A Prostituta do Rei
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Notas iniciais
O som das chamas que trepidavam na madeira e a respiração irregular e nervosa dá moça era o único som a ser ouvido. Suas mãos suavam, e seu coração parecia estar batendo na garganta e os dedos mexiam-se nervosamente enquanto sua garganta parecia estar seca e poderia ser facilmente considerada uma lixa.
Não se sabe exatamente quanto tempo ela ficou ali, encarando os dedos tentando fugir das realidade em que ela agora foi submetida. Nunca foi o tipo de garota que abaixava facilmente para qualquer pessoa, mas ali estava ela. Sentada, prostrada e submetida ao único homem que jamais imaginou.
Seus olhos desviarem-se dos dedos trêmulos quando percebeu a movimentação do quarto. A única claridade vinha dá lareira luxuosa, e a silhueta alta e imponente do homem nunca poderia ser confundida. Ele era perfeito, uma verdadeira raridade de beleza, e não era exatamente por sua posição.
O homem caminhou até um pequeno balcão e se serviu de alguma bebida, estava calmo, pensando consigo mesmo a maneira mais sutil de abordar sem assustar a mulher que já parecia assustada o suficiente ali. O líquido cor âmbar desceu queimando sua garganta, e seus olhos se voltaram para ela.
A moça ofegou com a intensidade, era o verde mais bonito que já ousou por os olhos, era quente, hipnótico e não importa quantas vezes tenha olhado para ele, nunca foi tão intenso quanto agora. O olhar dele desceu devagar, passando pelos olhos chocolate, a boca bem desenhada e rosada. O pescoços alvo, e o colo convidativo.
Ele já sabia, desde quando pôs os olhos nela no meio dá vila, brigando com unhas e dentes por um garoto que roubou para comer, ele sabia que ela era perfeita. E ficou ainda mais inebriado quando sentiu a presença dela dentro do quarto, enfim, depois de muita luta. Lá estava ela, a mercê dele. Completamente acuada, e não se parecia nada com a mulher que o deixou terrivelmente excitado com o rubor intenso de raiva e agitação.
Embora ele não pudesse negar que o rubor inocente e acanhado que ela possuía no momento, sendo iluminada pelas chamas da lareira era tão convidativo quanto o rubor dá agitação, dava a ela exatamente o que ar que ele anseia, a inocência. A inocência que ele queria possuir.
Caminhou lentamente até ela, notando a mudança na respiração que ficou ofegante e profunda, como se estivesse sem ar, ou com medo. Ela sentiu a atmosfera ficar pesada, seu coração que já não parecia estar rápido o suficiente, disparou terrivelmente como se pudesse voar. Sua garganta fechou-se como se tivesse um bolo que a impedisse de respirar.
Ele ajoelhou-se ao pés dela, a pele brilhando com a iluminação das chamas, olhos brilhantes e boca rosada entreaberta. Olhos chocolates arregalados fazendo-o rir suavemente. Se ergueu rapidamente, pegando levemente nos braços da moça e a erguendo com ele.
Tocou o rosto da moça a sua frente com delicadeza, um carinho desconhecido por ele, e novo para ela. Como se quisesse passar a ela um tipo de segurança que ele mesmo não sabia qual era. O cheiro adocicado dela invadindo suas narinas, deixando-o inebriado e ainda mais excitado com a possibilidade de tomar a definição de inocência.
Levou seus dedos cumpridos a corda que segurava a camisola que ela vestia, o tecido claro contrastando com a pele alva. Puxou o laço, desfazendo o nó delicado que ela deu ali. O tecido deslizou devagar, revelando pouco a pouco o corpo curvilíneo e perfeito ao olhos dele. Sua respiração ficou presa na garganta, seus olhos varrendo lentamente cada centímetro perfeito da menina mulher a sua frente. Ela era perfeita. Seios fartos, na medida certa. Barriga lisa, e cintura fina. Quadril largo e pequenos pelos encaracolados em sua intimidade. Ele estava hipnotizado, encantando e completamente fascinado.
Já ela, com o sangue de todo o corpo esquentando sua face, jogou a cabeça para trás encarando o teto bem pintado enquanto seu corpo era estudado. De todos os lugares em que ela imaginou estar, no quarto onde estava era o último. Não poderia estar mais envergonhada, mas não poderia sair correndo, primeiro por estar nua, segundo por ser ele. Estar com ele.
Sentiu sua pele queimar quando dedos frios tocaram seus seios, como se estivesse estudando a textura de sua pele. Prendeu a respiração e mordeu fortemente o lábio com a sensação que varreu seu corpo, fazendo-a estremecer completamente.
