Notas iniciais
OEEEEEEE! LÁ EMBAIXO!

Quando abriu os olhos na manhã seguinte. Isabella deparou-se primeiramente com o perfil bonito do homem que o rei era. Suspirou apaixonada e levou os dedos até a pele macia de seu rosto vagando devagar as pontas dos mesmo pela pele quente.

Mordeu o lábio como uma criança sapeca. Edward sorriu antes mesmo de abrir os olhos e virou-se para ela puxando-a de encontro ao seu corpo nu.

— Este é outro hábito que tens. — Murmurou — Acariciar minha face enquanto durmo.

Isabella deu de ombros.

— Se incomoda vossa majestade, eu paro.

Edward bufou e em seguida sorriu.

— Como é dramática. — Revirou os olhos e beijou-lhe os lábios — Uma dramática muito bonita por sinal.

Isabella sorriu.

— Tens que levantar magestade. — Murmurou — Tens um conselho para liderar, um reino para reinar.

— Sim, e uma linda mulher para saborear. — Sussurrou e a mordeu arrancando de Isabella um gritinho agudo.

— Como é presunçoso o meu rei... — Sussurrou. — Sabeis que...

A fala de Isabella foi interrompida por batidas na porta. Edward enrugou o cenho confuso, mas se ergueu.

Vestiu-se de sua calça rapidamente e Isabella correu até o banheiro. Lá, vestiu o primeiro vestido que achou pela frente e saiu do cômodo arrumando os cabelos.

Na porta, Alice estava conversando com Edward sobre algo. As cara de ambos não eram das melhores. Isabella de colocou ao lado de Edward encarando Alice.

— O que houve? — Indagou. Edward engoliu em seco e entregou o envelope dourado, este que Isabella pegou e o abriu rapidamente.

Seus olhos moveram-se com rapidez nas palavras, seu coração ficando menor a cada palavra que lia. Sentiu toda sua espinha esfriar com as últimas palavras e as lágrimas escorrerem sem parar por sua face.

— Doce Jesus! — Arfou segurando no batente dá porta. — Tenho que partir!

Edward riu friamente, todo seu corpo arrepiando-se com esta informação. Seu coração de repente foi tomado por um medo desconhecido.

— Partir? — Indagou. — Não é para tanto. Traga-o aqui!

— Não. — Murmurou — Ele nunca vai aceitar.

— Mesmo que fosse uma ordem minha? — Cuspiu rudemente.

Isabella o encarou estupefata.

— Obrigaria meu pai vir aqui doente? — Indagou perplexa — Ele não acataria mesmo que foste pessoalmente a ele.

— Mas é uma ordem minha. — Retrucou — Tem que obedecer!

— Não seja egoísta! — Gritou Isabella se afastando dele. — Eu não vou obrigar meu pai a nada e nem você!

Correu pelo quarto procurando atentamente seus pertences mais pessoais. Colocou por cima do vestido uma capa passada com capuz.

Edward bufou impaciente e irritado e fechou a porta atrás de si.

— Não podes ir. — Murmurou — Não lhe dei permissão.

Isabella bufou o encarando.

— Eu não estou pedindo nenhuma. — Retrucou irritada — Ele está doente Edward.

— Terei prazer em cuidar dele, desde que ele venha até aqui.

— Não! — Rosnou — Meu pai não olha na minha cara desde que decidi que ficaria aqui! Acha que ele aceitaria ser cuidado aqui?

— Então porque está indo? — Berrou perdendo as estribeiras.

— Porque ele é meu pai. — Murmurou — Meu pai é um homem bom. E eu nunca o abandonaria em um momento como este.

— Bella...

— Por favor — Implorou — Eu vou voltar. Eu prometo a você.

— Porque voltaria? — Indagou — Podes ficar por lá, tens a chance de ser feliz.

Isabella tocou-lhe a face lisa.

— Eu sou feliz aqui. Com você.

— Porque?

