Notas iniciais
Hello Lullaby's bom mais um capitulo da misteriosa historia A procurada,quero dedicar esse capitulo para a Princesa do Mundo Inferior,A Fucker, Luiza Nunes, Kalahan Morais, Bia Apaixonada e Rebelde, leticia weasley di angelo, AnnaMar, Bia chase jackson e Beatriz_14_.Espero que gostem desse capitulo.bjocas Lullaby's e boa leitura ♥ (Capitulo Revisado e Atualizado)

Passei quase duas horas e meia dentro do avião, e não é nada legal. Para falar a verdade, eu já estava impaciente de ficar sentando na cadeira, e de meia e meia hora eu chamava a aeromoça para me servi alguma coisa ou me dizer que horário iríamos chegar em Hartford. Quando o avião aterrizou, dei graças a Deus que já chegamos no local, sai rapidamente do avião e percebi que em Hartford estava fazendo sol, enquanto em New York, nós estávamos precisamos de usar guarda-chuvas para sair de casa.

Fui direito para as esteiras, onde passa as malas e mais uma hora para eu ver finalmente as minhas bagagens aparecem nas benditas esteiras, sai do aeroporto e infelizmente mais um bilênio para procurar um táxi, depois de muito tempo e paciência, peguei o táxi e pedi para me deixar no hotel chamado Paradise. O motorista me deixou na porta do hotel, e fiquei satisfeito com o mesmo, a entrada do hotel era simples e bem agradável, paguei o motorista e entrei com as minhas malas para recepção do hotel.

—Olá senhor, em que posso ajudá-lo?-a recepcionista sorria para mim, um sorriso que dava para ver que gostava de trabalhar naquele local.

—Bom, acho que já reservei o meu quarto...-a mesma me interrompe imediatamente.

—Sua identidade, por favor, senhor!

Ela estendi a mão para a minha direção, tudo que eu faço é dar de ombros e pego a minha carteira e tiro de la dentro a minha identidade e passo para a mesma. Ela encara a minha carteira e escreve os meus dados no computador a sua frente, eu começo a observa um pouco o hotel, ele pode ser simples por fora, mais é luxuoso por dentro, com várias cadeiras ao redor do local, e logo no centro da entrada no teto tem um grande e graciosa iluminaria.

—Senhor Perseu, você poderia nós entregar seu comprovante da reserva do quarto do nosso hotel, por favor!

A mesma fala rapidamente, e eu volto a minha atenção para a recepcionista e pego o comprovante da reversa do quarto que a Selina tinha me dado, hoje pela manha, via e-mail. A recepcionista pega o comprovante e começa a ler o mesmo, e de repente sua expressão muda de calma, para muito assustada e abalada com algo, então ela coloca o papel em cima da tecla do computador e me encara dizendo rapidamente.

—Um segundo, Senhor Perseus!

Sua voz também saiu trêmula e abalada, e ela sai rapidamente do seu local e abre a porta de uma sala. Tudo que eu faço é da de ombros e começar a olhar novamente o local, na minha esquerda tem uma grande escada que dá acesso ao elevador que vai para os quartos, presumo eu, na minha frente vejo uma grande porta e na placa tem escrito ”sala de alimentação” sorrio comigo mesmo, pois minha fome estava começando a surgir, porque se for depender dos alimentos dos transportes aéreos eu morreria de fome.

—Desculpe pela demora, Senhor Perseu!-tomo um susto, em de repente uma outra voz interrompe meus pensamentos, e me volto em direção á recepção e estranho que agora é um rapaz que está me atendendo e não a moça que me atendeu assim que eu cheguei e o garoto prossegue. -O seu quarto é o 420, pegue o elevador ao lado e seja bem-vindo.

—Hã, gostaria de saber se agora tenho direto ao café da manha!- falo pegando minhas chaves e minhas coisas.

—Sim, senhor Perseus, a empresa que você trabalha exigiu que nós oferecêssemos todos os nossos principais serviços ate o final da sua estadia.

—Muito bem, obrigado por esclarecer minha dúvida.- sorrio para o mesmo e começo a sair devagar, mais rapidamente volto e falo. –Gostaria de saber, o que aconteceu com a moça que estava me atendendo, ela pareceu tão surpresa e assustada.

