A Origem!

8 Capitulo 8 - Uma Tragédia!


Notas iniciais
Ola. Eu aqui novamente! Mais um capítulo para vocês, aproveitem...

Hadies onn

Eu sei que não devia ter dado mole ou ter abaixado a guarda, agora eu e minha mulher estamos em um grande perigo, ela me olha assustada perguntando " Porque? ". Balanço minha cabeça para dizer que não sei, aqui tem todo tipo de sobrenatural inclusive anjos mesmo sendo proibidos descerem aqui, mais as vezes não aguentam a dureza de viver em celeste.

— Temos muito o que conversar, então sugiro que entrem! — Diz Miguel me olhando.

— Entre Freya! — Digo olhando para ela.

— Mais...

— Sem mais Freya. Apenas entre! — digo olhando para Miguel que sorria de minha atitude com Freya.

Ela me olha e logo suspira como se estivesse cansada, ela entra no carro tomando cuidado com todos que estão ali dentro, olho para os lados para não ter a surpresa de ser pegos e logo entro ao ver que tudo estava seguro e bem. Olho para Miguel vendo que ele não mudou nada durante tanto tempo que se passou, olho para frente vendo um motorista e possível guarda costas de Miguel. O motorista me olha sério e com uma horrível cara e da a ré, nos mostrando para onde iriamos ser levados, era o famoso caminho dentro da floresta perto de casa.

— Muito bem, vamos ao que interessa certo? — pergunta se ajeitando no banco.

— A onde estamos indo? — pergunta Freya olhando para o caminho aberto dentro da floresta.

— isso não é importante, nesse momento. Cade eles? — pergunta me olhando com a cara seria.

— Cade quem? — pergunta Freya olhando para eles.

— Qual é. Eu sei dos filhos das guardiões do mundo, Das fênix. Vocês eram os únicos humanos próximos dessa Aves! — Diz olhando para Freya.

— Eles morreram, você sabe muito bem disso. Não iriamos mentir sobre algo tão sério! — Digo olhando para as arvores.

— Não sei, acho muito bem que podiam mentir. Soube que vocês tem oito filhos, pode simplesmente ser alguns deles! — diz mexendo em seu Ipad.

— Fique longe dos meus filhos! — Diz Freya olhando ameaçadoramente para ele.

— Eles não são seus filhos. Pelo menos não esses quatro! — Diz mostrando a foto dos meninos.

— Não mexa com eles. Se não eu juro que te mato! — Digo olhando para ele nervoso com tudo.

— Claro,claro. Então nos vemos no inferno! — Diz abrindo a porta do carro e logo depois pulando.

Quando tentei me soltar e também abrir as portas do carro elas são trancadas, olho para Freya que tentava abrir a outra porta e pelo que vejo realmente não conseguio, ela se vira e me olha com muito medo. Tento mexer com o motorista mais o carro acelera mais me jogando para trás, parece que algo forte prendeu meu corpo no banco para não me mexer e nem salvar Freya.

A porta do motorista foi aberta e ele pulou para fora do carro, olho para frente vendo que estávamos nos aproximando dos grandes precipícios que tinha naquele local. Olho para a Freya vendo que chorava de uma forma pesada com direito a barulhos estranhos e assustadores.

— ISSO E CULPA SUA! — diz gritando.

— Não vamos começar a brigar logo agora ne? — pergunto olhando para ela.

— N-Não sei! — Diz chorando mais ainda.

— Ei. Olhe para mim, eu te amo. Jamais me arrepende de ter te roubado dos seus pais mesmo com nossas brigas idiotas por coisas bestas. Foi a melhor coisa que eu fiz na minha vida, cuide de nossos filhos e seja feliz mesmo que essa felicidade não seja comigo aos seu lado! — Digo fazendo carinho em suas bochechas.

— O que vai fazer? Porque fala assim? — pergunta segurando o meu braço.

— Adeus meu amor! — Digo chutando a porta que é jogada longe e empurro ela para o lado de fora do carro.

Um dia ira entender o porque do meu sacrifício meu amor, agora quero que você cuide de nossos filhos ate eles aparecerem, não deixe eles sozinhos logo agora que eles irão precisar. Meninos quero que cuidem de sua mãe, vocês um dia também saberão o porque de eu ter escolhido a morte para salvar vocês do que esta para vir, amem sua mãe como ela amou vocês e ate mesmo a mim. Saibam que mesmo não sendo meus filhos eu amei vocês como amei os outros quatro filhos que eu tive antes de vocês.

Meu Coração doía ao ver que perderia muita coisa ao longo de suas vidas e do próprio presente, e também doía ao pensar que nunca mais veria vocês e meus futuros netos e bisnetos. O carro bate de frente com uma pedra, e logo se inclina diante do precipício que estava em minha frente, vejo o lago onde eu conhece Freya pela primeira vez em nossas vidas. Parece que escolhe um belo lugar para eu morrer, meu corpo e jogado para a frente mesmo que algo me preenda no banco do carro, o choque da agua contra o carro me trouxe dores pelo corpo inteiro.

Espero que o senhor lican tenha me desculpado por ter roubado o seu ser mais preciosa e mais amado, Tomare que me aceite no outro lado onde o mesmo esta. Lembrar de suas ultimas palavras chega a ser engraçado.

Hadies off

Freya onn

Continuava a rolar no asfalto assim que ele me empurrou, meu corpo bate muito forte contra algo duro e que eu mesmo não vê machucando minhas costelas e ate mesmo minha espinha. Abro os olhos vendo o céu cinza, e um relâmpago ilumina o céu avisando que uma chuva iria cair muito forte, olho para o lado vendo que o carro não estava mais ali assim como Hadies não estava.

— Não! — Digo baixo e me arrastando para fora do carro que cai debaixo.

Me arrasto e sentia meu corpo doendo mais enquanto me mexia, quando vejo e sinto que tirei meu corpo debaixo do carro, junto forças para conseguir me levantar. Quando consegue sentar, olhei para o meu corpo vendo que estava bastante machucada e com feridas enormes, minha perna direita sangrava por causa de uma pedra dentro dela assim como meus braços. Olho para os lados vendo que Miguel não estava caído no chão, agora lembrei que ele era um celeste e podia cair de qualquer altura que não iria morrer imediatamente.

Olho para trás e com muita dor consigo me levantar, meu corpo tomba para um lado e caio novamente no chão, parece que andar nesse momento não iria poder. Então começo a gatinhar em direção ao precipício, cada mexida que eu dava meu corpo todo estralava como se eu fosse feita de plástico bolha, quando chego perto do muro de uma das casas que tinha escondida ali minhas pernas bombearam o que me fez cair no chão, me levantei novamente com meu corpo esgotado ma parede. Em um passo de cada vez, lentamente consegue chegar perto da beirada do precipício, me sento na beirada e me inclino para dentro do precipício vendo o traseira do carro afundar.

Onde esta Hadies? Porque ele não pulou? Onde está meu marido? Olho para as grandes pedras a procura da pessoa que eu mais amo nessa vida, e de cara vejo que ele não estava entre as pedras ou se segurando nelas. Junto minhas últimas forças e solto um grito chamando por ele e novamente o céu iluminou, não posso ter pedido meu marido, não posso. O que vou fazer sem ele? E meus filhos? Como ficam sem o pai?.

— HADIESSSS! — Digo gritando.

Jogo o meu corpo para o lado, deito minha cabeça sobre a pedra e fecho os meus olhos me entregando a escuridão de minhas memórias.

Notas finais
Gostaram?