— Porque eu estou tomando apreço pelo rei da Inglaterra. Eu vou ficar ao lado dele, enquanto ele me quiser.

Edward não soube o que dizer. Estava petrificado, maravilhado, fascinado. Completamente bobo em relação a ela.

— Volte para mim. — Murmurou — Isso definitivamente não é um pedido.

Isabella sorriu e beijou-lhe os lábios quentes antes de descer rapidamente pelas escadas e cavalgar rapidamente em direção a sua casa.

πππ

Mal o cavalo tinha parado e Isabella já estava fora dele. Seu coração estava martelando rápido no peito. Ao ouvir a movimentação de cavalo, Enzo e Renner Swan saíram em disparada até a porta dá casa e se depararam com Isabella caminhando apressadamente até a porta.

Isabella não soube explicar o que sentiu quando viu o garoto em pé ali. Ele já não estava macro e maltrapilho. Estava grande, forte e nem cuidado. Os cabelos castanhos caindo levemente pela testa e cobrindo uma pequena parte dos olhos. Os dentinhos estavam bem cuidados, e ele estava limpo.

Sorriu largamente e feliz quando percebeu que sentia uma saudade enorme pelo garoto por quem tinha tomado total apresso. Enzo, quando a viu desceu os degraus das escadas com rapidez e um pouco desengonçado. Pôs-se a correr em direção a Isabella, que por sua vez ajoelhou-se, o vestido formando uma poça de panos a sua volta, braços abertos e a criança em seus braços.

— Bella! — Ele exclamou apertando-se a ela. — Você está aqui. Voltaste!

— Oi garotinho — Sussurrou beijando-lhe a face pequena — Se comportou?

— Sim. — Sorriu — Vovô Charlie tem cuidado bem de mim.

— Tem.. — Murmurou encarando a mãe — Não disse mais...Nada?

— Não. — Disse confuso — Ah algo mais a ser dito?

— Oh não. — Sorriu — Você está grande. Bonito.

— As comidas dá vovó Renner me fazem crescer.

— Aposto que sim. — Sorriu e se ergueu — Vem, quero ver o vovô Charlie.

Isabella pegou a mão do garoto e caminhou com ele até a casa. Renner, que estava com a aparência completamente cansada abraçou a filha brevemente e sinalizou ao homem debilitado sentado na poltrona dá sala.

Soltou-se de Enzo, e caminhou até a sala. Seu pai estava com cabeça encostada na poltrona. Parecia ter olheiras, as bochechas e o nariz estavam levemente vermelhos.

Engoliu em seco e ajoelhou-se aos pés dá poltrona e tocou as pernas do pai. Charlie Swan abriu os olhos devagar, sua visão tentando focar na figura aos seus pés.

— Oi pai. — Murmurou calmamente. Charlie sorriu levemente e esticou a mão para tocar o rosto de Isabella.

— Você está aqui. — Sussurrou baixinho e debilitado. Isabella sorriu e deixou que uma lágrima caísse por sua face.

— Sim. — Disse — Eu estou.

— Voltou para casa. — Sussurrou rouco.

— Pai.. — Murmurou — Não vamos falar disso agora. Vamos cuidar do senhor.

Charlie tossiu alto. Um som quase animalesco saindo de seu peito. Isabella suspirou derrotada. Ele parecia estar realmente mal.

— Pai... — Chamou — Porque você não sobe? Eu vou ajudar a mamãe fazer algo para que melhore desse enfermidade.

— Você está aqui. — Murmurou — Logo eu vou estar melhor.

— Por favor... — Pediu suavemente fechando os olhos. — Por favor, não vamos falar disso agora.

— Porque? — Indagou ainda fraco — Acaso não vais ficar?

— Pai...

— Diabos Bella! — Disse com a voz desgastada. — Não entende que não quero vê-la sofrer? Se por caso se apaixonar por ele?

— Ah pai... — Choramingou — Eu não quero chatear o senhor. Por favor, descanse que eu vou ajudar a mamãe.

