A Prostituta do Rei
20 019
Os murmúrios tornaram-se conhecidos, e rotineiros. Quando Isabella entrou nas proximidades do palácio, toda uma gente inglesa parou para ver e falar. Não era ela mais o assunto, mas o garoto bonito enrolado em seus braços.
Enzo estava colado em Isabella, os olhos verdes varrendo cada centímetro do lugar. O medo bombeando em suas veias infantis. Ele estava com medo, não era segredo algum. A última vez que viu alguém relacionado ao palácio, ele iria perder a mão por roubar para comer.
Quando Isabella parou o cavalo, e pulou dele. Trouxe Enzo junto a si, as poucas coisas que ele tinha emaranhado em seus braços pequenos. Os guardas não diziam nada, nas estavam curiosos para saber de quem se tratava. As demais empregadas, as que adoravam uma fofoca corriam de um lado para o outro a procura de novos ouvidos que pudessem ouvir o que elas tinham a gritar.
Isabella fechou seus dedos sob a mão do menino. Ele a olhou com olhos assustados.
— Você não tem que temer. — Disse-lhe calmamente — Não acontecerá nada contigo.
— Porque estamos aqui? — Perguntou confuso.
— Eu estou morando aqui agora. E você fará o mesmo.
— Não podes morar aqui! Aqui quem mora é o rei! — Guinchou nervosamente olhando para os lados. Isabella não pôde evitar rir da cara de medo do garoto.
— Eu prometo explica tudo a ti. — Murmurou — Apenas tenha paciência. Disseste que confias em mim.
— Eu confio.
— Então confie apenas. — Afirmou. Enzo, apesar da pouca idade entedia muito quando se tinha algo errado.
Morar na rua fez dele um garoto maduro demais pra sua idade.
Quando entrou no hall de entrada, Isabella olhou para os lados a procura de seu rei. Como não o viu, subiu as escadas cumpridas em direção ao seu quarto. O garoto, sem nunca jamais deixar de se assustar com tamanho luxo e beleza, sentia-se cada vez mais desconfortável.
Abriu a porta deixando que ele estudasse o lugar. Enzo, com olhos brilhantes e curiosos de criança, não podia deixar de transparecer todo seu encantamento.
— A quem pertence? — Murmurou baixinho se referindo ao quarto.
Isabella suspirou, porque isso estava sendo mais difícil do que esperava ?
— Meu. — Disse-lhe — E agora, também é teu.
Enzo virou-se em direção a ela. Confusão, e entendimento inundando o rosto do garoto de nove anos de idade.
— Tu és dele agora ? — Indagou. Isabella franziu o cenho tentando entender. — Do rei?
Seu coração apertou-se dentro do peito. Como poderia ser tão jovem e tão maduro? Entendedor, e esperto assim?
Movendo-se rápido, ela se abaixou a ele. As mãos tocando-lhe a face pequena de bochechas rosadas, olhos grandes e brilhantes com os cabelos lisos caídos sob eles.
— És jovem ainda. — Murmurou — Queria que pudesse entender.
— Eu entendo... Bella. — Sussurrou tocando as mãos dela encima de seu rosto pequeno — Ele obrigou-a ficar aqui, para que eu não fosse punido.
Isabella riu, não um riso de alegria, um riso nervoso que veio acompanhado de uma lágrima.
— Não... — Disse rapidamente — Sim, ele fez com que eu ficasse. Mas não por culpa tua, não há nada contigo. És livre.
— E tu não és? — Indagou.
— Sim!
— Porque não ficou com a vovó Renner e o vovô Charlie?
— Enzo... — Sussurrou — Você não entenderia.
— Me diz — Insistiu — Eu não sou uma criança.
Isabella riu, uma risada alta e gostosa.
— Não és?
— Sabes que não. — Afirmou — Sou uma homem.
Bella, ainda sorrindo feito uma boba, abaixou-se minimamente e tocou seus lábios na testa fria do garoto.
— É uma segredo. — Sussurrou — E deves prometer guardar para sempre.
Enzo sorriu, olhos brilhando em expectativa.
— De dedinho. — Sussurrou.
Isabella sentou-se ao chão. As costas escoradas na cama grande e macia. Seu vestido de várias camadas formando uma pizza de tecidos a sua volta. Suas mãos pequenas puxando-o de encontro ao seu colo, onde ele foi e ficou sem reclamar.
Suspirou pesadamente.
— Eu estou apaixonada. — Sussurrou baixo — Fiquei por este motivo.
— Pelo rei? — O garoto também sussurrou. Isabella afirmou derrotada.
— É grave? — Perguntou confusa e curiosa com a resposta do garoto.
— Ele a ama também? — Sussurrou novamente — Se sim, talvez seja bom. Se não, é muito grave.
