A Máfia

21 Descobrindo o amor


Notas iniciais
Olá amoresssss, está aqui o primeiro capítulo de A Máfia de 2015 e espero do fundo do meu coração que vocês gostem.

Marcelina Balistieri

Idiota. Um completo idiota!

Muriel O’Conner acaba de receber o prêmio de o maior idiota desse universo.

Como pode me trair com uma loira falsa? Com seios, bunda e todo o resto falso? Sei que não temos nada sério, que temos apenas um contato sexual, mas poxa, ele tinha saído comigo, estávamos juntos naquele momento. E ainda teve a cara de pau de esfregar isso na minha cara. Canalha!

Claro que eu não deixei barato, como estávamos em uma boate, homens é que não faltavam ali, peguei o primeiro que passou na minha frente e paguei na mesma moeda. Mas Muriel não gostou nada, pois acabou acertando um belo soco na cara do sujeito que cambaleou três largos passos até tropeçar nos próprios pés e cair no chão, o segurança retirou Muriel da boate e eu o acompanhei. Brigamos feio quando chegamos à mansão de Vitor e Valentina, ele me culpou por beijar outro cara e eu a ele. Ridículo, quem começou com tudo aquilo foi ele, não eu. No final, ele acabou dormindo no sofá que tem em meu quarto e resmungou a noite toda.

Na manhã seguinte foi um caos, não nos falamos e esse clima vez com que Valentina fosse mais cedo para o Quartel, não demorou muito e Muriel também foi, me deixando sozinha. Saco, eu realmente preciso arrumar um emprego em algum lugar decente, ficar aqui sem fazer nada é entediante demais. Decido então subir para o meu quarto e enviar mais e-mails de meu currículo para as empresas, isso faz com que eu perca quase toda a tarde e como hoje o sol estava agradável, decidi passar o resto do dia na piscina.

E já é de madrugada quando meu celular toca e vejo que é Valentina quem me liga.

_Valentina? Onde você está? – pergunto ao atender.

Do outro lado da linha, ouço um longo suspiro cansado e quando ela começa a falar sua voz está manhosa, como se estivesse pronta para chorar.

_Lia, — começa. – estou no hospital. – diz.

_Dios, o que houve?

_Houve uma emboscada quando fomos revisar uma mercadoria e Muriel foi baleado quando tentou me proteger, sinto muito.

Muriel. Baleado. Isso foi o suficiente para fazer meu coração quase saltar pela boca.

_E-ele, ele, ele... – gaguejo sem ter coragem de terminar a frase, engulo em seco. – morreu?

_Não, tenho certeza que não. Porém, seu caso deve ser grave, não sei ao certo, ninguém me dá noticias aqui. – sua voz falha e sei que ela se segura para chorar.

_Vitor está aí com você?

Valentina respira fundo e demora um pouco mais para responder.

_Não, ele ficou no lugar onde fomos atacados, eu não tenho noticias dele e isso está me matando. – confessa.

_Eu estou indo aí.

Valentina me passa o endereço da clinica onde está e eu me apresso para me arrumar. Coloco algo qualquer e um casaco, pegando um também para Valentina e peço para um dos motoristas me levar até o endereço que me foi passado.

Estou desesperada, é verdade, queria que Muriel morresse e sumisse da minha vida, mas foi a penas o calor do momento. Dios, nunca desejaria sua morte de verdade! Sem falar que, bom, ele mexe comigo. Me irrita mais do que qualquer outra coisa, mas mesmo assim, mexe comigo. Gosto dele, pelo menos eu acho que gosto. Puta merda, esse canalha não pode morrer e me deixar aqui confusa com meus próprios sentimentos!

E enquanto meus olhos corriam pelo caminho que o carro fazia até a clinica, pedia de todo meu coração, para quem estivesse lá em cima, cuidar e proteger o canalha do Muriel O’Conner.

[...]

Ao entrar correndo dentro da clinica e pedir-exigir informações sobre Muriel, sou rapidamente levada para a sala de espera onde encontro Valentina sentada no chão encostada na parede. Vou até ela me sentando ao seu lado e a abraçando. Seu corpo está mole e seu rosto branco como as paredes desse lugar, ela tomba a cabeça, cansada, em meu ombro.

_Como ele está? – pergunto me referindo a Muriel.

_Não sei. Ninguém me diz nada. – responde.

