Notas iniciais
Hello Lullaby's :)

mais um capitulo dessa historia misteriosa para você :)

estou avisando que só poderia postar as historia nos FDS por que estou numa correria danada, e só tenho tempo no FDS para descansar fazer a historias e porta aqui.

Espero que compreendam!

bjos e boa leitura :)

Fiquei somente olhando para a garota que estava na minha frente, eu realmente não sabia se poderia confiar nela ou no irmão dela, mais pensando bem ela que salvou a minha vida por que se fosse outra pessoa eu já teria morrido. A mesma me encarava e parecia esperar pela a minha resposta, suspirei e a garota se levantou pegou as xicaras e olhou para mim.

–Me desculpe se estou lhe enchendo a cabeça com coisas demais,é que eu preciso realmente achar a minha amiga e a pessoa que levou ela e que está por traz de tudo isso.

Eu não a encarei, por que estava começando a ficar com vergonha eu detesto ser impressionado demais simplesmente não consigo assimilar nada quando me impressionam a fazer algo ou tomar decisões. Depois de um bom tempo Carter desceu as escadas, ele estava com a expressão muito cansada e triste ao mesmo tempo, ele se sentou na cadeira do meu lado e me encarou.

–Eu sei que você é detetive, me conte tudo que você sabe. Por que sinceramente nós queremos achar a Annabeth tanto quanto você.

Suas palavras eram praticamente de suplica, me implorando para falar tudo que sei do caso onde fui contratado. Mais eu não estava confiando neles, quer dizer, eu queria uma prova concreta para eu me aliar a eles e devolver a descanso de todos eles e da família Chase.

–Carter, eu queria pelo menos uma prova concreta que você estão atrás da Annabeth.

Sadie parou o que estava fazendo na cozinha e veio até a sala onde nós estávamos e parou na frente da tv.Carter arregalou os olhos, e me encarou sua expressão ficou dura...

–Depois que tudo que fizemos para lhe ajudar, você vem pergunta que precisa de uma prova concreta para confiar em nós?

Sadie falava com um tom de raiva misturado com revolta, seus olhos azuis parecia um mar em fúria só no olhar dela eu poderia sentir ela me fuzilando, me ajeitei no sofá e pensei numa resposta tão rápido para essa situação. Realmente eu não queria ter falado aquilo, eu queria provas que eles estariam procurando realmente Annabeth Chase, antes de eu falar tudo que sei sobre o caso.

–Olha Sadie e Carter, o que eu quis dizer é que eu quero ver provas concretas de que vocês está atrás da amiga de vocês!

Carter se levantou e foi para perto da irmã que ainda estava me fuzilando e eu poderia ouvir ela me xingando de todas as formas, Carter cruzou os braços e olhou duramente para mim e disse.

–Nós temos provas sim, provas até que nem o delegado não sabe, mais eu sei que você tem provas que pode completa com as nossas provas. Só temos que confiar um no outro, por que estamos com o mesmo proposito achar a Annabeth Chase.

Ele disse com tanta convicção e com tanta esperança que eu fui impossível, não me levantar e sorri para eles. Carter falou com tanta confiança que eu poderia ver em seus olhos que ele queria muito a Annabeth Chase com eles novamente e parecia que em seu olhar ele gostasse realmente da garota e não dessa tal de Zia.

–Você vai realmente nos ajudar, detetive!

Depois de alguns segundo Sadie falou essas palavras, ela andou ate a janela e ficou ali, Carter ficou somente observando a irmã depois ele olhou para mim como se quisesse a minha resposta, suspirei e andei até a luminária perto da porta e digo.

–Sim,eu ajudo vocês!

Sadie se virou com tamanha rapidez e sorriu, por um momento parece que ela tinha tirando um peso de suas costas, como se ela realmente estivesse levando o mundo nas costas. Carter sorriu de alivio e veio até a minha direção dizendo.

–Seja bem-vindo, parceiro!

–Detetive, fique para jantar creio que você esteja com fome. -disse Sadie-

Olhei para a Sadie sua expressão estava quando eu acordei, leve e hospitaleira. Não pude sorri para a mesma, sinceramente ela era bem atraenteFormos até a mesa e comemos o que a mesma preparou, estava muito bom, depois que comemos nos sentamos no sofá e Carter falou como chegou na cidade e como conheceu a família Chase.