— Está com medo ? — A voz rouca atravessou as paredes do mundo que ela estava e a fez voltar a realidade. Sua cabeça endireitou-se encarando olhos verdes cristalinos.
Ela estava com medo ? Não, não, medo era última coisa que ela sentia no momento. Ela estava insegura, como se pudesse cometer algum erro, ou como se fosse uma coisa errada.
— Não. — Sussurrou. Sua voz pesada e rouca. Ele sorriu, como se pudesse ver a verdade por trás das palavras dela. Tombou a cabeça levemente, estudando sua expressão.
— Não precisa temer — Emendou ele. Passou a língua molhando os lábios — Você é linda.
Se possível corou ainda mais, receber elogios nunca foi um bicho de sete cabeças para ela, mas inovador vindo dele.
— Não tenho medo. — Afirmou. Como se quisesse provar não para ele, mas para si mesma.
Ele sorriu, um sorriso amplo e sincero. Uma confirmação, a confirmação que ele desejava. Tombou levemente o corpo e depositou um beijo casto e delicado no canto dá boca dela, o corpo da mesma esquentando em cada terminação nervosa.
— Submeta-se ao seu rei — Ele sussurrou em sua orelha — E será recompensada.
E ela faria isso, se submeteria a ele. O homem mais poderoso do país, o único homem cujo qual se deitaria com ela, mas nunca poderia ser dela.
O rei.
Seu rei, essa constatação veio como um tapa na cara. Ela estava apaixonada? Talvez, mas algo em seu interior gritava que não era uma boa ideia. Enquanto o olhar de Edward varria seu corpo agora desnudo, ela se sentiu mais envergonhada que o normal. Não é como se ele nunca tivesse visto-a nua. Na verdade, viu somente seus seios. Agora, completamente nua se sentia fora de sua zona de conforto.
Edward observou suas feições. Tinha uma mistura incrível de sentimentos. Medo, apreensão, ansiedade talvez. Tocou-lhe a face erguendo-a para ele.
— O que está fazendo? — Edward Indagou fitando-a. Isabella deu uma respirada funda antes de responder.
— O que vem tentando fazer a muito tempo, magestade... — Murmurou. Edward estalou a língua em desagrado.
— Porque? Eu disse a ti o que desejo, mas disse também como quero. Nada forçado, eu ainda estou tentando persuadi-la.
Isabella bufou impaciente.
— Não está me forçando a nada. — Murmurou. Edward a olhou surpreso. Como assim ?
— Isso significa que deseja o que eu desejo ?
— Estou aqui, não estou ? Leve-me para sua cama magestade. — Pediu suavemente. Edward sentiu um arrepio inteiro por sua espinha.
Nunca pensou que, uma frase curta e inocente ficaria tão provocante e sexy na boca de sua plebéia atrevida.
— Isto não tem nada haver com o que foi dito lá embaixo, tem?
Isabella sorriu.
— Apenas leve-me magestade. — Caminhou até ele, dedos pequenos roçando em seu pescoço.
Edward não teve tempo de pensar em mais nada, também não poderia parar e pensar. Ele estava completamente realizado no momento. Era tudo o que ele desejava. Pegou firmemente em sua face e puxou a boca dela para si em um beijo sôfrego e completamente sexual. Isabella arfou com o contato, ela percebeu agora o quanto amava a sensação dos lábios dele contra os seus.
Edward abraçou sua cintura fina apertando-a contra si, possessivo e forte. Isabella gemeu jogando a cabeça levemente para trás, ensaiando Edward migrava seu lábios até o pescoço dela. Todo seu corpo reagindo de forma natural, o arrepio, a sensação gostosa entre as pernas, tudo fazendo aquele momento ser único.
Isabella sentiu-se sendo deitada encima da cama macia, Edward sorriu presunçoso e ajoelhou-se a sua frente encima da cama. As maçãs do rosto estavam levemente coradas e seu cabelo estava mais sexy que nunca. Isabella se viu mordendo o lábio inferior enquanto sua virilha se apertava com uma sensação de necessidade. O olhar faminto que Edward lançava diretamente para ela lhe fazia se sentir bem, desejada. E esqueceu completamente sua insegurança.
Edward levou os dedos até o uniforme militar, desabotoando sem pressa os botões de ouro. Isabella descia seus olhos a cada movimento.
Quando se viu livre dá peça, Edward se desfez das botas de montaria e permaneceu somente com a calça. Seu corpo desceu de encontro a Isabella, seu peito quente fazendo-a arfar e se agarrar a ele.
Edward sorriu quando sentiu o abraço apertado dela, dava-lhe a sensação de que ele era tão desejado quanto ele a desejava.
