A Origem!
9 Capitulo 9 - Uma tragédia Parte 2
Afrodite onn
Meu coração apertou tão forte que tive que colocar a mão no peito e apertar ele para que a dor passe logo, olho para o lado de fora vendo o céu ficar com uma cor muito estranha e fora do comum. O que ouve? Porque a única pessoa que vem em minha mente e meu pai? Será que aconteceu algo com eles? Me levanto de uma vez fazendo a cadeira se mexer e todos me olharem pedindo alguma explicação, ando um pouco para trás.
— Afrodite, o que ouve? — pergunta galadriel se levantando.
— Tenho que ir para casa! — Digo andando em direção da porta.
— Porque? — pergunta Apollo vindo em minha direção.
Me viro para a porta abrindo ela e saio correndo daquele lugar, escutava meus irmão me chamarem junto com o professor de biologia, não ligo a única coisa que vinha em minha mente era meu pai, eu precisava ver ele imediatamente, abraçar ele e dizer pela primeira vez que amo ele mais que tudo. Desço todas aquelas escadas sem permitir que uma gota de suor descesse de minha pele, cada passo que eu dava vinha em minha cabeça imagens minha e dele enquanto brincávamos.
Nunca fui uma filha perfeita, nunca fui digna do seu eu te amo, nem de sua preocupação ou de seu carinho comigo, entro em um corredor onde ficava os armários e outras coisas a mais. Vou correndo em direção da porta, empurro ela saindo de dentro da escola e indo em direção ao portão que por sorte estava Destrancada, mais um puxão me fez parar e me virar para trás vendo Apollo me olhando.
— O que ouve carrie? — pergunta Icaro me chamando pelo meu maldito apelido.
— Temos que ir para casa. Aconteceu algo com os nossos pais! — Digo olhando para a rua.
— Como assim? — pergunta galadriel ao nosso lado.
— So me escutem. Vamos logo para casa! — Digo puxando meu braço da mão de Icaro.
Continuo a correr em direção do portão, empurro ele para o lado esquerdo e deixo ele assim mesmo e volto a correr em direção a uma parada de ônibus, atravesso as ruas sem ligar para os carros que estavam passando, não ligo que me atropelem nesse momento meus pais eram mais importantes. Paro na parada olhando para trás para ver se passavam algum ônibus que passassem perto de casa, foi quando eu vê um ônibus que passa na esquina de casa SETOR 15/20, parei o ônibus de um jeito ou de outro ao ver que não iria parar. Subi nele com muita pressa, paguei minha passagem com o dinheiro para o lanche e fui em direção aos últimos bancos que estavam vazios, me sento olhando para frente.
— Agora explique o porquê de sairmos assim da sala de aula! — diz Icaro me olhando.
— Sente uma enorme dor no peito, então pensei em nossos pais! — Digo olhando para frente.
— Deve ser besteira, papai e muito forte! — Diz apollo me olhando.
— Não diga isso! — digo olhando com raiva para ele.
Ele me olha com a cara fechada, não quero que falem mais nada, tudo que falam são apenas besteiras e também estão me deixando muito nervosa. Porque não acreditam? E porque também não sentiram a dor? E porque ninguém me impediu de sair da escola? Vejo que estávamos chegando na esquina de casa, aperto o botão e espero o ônibus parar e assim descer. Desço do ônibus e atravesso a rua como uma louca, mais paro assim que vejo ambulâncias parada nos finais da rua.
Meu coração bateu bem forte e tudo a minha volta ficou lento e aquilo que eu sente não era apenas besteira mais sim s verdade, algo aconteceu e eu estava certa. atravessei mais uma rua e caminhei rapidamente em direção a ambulância, quando mais andava mais meu coração apetava, vejo que o carro do meu pai não estava na frente de casa. Paro na frente de casa e olho para a garagem vendo que não contia o carro do meu pai e nem de minha mãe, mais sim meu carro e dos meninos e carro que usamos para ir a Escola.
Olho para onde estava a ambulância vendo eles levantarem a maca com alguém em cima, vou andando para chegar mais perto e ver quem e mais paro ao ver a pessoa deitada na maca com a blusa de frio que eu dei a minha mãe de presente de aniversário. Tudo começou a rodar e a mudar de cor, Apollo e Icaro abrem caminho empurrando quem estava em sua frente,e pude ver minha mãe desmaiada em cima da marca suja de sangue.
— NÃO!!! — diz galadriel gritando e correndo em direção a maca.
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