A Procurada

7 Chapter VII


Notas iniciais
Hello Lullaby's bom vim deixar as minhas desculpas por não ter postado quinta,por que eu realmente não tive tempo :( e acho que na semana realmente não vai da para eu colocar as historia entao eu vou colocar somente nos FDS.Tenho varios motivos para não postar na semana,por que de manha faço cursinho,a tarde faço curso de violao,depois dou reforço para crianças e a noite eu estudo o que passou no cursinho.Entao não vai da mesmo eu postar as historias okey!

bjo e boa leitura :)

Se eu fosse uma pessoa normal, que é perseguido por coisas estranhas com armas e ainda por cima você está ferido e depois entra num esconderijo e percebe que uma pessoa está com a arma apontada para a sua cabeça, certamente você entraria em pânico, eu não posso mentir estou completamente em pânico mais eu não demostro muito.

Tive poucos segundos para responder, já mencionei a vocês que detesto ser pressionado? Acho que sim, quando eu sou pressionado eu não consigo resolver nada e é assim que estou me sentindo agora. Respirei fundo e disse quase num sussurro.

–Sou Percy Jackson, eu estava sendo perseguido e vi essa casa mal assombrada e entrei se eu não tivesse entrado eu não estaria vivo. -falei bem rápido que depois respirei um pouco melhor-

–Você trabalha em que? -a pessoa diz desconfiada e com a arma na minha cabeça-

–Sou detetive, estou aqui para resolver o caso da Annabeth Chase! -diz com muita dor, meu braço está me incomodando para caramba-

–Droga, mais um! -a pessoa tirar a arma da minha cabeça e sai andando-

Respirei aliviado por a pessoa tirar aquela arma da minha cabeça, me sentei de dor e respirando forçadamente peguei no braço e pude perceber que eu estava perdendo muito sangue eu teria que tirar aquela flecha o mais rápido possível.

–Mais um? Como assim! Você pode me ajudar? Estou ferido. -falo novamente com um sussurro e em cada palavra tentando puxar o ar-

–Isso não lhe interessa! Vou abrir a luz para lhe ver melhor e tratar do seu ferimento, mais assim que eu tratar do seu ferimento eu quero você embora do meu esconderijo e finja que ele nunca existiu!

A pessoa fala rigidamente e escuto botas andar, quando ele abre a luz pude ver que eu já estava vendo pontinhos preto, olhei para o meu lado direito e eu estava falando com uma mulher que parecia gosta de rock, por que ela está usando um jaqueta de couro, bota de couro, calça preta, uma blusa do ACDC. Ela chegou perto de mim e se abaixou olhando o meu ferimento depois se levantou e foi pegar alguma coisa na cozinha, quando ela voltou veio com um kit de primeiros socorros.

–Olha isso vai doer um pouco!

Ela se abaixou e ficou do meu lado pegou o algodão e um soro e começou a limpar o sangue em volta do meu braço, depois de todo o processo de limpeza no meu ferimento ela olhou para mim e fez um careta dizendo.

–Poxa detetivizinho, você está mal hem! Vou ter que tirar essa flecha a sangue frio!

–Não, por favor, não faça iss…Ahhhhhhhhhhh! -ela já tinha tirado a flecha do meu braço quando eu estava protestando-

–Prontinho agora cai fora do meu esconderijo, detetivizinho! -ela se levantou e pegou a mala dos primeiros socorros e jogou a flecha no chão-

Vejo a garota deixando a caixa dos primeiros socorros e ela começa a falar comigo e andando na minha direção, os pontinhos pretos estavam aumentando e eu parecia que fiquei surdo de uma hora para outro, por que sinceramente eu não estava ouvindo a garota falar. Comecei a me deita de lado e a única coisa que eu me lembro foi eu olhar para a bota de couro da garota.

Abro meus olhos e percebo que estou em um outro local e aos poucos eu estava reconhecendo aquele lugar é a minha casa, vou andando devagar ela estava completamente revirada, várias coisas espalhadas no chão, passo pela sala e vou para a cozinha.