— Fale comigo. — Exigiu Charlie — Estás apaixonada por ele já não é mesmo?

— Pai...

— Cristo Isabella! — Arfou tossindo em seguida.

— Descanse, por favor. — Pediu e se ergueu indo até a cozinha onde a mãe ajudava a cozinhar.

Renner a olhou e limpou as mãos no avental que usava. Isabella suspirou e sentiu-se à mesa.

— O que ele tem?

— Eu não sei. — Renner suspirou — Depois que voltamos do palácio a um mês atrás ele adoeceu.

— Mãe!! — Arfou surpresa e irritada. — E só me disseste agora?

— Pensei que logo passaria menina! — Se defendeu — Mas ele continuou. Mal, acuado pelos cantos. Chateado, magoado e sentindo falta de você.

Isabella sentiu seus olhos encherem-se de lágrimas grossas.

— Eu sinto muito.

— Seu pai te ama muito. — Declarou — Isto causou sua doença.

— Eu também o amo. — Respondeu suspirando. — Trouxe alguns remédios.

Colocou as coisas encima da mesa.

— Faça um chá para ele. — Continuou — Ele precisa sair dessa enfermidade que está nela. Logo estará bom em folha.

Renner olhou a filha. Ela não sabia o que dizer sobre isso, ambas sabiam que o problema de Charlie Swan era desgosto. Amava demais a filha para vê-la naquela situação que se encontrava.

— Vais permanecer aqui ? — Indagou a mãe. Isabella suspirou profundamente e encarou-a.

— Sabes que não. — Murmurou — E ele também.

Renner largou a faca encima da mesa de madeira e encarou a filha brava.

— Tu vais voltar a se submeter a este papel? Mesmo quando sabes que isto deixou teu pai enfermo ?

— Mamãe...

— Não! Por Deus! — Ralhou — Prefiro que se case com aquele garoto que ajuda o pai no celeiro! Mil vezes Isabella, um milhão de vezes a isto! Se ele tivesse pelo menos boas intenções, quem sabe até torná-la rainha! Mas ele não vai fazer isto, você entende a gravidade?

— Agora que sente como toda a reputação de boa mãe e senhora casamenteira está para indo para o ralo? Se não estivesse na posição que estou, como reagiria se não fosse a prostituta do rei?

— VOCÊ NÃO É A PROSTITUTA DO REI! — Berrou perdendo a paciência. Isabella não se moveu, também não se deixou intimidar pelo berro dá mãe. — Está sendo uma criança tola! Já estão falando de ti.

— Quando foi que me importei com o que dizem?

— Pois é melhor começar. — Grunhiu — A reputação do seu pai e a minha estão indo pró ralo!

— Meu Deus mãe! — Exasperou-se — Eu não vou discutir com a senhora.

— Não vai mesmo. Vai voltar para casa, hoje, já! Arrumarei para você um casamento o mais breve possível.

— O quê? — Arfou dando um passo para trás — Casar-me? Por acaso enlouqueceu?

— Não, quem está louca sois tu que acha que deixarei que continue manchando a imagem de teu pai e a minha.

— Não sabes que acaso já atingi minha maior idade?

— Achas que me importo? Que tenha vinte, trinta, quarenta primaveras eu não deixarei de ser tua mãe! E exijo que faça o que eu mandei, vai se casar Isabella! O mais rápido possível!

Isabella bufou irritada.

— Isso não vai acontecer — Grunhiu.

— Prefere ser para sempre a meretriz do único homem que nunca poderá ter?

— Porque está fazendo isso comigo? — Choramingou

— Porque eu sou sua mãe, estou tentando não deixar que fique mal falada para sempre.

Isabella não disse nada. Também não poderia, ela sabia que bem no fundo sua mãe tinha razão, mas não deixaria que isso a afastasse daquele por quem se descobriu apaixonada.