_E Vitor? Cadê ele?

Ela faz que não com a cabeça e sei que não ter noticias dele está acabando com ela. Ela o ama, afinal.

_Tenho certeza de que ele está bem. – digo.

_Eu espero que sim.

O homem de aparência velha se aproxima e pelas suas roupas, tenho certeza de que é ele o medico que está cuidado de Muriel. Me levanto rapidamente do chão, apreensiva.

_Como ele está? – pergunto.

Meu coração bate forte e o desespero toma conta de mim.

_Retiramos a bala e reparamos o estrago feito. Agora ele está fora de perigo, só precisa de repouso, um longo repouso.

Sinto toda a tensão de meu corpo se esvaziar ao ouvir ‘ele está fora de perigo’.

_Posso vê-lo? – suplico.

_Não, não agora.

_Quando?

_Assim que o quadro dele se estabilizar.

_E quando isso vai acontecer?

_Eu não sei, querida. Talvez durante a madrugada, quem sabe.

_Então vou ficar aqui esperando.

Viro de costas e começo a andar enquanto passo as mãos no cabelo, nervosa. Ele está fora de perigo. Isso é um bom sinal.

_Valentina, acho melhor eu te examinar agora, o que acha? – ouço o medico dizer e rapidamente me volto para minha melhor amiga. Valentina se esforça para manter seu olhar sobre ele, mas ela aparenta estar fraca e cansada demais para isso. Ela dá um suspiro e tomba para o lado. Corro até ela e a ajudo.

_Vocês, dois, me ajudem a levá-la para o quarto.

Dois enfermeiros surgem e a pegam, levando-a para um dos quartos. A deitam na cama e assim que eles saem, retiro duas roupas e a ajudo colocar a uma daquelas camisolas azuis claros que os pacientes usam. Assim que termino, informo para o medico que ela já está pronta e ele a examina. Ela tem curto feio no braço e algumas escoriações, mas nada realmente grave. Ele pede para que ela durma um pouco, mas teimosa do jeito que é, ela afirma querer ver Vitor primeiro. E nesse momento, ouço uma gritaria do lado de fora e pelo jeito, a pessoa é Vitor. Saio do quarto de Valentina e vou em direção aos gritos. Ao chegar na recepção, vejo Vitor gritar com a jovem recepcionista que treme com a raiva de homem. Ele exigi saber sobre o estado da mulher (ele deixou bem claro isso.), porém a moça consiste em dizer que não tem nenhuma informações sobre ela.

Pela raiva dele e temendo a vida da moça, corro até ele.

_Vitor, se acalme ela está bem. – digo.

Ele tem pequenos cortes no rosto e está completamente sujo e desarrumado, do mesmo jeito que Valentina estava quando a encontrei. Mas o que me assusta são seus olhos. Olhos pretos que brilhavam do um modo assustador.

_Cadê ela, Marcelina? – esbraveja.

Fico meio vidrada em seus olhos, eles parecem te seduzir. Vitor grita meu nome e eu me desperto do transe, o guiando rapidamente até Valentina, que incrivelmente ainda estava acordada.

Vitor vai até ela e o ouço murmurar “amore mio” para ela. E de alguma maneira, a ferocidade de seu olhar mudou, toda aquela raiva pareceu se esvaziar, o acalmando. Ele acaricia seu rosto e vejo que ela tem os olhos fechados, provavelmente vencida pelo cansaço e pelo efeito do remédio.

_O que aconteceu com ela Richard? – pergunta Vitor sem tirar os olhos dela.

_Absolutamente nada. Os acontecimentos de hoje a abalaram, Vitor, foi apenas isso.

_Fui informado que alguém foi baleado. – ele diz.

Meu coração se aperta.

_Foi Muriel. – digo. – Ele salvou a vida dela.

Vitor olha para mim e não diz nada, e nem precisava, mas sei que ele sente por mim.

_Vamos deixá-la descansar.

O medico e eu nos aproximamos da porta, porém Vitor diz que ficará no quarto com ela. Richard o faz prometer que a deixará em paz e, resmungando, Vitor diz que apenas quer ficar com a mulher. Sorrio. Quando Vitor perceber o que sente em relação à Valentina, saberá o quanto foi idiota antes.