Beijou seu pescoço, lambendo sua pele quente, mordendo seu colo, chupando seus seios cada com maestria. Mordendo sua barriga lisa e beijou suas coxas.
Isabella arqueou todo o corpo quando o sentiu perigosamente caminhando lentamente em direção sua intimidade. Seus olhos arregalaram-se e ela apertou as pernas uma na outra. Edward sorriu e se ergueu nos cotovelos.
— O que há? — Indagou com a respiração ofegante. Isabella ainda não conseguia entender como poderia ainda estar corada diante dele dessa forma. Mas estava.
— O que...O que vais fazer ?
Edward riu, riu largamente e beijou suas coxas grossas dando uma mordidinha em seguida.
— Vou chupá-la Isabella. — Ele disse. Isabella contraiu-se toda com essa frase. Como isso consegui deixá-la tão afetada. Edward sorriu quando percebeu a reação de seu corpo. — Apenas sinta.
Isabella não disse nada, e também nem teve tempo para isso. Antes que pudesse protestar novamente os lábios quentes e macios de Edward desceram contra sua intimidade fazendo-a arfar alto, seus dedos fechando-se nos lençóis fortemente. Isabella não sabia o que estava acontecendo, também não queria saber. As sensações deixando-a fora de si. Edward sorriu quando sentiu seu corpo estremecer completamente contra sua língua.
A língua de Edward estava levando-a a um patamar completamente diferente e desconhecido. Chupando-a, satisfazendo-a, puxando-a por um precipício profundo e incrivelmente prazeroso. Seus dedos dos pés dobraram-se e sua vista saiu do colchão. Cabelos espalhados, lábios mordidos, gemidos longos e sofridos. Suas mãos procuraram os cabelos sedosos e se agarrou ali, dedos embrenhados nos fios macios. Seu baixo ventre se contraindo, é uma necessidade insana se apoderando dela.
— Por favor... Por favor... — Implorou. Edward não parou um só segundo. Sua boca mexia-se devagar e com maestria. Sua língua saboreando-a, seus lábios beijando com suavemente. Uma verdade chupada dos deuses — Deus do céu!
Gritou quando tudo dentro de si se contraiu. Suas pernas se fecharam contra a cabeça de Edward e ela enfim caiu profundamente em um precipício profundo de prazer insano. Suas pernas tremeram suavemente junto com seu corpo. Uma onda de choque passando por cada terminação nervosa deixando-a instantaneamente grogue.
Edward sorriu, ergueu-se na cama, lábios perfeitos e brilhantes com sua excitação. Soltou um gemido baixo e desconhecido quando viu o brilho na boca dele. Era deliciosamente lindo.
Edward sorriu cheio de malícia quando desceu a calça, e logo junto a sua roupa íntima. Isabella arregalou os olhos quando percebeu que iria ver novamente o membro dele. Tinha visto uma única vez, mas ele fizera por maldade. Quando ele saltou livre e completamente ereto, Isabella abriu a boca em um O perfeito e quase desfaleceu ao estudar o real tamanho.
Edward era enorme! Completamente grande e... Bonito? Sim, belo. Seu membro era cumprido, grosso e tinha veias salientes por todo seu cumprimento. A cabeça, um lindo e perfeito formato cogumelo avermelhado e brilhante. Ela não poderia mentir, agora que o viu completamente e de corpo inteiro poderia admitir. Edward era sem dúvida nenhuma perfeito além faxina.
Edward deixou-se cair sob ela novamente. Ambos soltando gemidos longos ao sentir a pele quente um do outro. Era uma sensação de outro mundo, maravilhosa, única. Edward procurou a boca de Isabella novamente, beijando-a com possessividade e paixão. Uma paixão até então desconhecida até para ele.
— Você é linda. — Ele sussurrou ao separar-se dos lábios dela. Isabella sorriu-lhe levemente passando os dedos por sua mandíbula.
— Tu também és... — Sussurrou — Meu rei.
Edward sorriu roubando-lhe mais um beijo rápido e barulhento. Isabella rodou seu braços pelo pescoço dele quando sentiu seu membro em sua entrada. Estava pulsando, e duro. Muito, muito duro.
Edward mordeu o lábio inferior tentando se controlar, não queria se enfiar todo de uma vez e fazer com que ela sentisse dor. Tomou todo cuidado do mundo para não descuidar de seu auto controle. Posicionou seu membro na entrada do Isabella, pincelando o mesmo em sua entrada. Uma maneira de estimular, o que estava funcionando pois Isabella faltava pouco gritar para ele parar com esta agonia.