—Ela não está passando mal, por isso que me pediu para atendê-lo.- ele fala rápido e rígido e prossegue. –Deseja mais alguma coisa?

Tudo que faço é, negar com a cabeça e vou direto para a sala de alimentação, pois minha fome já estava igual a um leão. Depois de comer tudo que eu via na minha frente, fui para o meu quarto e quando cheguei fui direto para a janela. Vi um parque com várias crianças brincando, pessoas caminhando, adolescentes namorando e donos brincando com seus cachorros.

Olhei para o céu, que ainda estava bastante claro, e vi uma enorme casa depois do parque, e deduzi que fosse a casa da Família Chase. Dei de ombros, joguei minhas malas no chão e fui direto para o banheiro, e percebi que o banheiro é bastante sofisticado. Vesti minha roupa de detetive, ou seja, de terno e gravada, peguei minha pasta particular e sai do meu quarto fechando a porta. Peguei o elevador e cheguei na portaria do hotel, fui ate a recepção e vi a mesma garota que me atendeu antes.

—Com licença, vou poderia me informa onde fica a residência da Família Chase?!-falo rapidamente e a mesma continuou de cabeça baixa.

—Só um minuto, senhor!- sua voz ainda estava abalada e trêmula e percebi que suas mãos estavam tremendo muito.

—Esta tudo bem com você?-me pergunta já preocupado com o estado da garota a minha frente, parece que ela vai desmaiar a qualquer hora.

—S-sim, um pouco…- ela suspira e me entrada o papel e prossegue.- O senhor não sabe o quanto eu quero que você ache minha amiga desaparecida.

Sua voz saiu uma mistura de desespero, alívio e com vontade de chorar. Peguei o bilhete que estava em cima do balcão e encarei a mesma, dizendo algo como.

—Você conhece, Annabeth Chase? Vocês eram próximas?!- dou um pausa e pego o meu pequeno caderno e caneta e encaro a moça a minha frente.- Por favor, diga seu nome e sobrenome e quantos anos você tem.

— Sou Belinda Lima, filha do delegado da cidade, tenho vinte e três anos e sou muito amiga da Annie…-ela olha para os lados e prossegue.- Por favor, estou em horário de trabalho, poderíamos marca um local para eu fala tudo sobre a minha amiga.

—Tudo bem, você já esta contribuindo me dando o endereço da casa da família dela.- digo colocando a minha caderneta e minha caneta na minha pasta.

—É só pega um táxi, e falar que você vai para a casa da Família Chase, todos os taxistas sabe onde é!-ela sussurra e continua olhando para os lados.

—Muito obrigado Belinda!-bato no balcão de leve e saio.

Pego um táxi e digo para o motorista me deixar na porta da casa da família Chase, o motorista arregala os olhos para o meu lado e me pergunta se eu sou mais uma detetive para desvendar o caso da Annabeth Chase, tudo que eu digo é um único e simples sim.

O taxista me deixa na porta da casa da família, pego o mesmo e sai do carro e vejo um segurança e vou em sua direção já mostrando o meu distintivo de detetive e os portões se abrem e eu entro. Mal chego na porta da casa e a empregada já abre para mim, comprimento a mesma entrando porta adentro. Fico maravilhado com a casa, quer dizer, com a mansão, por que sinceramente eu não poderia chamar de uma “pequena sala”,e sim, uma grande sala de convidados.

—Seja bem-vindo detetive, vamos ate a meu escritório.- escuto a voz de um homem escoa pela grande sala de convidados, me viro em direção a sua voz e vejo o Senhor Chase parado no pé da escada.

—Muito obrigado, senhor Frederick.-limpo a garganta e vou em sua direção já falando mais profissionalmente.

—Sabe detetive Jackson, eu já perdi a noção de quantos detetives entram na minha casa para resolver o desaparecimento da minha filha. E nunca vinheram com uma resposta concreta dela.-Frederick fala assim que fecha as portas do seu escritório, sua expressão estava abatida, como se estive várias noites sem dormir.