Pelo que eu entendi, os pais dos irmão que se chamam Julius e Ruby Kane, eles chegaram aqui logo depois de casados, por que os pais da Ruby deram essa casa para eles morarem e criarem seus filhos. Quando eles chegaram nessa cidade e única pessoa que fizeram amizade foi com a Athena e o Frederick e assim cada um começou a ajuda o outro e ambas das família se tornaram muito ricas e bem sucedidas na vida, Julius propôs uma proposta para Frederick para eles dois tornarem afiliais um ajudando o outro e o Frederick aceitou depois de um bom tempo, Frederick juntamente com Julius resolveram abri uma empresa fora dos Estados Unidos e Ruby acabou fechando um contrato com a China.

Daria tudo certo que Julius e Frederick estariam na china, mais um dia depois Annabeth Chase desapareceu, e foi somente Julius e Ruby para China tomar conta dos negócios, enquanto Frederick e Athena tomavam conta dos negócios dessa cidade.

–Percy, você acha que realmente Annabeth esteja morta? -falou Sadie com um pouco de remorso na palavra morta -

–Não ela não está morta! -digo com toda firmeza do mundo-

–Como você sabe disso? -Carter arqueja uma sobrancelha-

Fiquei um bom tempo tentando reformular uma reposta que colasse para eles, simplesmente eu não iria explicar ou mostra a sigla que eu tenho na mão, a minha sorte que eles não abriram o lenço que estava sujo de sangue...

–Bom quando a pessoa está morta, as provas aparecem mais rápidos, as testemunhas são ouvidas constantemente e tem sempre uma pessoa que e chora em todos interrogatória....

–Ah bom! Está ficando um pouco tarde. Amanhã podemos discutir sobre as nossas pistas. -disse Sadie-

–Sim. Claro, perfeito! -digo me levantando e indo até a porta-

–Boa noite, Detetive! -disse Carter-

–Não me chame de detetive, só me chame de Percy eu ficaria agradecido! -digo pegando o meu casaco-

Me despedi de Carter e Sadie e sai da casa deles...

[...]

Comecei a andar na rua, nunca pensei que Hartford fosse tão deserta em pela 20:00 horas da noite. Olhei em minha volta e não tinha absolutamente ninguém, porem estavam muito frio, então deveria ser por isso que ninguém estava na rua.

Senti um pouco de saudade de New York, por que dependendo do horário a cidade sempre estaria cheia de gente constantemente. Quando de repente algo faz barulho, olho para trás e vejo uma pessoa completamente de preto andando em minha direção.

Comecei a andar rapidamente em busca do hotel onde eu estou hospedado, olhei para trás e percebi que essa pessoa estava com um arma na mão. Corri mais rápido o que eu pude, mais uma bala acertou um muro de uma casa, meu desespero aumentou e comecei a correr desesperadamente.

A pessoa começou a correr e atirar os mesmo tempo, mais suas miras eram realmente muito ruim por que sempre batia nas paredes das casas, quando passei por um quarteirão vi outra pessoa de preto desta vez esse outra pessoa estava com um arco e flecha.

Ela se aliou a outra pessoa com a arma e começa a atirar flechas contra mim, a primeira flecha bateu no carro onde eu tinha me abaixado a segunda fecha bateu de raspão na minha blusa fazendo ela se rasgar. Nunca pensei que Hartford poderia ter tantos becos e tantas saídas de ruas que não dava para hotéis em frente ao mar.

Olhei para trás e vi eles correndo velozmente, percebo que eles não estavam correndo e sim flutuando arregalei os meus olho e caiu no chão, mais um fecha passa de raspão em mim desta vez foi na minha perna, me levanto rápido dobro numa esquina mas deserta ainda.

Me escondo perto de um coqueiro que ele tampava a luz do poste e me sentei ali com a esperança de que eles pudessem desistir e ir embora, mais os meus pensamentos foram completamente errados quando uma fecha acerta em cheio no meu braço. Trinco os dentes de dor e coloco a mão no local da fecha tentando tirar, mais estava doendo demais. Me levantei comecei correr enquanto o meu braço ardia em dor.

Entrei num beco e corri o mais rápido que eu pude e percebo que entrei num beco sem saída, olhei para trás e vi as duas pessoas com armas e arco e frechas apontas para mim uma mira só e eu morreria. Olhei para o meu lado esquerdo e vi um porta semi aberta. As duas pessoas dispararam na mesma hora e eu corri e empurrei a porta e entrei numa velocidade tremenda e tranquei novamente.

Fiquei respirando ofegante encostado na porta, olhei em minha volta mais eu não enxergava nada por que está completamente preto, quando senti uma arma ou coisa do tipo na minha cabeça e uma voz disse;

–Quem é você, o que está fazendo aqui e por que entrou no meu esconderijo!.

Notas finais
Gostaram do capitulo?

Muito mistério não é?

Bom,fantasminhas camaradas apareçam vai deixar essa leitora bem feliz :)

bjos e ate a próxima ♥