Era isso, ela estava mesmo apaixonada pelo rei, completamente e irrevogavelmente e como ela sairia dessa enrascada agora? E por mais que seja errado e imoral, ela não queria e nem podia cogitar a ideia de se afastar agora. Somente se ele quisesse que ela fosse, e no fundo do peito, ela não desejava isso.

Sem dizer mais nenhuma palavra, ela se virou, ouviu sua mãe chamar mas não deu ouvidos. Caminhou decididamente até as escadas subindo-as rapidamente e indo diretamente ao seu antigo quarto. As poucas coisas que Enzo tinha estavam espalhadas por ali, juntou tudo rapidamente o máximo que conseguia e desceu as escadas.

Na porta de entrada, a mãe estava em pé, escorada com olhos reprovadores observando todos os movimentos de Isabella. Charlie, que ainda estava sentado na poltrona velha tomava um líquido dentro do copo, Isabella se sentiu um pouco melhor, provavelmente era os remédios que trouxera do palácio, sendo que veio dos doutores do rei, logo seu pai estaria bem e saudável novamente.

Aproximou-se dele, seus olhos acompanhando os movimentos lentos do pai enquanto ele levava a xícara com o líquido quente a boca. Ajoelhou-se aos seus pés, os dedos roçando em sua coxa. Isabella suspirou derrotada e beijou o joelho do pai.

— Eu estou indo. — Murmurou baixo — Eu sei que o senhor está chateado e bravo comigo. — Engoliu em seco — Me perdoe pai. Eu te amo.

Charlie Swan não disse nada, levou sua mão até onde estava os dedos dá filha. Olhos tristes denunciava toda a dor que um pai poderia sentir.

— Eu também...te amo. — Sussurrou. Isabella sentiu seu peito encher-se de uma alegria desconhecida — Espero que saiba o que está fazendo.

— Shii — Sussurrou beijando-lhe a mão — Descanse. Eu escreverei para saber de sua saúde.

Ele não disse nada. Apenas balançou a cabeça e voltou-se a recostar-se a poltrona.

Ergueu-se dando nele um beijo rápido em sua testa e pegou as coisas do menino Enzo encima do sofá.

Passou pela mãe sem olhar diretamente em seus olhos. Renner também não fez nenhum esforço, estava com raiva demais para se despedir de uma filha que ela considerava ingrata.

Isabella desceu as escadas dá entrada e avistou o menino brincando com o cavalo que ela viera. Olhou-a quando Isabella aproximou-se.

— Já vai? — Perguntou com o semblante triste. Isabella sorriu-lhe levemente

— Sim. — Murmurou. Abaixou-se beijando seu nariz pequeno e de repente o ergueu colocando-o encima do bonito cavalo robusto. — E tu vais comigo.

— Para o palácio?

— Te explico tudo depois. — Murmurou se colocando atrás do garoto. — Você confia em mim?

Ele sorriu, jogando sua cabeça para trás em Isabella, os cabelos cheirosos e macios caindo contra seu peito.

— De dedinho.

Notas finais
* Olha se tá tudo bem, disfarça e sorri amarelo * OOOOOOOOOOOOH povo, oia eu aqui? Podem bater, podem xingar, podem lixar, eu mereço :( para uma pessoa, que tem a história PRONTA! SIM, EU ACABEI DE ESCREVER A PROSTITUTA DO REI! Tá demorando demais né, eu sei, eu sei, sou uma bich má! Manda processo! Aeeeo Renner tá bravinha, ui, que meda! Bella sua cabeça dura, você saiu do palácio, vai se arrepender quando voltar *** SPLOIRER *** QUEM NÃO GOSTOU, LAMENTO! E AE? ESSA HISTÓRIA MERECE MAIS COMENTÁRIOS? E RECOMENDAÇÕES ? TO QUERENDO HEEEEEEEEIN! ENTÃO VOU DESLIGAR O CAPS LOCK, PERA AÍ! Pronto, eu vejo vocês no próximo? Sim, claro, ou com toda certeza absoluta ? Então fui! Beijos da IsaM!