A Procurada
4 Chapter lV
Notas iniciais
Depois de eu comer e pagar o lanche sai rapidamente do restaurante e fui o mais rápido possível para o hotel,como já estava ficando de noite eu fiquei um pouco desorientado por que a pequena cidade não tinha tanta luz quanto de New York.Minha mao estava doendo muito e para ser sincero a minha mao esta ardente por causa das duas sigla chamadas WS,com muita dificuldade chegue no hotel onde eu estou hospedado.
Tomei um banho relaxante, depois de varias tentativas de tirar a bendita palavras WS ela continuava na minha mao como se fosse uma tatuagem, então tudo que eu fiz foi pegar um pedaço de lenço e enrolar na minha mao,me deitei na cama cansado, e eu não parava de pensar na “senhora” ou “mulher” na minha mesa dizendo aquelas coisas horrível,mais para falar a verdade eu não estava com medo dela e sim das siglas que não sai da minha mão fechei os meus olhos e dormi.
La estava eu no centro da cidade de Hartford, varias pessoas estavam fazendo compras e sorrindo felizes como se nada tivesse acontecido, quando de repente vejo uma mulher alta de cabelos incrivelmente longos e loiros andando pela rua desesperada, quando a garota se vira para trás percebo que é a Annabeth Chase.
Comecei a gritar para a mesma, mais a minha voz não estava saindo e tudo que eu fiz foi correr na sua direção, ela olha para mim arregala os olhos e começa a correr para uma rua bem estreita e deserta. Depois de tanto correr, ela para em frente numa loja muito esquisita e nos ficamos de frente a frente e eu não posso mentir a garota era incrivelmente bonita, seus cabelos estavam escondendo o seu rosto e tudo que eu poderia era ver seus olhos tempestuosos,mais seu olhos estavam assustados e com medo de tudo.
–Olha, eu não vou te machucar!-digo indo na sua direção e a cada passada que eu dava ela se distanciava um pouco.
–Quem é você, e o que você quer?-ela diz quase num sussurro e andando para trás.
–Sou um detetive e vim investigar o seu sumiço, por favor, me diga onde você esta!-digo andando devagar e falando gentilmente, mas a cada passada que eu dava ela recuava.
–Não... saia daqui, é muito perigo para você!-sua voz se misturou com choro, seus olhos apresentava perigo, socorro e todas as emoções de uma pessoa desesperada.
–Pelo menos, me diga onde você estar!-suplico minhas palavras e andando um pouco mais lento, mas nada adiantava quando mais tentava me aproximar mais ela recuava.
–Ela esta vindo...-ela sussurra no meu de suas lagrimas e lentamente começa a se sentar no chão toda encolhida, encostando suas costas na parede- Saída daqui,fuja da cidade ela...ela vai te matar como fez com todos.....
–Não, esta tudo bem!-finalmente consigo pega-la, seus braços, seus cabelos estavam completamente encharcados de água. Olho bem no fundo de seus olhos e sussurro para ela -Eu não tenho medo dela.
Annabeth baixa sua cabeça, me fazendo perder todo o contato dos olhos com ela, sinto minha mão doer um pouco, mas tento ignorar, mas é inevitável ignora-la. Annabeth levanta sua cabeça e olha em meus olhos e sussurra lentamente.
–Saída daqui estou lhe dizendo, ela esta vindo...-seus olhos não paravam quietos, sempre olhando para os lados e ela começa a sussurrar coisas sem sentido.
–Quem é essa pessoa que esta vindo, você pode ao menos me dizer?
Tento olhar em seus olhos, mas é impossível já que os mesmos estão olhando para todos os cantos menos para os meus olhos. Então ela fecha seus olhos e leva suas mãos aos seus ouvidos seus sussurros ficaram mais fortes e mais altos, me levanto devagar, tentando manter distancia dela, mas ela pega minhas mãos muito rápido e abre seus olhos.
–Você pensou que fosse fácil demais, não é Percy Jackson!-minha mão lateja mais do que o normal, parecendo que o meu coração estava pulsando da minha mão, me arrepio todo por causa da sua voz fina e melancólica e percebo que ali na minha frente não é mais a Annabeth Chase e sim a "mulher da lanchonete".
