Sanrisa, uma sorridente criança de 7 anos que mora em Oxford na Inglaterra, está em uma pequenina casinha de um bairro velho morando com sua família, o pai, Jorge McClain, a mãe, Mercedes McClain e sua irmã mais velha Elisa McClain. A família até um dia fora unida e feliz... Até que Jorge acabou morrendo em um acidente... Ele trabalhava com caminhões e acabou virando em uma curva longa enquanto fazia entregas.

Mercedes se casou de novo com um senhor rico chamado Sebastião Conrado. A família de Sanrisa se mudou para Londres, onde o senhor morava, mas agora nada mais era um País das Maravilhas.

O senhor Conrado espancava Mercedes sem Sanrisa saber, e maltratava Elisa, chegando a cometer atos de pedofilia. Sanrisa era mais afastada do senhor, pois passava trancada no quarto dentro do guarda roupa. Ela se sentia segura e confortável.

Sanrisa estava indo para sua escola nova, e logo uma mocinha se aproximou.

– Oi eu sou Jully, quer ser minha amiga? — A garotinha chegou perto de Sanrisa que estava escondendo o rosto, assim que ela olhou para a Jully, a mesma que tinha lindos olhos azul céu afastou-se com medo dos olhos de Sanrisa, eram muito novos para compreenderem sobre a doença que a pequena McClain tinha. Ela foi zoada, maltratada, por muito tempo tanto na sua própria casa quanto na escola.

Seu padrasto começou a fazê-la de escrava quando completou dez anos. Junto fez a senhora Mercedes, e colocou Elisa em uma escola interna. A garota poucas vezes voltava para a casa, até que a senhora McClain recebeu a notícia de que sua filha havia sido assassinada.

Ela tentou fugir da escola para ver sua mãe e a irmãzinha, mas na saída um ser de capuz cortou seu pé, e a arrastou para um beco escuro onde a esfaqueou. Os olhos foram arrancados, e estavam um em cada mão de Elisa, a língua foi partida ao meio como uma língua de cobra. A moça foi encontrada totalmente nua, mas com nenhum vestígio de estupro ou necrofilia. Mas suas costelas estavam todas quebradas e o coração foi encontrado no meio da rua no dia seguinte. Além disso, a pele de seu rosto havia sido arrancada.

Agora, mãe e filha horrorizadas, sofriam sem alguém que pudesse ampará-las.