Notas iniciais
bem vindos ao capítulo novo XD espero q 2021 tenha começado muito bom para vcs. precisamos de um ano bom dessa vez ^^" feliz ano novo pra todo mundo!


Nefer-ka-ptah deu o comando e a barcaça real voltou para Koptos, para que Ahura fosse enterrada lá com a honra devida à filha de um rei. Quando as cerimônias fúnebres terminaram, a barcaça real navegou rio abaixo em direção às terras do norte. Uma jornada dolorosa era aquela agora, pois Ahura e Merab estavam mortos e a vingança de Thoth ainda não havia sido cumprida.

~ Fragmento de “O Livro de Thoth”

Voltar para o Salão do Julgamento era algo incrivelmente fácil e, no milésimo de segundo que levou para Anúbis e Anput fazerem isso, uma parte de Anúbis ficou preocupado de a esposa ter organizado uma grande festa. Afinal, àquela altura, era fácil e óbvio dizer que os deuses gostavam de comemorar as coisas com grandes festas. Contudo, Anput conhecia o marido e sabia bem como fazer uma surpresa de aniversário que fosse mais do agrado dele.

Apesar do clima geralmente pesado que podia tomar conta do Salão do Julgamento devido à sua função, era extremamente fácil deixar ela com um clima mais leve. Era com esse clima mais leve que o Salão do Julgamento estava naquele momento. As luzes iluminavam todo o recinto e poucos deuses estavam ali. A maioria, inclusive, estava sentada sobre sofás, almofadas e tapetes coloridos. Dentre os poucos deuses que estavam lá, estavam Osíris, Ísis, Nefertem, Qebui, Seshat e Néftis.

— O aniversariante do dia chegou! — anunciou Osíris.

Vendo toda aquela pequena comoção toda para ele, Anúbis não pode deixar de sorrir levemente e também de ficar um pouco constrangido. Todavia, ele nem teve tempo de lidar tanto assim com isso, pois no segundo seguinte já estava sendo recebido por um caloroso e carinhoso abraço de Ísis.

— Um milênio é um grande feito. Parabéns. — disse Ísis.

— Obrigado… — respondeu ele meio sem graça sem encontrar palavras melhores para isso.

Eventualmente, Ísis o soltou e Anúbis pôde ver o orgulho que estava estampado nos olhos dela. Ísis tocou os ombros de Anúbis com cada uma de suas mãos e suspirou antes de continuar a falar.

— Os mortais comemoram nosso aniversário todo ano. — disse ela — As vidas deles são tão passageiras, então faz sentido. Mas, para nós, fazer alguma festa todo ano não faz muito sentido. Com certeza perderia o significado e ficaria chato rapidamente. Por isso, 1000 é uma idade importante. Muito muda em cada milênio. Seja lá quais surpresas e reviravoltas esse novo milênio guarde para você, espero que seja bom. Por mais que a data de início dele não tenha caído numa época muito boa para o Egito.

— Vamos torcer pro próximo ser em condições melhores então. — disse Anúbis.

— Aproveite antes que perca a conta da própria idade. — alertou Osíris se aproximando também com o mesmo orgulho brilhando nos olhos — Acontece muito depois do 2º milênio geralmente.

Ísis se afastou de Anúbis dando espaço para Osíris que puxou Anúbis para um pouco mais longe dos outros deuses. Enquanto isso, Anput já estava sentada com Nefertem, Qebui e Seshat esperando a vez deles de falar mais com Anúbis. Logo ao lado, olhando a cena envergonhada sem saber o que fazer, estava Néftis. Ela queria falar com o filho mas não sabia como fazer isso.

Com o braço ao redor dos ombros de Anúbis, Osíris fez com que ambos ficassem de costas para os outros deuses. Só quem estava no campo de visão dos dois deuses era Ammit que estava tirando uma boca soneca alheia ao que acontecia ao seu redor.

— 1000 anos é muita coisa sem dúvida, apesar de você ainda ser jovem. — disse Osíris — É uma marca importante. E mais, também diz que você passou já quase 1000 anos aqui embaixo comigo cuidando dos mortos, dos julgamentos e fazendo as próprias mumificações e supervisionando as dos mortais. E sei bem que isso não é nada fácil.