—Não se preocupe senhor, eu estarei aqui e solucionarei esse caso.-digo o mais formal possível, não sei ao certo como tudo começou para a garota desaparecer de uma hora para outra. Mas vou medir meus esforços para conseguir achá-la e fazer a família voltar a dormir em paz independente do resultado.

—Meu filho…. Infelizmente todos já falaram isso, porém, ficam loucos ou morreram….- ele se interrompe no meio de suas palavras e senta na cadeira passando suas mãos pela testa e encosta suas costas na cadeira e relaxa seus ombros um pouco.

—Vou fazer o possível e o impossível para achar o paradeiro de sua filha….- dou uma pequena pausa e prossigo.- Ja passei por investigações que não tinha pistas das vítimas e no final acabei encontrando-as e entregando para seus familiares.

—Eu espero detetive Jackson, que você consiga trazê-la de volta, ou pelo menos, trazer uma resposta sobre ela.-Frederick engole em seco e me encara, percebo que seus olhos estavam marejados e prossegue. -Sinto falta dela….

—Bom…. Para começar minha investigação o mais rápido possível, eu gostaria de saber com quem a sua filha namorava, quantas amizades ela tinha e quero interrogar todos da sua casa.- faço uma breve pausa e continuo- Logico, se o senhor deixar.

—Você quer interrogar todos da minha casa agora, Jackson?-ele se levanta da cadeira rapidamente e prossegue- Nossa casa será sua, enquanto você estiver nesse caso, nessa batalha junto com a gente e nós faremos de tudo para colaborar com o seu trabalho.

—Bom…. Se não for muito incomodo para você. Poderíamos fazer agora mesmo.- me endireito na cadeira, animado para começar o novo trabalho e eu gosto quando as pessoas facilitam o meu trabalho, por que isso significa que quanto mais colaborarem mais vai ser fácil de achar a garota.

O senhor Frederick saiu do escritório me deixando completamente sozinho, pegue os meus blocos de anotações, gravador e coloquei tudo em cima da mesa. Fiquei um bom tempo esperando ele passar pela porta com alguma pessoa para começar o meu trabalho. Fiquei olhando para seus livros e vi o quanto ele gosta de engenharia e vi que ele é formado em três universidades e tem sua própria empresa. Escuto a porta se abrir, e vejo seu Frederick acompanhado logo atrás de uma mulher, ela estava com a cara mais abatida do que o dele, mas aparentava delicadeza e postura numa situação completamente difícil como essa.

—Detetive, essa aqui é a minha esposa Athena. Ela quer ser a primeira interrogada por você, quer lhe contar os mínimos detalhes.-fala o senhor Chase e tudo que faço é assentir para o mesmo.

—Prazer em conhecê-la, Senhora Athena.- me levanto automaticamente para cumprimentá-la.- Por favor, eu gostaria que a senhora se sentasse na minha frente.

—Meu querido, poder nós deixar a sós.-ela fala se voltando para o marido a sua frente.-Afinal é um interrogatório, logo estarei de volta.-a mesma sorri delicadamente e se senta na cadeira.

Senhor Frederick nos deixa as sós, antes de fazer perguntas a ela, anoto no papel seu nome e os principais acontecimentos antes de sua filha desaparecer, olho de relance para a senhora Athena a minha frente, e fiquei pensando de quantas e quantas vezes ela já passou por isso, sempre com a esperança de encontra sua filha, mas sempre fica sem respostas de tudo.

—Podemos começar, detetive? — ela faça gentilmente, me fazendo sair do meu devaneio e focar no que vim fazer aqui.

—Sim, senhora Athena. Vou só ligar o gravador e vou fazer a primeira pergunta. Tudo bem?

Ela assentiu para mim e deu um meio sorriso desanimado, eu sei que tenho que ser profissional nessas horas, mas fico pensando no que se passa na cabeça de uma mãe desesperada para encontra sua filha a todo custo.

—Bom senhora Athena, me diga tudo que você sabe da sua filha, por favor!-ligo o gravador e encosto-me na cadeira.

