A Seleção

10 10º Capítulo: Fuga Ou Quase Isso


Notas iniciais
Amados Leitores, Lucy obrigada pela sua maravilhosa recomendação, a primeira de muitas assim espero, gente estou muito decepcionada com muito leitores que não comentaram o capitulo passado! AVISO IMPORTANTE Gente é sério a fic corre risco de entrar em HIATUS TEMPORÁRIO, eu já não tenho tempo de postar e vocês ainda não comentam, pô só postei esse por causa da recomendação e dos meus leitores que comentaram! ~Bibi

LEIAM AS NOTAS INICIAS [AVISO IMPORTANTE!]

10º Capítulo: Fuga Ou Quase Isso

“Não somos um casal melado, mas duvido que tenha alguém que duvide do nosso amor. Quer dizer, a gente dúvida, mas a gente é louco.” – Tati Bernardi

P.V.O Rebekah

Pela primeira vez em minha existência estava usando calças, era mais simples para me locomover, me sinto rápida, Matt está de farda me encarando preocupado, Caroline estava na parte Sul do Palácio, ela soltou um grito como o combinado, os guardas correram exasperados pelos corredores sem saber para onde ir, era nosso sinal, eu e Matt de mãos dadas corremos pelos Jardins do Palácio, assim que chegamos ao muro, ele tirou as folhas que camuflavam o buraco extenso no muro. Apresentei pouca dificuldade para atravessar o buraco, logo Matt veio atrás de mim, um carro estava nos esperando. Matt abriu a porta como um cavalheiro para que eu entrasse, assim o fiz ele correu para o outro lado e entrou no veículo. Os olhos de Damon brilhavam na luz, o Príncipe da Itália mexeu comigo a muito tempo atrás, ele e seu irmão Stefan, mas aprendi a esquecer, se eu guardar rancor de todos que odeio, meu Deus eu teria explodido a muito tempo, Damon deu uma risada debochada, e pisou fundo.

– Então é você Damon que vai dirigir para nossa fuga? – Perguntei irônica. Ele deu um sorriso cínico.

– Querida eu dirijo muito bem, o que esperava um guarda do Palácio, tão inocente Rebekah, eles te denunciariam na hora! – Ele olhou de lado para Matt que estava com o olhar fixo no retrovisor observando para ver se estávamos sendo seguidos ou algo do tipo. – Esse é o cara? – Perguntou ele dando outra de suas risadas sarcásticas.

– Sim o nome dele é Matt! – Eu disse.

– Eu o conheço Soldado Donovan, não é? – Perguntou ele, como Damon sabia o sobrenome de Matt, de onde, o conhecia, resolvi manter minha expressão natural de sempre para evitar.

– Sim. – Disse Matt rapidamente. Um carro parou na frente do nosso repentinamente, encarei Damon e ele deu uma risada. Matt o encarou, tenho certeza que eu e meu amado pensamos a mesma coisa naquele momento.

– Você disse ao Klaus! – Disse eu, as lágrimas escoriam pelo meu rosto, a porta de trás do automóvel se abriu e vi os olhos furiosos de Klaus sobre mim, e vi raiva, desprezo, tristeza, tudo misturado, fui jogada com brutalidade no asfalto frio das Ruas de Angeles. As mãos de Klaus foram para Matt que foi arrancado do carro, tentou lutar mas logo foi imobilizado por Damon que se juntou a Klaus. Indefesa, senti um líquido grosso escorrer pelas minhas pernas, minhas calças denunciam, sangue... Eu não estava no meu período... Eu estava grávida... Eu estava esperando o meu filho, meu e de Matt, um bastardo... Chorei como se aquele fosse meu último dia. – Pare com isso! – Eu gritava em vão, mas Matt estava ali no chão sangrando.

– Agora amanhã Niklaus cumpra sua parte do acordo, mande-a embora da Seleção! – Disse Damon, enquanto rolava o corpo de Matt pelo asfalto até um canteiro de flores. O desespero me atingiu, ele não podia estar morto... Não podia... Ele e eu... Nosso amor. Rastejei até o corpo dele, senti suas bochechas frias, e lhe dei um beijo, provavelmente o último beijo que daria nele na vida. Nossas noites de amor se manteriam em oculto e eu seria condenada a viver para sempre ao lado do Noroécio pelo resto da minha detestável vida. Logo as mãos de Klaus me puxaram para longe de Matt.

– Se levanta daí Rebekah, não temos a noite inteira! – Reclamou Klaus.