Volto para a sala de espera e me esparramo em uma das cadeiras e impacientemente aguardo noticias de Muriel. Durante a madrugada, fui dez vezes à recepção perguntar sobre ele, mas a resposta era sempre a mesma, ele continuava em observação e que não podia, ainda, receber visitas. Já estava amanhecendo quando Dr. Richard apareceu e pediu educadamente que eu fosse para casa descansar, alegando que eu passei a madrugada inteira acordada, o que é verdade.

_O sono fugiu de mim, doutor. – digo sorrindo timidamente. – Alguma mudança no quadro dele?

_Continua em observação, querida. – diz gentil. – Mas como estou vendo a sua preocupação perante ele, foi deixar que você o visite, está bem?

Não consigo evitar o sorriso.

_O senhor está falando sério?

_Só que com uma condição: assim que sair lá de dentro, irá voltar para casa e descansar um pouco, se alimentar e se quiser, pode vim vê-lo novamente.

_Claro, claro. Eu irei. – digo me levantando e sorrindo como uma criança que acaba de ganhar um doce.

Dr. Richard me acompanha até um dos quartos mais afastados, paramos em frente a janela do quarto e sinto um buraco se abrir dentro de mim. Muriel estava deitado sobre a cama e seu peito estava repleto daqueles adesivos redondos que ficam conectados a um aparelho. Respirava também com a ajuda de um.

_Vou te dar cinco minutos, está bem? – o doutor diz.

Concordo com ele e devagar, entro no quarto e ele fecha a porta atrás de mim.

Fito Muriel e meus olhos ardem, ele está tão pálido... Seus lábios estão secos e sem vida, me dando vontade de molha-lós com os meus, mas não sei se devo. Me aproximo lentamente dele e pego em sua mão, me sentando em uma cadeira próxima a cama. Contra minha vontade, lembranças nossas se passam pela minha cabeça e eu sorrio. Muriel é um canalha sempre que pode, mas sabe como fazer alguém sorrir. Seja com as suas piadas sujas ou com seu jeito brincalhão, ele sempre conseguia tirar um sorriso meu mesmo eu querendo matá-lo. E vendo ele assim me machuca. Os cinco minutos já haviam se passado faz tempo e eu não ligo, fico horas relembrando dos momentos que passamos juntos e percebendo que ele não é mais um homem com quem eu passo algum tempo ou com quem só me divirto, ele estava se tornando algo mais e isso é perigoso. Amor unilateral nunca dá certo... E é pensando nisso que acabo caindo no sono.

*****

Quando abro os olhos e tento mexer a cabeça, a primeira coisa que sinto é um terrível toxicólogo por ter dormido debruçada sobre a cama de Muriel. Levanto minha cabeça o mais devagar possível que consigo e toco meu pescoço na parte de trás e o aberto, sentindo um desconforto. Olho ao meu redor ainda meio zonza e estico os braços, me espreguiçando. De esguia vejo Muriel acordado e com um sorriso fraco nos lábios.

Ele está acordado!

_Bom dia. – diz com a voz fraca e com o sorriso pendendo do lado.

Sorrio e me levanto, tocando seu rosto logo em seguida.

_Como se sente? – pergunto de um modo que só ele escute. Se Richard descobrir que ele já acordou, com certeza terei que deixá-lo e não quero fazer isso agora. – Alguma dor?

Ele ri.

_Toda a dor do mundo. – sussurra.

É incrível o modo que seu sorriso me encanta. Um sorriso tão traiçoeiro e tão apaixonante que chega a ser alucinante. Poderia passar horas olhando para ele que ficarei todos os segundos com o sorriso besta nos meus lábios. Acaricio seu rosto de um jeito gentil e ele fecha os olhos, sentindo o meu toque. Pensei muito ontem a noite sobre eu e ele, sobre nós e cheguei à conclusão que se Muriel tivesse morrido eu ficaria sem chão. Sofreria. E não seria pouco. Não seria aquela tristeza que você sente quando perde um colega de classe, o qual você nunca trocou mais de dez palavras, e estava acostumado a ver todos os dias. Não seria esse o tipo de vazio que eu iria sentir. Eu iria ficar arrasada. O vazio seria enorme, sim, pois ele estaria em meu coração. E não a nada pior do que perder alguém que vive dentro dele, pois Muriel já estava vivendo dentro do meu, eu só não havia percebido isso antes. Dizem que você só da valor as pessoas quando você as perde. Eu quase perdi Muriel e agora reconheço o valor dele para mim, reconheço seu significado e quero deixar isso claro a partir de agora. Mesmo que ele não sinta o mesmo, mesmo se ele só me veja como uma amiga com benéficos. Isso já não importa. Não mais

