A Prostituta do Rei
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Notas iniciais
Edward foi o primeiro a acordar no outro dia. Quando sentiu seu corpo colado ao de isabella, o sorriso que ele abriu poderia incendiar todo um país. Seu rosto estava sereno, respiração leve e calma. Os lábios bem formados chamando-o de uma maneira silenciosa.
Seu corpo estava coberto um pouco acima do seios. Os braços levemente jogados encima de sua barriga e o outro ao lado do rosto. Cabelos espalhados pelo travesseiro. Completamente perfeita.
Se ergueu devagar para não correr o risco de acordá-la antes dá hora. Vestiu-se rapidamente e saiu em direção ao seu quarto indo diretamente para o banho.
Enquanto seu corpo afundava na banheira seus pensamentos começaram a domina-lo. Lembranças da noite passada vindo como uma bola de canhão. Seu sorriso estava lá de volta, cada detalhe, cada toque, casa gemido sendo lembrado. A sensação de tê-la, a satisfação ao ouvi-la a paixão com que a tomou na noite anterior.
Paixão... Essa pequena palavra deixando-o inebriado e confuso. Ele poderia facilmente se apaixonar por ela, mas qual futuro os dois teriam? Quantas leis quebrariam para poder ter quem sabe um relacionamento sério e dentro dos padrões ? Balançou a cabeça deixando esses pensamentos inoportunos para outra hora, estava feliz demais para se chatear agora. Ele estava realizado, e quem sabe também apaixonado.
Ainda rindo feito um bobo, saiu da água e vestiu-se rapidamente de seu traje oficial. Dessa vez, o uniforme militar era um verde claro. Calçou suas botas e apenas passou as mãos pelos cabelos e se pôs a descer.
Ele sabia exatamente o que iria acontecer agora. Ele seria questionado e estava a espera disso. Ao final das escadas, já podia-se ouvir vozes vindo do salão onde normalmente faziam as refeições. Suspirou profundamente e caminhou até lá em passos rápidos.
Na mesa, sua irmã e as demais visitas já estavam lá. Olhares de diferentes jeitos, e com diferentes curiosidades sobre ele. Sorriu internamente, poderia ser uma manhã longa.
— Bom dia — Ele disse sentando-se a cabeceira da mesa.
— Bom dia irmão. — Alice murmurou e sorriu.
— Primo.. — Emmet balançou a cabeça. Rosalie não disse nada, deu continuidade a sua refeição. — Dormiu bem uh ?
Sua voz saiu maliciosa. Edward teve vontade rir, seu primo era o tipo de homem que levava tudo na brincadeira. Era por isso que ele gostava dele.
— Muitíssimo bem se lhe apraz saber. — Respondeu. Emmett sorriu ainda mais e cutucou a esposa ombro.
— Viste querida ? — Indagou — Este é o rei da Inglaterra.
Rosalie não olhou-o nos olhos. Estava envergonhada demais para fazê-lo. Ao contrário das belíssima loira sentada o seu lado.
Seu olhar estava intenso, quase venenoso. Se pudesse trucidar alguém com um olhar, com toda certeza alguém estaria morto no momento.
Edward a olhou notando sua presença, seu vestido verde escuro completamente diferente de como Bella ficava com a cor. Ela estava tentando talvez provocar algo nele, coisa que definitivamente não estava funcionando. Ela era bela, muito bonita ele não podia negar. Mas não sabe se ele mesmo se envolveria com ela, poderia ser se não existisse uma Bella Swan em sua vida.
— Bom dia senhorita Halle — Murmurou calmamente e ironicamente. Tânia sorriu de seu jeito mais ousado.
— Bom dia magestade — Respondeu. Edward não respondeu de volta. Apenas deu seu sorriso leve, coisa que ela interpretou como qualquer outra coisa. Menos um sorriso comum.
Edward trocou algumas palavras com Jasper Halle, que parecia prestar mais atenção em Alice mais do quem em qualquer outra coisa. Tânia ainda maquinava um jeito de chegar ao rei antes que partisse. Rosalie estava ainda confusa com tudo o que estava acontecendo. Não era o tipo de coisa comum que estava acostumada. Mas nada disso era de sua conta.
Isabella não desceu naquele momento, não pelo menos até o findar do dia.
πππ
Quando abriu os olhos, sua primeira reação foi virar-se rapidamente e olhar para seu lado. Edward já não estava mais lá, também pudera, acha que dormiu por muito mais dia meio dia. Isso a fez sorrir, o que aquele rei fizera para deixá-la tão cansada?
Sentou na cama gigante. Suas coxas protestando com força total, estava um pouco ardida, mas um tipo de ardência boa. O tipo de dor que, a fazia lembrar exatamente onde seu rei esteve. E ela gostava disso.