— Eu faço com prazer. — disse Anúbis.

— Eu sei. — garantiu Osíris — Mas fazer por vontade própria não faz com que tudo se torne fácil, não é? A quantidade de almas para julgar é enorme e ainda tem aquelas que são muito difíceis, crianças, por exemplo. E não tiro também toda a dificuldade e complicação de todo o processo de mumificação que está longe de ser um processo muito… erm... limpo.

— É estranho eu dizer que fazer as mumificações me relaxam? — perguntou Anúbis e Osíris imediatamente deixou escapar uma risada.

— Considerando que elas envolvem abrir corpos e retirar órgãos… um pouco… — disse Osíris dando de ombros mas nunca deixando de exibir um sorriso tranquilizador — Mas tudo bem. Você é o deus da mumificação também. Seria estranho se não se sentisse relaxado ou minimamente confortável fazendo uma mumificação. Mas… falando em mumificação… Achei que merecia um presente em meio a tudo isso.

— Um presente? — perguntou Anúbis surpreso já que presentes de aniversário eram algo mais longe na imaginação e na história do que uma festa de aniversário, ou seja, a ideia de Osíris era bem inesperada.

— Achei que merecia algo físico, digno de uma recordação, — disse Osíris — além de umas férias para poder viajar com Anput tal como ela gosta.

— Férias também? — perguntou Anúbis surpreso.

— Sim. — disse Osíris que, com um estalar de dedos, fez surgir um baú diante de ambos.

O baú era uma obra de arte por conta própria. Mais ou menos do tamanho de uma bolsa e com a tampa sendo um semi-cilindro, o baú brilhava por ser quase inteiramente banhado em ouro. As únicas partes que não eram douradas eram seus quatro pés pretos e as cenas pintadas em azul, marrom, preto, branco, verde e vermelho que representavam o Egito, suas pirâmides, seus animais, o Nilo e as matas que o cercavam.

Era difícil não deixar o olhar percorrer a riqueza de detalhes que estavam registrados no baú. O olhar de Anúbis observou cada detalhe enquanto suas mãos passavam pela superfície do baú sentindo o leve alto revelo que marcava suas figuras mais importantes.

Anúbis abriu o baú e logo notou que o presente não terminava só na beleza do baú, pois dentro dele estava um novo kit completo de utensílios usados na mumificação. Dentro haviam vários tipos de faca, perfuradores, agulhas, um gancho e outras coisas que pareciam, por exemplo, uma espátula ou uma colher.

— Tenho certeza que você pode fazer qualquer um desses objetos literalmente num estalar de dedos… — disse Osíris — Mas tenho certeza que vai achar essas diferentes ou ao menos tirar algum proveito do baú, ao invés de deixar seu kit espalhado pela sala de mumificação como bem sei que deixa.

— Obrigado… — disse Anúbis maravilhado pelo presente.

Osíris sorriu vendo que ele parecia ter mesmo gostado do presente mas, notando que Néftis parecia ter se aproximado, silenciosamente, vários passos dos dois, Osíris decidiu se afastar também. Anúbis lentamente fechou o baú notando a aproximação de Néftis e magicamente mandou o baú para a sala da mumificação, onde poderia usá-lo ao máximo.

— Feliz aniversário… — disse Néftis quando Anúbis estava se virando para ela.

— Obrigado. — respondeu Anúbis.

Néftis não iria admitir em voz alta, mas estava pensando a muito tempo sobre como lidar com aquele dia. Afinal, não era só o dia que Anúbis completava 1000 anos de vida, também era o dia que completava 1000 anos que ela havia abandonado um recém-nascido no meio do deserto.

— Já tivemos séculos bons e outros ruins… mas esse dia sempre é complicado… Mas… 1000...- admitiu Néftis suspirando ao sentir o peso do número — É uma idade importante.

Anúbis não sabia o que dizer para Néftis. Mesmo que não estivessem brigados, não era como se eles conversassem muito. Ainda mais com Anúbis estando sempre ocupado e o pouco tempo livre dele ser geralmente dado para Anput.

Quebrando o silêncio que tinha se formado ali, Néftis estendeu a mão e tocou o rosto do filho. Um pequeno sorriso nasceu no rosto dela. No sorriso, Anúbis pode notar o orgulho, mas também pode notar a tristeza talvez causada pela memória do dia que ele nasceu.

