A Mystery of Summer

1 A New day to fall in the mystery


Notas iniciais
Hey Listen estou aqui hoje pra vocês com essa nova fic fantástica junto com uma autora fantástica pra vocês e bem hoje iremos começar nossa sessão de mistérios boa sorte e que começa a sessão.

POV Mike

De fato, não é todo dia que você recebe um convite para passar o verão com seu amigo. E é claro que eu estava muito ocupado fazendo coisas mais importantes como ler um livro ou passar daquela última fase do videogame “Sobreviva & Masmorra”, embora depois de algumas alegações sobrenaturais é quase irrecusável um convite daqueles.

–-----FLASHBACK---------

Enfrentar dragões é uma tarefa árdua, você precisa apertar vários botões de um jeito único para desviar das bolas de fogo e acertar o único ponto cego viável. Mas se tem algo mais difícil que isso é atender ao telefone ao mesmo tempo.

– Quem é? – Pergunto com toda a delicadeza de alguém jogando videogame com os pés e fazendo um contorcionismo muito louco para colocar a orelha no telefone.

– Mike? – Pergunta a outra voz familiar no telefone.

– Dipper?

– Há quanto tempo... Como vai?

– Bem, enfim chega de cortesias, vamos direto ao assunto que eu estou passando de uma fa... – De repente o dragão desarma meu personagem e o atira na água e logo aparece um lindo e vermelho GAME OVER na tela da televisão. – Droga.

– O que é que foi isso?

– Nada com você, é com um dragão. Enfim, prossiga.

– Estou cordialmente te convidando para passar o resto do verão em nada mais nada menos que Gravity Falls.

– Aquela cidadezinha do Oregon? Acho que prefiro ficar aqui cara.

– Não, espera. Deixa-me explicar... Sabe... Tem uma coisa acontecendo aqui...

– Fala logo cara, que é que tá acontecendo? Se for menina, rapaz, você está ligando para o cara errado. – Digo dando risada e voltando a reiniciar o jogo.

–Deixa de ser idiota, estou falando de algo além da compreensão humana, algo que qualquer especialista da NASA, cientista ou essas pessoas malucas dariam para descobrir, uma teoria de conspiração muito louca. Então desliga esse videogame que o lance é sério.

– Está bem, mas me deve uma.

Assim desligo o videogame com o dedo do pé e volta a falar com ele.

–O que é então cara?

–Essa cidade é sobrenatural tem diversas coisas estranhas acontecendo nela.

–Tipo...?

–Conspirações malucas, coisas bizarras, mortos ressurgindo, esse tipo de coisa, sabe, bem normal. – Finaliza ele com um tom sarcástico.

–Eita... Certeza que não ligou no telefone errado, sabe, tenho certeza que não trabalho no hospício. – Ao dizer isso ouço ele fazer alguns resmungos na linha. – Okay, estou indo hoje mesmo.

Ao desligar o telefone, cometo uma pancada tão forte e desajeitada que se minha mãe ouvisse acharia que fosse um vaso quebrando. Assim, saio do meu quarto e vou para a cozinha onde minha mãe se encontrava fazendo o almoço.

–E... Mãe, será que você poderia me levar lá pra Gravity Falls? Vou passar um tempo com o a família do Dipper Pines.

– Você? Saindo assim? Abandonando seu refúgio de videogame, aceitando enfim o ar puro? É óbvio que te levo.

Aquilo me soou como uma ofensa, mas achei melhor deixar para lá.

–-----FLASHBACK OFF--------

.E cá estou eu, no meio de uma cidade que supostamente é sobrenatural na frente de uma menina provavelmente com uma família rica que a qualquer momento pode empurrar minha cabeça, pedir para fazer um tapete com a minha pele ou coisa do tipo, mas fazer o que? Sou eu e essas coisas só acontece comigo.

– Ei quer ajuda? — Oferece a menina estendendo o braço.

– Obrigado, eu acho.

– Sinceramente, tenho que parar de ler quando for abrir a porta do carro, já é a segunda vez que acontece. — Resmunga ela baixinho. — Enfim, desculpe.

–Okay, sem problema, eu que tenho que te pedir desculpa eu vim correndo na sua direção feito um desgovernado. – Digo meio sem jeito dando uma risada.

Ela dá um pequeno sorriso e sai andando pra dentro do casarão. Enquanto isso, lá vou eu correndo para a Cabana do Mistério encontrar o Dipper torcendo para não atropelar mais ninguém.

Ao chegar lá bato na porta algumas vezes e espero. Cá entre nós, que tipo de caba fica no meio de uma floresta sem mais nada do lado? Era um pouco estranho. De repente alguém abre a porta.

– Hey Dipper, cheguei como deu para ver, então... o que tem a me mostrar cara?

Ele olha um pouco desconfiado para todo o entorno da Cabana como se estivesse tentando esconder isso de alguém.

– Venha, te conto lá em cima. – Responde ele que logo me leva para o quarto dele, também conhecido como dormitório improvisado no sótão. –Isso.

Ele sobe na cama e tira uma capa que estava encobrindo um quadro cheio de fotos e teorias, com várias linhas como uma teia. Isso me deixa de certa forma um pouco surpreso.