— A minha filha, é bem determinada no que quer, ela sempre resolveu seus problemas sozinhas, ate os problemas mais obscuros da vida dela…. Quando nos sabíamos do problema e íamos tomar providências, ela já disse que já resolveu tudo.-ela faz uma breve pausa, e vejo seus olhos marejarem, ela respira fundo e me encara prosseguindo. -Anns revolveu fazer faculdade em Londres para arquitetura, nós deixamos ir, nas férias ela veio para cá e começou a namorar um cara bem barra pesada e foi ae que tudo começou a desandar na vida dela.

—Como era o relacionamento deles dois? E depois que ela começou a namorar esse cara, como ficou o comportamento dela em relação a família?- anoto no meu bloco algumas palavras que ela falou e encaro a mesma esperando por sua resposta.

—Sim ela namorava, o nome dele é James. Ele é um fora da lei, como lhe disse antes, minha filha conheceu ele numa festa e ela se apaixonou por ele. Deste então, Annabeth se distanciou de nós, fugiu várias vezes por causa que nós não aceitávamos esse relacionamento. E já tentou se matar, tudo por causa dele, sendo que aquele fora da lei nunca foi um cara carinhoso, minha filha sempre chegava com hematomas no rosto, no braço....-dona Athena se interrompe novamente e suspira, vejo seus ombros ficarem cada vez mais sofridos deste que ela sentou na cadeira a minha frente.

—Se acalme senhora Athena...- anoto o nome do tal namorado da Annabeth e coloco do lado "principal suspeito" e volto minha atenção a senhora a minha frente e prossigo.- Se você estiver em condições de continuá-la, estarei aqui.

— Então, depois de um tempo a mãe dele colocou numa clínica de reabilitação, por que ele estava pegando drogas e outras coisas. Annabeth voltou para a faculdade e retomou sua vida. Eu pensei que tudo estaria de volta ao normal, que minha filha tinha percebido a grande estupidez por se aventurar com ele. Mas depois ela voltou, e na mesma época ele voltou também, começaram novamente a se encontrar, ou seja, namorar escondido. Teve uma noite que ela veio ate a mim conversou comigo, sendo que ela estava muito estranha falando em medo ou desaparecer, ou morrer. Não liguei muito no que ela falou, tudo que eu fiz foi dizer a ela para voltar a fazer a sua faculdade e no outro dia ela desapareceu....

As lágrimas rolaram pelo rosto da senhora Athena e vi ali que era o seu limite, anotei algumas coisas e parei o gravador. Olhei para a esposa do senhor Frederick e vi o quanto ela estava frágil, abatida, cansada, magoada e arrependida por não ter dado atenção devida a sua filha naquela conversa.

—Senhora Athena...- dou uma pausa e coloco o meu bloco de cadernos em cima da mesa e olho gentilmente para ela e prossigo- Sei o quanto a senhora está abalada com tudo isso, sei também que faz um bom tempo que ela desapareceu e também sei o quanto você está arrependida de não ter conversado devidamente com ela antes dela desaparecer. Mas eu lhe garanto uma coisa, vou fazer de tudo para encontrá-la, nem que for só para dar uma notícia ruim ou boa.

—Muito obrigada por me falar essas palavras, nenhum detetive falou desse jeito para mim conforta. E sim, estou arrependida de não ter sentado e conversado com ela naquele momento que ela me procurou…, Sei que não posso mudar o passado, mas se você encontra a minha filha tudo vai ser diferente.- ela soluçou e começou a chorar novamente.

—Bom, a senhora está liberada. Procure se acalmar, por que tudo está em minhas mãos, esse é o meu trabalho. Agora quero que me faça um favor, peça para a pessoa mais próxima da família entrar aqui, por favor!

Me encosto na cadeira e vejo a senhora Athena sai da sala. Suspiro comigo mesmo, e sei que não vai ser fácil encontrá-la, mais vou tentar, nem que seja para dar uma notícia ruim, mas essa família tem que volta a dormir em paz. Sou interrompido com o barulho da porta se abrindo, desencosto da cadeira e viro o papel do meu bloquinho e vejo a garota se sentar a minha frente com uma expressão tranquila.

— Olá, sou o detetive Jackson e gostaria que você falasse seu nome e o que aconteceu com a Annabeth da última vez que você a viu. Fale depois de eu aperta o botão do gravador.-aperto o botão e faço um gesto na mão pedindo para ela começar.

