Notas iniciais
Bom Pessoal, espero que gostem desse primeiro capitulo! Até nas notas

Estava uma linda manhã em lançassolar, Everwyn* caminhava pelos corredores do seu palácio a procura de algo mais interessante a se fazer. Como a segunda na linha de governadora de Dorne, se achava inútil apesar do seu titulo de “Princesa guerreira”, achava que isso era muito pouco e que ela merecia muito mais.

Ela adentra a salão onde todos (menos seu pai e seu tio) de sua casa estão comendo o desjejum, ela senta-se ao lado se seu irmão, de frente com Arianne e observa a todos como sempre faz, Arianne (ou mais conhecida por ela como pedra de tropeço) estava linda como sempre, seus cabelos pareciam mais sedoso essa manhã, mas seu rosto havia uma preocupação, ao lado de Arianne estava Quentyn nunca o virá mais feio, e ao seu lado estava Trystane (ou somente Trys), a única pessoa no mundo o qual ela se importava.

— Aparenta preocupada minha irmã, o que ouve?- Everwyn diz com sua voz mansa, mas penetrante. Arianne, a observa, como se perguntasse se ela realmente se importava com as preocupações que estava em sua mente, e certamente Everwyn não se importava. — Preocupada com as nossas “serpentes da areia”?- todos a olha subitamente, Arianne engasga com o doce suco de tâmaras, Everwyn lança um meio sorriso desafiador, aproveitam-se que seu pai e seu tio não estão presentes continua a tocar no assunto- A ordem de capturá-las novamente foi finalmente dada, não é? Será isso que te precupa?- ela da um gole sorrindo em sua taça de vinho e continua- não se preocupes minha doce e amável, irmã. Desta vez ajudarei você a protegê-las. — Everwyn lança um sorriso amável e Arianne franze o cenho- Eu juro, que ajudarei.

O juramento é uma coisa que Everwyn jamais quebrava, todos no salão ficaram estarrecidos como essas cinco letras que acabara de ser pronunciadas. Arianne sorriu, pois sabia que sua irmã por pior que fosse jamais quebraria uma promessa.

Everwyn se pos de pé, e saiu da presença de todos para começar seus treinos diários. Não eram treinos de costura ou de bons modos como as outras princesas costumam ter, ora ela não era chamada de princesa guerreira por caso.

Chegando a seus aposentos, começa a se despir e então alguém bate na porta.

— Entre- sem nenhuma preocupação caso fosse um inimigo ou um guerreiro o qual poderia vê a sua nudez. Mas não era o caso, quem estava na porta era Trys, Everwyn o olha e sorri- olá Trys.

Trys estava corado e sem jeito, mesmo com toda depravação sexual o qual Dorne era conhecida, talvez essa seja a primeira vez que Trystane vê uma mulher tão bela nua.

— o-oi Eve, poderia se vestir?- diz desviando o olhar sobre ela.

— Acha que vou treinar assim?- ela sorri doce e vai vestir sua roupa de treino, uma linda calça de couro, com uma bota de cano alto preta, uma túnica amarela com vermelha e nas costas o brasão da família Martell, enquanto a marrava os seus longos cabelos castanho-ondulados vira-se pergunta a ele. — o que está fazendo aqui?

— Bom, quero treinar com você!- seus olhos castanhos escuros e estavam vibrantes esperando uma resposta positiva de sua irmã mais velha.

— Trys... Sabe que o meu treinamento não é como os outros, não posso deixar que fique ferido, gosto de você do jeito que está. — ela sorri doce, do modo que ela nunca sorria a ninguém somente a ele.

— Acha que eu não sou capaz de treinar com você?- ele estava um pouco irritado, pois todas as manhãs ele se questionava o porquê que nenhum dos irmãos treinava tão arduamente como ela. Ela não responde, continua a se ajeitar para o treino, coloca a proteção de couro no braço e sua adaga na sua bota. — Certo! Bom pelo menos me deixe vê-la treinar?- ela se vira para ele de o beija na testa.

— Bom quem sabe outra hora, agora tenho que ir, volto depois do almoço. — ela vai saindo dos seus aposentos.

— Evewyn!- Ele grita- Por quê?

— Por quê? O que?- ela se vira apesar de seu rosto se o mais delicado que existe em Dorne, seus olhos compensava toda aquela delicadeza.

— Porque jurou a Arianne?- aquela pergunta a pegou de surpresa, mesmo sendo uma pergunta que todos se faziam naquele momento, ela não esperava que ele a fizesse.

— Porque eu vou ajudá-la- ela diz com uma voz firme- e é só, estou atrasada para o treino, Adeus.

Everwyn nunca agira de forma tão ríspida com o pequeno príncipe, mas ela não queria que ele se envolvesse na sua trama, que estava prestes a concretizar-se.

O sol se punha no horizonte e Everwyn voltava do seu treino na porta do seu quarto a espera dela estava Arianne.

—O que há?- Everwyn diz entrando no seu quarto e com Arianne a seguindo- Uma carta?- diz referindo a carta que foi deixada por sua criada em cima de sua cama.

—Não entrei no seu quarto, vim aqui para perguntar como você ira me...- Ela foi interrompida.

— Mais tarde falamos sobre isso chame as minhas aias quero banhar-me- Arianne não protestou, pois sabia que seria necessária a ajuda dela (mesmo que não fosse do seu agrado), saiu do quarto e chamou as aias.

