A Preferida 2 - O Ano Da Formatura
6 Sempre confiando nas pessoas erradas
Notas iniciais
Sério!
Sorry, sorry MESMO!
Eu tava quase doente! Faz uma semana completa que eu não postava!
Mas a culpa não foi minha u.u
Minha imaginação que saiu pra dar uma voltinha e só voltou HOJE.
Me desculpem, desculpem, desculpem. Mesmo! =(
*
Esse capítulo é dedicado à inloveSeddie. Essa leitora TOTALMENTE FOFA! Que deixou uma recomendação MAIS FOFA AINDA! :3
Muito, muito obrigada flor ^^
Aproveitem, meus amores. E ainda hoje, se a minha imaginação permitir, eu posto outro capítulo, pra compensar o atraso XD
BEIJOS ♥
Pov. Jennifer
- Hey, Jenny.
— Sim? – Levantei os olhos para a negra.
— Você acha que deve se preocupar? – Ela me olhou de um jeito estranho. Com preocupação. – Digo... Você sabe, quanto à Nadia.
— Ah... – Suspirei e encarei o caderno na minha mão. – Não sei, Piper. Acho que a Nadia trás muitas lembranças ao Nick. Tanto boas quanto ruins.
— Assim como você tem lembranças boas e ruins do Dylan.
— É verdade. Mas, por favor, — Sorri – não me lembra disso, não.
— Ok. – Ela levantou os braços como se estivesse se rendendo e riu. – Hey, diz aí, “Qual o nome da esposa de Poseidon?”
— Isso está nas perguntas que o professor italiano passou? – Perguntei incrédula, enquanto pegava um papel que estava ao lado dela. Passei os olhos pela folha. Havia dez perguntas que o tal de Giovanni Lacorte escreveu. – Espera aí. – Franzi o cenho. – As nossas perguntas são diferentes.
— Hãn? – Ela pegou meu papel e começou a compará-lo.
— Sério? Ele quer saber o conhecimento individual de cada um? – Sorri, sem humor nenhum.
Piper deu de ombros.
— Tanto faz, com tanto que você me ajude.
Revirei os olhos e sorri.
— Enfim, a esposa de Poseidon é Anfítrite. – Respondi.
— Jenny, você vai querer entrar no time de líderes de torcida? – Ela perguntou, encarando-me.
— Bom... – Dei de ombros. – Eu fiz o teste. Fui obrigada, mas fiz.
— E se você for chamada?
— Bom... Aí eu vou. – Mas então percebi sobre o que estávamos falando. – Por quê? Soube de alguma coisa?
— Uhun. – Ela me fitou com seus grandes olhos. – Fiquei sabendo que aquela aula especial, foi dada somente para a sua turma.
— Isso é a cara da Margareth. – Trinquei os dentes. – Mas, e daí?
— Vocês foram filmadas.
Arregalei os olhos.
— Filmadas? Por quem? Pra que? – Comecei a despejar várias perguntas, mas Piper apenas esperou até eu me acalmar.
— O Hector. Aquele garoto estranho estava junto com a M. certo?
— Certo. – Confirmei. – E por que tá chamando a megera de M.?
— Porque não quero que minha boca fique suja depois. – Ela deu de ombros. – Enfim, aquele garoto lá, estava com uma câmera no bolso, há pedido da M.
— E porque ela iria querer filmar as meninas? – Não conseguia entender. Mas que diabos ela tava querendo fazer?
— Sei lá... Talvez pra mostrar como a filha dela é ruim, ou algo assim. Jenny, você sabe que eu te amo mais do que ela.
— Piper, qualquer um me ama mais do que a minha própria mãe. – Revirei os olhos. – Mas ainda não consigo entender... Por que ela iria provar alguma coisa ruim sobre mim?
— Jennifer. – Piper me chamou, totalmente séria. – Foco. Olhe nos meus olhos. – Obedeci, lógico. – Qual o evento mais importante, tirando a festa de primavera?
— A formatura? – Tentei. Tipo... Era a festa mais importante da década.
— Isso. – Ela sorriu. – A M. te odeia. Isso, qualquer idiota pode ver. Até o Amani vê isso!
— Não xingue ele, coitado. – Sorri enquanto ela dava de ombros.
— Que seja. A festa de formatura é a oportunidade perfeita que ela tem, pra te colocar no chinelo. – Ela me olhou, animada.
— Colocar no chinelo? Filha, tá andando muito com o Andrew. – Ri, enquanto ela olhava para mim de cara feia. – Enfim, e porque está falando tudo isso, amor?
— Diga-me. – Ela me ignorou. – Como você foi a sua apresentação?
- Bom... – Fiquei um pouco desconfortável. – Acho que fui bem...
— Ótimo.
— Porque ótimo?
— Ah, Jenny! Que isso! – A negra colocou as mãos na cintura. – Você é inteligente! Pense um pouco!