Seu rei... Sorriu largamente com esse pensamento. Ela estava completamente enfeitiçada, para não dizer apaixonada. Ela não percebeu isso antes, cada discussão, cada sorriso arrogante, cada presunção só a fizera se encantar mais. Era completamente diferente do normal. Não era o tipo de sentimento que nascia desse jeito, na confusão, no caos. E lá estava ele, tomando conta completamente de seu coração. Suspirou pesadamente, ela estava perdida com esse pensamento. Perdida com esse sentimento, completamente apaixonada por um homem que jamais seria seu. Neste sentido, seu coração realmente doeu.
Ergueu-se da cama tomando banho, foi longo e demorado. Ela estava pensando consigo mesma que essa história poderia acabar de muitos jeitos, mas nunca do jeito que ela desejava. Seu corpo estava com alguns pontos arroxeados, um pouco dolorido. Mas tudo muito bom.
Vestiu-se de um vestido pesado da cor azul clara. Deixou os cabelos soltos com algumas tranças finas no meio da cabeleira. Olhou pela janela, o sol já quase se punha. Sorriu consigo mesmo ao imaginar o que as pessoas de ontem estavam pensando ela agora. E o que importava? Ela já estava mal falada por todo o reino porque não simplesmente dar de ombros e deixar que falassem com razão?
Fechou a porta atrás de si, e desceu as escadas cumpridas sem pressa nenhuma. Ela não tinha fome, não sabia se era pelo motivo de estar apreensiva um pouco com que iria acontecer agora, e se Edward agora que teve o que tanto desejava mudasse de comportamento? Esse pensamento a fez estremecer, não sabia como reagiria. Mais só a possibilidade a deixou completamente devastada.
Ao final das escadas, seus olhos foram diretamente para a figura que conversava ao longe com um homem. Isabella logo percebeu se tratar de seu rei, e seu primo. Sentiu suas bochechas corarem, mesmo que não pudesse ser vista. Ela estava completamente acuada e envergonhada.
Edward viu de relance enquanto ela caminhava sorrateiramente em direção à biblioteca. Seu sorriso abriu-se de imediato e todo seu corpo vibrou com isso. Emmet percebeu e virou-se para ver o que fazia com o que o primo sorrisse como um bobo dá corte.
— Belíssima uh ? — Emmett murmurou rindo da cara de bobo que o rei tinha.
— Sim. — Respondeu ainda seguindo-a com o olhar. Emmett balançou a cabeça levemente ainda rindo.
— O que está fazendo primo? — Indagou — Gosta dela?
Edward voltou-se a ele. Ele gostava dela? Sim, estava completamente perdido por ela. Não sabia nomear o que sentia, mas era forte e intenso.
— Talvez... — Murmurou — Você não a conhece Emmett. — Sorriu — Ela é incrível.
— Incrível como? — Quis saber.
— Ela é... — Abriu seu sorriso grande e fascinado. — Completamente complexa. É respondona, atrevida... É como uma leoa brigando pelo o que quer. Ela é inteligente, diferente, ela é... é... única.
Emmett sorriu, grande e largamente vendo perfeitamente como ele se sentia. Se aquilo não era paixão, ele não saberia dizer o que era mais.
— Está apaixonado. — Ele disse. Confirmando firmemente. Edward o olhou estupefato. Apaixonado ? não era remotamente possível. Ou era?
— Não. — Retrucou rapidamente. Olhou em direção à biblioteca por onde isabella acabou de entrar e sorriu — Preciso resolver uma coisa.
Emmett mal teve tempo de rir, ou tirar qualquer tipo de conclusão. Edward deu dois tapinhas de leve no ombro do primo e saiu caminhando rapidamente até à biblioteca.
Seu coração acelerado no peito, um frio na barriga como um virgem. Isso o fazia rir ainda mais. Como ele poderia sentir-se assim por alguém? Não se lembra de já ter sentido isso anteriormente, era assustadoramente incrível.
O estrondo dá porta fez Isabella pular no lugar. Não estava necessariamente lendo o livro que tinha em mãos, estava com os pensamentos longes e concentrados na pessoa que acabou extremamente de entrar pela biblioteca. Edward caminhou até ela decidido.
Isabella arregalou os olhos quando ele aproximou-se dela e a puxou pelo pulso erguendo-a dá cadeira.
— O que estás a fazer? — Indagou sendo arrastada até o último corredor dá biblioteca gigante.
Edward não respondeu, apenas continuou levando-a pelos corredores. Quando viu que estava longe e escuro o suficiente, prensou-a contra uma das prateleiras e atacou sua boca fortemente e com fome.