–Você é aquela....-tento me levantar, mais ela me puxa para mais perto dela, muito mais perto, chego sinto o cheiro do seu halito, pura peixe vencido fazendo meu estomago revirar.
–Esta com medo,garotinho?! Eu já fiz vários detetives enlouquecerem com as minhas siglas favoritas WS!- suas mãos aperta cada vez meus pulsos e quando mais ela apertava, mais a minha mão latejava.
–Eu não tenho medo de você,o que você fez com a garota?!-puxo meus braços, mais as minhas tentativas era completamente em vão.
–Você que mesmo achar a garota?-ela solta meus braços, me fazendo cair no chão. Ela se levanta e começa a andar em minha volta e pula na parede parecendo uma arranha na parede.
–Sim, eu quero!-me levanto esfregando meus pulsos, que agora estão vermelhos de tanto ela apertar.
–Primeiro, vai ter que passar pelos meus testes de loucuras...-seu sorriso foi ensurdecedor, e logo em seguida, ela começa a andar rapidamente nas paredes.
Eu saio correndo atras da "mulher arranha maligna", as vezes nem conseguia ve-la direito, mais seu rastro na parede era a minha pista para segui-la. Ela andava na parede rapidamente, pulando de uma parede para outra e entra numa rua e seus rastros sumiram instantaneamente e percebo que não tinha ninguém somente eu na rua. Paro ofegante e olho ao meu redor em busca dela, mais so tinha eu e mais ninguém.
–Pensou que fosse escapar dessa,bonitão?
Olho para trás lentamente e a mesma esta em cima de mim, começo a andar para trás em passos lentos e começo a suar mais do que o normal, olho para todos lados possíveis,eu estava completamente cercado e nada tinha ao meu favor.Olho para a "mulher arranha maligna" no corpo da Annabeth e ela grita;
–Você agora é meu...
A mesma pula encima de mim e eu protejo o meu rosto com as minhas mãos e sinto um peso horrível em cima de mim...
Sento-me na cama rapidamente e completamente soado, a minha mão esta latejando muito,tiro o lenço de cima e vejo que a sigla WS estava mais “viva” na minha pela como se ela fosse entrando devagar e deixando a sua marca mais profundamente,enrolo o lenço em volta da sigla e olho para o despertador e vejo que é 6:00 da manha,suspiro e vou tomar um banho relaxante para mais um dia estressante.
XXX
Desci as escadas e vou direto para o café da manha, peguei uma vitamina e uma maça só para enganar o estomago, me sento numa mesa um pouco distante das outras começo a ler o jornal e tomar a minha vitamina.
–Posso me sentar aqui, moço?-diz uma voz feminina docilmente na minha frente.
–Claro,pode sentar!-olho para a mulher e ela sorri gentilmente.
–Muito Obrigada.-ela se senta a minha frente e eu volto a ler o jornal.
–Esse jornal, é de hoje?-ela fala logo em seguida tomou um gole do o seu suco.
–Sim é de hoje,que ver?-digo deixando o jornal na mesa.
–Sim... ah que falta de educação minha,meu nome é Elizabeth e o seu?-ela estende a sua mão para mim.
–Muito prazer Elizabeth,meu nome é Percy.-estendo a mão e comprimento.
–É novo nessa cidade?-ela diz cortando seu sanduíche.
–Sim,sou detetive!-mordo a minha maçã.
–Veio desvendar o mistério da família Chase?-eu assenti com a cabeça e ela prossegue- Nossa mais um detetive, eles não se cansam disso a tal de Annabeth numa hora dessas já morreu!-ela diz com um certo incomodo.
–Como você, tem tanta certeza de que a garota esteja morta?!-digo quase querendo interrogá-la.
–Aquela chatinha da Annabeth não era muito bobinha, ela namorava com um tal de James. Por que eu namorava ele primeiro e ela tomou ele de mim,sabe! Achei muito bem feito por ela ter sumido ou desaparecido. -ela sorri de lado e encara seu sanduíche.
–Você ainda falava com esse James?!-digo como ninguém que nada.