– Eu não consigo... – Eu disse quase como num sussurro, minhas pernas estavam fracas, minha barriga doía. Ele puxou meus dois braços e me jogou dentro do carro.

– Ah Klaus... Que merda! A garota menstruou no meu carro! Cara dá alguma coisa pra ela tampar, se sujar meu carro! – Disse Damon, já dirigindo, Klaus estava ao seu lado no banco do passageiro, eu estava no banco se traz do carro encolhida. Klaus jogou um casaco no banco de trás do carro, o peguei e sentei encima.

– Isso é para o seu bem Rebekah, você iria estragar sua vida, confie em mim fizemos o melhor por você! – Disse Klaus.

– Matar o meu bebê é o melhor pra mim? E quanto a matar o pai da criança foi fazer o bem? – Disse eu com uma raiva explosiva.

– Você estava grávida, de um guarda? – Perguntou Klaus com um ódio que exalava pelo ambiente.

– Olha o respeito Klaus é minha profissão temporária! – Disse Damon fingindo estar magoado.

– Sim e sabe do que mais? Eu gostei do que nós fizemos, eu gostei do modo como ele me tocou, eu gostei do jeito como ele sempre foi amoroso comigo! E todas as vezes que aquele Príncipe tocar em mim, eu vou pensar nele, no meu eterno amor, sim um guarda! – Eu disse.

– Fique quieta Rebekah, você tem sorte de eu não contar para nosso pai, que você é uma impura! – Disse Klaus. Havíamos chegado ao Palácio, os guardas haviam tomado suas antigas posições, e uma coisa me chamou atenção, Caroline estava sendo segurada por dois guardas na porta do Palácio, seu vestido era amarelo batia nos joelhos estava usando um salto médio branco.

– Metade de suas Selecionadas são impuras! – Eu disse abrindo a porta do carro cai de cara no chão, Caroline se soltou dos guardas e veio ao meu encontro.

– O que houve Rebekah? Onde ele está? – Perguntou ela me ajudando a me levantar, me apoiei nela, e vi Klaus nos olhando, logo Damon substituiu Caroline que foi puxada por Klaus.

– Então meu Amor? Acho melhor irmos conversar em particular sobre seu mal comportamento! – Disse ele a puxando para dentro do Palácio, ela me olhou com um olhar tranquilizador, que quase me matou de culpa naquele estante, eu jamais deveria ter colocado Caroline nesse plano...

P.V.O Caroline

Klaus me segurava com uma força tamanha que meu braço poderia explodir em mil pedaços naquele momento, ele estava com raiva, eu ajudei sua irmã a fugir, bem pelo o que eu vi o plano foi um fracasso, Damon e Klaus, contra Matt e Rebekah, por favor nem preciso falar o resultado, eu vi Rebekah suja de sangue, o que será que fizeram com ela, ou o que fizeram com Matt, ele não voltou com Rebekah, ele pode estar em perigo ou não... E possibilidade de não estar me deixa assustada, será que Niklaus poderia matar alguém. Ele desceu até onde os empregados bebiam e cantavam, assim que nós viram um silêncio reinou sobre o lugar, Klaus abriu uma porta, provavelmente um armário para produtos de limpeza onde havia várias prateleiras cheias de produtos, vassouras e esfregões, antes de fechar a porta ele pós o dedo indicador sobre os lábios e bateu porta.

– Klaus você enlouqueceu? – Perguntei enfurecida.

– Não Caroline, você enlouqueceu! – Disse ele.

– Você precisa deixar sua irmã ser feliz! – Disse eu chegando perto dele.

– Ela será feliz com o Noroécio! – Disse Klaus.

– Você acha que é possível ser feliz sem uma história, sem um tempo vivendo juntos, aprendendo um a lidar com o outro! – Eu disse pegando no ombro dele.

– Caroline você está dizendo que não é feliz comigo?

– Sou... Mas nós temos tempo para nos conhecer, imagine Rebekah! Duas semanas para conhecer o noivo e logo após um casamento, noite núpcias, já imaginou o quão constrangedor deve ser! Com homem que nunca se viu na vida... – Digo. Tentando me desviar das cenas que aparecem na minha cabeça, eu... Sofá... Meu pai... Aquele dia terrível.

– Me desculpe Caroline, você tem razão, mas receio que seja tarde demais, para concertar tudo que fiz... Matt está morto e Rebekah bem... Perdeu seu bebê...

– Seu monstro! – Eu digo gritando, mas quando abro a porta do armário, o sirene toca, e eu corro em direção de Klaus de volta para os braços do meu monstro.

CONTINUA...

Notas finais
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