—Bom….. Meu nome é Arianna, sou a melhor amiga da Annabeth deste criança nessa casa. E nos duas, sempre formos ligadas uma na outra, sempre compartilhamos coisas e nunca escondíamos nada e a ultima vez que eu a vi, foi numa sexta-feira de manha bem cedo no escritório do senhor Rick. Ele é o senhor de negócios..,. Bem não de negócios que o senhor Frederick faz e sim, que consegue o que a pessoa mais precisa no momento, sendo de alegria ou agonia. Ele realiza todos seus desejos e também tirar todas as situações que você está passando, sendo que você paga um preço muito caro pelo desejo que ele realiza.

— Você pode me contar com mais detalhes isso?- me interesso imediatamente deixo a caneta e o papel de lado e me desencosto da cadeira para poder presta atenção.

—Eu a vi saindo do ônibus quando...

Flashback da Arianna

Annabeth!-gritei para a mesma e automaticamente ela se virou assustada.

Ari!-Annabeth sorri e fala gentilmente meu nome e vem ao meu encontro.

O que está fazendo num hora dessas aqui, Annabeth?

Vim fazer algumas comprar para a minha mãe, ela me pediu e eu não pude dizer não para ela.

Não entendo Annabeth, a Dona Athena me mandou para fazer compras. Ela ate mesmo que me deu a lista....-sou interrompida completamente por ela.

Ari...- ela dá uma pausa, sorri e prossegue- Mais, ela se esqueceu de algumas coisinhas e está aqui a lista verdadeira.-ela mostra o papel a minha frente e coloca no bolso rapidamente.

Hum...Esta tudo bem, Annabeth?-percebo que a mesma está branca mais do que o normal e diferente.

Sim está tudo bem. Agora já vou indo, lhe encontro la em casa.-ela sorri e me dá um beijo na bochecha e sai andando pela rua.

Fiquei um bom tempo, olhando Annabeth andando o mais rápido que ela podia, foi ae que ela entrou na rua do Rick, não me contive sai correndo para avisá-la que aquela rua era perigosa. Mas quando cheguei naquela esquina ,ela estava entrando na loja do Rick e foi ae que eu a vi pela última vez.

Flashback off da Arianna

—Isso é muito interessante, Arianna. Depois desse interrogatório você poderia me mostrar onde é essa loja?-dou a pausa no gravador e encaro a mesma.

—Sim posso sim, tudo que eu mais quero é ver a minha amiga de volta.

—Tem mais alguma coisa que você queira falar?-pergunto e ainda fico com a mão de pause de gravador, esperando que ela fale algo.

—Não senhor!-ela fala rapidamente e olhando para a porta.

—Tem certeza?-me inclino na cadeira e olho bem em seus olhos.

Tudo que ela faz foi balançar a cabeça positivamente e eu a dispensei, todos os outros funcionários disseram a mesma coisa sobre a Annabeth que todos tinha visto ela saindo da casa. Depois foi vez do resto da família, chamei o irmão mais novo que se chama Charlie, me contou tudo que eu já sabia sobre ela, depois eu chamei a Kaleb e ele me contou que Annabeth era uma garota muito independente que sempre resolveu as coisas sozinhas e quando ele descobria ela já tinha resolvido o problema. Dispensei o mesmo e chamei o senhor Frederick, ele se sentou a minha frente e contou tudo o que sabia.

Nada de interessante, tudo que eu sabia que os dois eram muito afastados um do outro e mal se falava por causa do tempo que o pai não tinha e ele falou o quanto se sente culpado de ser tão distante com a filha. Depois de interrogar todos, eu sai da casa da família Chase e fui para uma lanchonete perto dali, entrei no estabelecimento e me sentei de frente para uma moça, a garçonete me perguntou o que eu queria e eu disse que eu queria um hambúrguer e um Milkshake. Fiquei um bom tempo olhando para a garota a minha frente, mais depois comecei a olhar o cardápio novamente.

—É novo por aqui?- escuto uma voz, e tiro toda a minha atenção da TV e vejo uma garota na minha frente imóvel, encaro a mesma tentando entender como ela se sentou ali.- Ei você, a minha frente, é novo por aqui?