–Sim,falava com ele sim a gente se encontrava as escondidas e a burra da Annie Bell nem sabia.Ele me dizia que odiava ela e que qualquer dia ele matava ela ou sumia com ela....-ela arregala os olhos para mim e volta a dizer-Mais hora,ele estava penas brincando,ele é muito brincalhão!
Quando eu ia dizer alguma coisa, a mesma pega o jornal e se levanta deixando seu suco cheio e saindo desconfiada olhando para mim. Me levanto e vou ate o encontro dela,vejo a mesma saindo do hotel e quando ela ver começa andando um pouco mais rápido,começo aumentar meus passos a andar um pouco mais rápido ou seja, quase correndo e depois de tanto correr alcanço a mesma e pego no seu braço, fazendo ela virar e me encarrar.
–Me diga tudo sobre esse James agora, se não a senhorita vai ate a delegacia comigo confessar tudo na frente do delegado!-digo ofegante e ela olha para mim aterrorizada.
–Não tenho nada para confessar!Se quiser arrancar alguma coisa sobre essa Anni Bell, por que não vai a delegacia? o meu James esta la.Agora me solte se não vou começar a gritar e quem vai ser preso é você.- ela sussurra, mas seu olhar é desafiador.
Olhei duramente para a mesma, é obviou que ela estava escondendo algo de muito importante mais não queria dizer,soltei a mesma e ela saiu apressada olhando para trás e se certificando que eu não a seguiria novamente.Respirei fundo e olhei em minha volta,sinceramente eu não conseguia tirar aquele sonho da minha cabeça.
Peguei um taxi e pedi para deixar na porta da delegacia, paguei o mesmo e entrei no mesmo, o delegado estava sentado na cadeira com varias papeladas na mão,fiquei de frente ao mesmo e depois de alguns segundos ele percebe a minha presença,o mesmo sorri e se levanta ajeitando o paletó.
–Hora,seja bem vindo detetive Jackson!-ele diz sorrindo e estende a mao na minha direção.
–Muito obrigado delegado Batista,queria saber se você abandonou totalmente o caso da Chase.-digo cruzando os meus braços.
–Lógico que não, ainda procurando essa garota dia e noite a familia Chase esta inconsolada. -ele diz abaixando a cabeça e se sentando.
–Bom delegado, eu quero que você me ajude nas investigações e no que eu precisar também, já investiguei todos os funcionários da familia e também todos os familiares e ao longo do caminho,investigo algumas pessoas próximas da Annabeth.-me sentando na cadeira e vejo a pilha de papeladas que tinha na mesa.
–Sem problema Jackson, estaremos com você.Quer um suco ou água?-ele se levantando e vai ate a pequena recepção.
–Não muito obrigado, eu so vim aqui mesmo para falar com o tal de James.-me levanto da cadeira e indo em direção a porta que separava os detentos da delegacia.
O delegado arregala os olhos para o meu lado e engole em seco se ajeita um pouco, sinto que ele ficou desconfortável com a minha objetividade de ver alguém que é um suspeito, mais isso é o meu trabalho, eu tenho que colher fatos.
–Tem certeza, meu caro? Nunca interrogados ele por que o mesmo faz nos entramos no jogo dele.- o detetive passa a mão no seu rosto coberto de suor.
–Tenho certeza,já passei por coisas muito piores e estou vivo,pode me mostra a sala, por favor?
O delegado assentiu e pegou a chave estava em cima da mesa e abriu a porta para podermos entrar na grande sala.Paramos numa porta de metal onde tem uma pequena portinha para podermos ve-lo, respirei junto e o delegado tocou em meu ombro e me direcionou a um sala.
–Detetive,essa é uma sala onde os presos podem ser interrogados e nos estamos vendo tudo naquele vidro ali.-ele diz apontando para o lado interior da sala- Qualquer coisa é só aperta esse botão que os meus guardas entraram la e detém o James.
Assenti para o mesmo e peguei o botão,entrei na sala completamente branca e no centro tinha uma mesa e duas cadeiras,me sentei de costas pro vidro que o delegado estava e guardei o botão no meu bolso e fiquei fitando para a porta. Quando a porta se abre e vejo o tal de James e antes que eu pudesse fala alguma coisa, ele falou primeiro.
–Já estava esperando pela sua visita Jackson!
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