— Eu tenho muito orgulho de você. — disse Néftis — Não tenho palavras para acrescentar à todas que Ísis e Osíris já disseram. Eles com certeza têm mais direito de fala-las do que eu. Mas quero que saiba ao menos disso.

Por mais complicada que a relação dele com Néftis pudesse ser, Anúbis gostou de ouvir aquilo. Só que gostou de um jeito que apertou-lhe o coração já que se perguntou se naquele orgulho estava escondido um alívio por ele não se parecer tanto assim com Set. E claro, era difícil não se lembrar do dia de seu nascimento. Com a memória perfeita digna dos deuses, Anúbis lembrava bem o dia que Néftis simplesmente o largou no meio do deserto. Contudo, não se esquecia também que aquele dia já havia ficado à muito tempo para trás. Muito havia mudado não só entre os deuses, mas também por todo o Egito. Apesar de séculos com altos e baixos com Néftis, era claro que ela se sentia culpada pelo passado e Anúbis não conseguia imaginar o quão desconfortável poderia ser carregar o peso da culpa por tantos e tantos anos.

Sem dizer uma única palavra, Anúbis simplesmente se aproximou e abraçou Néftis. Aquilo foi claramente bem mais do que a deusa poderia esperar, já que ela imediatamente sentiu as lágrimas encherem seus olhos e escorrerem por suas bochechas. Néftis então abraçou Anúbis de volta e ambos ficaram alguns segundos aproveitando a proximidade um do outro.

Eventualmente, eles se separaram do abraço, mas Néftis ainda chorava. Anúbis não esperava que ela fosse chorar daquele jeito. Depois de tantos séculos desde quando eles conversaram direito pela primeira vez, ele esperava que ela finalmente conseguisse passar por aquela data sem chorar. Mas aparentemente não. Talvez o problema fosse que, lá no fundo, ela se culpasse por ter abandonado ele.

— Vá lá ficar com seus amigos. — disse Néftis fungando — Eu vou ficar bem.

— Tem certeza? — perguntou ele.

— Vá. — insistiu Néftis limpando o rosto e conseguindo controlar-se mais — Não deixe que eu estrague essa data.

Insistente, Néftis empurrou Anúbis de leve em direção aos outros deuses e logo se afastou querendo conversar com Ísis. Aquela cena era um pouco diferente da que acontecia em todos os outros aniversários de Anúbis que haviam sido de fato comemorados, que não eram muitos já que eram todos ocupados e comemorar todos os anos quando você vive milhares de anos e quando cada ano parece passar estupidamente rápido parecia ridículo.

Com passos lentos, Anúbis foi em direção à Anput, Seshat, Nefertem e Qebui, mas, antes de se sentar no grande, luxuoso e colorido tapete repleto de almofadas no qual os outros se sentavam, ele lançou um olhar para Néftis.

— O que ela disse? — perguntou Anput curiosa.

— Disse que tinha orgulho de mim… — respondeu Anúbis com um pequeno sorriso ainda olhando na direção de Néftis mas sentindo o coração quentinho.

— Isso é bom… né? — perguntou Nefertem sorrindo também.

— Esse dia deve ser mais difícil para ela do que para ele… — opinou Seshat enquanto Anúbis se sentava.

— Ela sempre parece se sentir culpada… — disse Anúbis.

— Sempre me surpreendi com como os mortais conseguem superar o próprio passado rápido. — disse Seshat — E aqui temos vocês dois, já a mil anos nessa complicação. Meu pai acha que isso tudo é porque a memória dos mortais é muito ruim. Eles vão esquecendo as coisas. Os detalhes ou exatamente como eles se sentiram em determinado momento. Mas nós não… cada coisa ruim ainda está clara e vívida em nossa mente como se ela tivesse acontecido a pouco tempo. Não esquecemos os detalhes e os sentimentos, todos estão sempre ali.

— Os lados ruins da memória perfeita. — disse Qebui e Seshat concordou com a cabeça.

