A Proposta

15 Capítulo 14 - Parte II - O novo Membro da Família


Notas iniciais
Aqui está o desfecho do grande dilema...
Bjinhos para vcs. espero que gostem.

Grissom estava na sala de espera. Andava de um lado para o outro. Já fazia horas que Sara havia entrado no centro cirúrgico e não tinha nenhuma informação. Resolveu não ligar para os amigos, já bastava ele nervoso e, além disso, não queria desfalcar o time ainda mais.

Quando o médico apareceu ele foi logo em busca de informação.

_ E então doutor, como está minha mulher e minha filha?

_ Senhor Grissom tenho que ser sincero com o senhor, sua esposa teve convulsão, o que ocasionou complicações no parto. Fizemos de tudo.

_ Por favor, doutor me diga o que aconteceu! – ele estava desesperado.

_ A pressão de sua esposa aumentou ainda mais durante a cirurgia, por isso ela teve convulsão. Mas não se preocupe senhor Grissom. Conseguimos salvar as duas. Mãe e filha estão bem. Dentro de mais algumas horas o senhor poderá ver sua esposa. E se quiser pode ver sua filha no berçário agora – o médico abriu um sorriso. Sentia-se imensamente feliz por ter salvo a vida das duas.

Grissom estava aliviado. Sua esposa e sua filha estavam bem. Ligou para os colegas para dar a boa notícia. Seguiu em direção ao berçário. Estava louco para conhecer a filha. Chegou em frente ao berçário não havia muitos bebês ali. Viu que a enfermeira estava chegando com um bebê nos braços. Era a mesma enfermeira que havia recepcionado Sara. Ela o reconheceu e se aproximou do vidro que os separava, e mostrou a criança. Ela era linda e não era porque era filha não. Aquele era um bebê muito bonito e com certeza traria muitas felicidades aos pais.

Depois de algum tempo, Grissom pode ir ao encontro de Sara.

_ Que susto você me deu meu amor – disse beijando a testa da esposa.

_ Tive tanto medo Griss...

Ele a olhou inquisidoramente.

_ Tive medo de não voltar, de não poder ver nossa filha, de não poder criá-la... De não te ver...

_ Isso já passou querida. Você já está fora de perigo. Eu falei com o médico.

_ Onde está nossa filha? Eu não pude vê-la direito.

_ Já estão trazendo.

Nesse momento a enfermeira chegou com a filha do casal.

_ Olha quem chegou mamãe. E já está com fome.

Ela entregou a menina para Sara.

_ Ela é linda Sara! – disse Grissom emocionado.

_ É mesmo – disse olhando para a filha.

_ Você quer segurá-la um pouquinho? – ela ofereceu.

_ Não. Agora não. Ela é tão pequena... Tenho medo de machucá-la..

_ Tudo bem eu não vou insistir... Mas você vai ter que aprender a segurar sua filha Griss. É você quem vai me ajudar a cuidar dela...

_ E qual vai ser o nome dela? Você disse que ia olhar bem no rostinho dela...

A menina começou a chorar bem forte.

_ Eu acho que tem alguém com fome aqui.

Ela abriu a camisola para poder amamentar a filha. A pequena começou a sugar o seio de Sara com vontade. Ela riu.

_ O que foi querida?

_ É uma sensação estranha. Estranha e gostosa ao mesmo tempo. Nunca havia me imaginado amamentando uma criança. Ela é tão frágil, tão dependente de nós – ela falava enquanto fazia carinhos na criança em seu colo.

_ E o nome?

_ Que nome você gosta?

_ Eu?

_ Sim, meu amor, você.

_ Eu gosto de Halley.

Sara repetiu o nome.

_ Halley, gostei do nome. Então o nome da nossa filha será esse: Halley Sidle Grissom.

-o-

Três dias depois Sara estava em casa. Ainda não podia fazer muita coisa, devido a cirurgia. Na verdade ela mal podia andar por isso Grissom tirou alguns dias de licença para poder cuidar da mulher e da filha recém-nascida. Ele a ajudava nos afazeres de casa. Lavava a louça, varria a casa, fazia o almoço. Fazia tudo para ver a esposa feliz. Estava aprendendo até a cuidar também de Halley. Ela era um amor de bebê. Era calma. Só chorava quando estava com fome ou se estivesse molhada. Ele estava fazendo o almoço para eles quando a campainha tocou.

_ Amor! – dizia Sara deitada na cama com Halley em seu colo – abre a porta por favor! Deve ser o pessoal do laboratório para visitar nossa princesinha.

Grissom foi abrir a porta. Realmente quem estavam ali eram Catherine, Nick, Greg e Warrick. Entraram sem cerimônias porque já eram da família.

_ Hum... Que cheiro delicioso! É a Sara quem está cozinhando? – perguntou Cath.

_ Engraçadinha... Você sabe muito bem que sou eu quem está cozinhando por esses dias – respondeu Grissom sorridente – A Sara e a Hall estão lá no quarto, vá lá dar um alô para elas.

Catherine saiu em direção ao quarto. Deu uma leve batida e entrou.

_ Como vão as duas rainhas dessa casa? – perguntou.

_ Estamos bem Cath. Estamos bem.

_ O Grissom está fazendo o almoço...

_ Eu não posso reclamar, meu marido tem me ajudado muito nesse momento. Ele não me deixa fazer nada!

_ Você deve agradecer Sara, pelo Gil te ajudar. Não são todos os maridos que fazem isso.

Ela olhou bem para a menina nos braços de Sara.

_ Ela é muito linda, Sara.

_ Obrigada! E pensar que quase uma de nós duas não sobrevivia...

_ Sara, não pense mais nisso. Já passou. Agora você tem que se preocupar com a pequena Hall, com você e com sua recuperação...

_É verdade! Preciso me recuperar logo não agüento mais ficar presa nessa cama!

As duas sorriram. A tarde passou agradável para todos. Logo, os peritos tiveram que ir embora pois trabalhariam a noite. Quando ficaram a sós, Grissom perguntou:

_ Você está feliz meu amor?

_ Eu não poderia estar mais feliz. Tenho você, tenho a Hall... Tenho os bens mais preciosos da minha vida.

Eles se beijaram.

_ Veja! – ele disse apontando para a pequena Hall — ela já está dormindo...

Halley dormia tranquilamente no colo da mãe.

_ Ela é sempre assim. Basta mamar e já pega no sono.

_ Deixa que eu a coloco no berço.

Tomou a menina dos braços de Sara e a colocou delicadamente no berço.

_ O que vamos fazer quando acabar a sua licença? Quem vai me ajudar?

_ Nós vamos contratar uma enfermeira para te ajudar no primeiro momento e depois contratamos uma babá para quando você voltar a trabalhar.

Ela o agradeceu com o olhar.

_ Gil, me faz companhia? Fica aqui comigo?

_ Não precisa pedir duas vezes meu amor.

Ele sentou-se ao lado dela na cama. E ficaram ali namorando e trocando suaves carícias. Ainda não podiam fazer nada além disso. Sara ainda estava de resguardo.

Notas finais
Vocês viram? eu não consigo ver minha Sara morta, muito menos o bebê...
E o próximo capítulo é o último =(
Mas não se preocupem, logo eu começo a postar outra fic!