Respirou fundo e forçou sua entrada. Primeiramente, sentindo sua barreira exterior já que nunca foi tocada. Mas a excitação que ela exalava estava ajudando muito. Quando fez seu corpo forçar novamente, sentiu então sua virgindade. Mordeu o lábio e gemeu alto como um verdadeiro homem das pedras. O monstro dá possessividade dentro de si batendo no peito e urrando como um louco. Ele estava fazendo-a dele. Isabella, era dele!
— Doce Jesus! — Ela arfou quando sentiu sua entrada arder.
Ardência não era a palavra, era incômodo. Extremamente dolorido, como se estivesse rasgando-a de dentro para fora. Edward soprou seu rosto delicado e de porcelana e beijou sua têmpora tentando mantê-la calma.
— Vai passar... — Sussurrou. Isabella fechou os olhos e apertou mais seus braços em volta dele. Edward aproveitou esse momento e afundou-se completamente, arrancando dela um grunhido longo e dolorido.
Isabella sentiu seus olhos arderem, e logo lágrima finas e teimosas estavam embaçando sua visão. Ela não sabia se queria sair dali, chorar, ou continuar. Estava tudo confuso demais. Edward permaneceu quieto, tentando fazer com que ela se acostumasse com seu tamanho e que a dor pudesse sumir pelo menos parcialmente.
Ele conseguia sentir tudo dentro dela. Sua boceta pulsando rápido, quente e macia. Isabella também podia senti-lo. Ele estava com veias salientes que roçavam suas paredes vaginais e com o membro fundo pulsando dentro dela. Estava dolorido, mas era uma mistura de sensações. Dor, e prazer. Algo que nunca sentiu, era incrível!
— Vou me mover. — Ele disse. Não obteve resposta em fala. Ela apenas balançou a cabeça levemente. Edward respirou fundo e com dificuldade. Sua excitação quase deixando-o sem pensar com coerência.
E ele o fez, moveu-se minimamente fazendo Isabella gemer, uma necessita estranha de sentir seu corpo mover-se. Ela mordeu o lábio inferior e o olhou nos olhos. Verdes cristalinos fitando-a e ela não soube dizer quando foi que o vira mais lindo.
— Faça de novo. — Ela pediu. Sua voz rouca e baixa. Edward sorriu e olhou-a verdadeiramente curioso. Mas não desobedeceu movendo-se novamente. — Ah sim...
Gemeu, agora ela sentia uma sensação incrível se instalar dentro de si. Era incômoda, mas sem explicação para o prazer. Edward gostou de vê-la apreciar e moveu-se novamente arrancando outro gemido alto e longo. E foi o bastou.
Seus movimentos estavam calmos, lentos, mas profundos. Seu quadril investia nela com força contida, mas profundamente fazendo-a sentir toda sua potência em todo seu interior.
Seus braços apertaram-se desceram e se apertaram nas costas dele. Arranhando, apertando-lhe contra ela. Seu corpo quente, suado e cheiroso. Isabella jogou sua cabeça para trás e Edward passou a devorar toda sua jugular, beijando, lambendo, mordendo-a enquanto seus movimentos aumentavam de velocidade.
Aquela dança sensual durou minutos, horas talvez. Era intensa, insana, prazerosa. Isabella rezou para não ter um fim, e se xingou mentalmente por não ter feito aquilo antes. Edward bateu seu quadril contra o dela fortemente, Isabella gemeu alto sendo acompanhada por ele. Seu baixo ventre se contraindo, uma quentura agora quase conhecida tomando conta de sua vagina. Uma expectativa matando-a aos poucos. Isabella começou a mover-se junto com ele, buscando atrito, uma libertação desconhecida.
— Oh Deus! — Gritou. Edward rosnou contra seu pescoço e bateu profundamente dentro dela fazendo ambos gritarem com a explosão que veio a seguir.
De repente, tudo mudou de cor, de velocidade, de mundo. O orgasmo arrebatador levando-a momentâneamente fora da terra, deixando-a completamente fora de órbita, Edward grunhiu como um verdadeiro homem das cavernas e bateu profundamente uma última vez antes de se libertar completamente dentro dela.
— Sim! — Rosnou. Um som verdadeiramente monstruoso saindo do mais profundo de seu peito.
Caiu-se sob a cama ao lado de Isabella que arfava e tinha os olhos fechados e o corpo completamente lânguido no momento. Olhou-a intensamente, sorriu de lado, puxou-a contra si, ela não fez nenhum protesto. Sua costa colada ao peito dele. Edward beijou-lhe os cabelos cheirosos e também fechou os dele, estava exausto e ambos adormeceram em seguida.
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