— Shh! – Uma senhora que passava por perto repreendeu.
— Desculpe. – Dei um sorriso amarelo para a mulher e ela saiu resmungando. – Piper! Eu não quero ser expulsa da biblioteca!
— Ah, — Ela olhou ao redor com desdenha. – que seja. Estou querendo dizer que, já que você foi boa. Por enquanto, eu acho que ela não tem motivos para te envergonhar. – Ela bateu palmas silenciosas, de animação.
Revirei os olhos e olhei para a porta da biblioteca. Essa Piper...
— Hey, espera aí. – Franzi o cenho, enquanto olhava duas pessoas passar no corredor da escola. – Aqueles são o Nick e a Nadia?
— Aonde? – Minha amiga esticou o pescoço, mas eles já tinham saído de vista.
— Piper, preciso mesmo ir. Depois nos falamos. – Peguei o caderno e a folha de perguntas e levantei.
Fui até a porta e olhei pela extensão do corredor. Nenhum sinal de Nicholas ou Nadia.
Comecei a andar. Toda vez que passava por alguma porta, espichava os olhos a fim de olhar melhor. E foi nessas que finalmente os encontrei.
Regalei os olhos e abri a boca. Não conseguia acreditar no que via. Sem mesmo perceber, deixei tudo que segurava cair no chão. O barulho foi alto, e os dois pararam na mesma hora o que estavam fazendo.
*
Pov. Nicholas
Andava distraidamente pelos corredores da escola, enquanto procurava pela minha namorada. Ainda não estava acreditando.
Eu havia fisgado Jennifer Connor. Aquela garota linda e inteligente, que sempre me evitou.
Sem perceber, abri um sorriso bobo. E me arrependi na mesma hora.
— O que é tão engraçado? – Uma voz totalmente familiar surgiu ao meu lado.
— Nada. – Fechei a cara instantaneamente. O que ela queria? – O que você quer?
— Ai Ni. Não precisa ser tão rude comigo. – Por trás dos meus cabelos, pude ver o sorriso dela.
— Não sei se você se esqueceu, mas eu preciso sim. – Disse com frieza.
— Vamos, Ni. Aquilo é passado. – Ela deu de ombros. – O Peter é só um erro estúpido que eu cometi.
— Peter? – Olhei para ela, incrédulo. – Esse é o nome?
— É. – Ela sorriu fracamente.
— Olha Nadia, eu preciso ir. Estou procurando a Jennifer. – Apertei o passo. Queria me livrar dela. Mas, aparentemente, ela não entendeu o recado. Veio atrás de mim.
— Eu te ajudo. – Ela sorriu.
— Não precisa. – Eu disse secamente.
— Eu quero. – Ela insistiu.
Revirei os olhos.
— E então? Ela é melhor que eu? – Nadia andou um pouco mais rápido e me encarou.
— Mil vezes.
— Duvido. – Ela piscou. – A tal de Jennifer nunca vai chegar aos meus pés.
— Tenho certeza que é exatamente o contrário. – Continuei andando firmemente. Passamos na frente da biblioteca, mas não consegui olhar para dentro e ver se a Jenny estava lá, por que na mesma hora, Nadia puxou a gola da minha camiseta. – O que você está fazendo? – Juntei as sobrancelhas, enquanto era puxado pelo corredor.
— Quero te mostrar uma coisa. – Ela sorriu maliciosamente e fincou as unhas compridas no meu pescoço.
— Me larga. – Tentei tirar sua mão de mim, mas não consegui. Suas unhas se apertaram mais contra minha pele, chegando a machucar.
— Nunca mais vou te largar. Ni. – Ela sorriu e me empurrou para dentro de um armário de vassouras.
Sem que ela nem fechasse a porta, começou a tornar a proximidade de nossos corpos, inexistente.
— Mas o que...? – Comecei a falar, mas seus lábios se colaram nos meus e eu não pude continuar.
Só percebi que deveria ter feito alguma coisa antes, quando ouvi um barulho estranho. Como vários cadernos caindo no chão.
— Jenny. – Chamei, quando olhei para a garota que eu amava.
Pov. Jennifer
Assim que vi os dois se beijando, mesmo que só um selinho, meu mundo pareceu desabar. Mas o que era aquilo?
— Jenny. – Ele me chamou, mas eu não ouvia mais nada. Peguei o caderno rapidamente e saí pisando duro.
Idiota. Isso é o que eu era. Uma idiota.
Sempre confio nas pessoas erradas.
Notas finais
Mas tudo bem...
E então? O que acharam? Bom? Ruim?
Obrigada novamente à inloveSeddie pela recomendação *o*
Como já disse antes, recomendações não fazem mal algum *-*
Beijos!
PS: Acho que ainda hoje eu posto outro capítulo. Mas não prometo nada!
♥
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