Querendo desviar a atenção do assunto por um momento, Anúbis olhou para o centro da roda de amigos e notou que lá havia um jogo que ele não conhecia e um que ele conhecia. O que ele conhecia era um pequeno jogo de tabuleiro chamado “Shen”. Inclusive, aquele exemplar do jogo parecia ser o que ele dividia com Anput. Era um jogo simples que o tabuleiro parecia uma pequena mesa de marfim com pequenos furinhos para encaixar as peças. As peças pareciam longos palitos cujas pontas foram adornadas com cabeças de chacais ou cachorros.

O jogo que ele não conhecia obviamente atraiu mais a atenção dele. Afinal, o jogo parecia estrangeiro. O tabuleiro, feito de pedra, era desenhado com vários quadrados e, em cima desses quadrados, estavam peças cilíndricas coloridas de tamanhos diferentes. Largado ao lado do tabuleiro, estavam pequenos cubos feitos de terracota. Cada face do cubo tinha pequenos furinhos. Cada face tinha uma quantidade diferente de furinhos que não se repetia nas outras faces. Ou seja, uma face tinha 1 furinho, a outra 2, a outra 3 e assim por diante até o número 6. Sim, um dado.

— Que jogo é esse? — perguntou Anúbis notando com o canto do olho a aproximação de Ammit que logo estava esfregando o focinho nele pedindo carinho.

— Pachisi — respondeu Nefertem enquanto Anúbis atendia ao pedido de Ammit — Comprei em Harappa, uma cidade lá no Vale do Indo.

— Isso é longe… — disse Anúbis levemente surpreso e Nefertem concordou com a observação, afinal, estavam falando da civilização que nasceu onde, vários anos depois se formaria o Paquistão e uma pequena parte do Afeganistão e da Índia.

— Certeza que Anput iria adorar conhecer lá. — disse Nefertem — É um lugar muito diferente e colorido.

— Aproveitem enquanto eles parecem estar em seu auge, até agora pelo menos. — sugeriu Seshat.

— Eu estava querendo ir lá já tinha alguns séculos… — admitiu Anput — Mas visitar civilizações novas sem conhecer direito seus deuses dificilmente é uma boa ideia.

— Pode ir. — disse Nefertem — Estamos muito longe. O comércio dos mortais com eles nem chega até o Egito diretamente. Não fazendo nada proibido nem vendo nenhum segredo deles, deve estar tudo bem. O pior que pode acontecer é algum dos deuses deles ficar seguindo vocês a viagem inteira.

— Pela cara fizeram com você isso.- disse Anput e Nefertem apenas sorriu e deu de ombros.

— Bem, joga-se com duas duplas.- disse Nefertem começando a explicar mas correndo o olhar por todos notando o pequeno problema, estavam em 5 — Eu posso entrar na próxima partida. Fico ajudando vocês a jogar.

Nefertem começava a explicar as regras do jogo enquanto Ísis, Osíris e Néftis conversavam entre si, até que a atenção de todos foi interrompida quando alguém entrou no Salão do Julgamento. O visitante inesperado era o deus Bes, que sem dúvida ficou confuso ao ver todos despreocupados olhando para ele.

— Parece que interrompi alguma coisa… — disse Bes perdido.

— É uma pequena celebração aos 1000 anos de Anúbis. — explicou Osíris para o deus anão — Pode se juntar à nós se quiser.

— Ah não… Não quero forçá-los a me incluir assim só porque vim sem avisar. — disse Bes — Desculpe interromper.

— Ninguém está sendo forçado. — disse Anúbis sem sair do seu cantinho — Venha jogar um jogo com a gente ao menos. Nefertem trouxe do Vale do Indo.

— Interessante… — disse Bes se aproximando para ver o jogo de perto.

Nefertem continuou explicando as regras do jogo mas, como o jogo era para apenas 4 pessoas, ele e Bes ficaram observando. Mas, conforme as partidas se seguiam e todos aprendiam à jogar, os jogadores se alternavam entre si entre o Pachisi e o Shen e até mesmo Osíris, Ísis e Néftis participaram de uma partida cada em algum dos dois jogos.

Depois de tantas partidas e vários copos de vinho, Bes já havia se soltado bastante e ria aproveitando aquela festa que do nada se viu no meio a ponto de esquecer o que o levara até ali.