Aias entram, são cinco ao todo, três delas foram preparar o banho, uma arrumar as roupas e a ultima ficou ao seu lado.

— Leia para mim- Ela entrega a carta para a aia ao seu lado

— Nós as serpentes da Areia estamos indo a King’s Land unirmos forças com os menos favorecidos como nós, estamos comunicando somente como um aviso que quando retornarmos, nos vingaremos do modo como nos trataram.- aia parecia bem assustada quando terminou de ler, olhou para a sua senhora a procura de respostas.

Everwyn no entando não aparentava nenhum medo, pois a dar um sorriso, depois uma gargalhada alta como se tivesse se divertido como uma criança, mas para num estante deixando a aia confusa.

— Me chame Arianne e me deixem sozinha com ela, Agora!- todas as servas saíram nervosas do local, elas sabiam que não era bom ver sua senhora irritada.

Logo Arianne abre a porta com o olhar espantado, estava ofegando como se tivesse atravessado o palácio.

— É verdade? Sobre as nossas primas?- Ela se senta na cadeira e cobrando o fôlego.

— Parece ser verdade- Ela sorri e bebe uma taça de vinho- ah! Que sede- bebe mais um pouco.

— Everwyn! Como que você pode beber em uma hora dessas? Isso é grave se isso chegar aos ouvidos do pai, e elas estiver mesmo cruzando a fronteira para King’s Land pode ser uma ameaça a Dorne!

— respondendo sua pergunta irmãzinha eu estou com sede, e não se preocupe esta indo tudo como eu planejei.- Everwyn é uma grande estrategista de guerra, e com toda certeza ela sabia o que ela estava fazendo.

— Certo “princessa da guerra”, qual seu próximo passo?- ela adorava quando sua irmã reconhecia seu titulo, mesmo não importando-se para o mesmo

— vamos falar com o pai...

— Esta louca? Aliás, ele deve estar ocupado agora.

— a Princesa da guerra aqui sabe muito bem o que faz Arianne! Vamos.

As duas caminhavam a passos largos para onde seu pai se encontrava. Everwyn sendo a princesa guerreira (ou princesa da guerra) tinha total domino sobre as tropas de guarda do palácio, o próprio pai dela Principe Doran, deu-lhe essa autoridade. Ao entrarem na sala Everwyn dispensou todos os guarda deixando somente Arianne, Doran e Ela.

—Vocês duas juntas como quando crianças- o pai sorri- o que há com vocês?

Everwyn pega três taças de vinho e os serve.

— Queremos que aceite nossas primas as serpentes da areia, novamente- Arianne diz preocupada com a noticia que acabara de receber.

Doran bebe o vinho respirando fundo o saboreando; Everwyn estava ao lado de Arianne como se esperasse por algo, foi então que, o Príncipe e governante começou com umas palpitações no peito, mas ignorou então seu rosto tomou um tom de verde e depois roxo.

—PAI!- Everwyn grita o segurando para não cair da cadeira de rodas dele. Arianne, no entanto fica estática sem se mover ou falar. Doran fita Everwyn que o encarava como se já esperasse por isso, então fita o céu e o brilho dos seus olhos se fora. — GUARDAS!- lagrimas falsa rolavam em seu rosto quando os guardas a pareceram e olharam o Príncipe morto- FOI ELA! COMO PODE ARIANNE!

— V-você como que você- ela olha para Everwyn sem entender

— Reviste-a- Everwyn ordena, ela vira o rosto para Doran- pai!- e volta a chorar

Os guardas revistam Arianne, que ainda permanecia imóvel com a taça nas mãos até eles encontrarem um pequeno frasco com um cheiro doce de veneno, ela olha para o frasco que estava em seu bolso.

—I-isso não é...

—É SEU, SUA! SÓ PARA SALVAR NOSSAS PRIMAS? ACHA QUE O PRÍNCIPE NÃO ME OUVIRIA?- ela grita- EXPERIMENTEM MEU VINHO SE ESTIVER ENVENENADO É PORQUE ELA NÃO QUERIA TESTEMUNHAS.

Um guarda pegou relutante a taça de vinho e tomou, pouco tempo depois começou a se sentir mal, tomou um tom de verde e depois roxo entrando em óbito.

Os outros guardas olharam para Arianne com fúria.

— ela é uma desertora! Matou o príncipe e queria me matar! Eu como a próxima na linha a condeno a morte! Corte-lhe a cabeça— Everwyn diz em uma forma sombria.

Arianne é arrastada para fora da presença do corpo mortificado do pai, gritando com Everwyn, dizendo que a mataria que ela era uma louca, coisa que só fez piorar a sua situação.

No raiar do dia todos os moradores, lordes e vassalos estavam presentes para decapitação da filha mais velha do Príncipe. Everwyn se levanta com um ar triste, como se ela realmente não quisesse fazer isso com a mais velha, ela olha para o Quentyn e o mesmo tampa os olhos de Trystane.

— pela justiça e pelo espírito do meu pai. Eu Everwyn Nymeria Martell, a segunda em meu nome, princesa guerreira e nova princesa governante de Dorne, a condeno que você a morte, queime no inferno por tudo que fez!- e assim começa o Principado de Everwyn sobre Dorne.

Notas finais
*Everwyn é um trocadilho criado por mim, seria ever win que em inglês significa "ganhar sempre". Por favor gente, comentem, favoritem, recomendem e acompanhem, tenho que saber se devo continuar ou não. aceito criticas! Bjos Mellody!