–E tem mais, a Mabel chamou outra pessoa para nos ajudar nisso. O nome dela é Luna, ela já tá chegando, obviamente se ela está na investigação é porque pode confiar.

–Okay, vai lá esperar ela que eu vou quebrar minha cabeça com isso.

– Tá bem.

Ele desce rapidamente as escadas enquanto eu fico lá parado na frente de um quadro maluco tentando descobrir que porcaria podia ser Gravity Falls e todos os seus mistério, quer dizer, gnomos? Que raio de gnomos forma um monstro de cinco metros? E qual era a daquele diário com uma mão de seis dedos? Obviamente isso diminuiria os suspeitos, mas mesmo assim...

Porém logo sou interrompido de meus pensamentos por um grande eco semelhante ao bater de uma porta, o que me faz voltar ao ponto inicial. Sendo assim, acho que seria melhor eu descer e conhecer a colega da Mabel, por falar nisso faz tempo que eu não a vejo.

– Você?! — Questiona uma voz de certa forma familiar.

– Mas, mas, como assim?!

– Momento, vocês dois se conhecem? — Pergunta Mabel um pouco surpresa. — Ah, aliás, olá Mike.

– Conhecer ele? Só porque eu esbarrei com ele hoje, há alguns minutos atrás não quer dizer que o conheça.

– Idem... Olá Mabel.

– Ah, bem, okay então. Mike esta é Luna Bonnet. — Diz Dipper apontando para a pessoa em questão.

– Luna esse é o Mike, Mike Southwest. — Apresenta Mabel.

– Olá. — Diz ela de tom indiferente, como se não se importasse muito com apresentações e volta seu olhar para um pequeno caderno que tira do casaco.

– Oi.

– Agora que vocês já se conhecem, acho que poderíamos ir ao que realmente interessa. — Fala Dipper subindo as escadas.

Só agora reparei que a janela do sótão tinha um estranho formato triangular com um olho no meio, nada de mais, todo mundo tem uma.

– Que quadro interessante — Comenta Luna observando a parede com fotos e teorias. — Tem certo nexo em tudo, embora ainda tenha algumas coisas sem sentido.

– De fato, por exemplo, de onde tudo isso surge? — Digo.

– Bem, isso é meio complicado, quando vocês conhecerem meu tio avô vão entender melhor. — Responde o garoto de boné com desenho de um pinheiro.

– Está falando do Ford? Vocês nunca me contaram a história dele.

– Espera, eu já conheço o Stan cara, que raios de Ford é esse?

– Mike, te um plot twist muito louco sobre a minha família.

– E qual seria? Diga logo.

– O Stanford que você conhece não é exatamente o verdadeiro Stanford, na verdade o nome dele é Stanley.

– Cara, o que é que tem se o seu tio prefere ser chamado de Stanford? Por exemplo, ninguém te chama pelo nome verdadeiro, só pelo apelido.

– Esse assunto é confidencial. Mas enfim, não é isso que eu quero dizer, existem dois Stans, o que você conhece é o Stanley e o que você não conhece é o Stanford. Eles são gêmeos.

– Wow! Wow, wow, wow. Calminha ai, está querendo dizer que o Stanley ficou no lugar do Stanford todo esse tempo? E onde é que estava esse Ford?

– Bem, nem eu sei exatamente. Ele foi sugado por um portal. É uma história longa, começa em New Jersey...

E assim ele me conta toda a história dos dois Stans, quer dizer, do Stan e do Ford, daria um ótimo episódio de algum desenho.

–Essa cidade é louca, mas enfim, vamos ao que interessa: solucionar todo esse mistério.

E assim, lá fico eu olhando para aquele quadro de teorias, embora algo me chamasse mais atenção: o vitral da janela, procurei em vários sites por algum tempo, porém nada sabia me explicar, resumindo: nada absolutamente nada de informação.

– Mike, não quer ir comer alguma coisa não? O Dipper a Luna e eu vamos.

– Podem ir, eu vou ficar aqui.

– Okay, estamos na cozinha se precisar.

Agora sozinho, tranco a porta do sótão e monto o meu quadro de teorias unindo pontos que até o próprio Dipper poderia ter deixado passar, mas até que olho para o boné dele. De repente, bato meu pé em alguma coisa em baixo da cama do Dipper, era uma caixa com várias fotos. A que mais me chamou atenção foi a de um ser estranho em volta de um círculo formado por símbolos, dentre eles, lá estava o boné do Dipper algo muito, exatamente muito estranho estaria acontecendo ali. Rapidamente destranco a porta e desço as escadas em desespero.

–Eu descobri algo. Algo que pode abrir um novo mundo, algo extremamente estranho. Juro vai mexer com vocês! – Grito animado. – Ah, Dipper, me empresta seu boné?

Todos estavam olhando para mim com caras estranhas como se tivessem acabado de se deparar com um maníaco com uma máscara de hóquei. Mas fazer o que? Quando você descobre a parte e um mistério, é inevitável ficar desse jeito.

Notas finais
Bye Bye kkkkk até o próximo cap não se esqueção de comentar e tavez se quiserem podem fazer suas teorias kkkkk.Ei escolham ae qual vai ser a Próxima POV: POV Luna, POV Mabel, POV Dipper?