—S-sim, sou e você?-limpo a garganta e tento não gaguejar, e como ela veio parar aqui?!

—Eu moro aqui!-sua voz é completamente diferente de todas as outras garotas, tudo que eu faço é encarar a mesma.

—Bom, meu nome é Percy Jackson e o seu?-sorrio para a mesma e estendo a minha mão para cumprimentá-la.

— Acho que você não vai querer saber o meu nome!-ela continua na mesma posição que apareceu do nada na minha frente, com a cabeça baixa e encostada na cadeira.

— A escolha é sua, não dizer o seu nome!- dei de ombros e baixo a minha mão colocando em cima do cardápio.

—Você é o mais novo detetive, que veio para essa cidade, não é mesmo? Não deveria ter pego esse caso é perca de tempo, você vai ficar louco ou morrera. Nunca vai achar essa garota e por cima vai se apaixonar por ela e vai ficar tão obcecado, que nunca vai querer sair dessa cidade.

Ela falou com uma voz muito estranha, que parecia de bruxa ou como se ela estivesse sussurrando. E continuava com a cabeça baixa, não falei nada e tudo que fiz foi ignorá-la, deveria ser bem uma moradora de rua que quer puxar conversa ou coisa assim. Mas o que mais me intriga é que ela está molhada, olho para a janela e vejo o céu limpo e as ruas sem nenhum pingo de água. Olho para a televisão e de repente ela pega na minha mão, fazendo me assustar, tentei puxar, mas sua mão era enrugada, pálida e segurava minha mão com muita força.

Encaro a mesma e ela continuava de cabeça baixa e a mesa começou a ficar encharcada de água e minha mão ficar fria e eu começo a sentir arrepios. Tento puxar, desta vez com mais força, era em vão, olho para ela e começo a sentir um frio percorrer todo o meu corpo e era como se ela estivesse entrando dentro do meu corpo, sinto uma dor enorme da minha mão, no qual, fazia arder todo o meu braço e doer minha cabeça, fecho meus olhos por causa da dor…

—Hey bonitinho… acorde, está aqui o seu pedido.

Abro os olhos rapidamente e vejo que meu braço estava estendido e minha cabeça em cima do meu braço. Engulo em seco e vejo a garçonete colocar meu lanche na minha frente, e percebo que a garota não estava na minha frente e que a mesa e nem a cadeira estão molhados.

—Nossa bonitinho esta branco, parece que viu assombração, eu hem!- ela sorri de lado para mim, fazendo me sorri de lado para ela também.

—Obrigado…-dou uma pausa e olho pra o crachá da garçonete e prossigo. -Muito obrigado Charllote

—De nada gato, qualquer coisa pode me chamar…- ela suspira e prossegue- E para você, me chama de Char…

Ela masca o seu chiclete, pisca para mim e pega nos seus cabelos ruivos. Sorrio sem graça para a mesma e ela sai do meu campo de visão, olho em volta para ver se ela estava ainda ali, nenhum sinal dela. Olho para a janela e pensando no que ela tinha dito para mim, aquilo me fez ficar com medo, sorrio de lado e balanço a cabeça tirando aquilo da minha mente, eu deveria ter pego no sono.

Passo a minha mão direita na minha testa e percebo que ela está gelada e molhada, pego um guardanapo para limpá-la. E quando viro a palma da minha mão percebo que tem uma marca bem nítida como se fosse uma queimadura de cavalo, passei o guardanapo em cima da sigla e amassei o papel e coloquei de lado, passo minhas mãos entre uma a outra e percebo uma pequena diferença entra as minhas mãos. Olho novamente minha mão direita, e vejo que a marca ainda não saiu da minha mão, esfreguei meu dedo com força na marca e fez minha mão latejar e doer todo o meu braço direito, peguei outro guardanapo e limpei com toda a força que eu tive, mais não adiantou.... Será mesmo que isso que acabou de acontecer foi real? Ou foi só apenas um sonho?

Notas finais
Gostou do capitulo?Fantasminhas camaradas eu espero muito que vocês apareçam,por que faria a autora aqui mais feliz :Dbjos ♥