— Qual é a tua idade mesmo? — Brincou mordendo- lhe a bochecha avermelhada. Enzo soltou um gritinho agudo e riu alto.
Neste momento, a porta se abriu revelando um rei teimoso, com expressão mortal e um pouco preocupada.
Isabella ergueu-se confusa com o baque da porta, Enzo agarrado em sua saia como no primeiro dia que o viu.
— Majestade... — Murmurou — Voltei como havia lhe dito.
Edward bufou impaciente e frustrado.
— Subiste diretamente. Acaso não se preocupou em me procurar?
— De fato não. — Disse sinceramente dando de ombros — Este é Enzo.
Disse puxando o garoto, não queria render com Edward hoje. Não era o melhor dia. Edward sorriu presunçoso ao reconhecer o garoto da praça.
— Ora, ora, ora... O que nós temos aqui. — Murmurou fingindo estar zangado. Enzo grudou-se com fervor a Isabella.
— Não faça isso. — Ralhou colocando-o em frente as suas pernas. — Ele não lhe fará mal.
Disse para o garoto. Edward riu.
— Não estou aqui como rei. — Murmurou abaixando-se. Movimento este, que surpreendeu Isabella — Estou aqui como homem. Apresente-se cavaleiro.
Isabella sorriu, as mãos sem jamais deixar o corpo frágil do garoto. Enzo, ainda com as perninhas trêmulas deixou um sorriso tímido sair.
— En-enzo majestade. — Sussurrou — Sou Enzo.
— Nome bonito. — Murmurou calmamente — Nome nobre.
Enzo riu.
— Não vim dar nobreza. — Sussurrou — Vim dar pobreza da rua.
Edward sorriu grande, mostrando todos os dentes perfeitos e limpinhos.
— Eu sei. — Murmurou — Mas não se sabe se foste filho de um rei, tudo é possível. Não concorda?
— Não me lembro de nada disto Majestade — Murmurou — Fui no máximo filho de uma rata.
— Enzo! — Isabella chamou em repreensão — Não diga tolices. Nunca foste filho de uma rata, e mesmo que tenha sido. Agora és meu.
— Falas bem para alguém de seu tempo de vida. — Edward sorriu presunçoso — Quantos anos tens na verdade?
— Nove majestade. — Respondeu-lhe prontamente.
— Parece que há mais... — Divagou. Depois de alguns minutos, Edward ergueu-se e fitou o garoto — Seja bem vindo a meu palácio. Será bem tratado, fique a vontade.
Olhou Isabella e sorriu maldoso.
— Quando acabar de acomodar o garoto, necessito de um tempo contigo logo após.
Isabella sorriu, as bochechas esquentando.
— Sim senhor. — Murmurou e riu quando Edward finalmente saiu do quarto com o sorriso convencido nos lábios.
— Pronto ? — Perguntou Isabella a enzo.
— Para... O que ? — Perguntou desconfiado.
— Banho.
— Oh não! — Guinchou — NÃO deixarei que arranque meu coro Bella!
Isabella sorriu, e pegou o garoto no colo levando-o ao banheiro em seguida.
πππ
— Pediu que eu viesse. — Murmurou calmamente quando abriu a porta.
Edward, que se mantinha parado em frente a grande janela luxuosa virou-se e encarou Isabella. Ele não podia nomear o que realmente sentia, mas era incrível a sensação que tinha quando Isabella estava por perto. Sorriu-lhe grandemente e caminhou até onde ela estava. Seu cérebro mandando as ordens que ele não atendeu, tinha tanta coisa a dizer, tanta coisa que aconteceu em vinte e quatro horas, mas ela não consegui abrir a boca para dizer nada do que necessitava, ele só queria estar com ela por agora.
— Sim. — Sussurrou — De fato pedi.
— O que desejas ?
— Porque trouxeste o garoto ?
A pergunta pegou Isabella de surpresa. Não só pela pergunta em si, mas pelo tom usado.
— Ele o incomoda majestade? — Murmura ironicamente. Edward bufa.
— Não necessariamente. — Deu de ombros — Só quero saber.
— Sabes que meu pai está enfermo. — Disse-lhe — Minha mãe não poderia cuidar dele por muito mais. Mal da conta de si mesma. E além do mais, fui eu quem o tirou da rua. Ele é meu.
Edward pendeu a cabeça para o lado, seus olhos avaliando a situação, ou melhor, a reação que Isabella teve.
— Não te achas demasiada jovem para ter este instinto ?
— Instinto majestade?
— Sim, como uma leoa. Uma mãe feroz com seu filhote. E nem tens a um filho.
— Isto não me torna menos humana. — Disse-lhe de forma curta e cortante. — Ou faz-me ?
— Oh não... — Sorriu-lhe rodando os braços por sua cintura fina — Te tornas incrível.