Quando eu entro na cozinha eu vi várias panelas, comidas, eletrodomésticos no chão. Subo as escadas e vou direito para o meu quarto ele estava do mesmo jeito todo revirado, parecia que passou um furação na minha casa e fez essa bagunça, foi para o banheiro quando eu escutei um voz familiar.

–Você novamente? — eu me viro automaticamente e vejo a garota desaparecida-

–Não eu que lhe pergunto, você na minha casa? -começo a andar na direção dela-

–Não, não é a sua casa isso é uma repli...

De repente meio que ‘desmaiou’ em pé e depois novamente levantou a cabeça, dizendo.

–Como eu estava com saudades de você, meu detetive!-agora a garota estava toda molhada-

–Você...como...-meu pânico tomou conta de mim não consegui pronunciar nada-

–Ficou nervoso em me ver? -ela dá um sorriso malicioso e começa a se rastejar na minha direção-

–Foi você que mandou aquelas coisas estranhas para me matar não é? -digo dando um passo para trás-

–Eu? Nunca faria isso com você! -ela começou a subir nas paredes-

Sinceramente parecia que eu estava naqueles filmes de terror onde o protagonista tem que saber de onde surgiu aquela coisa e matá-la. Mas é claro que tem um roteiro e sabemos muito bem que a protagonista vive, mais na minha situação isso é bem complicado eu estava vivendo um filme de terror real, onde não existe roteiro e nem ação.

Meu pânico tomou totalmente conta de mim e eu sai correndo para o banheiro e fechei a porta bem na hora que a coisa pulou, me encostei na porta e olhei ao redor não tinha nenhum saída e nenhum esconderijo.

Comecei a olhar para todos os objetos que tinha no banheiro, simplesmente eu peguei xampus, condicionadores, espuma para barbear e um spray de pimenta e misturei tudo num ponte, quanto isso a coisa estava derrubando a porta.

Depois que eu fiz o meu ‘mingual’ me escondi na banheira e foi na hora que a coisa arrombou a porta por total, fiquei olhando fixamente para o teto enquanto ela estava procurando em todos os lugares a sigla SW estava latejando na minha mão parecia que estava entrando cada vez mais em meu corpo e invadindo o meu DNA.

Por um momento tudo ficou quieto, mais eu olhava fixamente para o teto esperando a coisa vim, mais ficou realmente quieto pensei em me levantar, mais o meu extinto estava dizendo que não era para eu fazer isso, por que eu seria um idiota fazer isso.

Agarrei fixamente o meu Spray contra o teto esperando pela coisa, quando de repente sinto uma gota de agua cair no meu ombro, pensei comigo mesmo ‘ela está do meu lado me olhando.’ Comecei a olhar de vagar para o meu lado direito levando o spray para o meu lado também, quando olho por completo vejo ela e pela primeira vez vejo a sua cara.

Seu rosto parece que alguém desenhou um boneco muito feio e depois apagou mais só que ficou extremamente borrado e também parece que o rosto dela foi queimado ou coisa do tipo. Na mesma hora que chiringo o spray contra a coisa e a coisa começa a gritar, parecia que ela estava se queimando, ela se deita no chão e saio rapidamente da banheira chiringando ainda mais.

Quando o negócio acaba eu olhou na minha volta e vejo um pedaço de madeira na minha porta e começo a bater na coisa com toda a minha raiva, quando eu percebo que a coisa estava morta saio correndo do banheiro e me jogo contra a janela do meu quarto. Olho para o sol que estava ensolarado e fecho os meus olhos.

[...]