Isabella ainda conseguiu sorrir entre o beijo, e logo deixou-se ser tomada com volúpia e vorazmente. Edward estava faminto, ele não sabia explicar por que, só que estava completamente perdido e viciado na mulher embrenhada em seus braços.
Seus lábios atacavam todo o que alcançavam, boca, pescoço, rosto, colo, os seios pulando para fora junto com o decote. Isabella gemia baixinho sentindo todas essas sensações arrebatadoras tomar conta de seu corpo e fazê-la ficar completamente e facilmente excitada com o modo como Edward a estava pegando.
Suas mãos grandes e hábeis puxaram o decote para baixo e desfizeram o laço dá roupa de baixo puxando seus seios para fora e lambendo-os com força. Isabella gemeu longamente jogando sua cabeça contra os livros e apertando seus dedos através dos fios sedosos.
Ele puxou seu vestido pesado, praguejando quando se viu em volta de um emaranhado de panos. Isabella riu e beijou seu pescoço lambendo em seguida. Edward gemeu com a sensação, era algo comum, mas completamente ousado vindo delas. Por isso, tão excitante e sexy.
Quando desfez de suas calças baixas, ele rapidamente deu-se conta da sua. Tirou seu membro para fora e não esperou por nada mais. Puxou as pernas de Isabella para sua cintura e a penetrou forte e certeiro. O gemido de ambos foram alto o suficiente para acordar todo o palácio, mas eles não poderiam estar se importando menos.
Isabella sentiu sua intimidade arder, mas nada que não fosse superado pelo incrível prazer que estava a sentir com o ato sexual que ambos. Edward a observava intensamente enquanto seu membro batia fundo dentro dela. Suas cotas indo de encontro a estante gigante de livros, seus seios pulando de acordo com as estocadas, a boca deliciosamente avermelhada sendo mordida.
Completamente linda.
Edward rosnou entredentes quando sentiu a boceta de Isabella aperta-lhe fortemente. Esmagando-o em seu interior. Isabella gemeu alto puxando fortemente seus cabelos.
— Sim! Oh magestade! Por favor! — Implorou engasgando-se. Edward sorriu quando sentiu seu membro sendo mastigado fortemente.
— Deixe vir. — Ele comandou. E ela o fez, sua boceta pulsando ordenhando o membro de Edward e ela explodiu em puro estase quando gozou gloriosamente em volta dele. Seu grito de alívio e prazer foi quase uma lamúria de tão intenso.
Foi o que bastou, Edward bateu forte e profundo dentro dela e encontrou sua libertação. Forte, arrebatadora, intensa e insana. Soprou entre os dentes brancos e perfeitos e deixou-se esvaziar completamente dentro dela.
Deixou seu rosto afundar-se no pescoço de Isabella. Estava esgotado e satisfeito. Isabella não estava diferente.
— Olá magestade. — Sussurrou depois de alguns minutos. Edward ergueu o olhar para ela.
Olhos brilhantes, bochechas coradas e gotículas de suor descendo lentamente por sua testa. Ele sorriu e beijou-lhe os lábios evidenciando que ainda tinha desejo de sobra por ela.
— Olá plebeia. — Respondeu. Isabella sorriu mexendo os dedos que ainda estava em seu cabelo pelo coro cabeludo suado dele.
Edward endireitou-se e a desceu de seu colo. Ambos gemendo com a quebra de contato súbita. Isabella desceu o vestido amassado e tentou refazer o laço de sua roupa de baixo, arrumando o decote do vestido.
Edward sorriu presunçoso quando viu a bagunça que a deixou, era de certo modo excitante para seu ego masculino.
— Para quem me renegava a muito, a senhorita anda bem receptiva. — Provocou enquanto caminhavam de volta até a mesa.
Isabella bufou.
— Posso voltar se desejar. — Provocou. Edward balançou a cabeça contrariado.
— Jamais senhorita — Murmurou — Agora que és minha. Completamente, estou longe de abrir mão de ti.
Isabella sorriu amargamente.
— Vais cansar magestade — Murmurou dando de ombros. Está era uma realidade cuja qual ela deveria estar sempre ciente. Edward sorriu presunçoso e parou-a de frente para si.
— Até lá.. — Sussurrou — És minha!
Lhe deu um beijo casto nos lábios e acariciou-lhe a face.
— Nos encontraremos mais tarde. — Ele disse. Isabella balançou a cabeça sorrindo.
— Mais tarde.
Ele lhe deu um último beijo e saiu logo sorrindo largamente como ficava quando estava na presença de Isabella.
Mas o que ambos não sabiam, é que como eles, mais uma pessoa estava de olho. Seu corpo era escultural, cabelos bem tratados e como uma mente diabólica.
Enquanto Edward se distanciava esta mesma mulher caminhava em direção a biblioteca de onde ele saiu e suas intenções não eram nada boas.
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