Dito isto, seus lábios desceram diretamente a sua boca. Tomando-a e reevidicando o que ele achava ser dele. A língua explorava cantos jamais tocados dentro da boca da moça.
Seus dedos apertando-lhe a cintura mesmo por cima do pano grosso do vestido pesado. Edward tinha pressa, isto ele não escondia de Isabella. Ele estava ganhando-a, explodindo por ela. Seu desejo estava se tornando insuportável, quente, de outro mundo.
Isabella gemeu quando seu pescoço e colo foram atacados por lábios molhados. Mordidas foram distribuídas por toda sua pele sensível, sentiu como Edward desatava os botões de seu vestido com maestria a sua costa.
Ao se ver solta, Isabella jogou a cabeça para trás enquanto Edward, com toda sua fúria puxou-lhe a peça e expôs seus seios fartos e bonitos. Um gemido animalesco saindo daqui garganta do rei. Isabella tremeu de corpo inteiro, não sabia por ficava tão afetada quando ele agia daquela forma, mas ficava extremamente excitada com isso.
Edward sentou-se na cama espaçosa, Isabella em pé a sua frente. Os seios ainda expostos, e sendo admirados por olhos famintos e brilhantes. Isabella mordeu as bochechas quando seu vestido foi puxado, e junto com ele sua roupa debaixo também desapareceu. Ela não estava com vergonha, não, pelo contrário, sentia-se ainda mais excitada e ansiosa pelo contato.
— Você é perfeita. — Ele disse — Perfeitamente e completamente minha.
Isabella gemeu. Sim, o som mas erótico que ela já ousou soltar. Edward abraçou suas ancas e beijou-lhe a barriga lisa e branquinha. Isabella Arfou segurando os cabelos entre os dedos finos. Estava cada vez mais difícil não se deixar mostrar apaixonada. Porque, diabos! Ela estava tanto, mas tanto apaixonada pelo homem a sua frente, e era justamente, o único homem que ela não poderia ter. Não para si, não para sempre. Não do jeito que desejava.
— Cavalgue-me — Sussurrou baixo trazendo-a para seu colo. — Feito uma verdadeira amazona.
Isabella sorriu, suas bochechas coradas, mas mesmo assim o fez. Suas pernas abriram-se em torno das deles e ela o estava montando. Edward grunhiu feito um animal quando sentiu o interior de Isabella aperta-lhe fortemente, o calor, a umidade, como veludo deixando-o cada vez mais louco por ela, louco por mais, loucamente apaixonado.
— Sim... — Soprou entre os dentes. — Exatamente assim.
Isabella sorriu, nunca pensou ficar no comando de se assim. Mas, de fato, era uma sensação extraordinária.
— Mexa-se plebeia. — Rosnou entredentes saindo dela devagar.
— Sim meu rei. — Sussurrou baixo gemendo em seguida.
Isabella nunca tinha feito aquilo, e não tinha ideia se sairia bem. Mas, como toda boa mulher, seguir seus instintos é a melhor saída. Isabella, com as pontas dos pés plantadas no chão, deu impulso e subiu no membro de Edward. Movimento este, que fez com que ambos gemessem alto demais.
— Oh diabos sim! — Edward grunhiu — Faça outra vez.
Isabella riu nervosamente e fez outra vez, e como na anterior, gemeram em uníssono. Ela pegou o jeito, seu corpo movia-se de forma curta, rápida e as vezes até forte demais. Edward até tinha um receio de que pudesse machucá-la mesmo sem querer.
O som dos corpos de chocando era o único ruído dentro do quarto. Edward tinha olhos fechados e cabeça para trás. Isabella mordia a boca carnuda e apertava os dedos nos ombros do rei. A sensação do orgasmo chegando, ela sentia como sua boceta se contraía cada vez que ela descia com força sob Edward. Isso a deixou empolgada, nervosamente ansiosa por mais, pelos finalmente e foi o que ocorreu.
Seu baixo ventre de contraiu mandado ondas por todo seu corpo, seu grito de alívio não pôde ser contido. Edward, maravilhado com a imagem mais linda do mundo bem a sua frente, Isabella suada, cabelos colados a face de anjo, lábios avermelhados devidos aos beijos e as mordidas. Seios fartos pulando bem em sua cara, e foi o suficiente. Seu orgasmo veio arrebatador e dolorido. Tão forte quanto os outros. Suas bolas se contraíram lançando litros de esperma dentro do copo frágil e cansado das garota.
Sua cabeça caiu para frente, onde seus lábios encontraram a pele suada do pescoço da moça. Ele sorriu, nunca pensou que o ato sexual poderia ser tão intenso e diferente. Mas com Isabella, isto seria sempre assim, então ele notou que ser diferente poderia de repente, tornar-se bom.
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