–Pensei que a bela adormecida não fosse acordar! -diz a garota sentada do meu lado com uma xicara de café-

–Quem é você? -digo me sentando e pegando o café-

–Não lhe interessa, só tome essa xicara de café e saia daqui e eu repito novamente esqueça que esse esconderijo existe, e alias já é de manhã. -ela diz se levantando e indo para a cozinha-

–Pelo menos posso saber o seu nome ou sobrenome, por que você salvou a minha vida! -digo me levantando e indo até a cozinha-

–ela olho lado e revira os olhos-Fiquei na sala, não quero você conhecendo o meu território, e o meu sobrenome é Grace, agora de o fora daqui! -ela diz com uma autoridade tremenda-

–Ah…está bem e muito obrigada por me salvar! Ah...você sabe onde fica a beira –mar? -digo abrindo a porta-

–É só pegar essa rua direto e dobrar a esquerda e pronto já está lá! Agora sai daqui! -ela fala entretida em alguma coisa e a grita quando falou ‘agora sai daqui.’-

Tudo que eu fiz foi sair, comecei a andar na rua e várias pessoas me olhando estranho, olho para a minha blusa e percebo que estou com a minha jaqueta cheia de sangue. Vou quase correndo para o hotel, depois de tanto andar chego no hotel onde eu estou hospedado.

Entro no meu quarto e tomo um banho relaxante, olho para a minha mão com a sigla SW e percebo que a cada dia que passa ela está entrando na minha pela e me deixando eu quase sem mão.

Depois de eu vesti a minha roupa e tomar um banho, almoço no hotel e vou direito na casa da família Chase. Cheguei na mansão e fui logo recebido pela a senhora Athena, cumprimentei a mesma e ela me levou até a sala de visitar e nos sentamos lá quando ela disse.

–Qual é o motivo de sua visita, detetive? -ela diz curiosa-

–Eu gostaria de olhar o quarto de sua filha!

–Não nenhum detetive pediu isso de mim, não vai ser agora que vou deixar você entrar! -Athena diz negando com a cabeça-

–Por favor, eu acho que posso ter provas como acha-la.-digo quase implorando-

–Não, me desculpe.-Athena nega a cabeça novamente-

–Minha querida esposa, se é para ele achar coisa que levam a nossa filha ter sumido é melhor ele revistar.-diz Frederick aparecendo na sala de jantar-

–Mais meu...-Frederick a interrompe-

–Jackson você está liberado a entrar no quarto da minha filha, vou chamar a Arianna vai leva-lo no quarto da Annabeth.-ele diz ao lado de sua esposa a mesma estava com muita raiva-

Ele chamou Arianna e a mesma veio e começou a me guiar até o quarto da Annabeth Chase,subimos as escadas andamos um bom bocadinho e lá estávamos nos em frente a porta do quarto da Annabeth. Assim quando a garota Arianna abriu a porta senti um frio tremendo percorrer pelo meu corpo.

Entrei devagar e observei cada detalhe a cama estava super arrumada, tinhas brinquedos no canto do quarto, tinha pôsteres, tinha o closet e muitas outras coisas comecei a andar ainda mais quando de repente vi uma foto com a Sadie, Carter, a Annabeth, e mais duas garotas, olhei para a Arianna e perguntei.

–Quem sai essa duas garotas?

Arianna veio na minha direção e olhou o porta retrato dizendo;

–Ah que a Annie esta abraçada sou eu e a que está do meu lado e a Michelle.

–Você sabe se essa tal de Michelle mora por aqui? -digo olhando fixamente para a foto-

–Não se lhe dizer! -ela cruza os braços-

Eu abro o closet da Annabeth e começo a investigar tudo vejo algumas coisas e eu pego 3 caixas quando um caixa pequena cai no chão, eu me abaixo e leio ‘Um presentinho para a loirinha... ’ e lá no final da caixa com a letra itálico e minúsculo tinha SW. Sorri para mim mesmo e quando peguei a pequena caixa vi que ela estava muito pesada.

Guardei no meu bolso e me virei e vi uma escrivaninha da Annabeth, vou na direção dela e vejo que tem um papel amassado escrito ‘Me ajude, J!’

Notas finais
Bom espero que gostem desse capitulo e deixem eu e a Anyele feliz com o seu comentarios fofo :D

fantasminhas apareçam e deixa um comentario bem lindinho você seria bem vindo ou bem vinda do mesmo jeito :)

Bjos a todos os meus Lullaby ♥