— Ah sim! — disse Bes olhando para Anúbis — Não queria falar disso bem no que parece ser um momento de “férias” seu, mas uma garota berber fez um pedido para mim sobre o que quer que aconteça consigo quando morrer.

— Uma garota berber? — perguntou Anúbis estranhando a menção repentina de um dos povos nômades do norte da África.

— Sim… — disse Bes suspirando pesadamente — Ela… queria ser mumificada, enterrada e julgada seguindo os rituais egípcios…

Todos pararam então o que estavam fazendo para olhar para ele com surpresa estampada nos olhos. Por alguns segundos, ninguém respondeu. Era como se quisessem ter certeza de que tinham ouvido certo. Afinal, religião era algo extremamente atrelado à nacionalidade ainda. Cada país tinha sua religião e seu povo à seguia sem necessidade de conversão ou pregação por mais que alguns deuses, tipo Bes, fossem populares em mais de uma religião.

— Ela… Nasceu ou cresceu no Egito? Algum dos pais é egipcio? Ou algo do tipo? — perguntou Anúbis tentando entender aquela garota que nunca tinha ouvido falar e com certeza nunca tinha ouvido nenhuma prece — Porque ela ignora a religião da tribo dela?

— Não…Ela nasceu em Libu — explicou Bes se referindo ao que se tornaria a Líbia — A tribo dela fica mais tempo por lá do que em qualquer outro lugar. Ela nem conhece muitos de nossos nomes para poder rezar ou qualquer coisa do tipo e sabe bem pouco de egípcio.

— Você que andou ensinando egípcio para ela? — perguntou Seshat.

— Sim. — admitiu Bes — Já vi alguns outros berberes interessados.

— O Oásis de Siwa que o diga… — disse Qebui — A cada século que passam os berberes que se assentaram lá parecem mais egípcios. Parece que eles começaram a nos adorar também.

— De Libu para Siwa não se precisa andar mais muito… — comentou Anput.

— Eu vou ter que discutir isso com Osíris.- admitiu Anúbis para Bes — A cultura e a religião berber são muito espalhadas e diferentes para cada tribo. Alguns nem deuses da morte tem. E claro, ainda tem o problema que ela claramente está com falta de conhecimento sobre como funcionam as coisas por aqui e quem somos nós.

— Posso tentar resolver isso da falta de informação. — garantiu Bes.

— Mesmo se ensinar para ela com o que lhe restar de vida, não consigo prometer nada antes de falar com Osíris.- disse Anúbis e Bes afirmou com a cabeça entendendo a situação.

Notas finais
participações especiais desse capítulo : O dado kkk. eu sinceramente fiquei chocada ao descobrir por acaso q o dado é velho assim REFERENCIAS ~~ O Livro de Thoth - https://www.sacred-texts.com/egy/woe/woe10.htm Cães e chacais (Shen) - https://en.wikipedia.org/wiki/Hounds_and_jackals utensílios usados na mumificaçao - https://classroom.synonym.com/tools-used-in-mummification-12082500.html utensílios usados na mumificação - https://izi.travel/en/6c8f-instruments-and-materials-used-in-mummification/en utensílios usados na mumificação - https://prezi.com/zvpydlsynv7-/ancient-egyptian-mummification-tools-and-materials/ jogos vale indu - https://www.livehistoryindia.com/forgotten-treasures/2019/06/06/the-games-we-played jogos vale indu 2 - https://www.livehistoryindia.com/snapshort-histories/2017/11/01/ludos-indian-roots jogos vale indu 3 - https://headstreams.org/category/indus-valley-civilisation/ regras Pachisi - https://www.mastersofgames.com/rules/pachisi-rules.htm#:~:text=The%20game%20is%20for%20four,in%20an%20anti%2Dclockwise%20direction. Libia antiga - https://en.wikipedia.org/wiki/Ancient_Libya#Ancient_Libyan_(Berber)_tribes Bes - https://www.ancient.eu/Bes/#:~:text=Bes%20is%20the%20ancient%20Egyptian,genitals%2C%20and%20bow%2Dlegged. religião Berber - https://www.encyclopedia.com/environment/encyclopedias-almanacs-transcripts-and-maps/berber-religion os berber - https://en.wikipedia.org/wiki/Berbers Siwa - https://en.wikipedia.org/wiki/Siwa_Oasis