os momentos que eu precisei, e sempre me ajudou a ficar em pé e enfrentar os meus medos. Finnick Odair.
Ele sempre foi um seis e que com seus esforços subiu de casta, e virou um dos melhores soldados do palácio. Mas infelizmente teve que se aposentar sedo por causa de sua perna.
Ele que agora é como um irmão para mim, e que eu desejo que seja tão feliz com a Annie como eu sei que serei com ele, Cato.
Depois de muito respirar para tomar coragem e enfrentar aquele bando de fotógrafos, e os outros convidados, eu engancho meu braço no de Finn.
_Que foi quer desistir?- Me pergunta ele de brincadeira.
_Não só estou comedo de tropeçar em meus próprios pés e fazer um belo espetáculo no caminho do altar.- Seria um belo show para todos se isso acontecer.
_Não se preocupe, mais caso precisar eu lhe empresto minha bengala.- Diz ele me mostrando a bengala que agora ele tem que usar para poder andar. Acabo rindo, e saber que ele fez essa brincadeira com a bengala que ele tanto odeia usar só para me fazer sorrir me deixa mais calma.
_Combinado.- Digo e começamos a caminhar, minha mãe já avia entrado com Prim e Gerad.
A cada passo que dou me esforço para não cair, Finn me ajuda a todo momento.
Quando passamos perto de Annie, Finn se endireita, e isso me faz rir, mesmo eles estando juntos, ver o como o Finn tenta se mostrar me faz rir.
Então eu me decido a olhar para frente e não para o monte de convidados, e quando meu olhar encontra com o dele, sinto como se estivesse só nós dois, e somente aquele belo par de olhos azuis me deixa calma.
Sorrio para ele e ele me devolve o sorriso.
Quando finalmente chegamos, oque pareceu uma eternidade por causa de Finn que eu tive que andar mais lentamente que o necessário, Finn me entrega a Cato, que assim que toca em minha mãe me faz sentir como se tivesse borboletas em meu estomago.
O padre começa a cerimonia, e ele fala coisas que eu nem presto atenção só ouço mesmo quando ele me faz aquela pergunta crucial em um casamento, que eu rapidamente respondo com um Sim sem nenhum arrependimento, ou medo.
Continua!!!!!
Notas finais
Beijossssss
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