Perdi meus pais na adolescência e com isso, perdi a oportunidade de dizer a eles os quanto os amava. Isso me matou por dentro. Pois passei meses me condenando a achando que eles morreram sem saber disso. E quando achei que perderia Muriel também, tantas coisas se passaram pela minha cabeça, as palavras que eu nunca pensei em dizer a ele ficaram garradas em minha garganta. Aquela tão conhecida frase também, nunca percebi o que eu sentia por ele, mas agora as três palavras fazem sentindo para mim. Eu o amava.

_Muriel? – chamo. Ele abre os olhos lentamente e me fita, um pouco mais sério, com intensidade. – Eu amo você.

Digo e sinto um enorme pessoa sair de minhas costas e um alivio tomar conta de mim. Meu coração bate forte e não consigo desviar meus olhos dos deles. Sua expressão, porém, não muda.

_Não precisa corresponder. – me apresso a dizer. – Você pode estar me odiando pela noite retrasada e eu não o julgo, fui infantil agindo daquela maneira. Mas é que, — respiro fundo. – eu quase o perdi Muriel. – digo. – E foi ai que eu percebi o que você é pra mim e te vendo aqui, agora, bem do jeito que está eu não posso deixar de dizer isso. Eu só quero que saiba.

Quando terminei podia sentir as lágrimas preencherem meus olhos. Muriel continuou imperceptível, ficou apenas me encarando sem nenhuma expressão. Sem sorriso, sem nada. Já estava pronta para me levantar da cama e ir embora quando ele pegou minha mão, que estava em seu rosto, e a pressionou sobre ele. Depois ele abriu seu braço, em um gesto delicado me convidando para deitar com ele. Soltei uma risada e lágrimas caíram de meu rosto enquanto me aninhava em seus braços, deitei em seu peito com cuidado, o ferimento da bala estava do outro lado, mas ele tinha alguns cortes pelo corpo e eu tinha que ser cuidadosa. Muriel levantou meu rosto com delicadeza com o dedo indicador e limpou as lágrimas de meu rosto.

_Quer saber o que se passou pela minha cabeça antes de tudo ficar preto? – perguntou.

Fiz que sim com a cabeça e ele se aproximou, me beijando calmamente e com vontade, depois se separou e com o rosto a centímetros do meu, completou:

_Você. – confessou.

Meu coração começou a bater tão forte que achei que poderia sofrer um ataque cardíaco. Abri meus olhos e encarei suas iris azuis escuras. Acariciou meu lábio inferior com o dedão e deu um sorriso.

_E caso queira saber, eu também te amo. – falou. – E espero poder acordar todos os dias com você ao meu lado.

Ao ouvir isso, me encontrei em um estado de tremenda alegria. Amor unilateral não é o meu caso. Muriel também me ama! E nós iremos dar certo.

_Você pode contar comigo pra isso.

******

Passado algumas horas, Dr. Richard apareceu no quarto e só faltou me expulsar de sua clinica ao constatar que Muriel já havia acordado. Ele me obrigou a sair do quarto afim de fazer alguns exames com ele e eu fui enxotada para a lanchonete por uma enfermeira. Eu tinha um sorriso apaixonado em meu rosto e todos que me viam podiam notá-lo, e que não me importava com isso, para mim, todos devia ver como amar faz bem.

Chegando à lanchonete, em uma das mesas, Vitor se encontrava sentado e parecia cansado e frustrado, pelo jeito Valentina não havia acordado e pelo o que eu a conheço, ela vai demorar para isso. Me aproximei de sua mesa e sentei a sua frente, sem me importar com o olhar feio que ele lança sobre mim, preciso desabafar e ele é o único aqui.

_Muriel está bem, acordou agora de manhã. Richard está fazendo alguns exames nele para ter certeza que a cirurgia deu certo. – falo.

_Eu sei, acabei de ser informado. – comentou bebendo seu café.

Expressei um “ah” e o silêncio reinou sobre nós. Porém eu acabei de perceber que eu amo alguém e de saber que esse alguém me ama também, se eu não contar isso a alguém irei explodir.

_Eu descobri que amo Muriel, e que ele me ama. Estou tão feliz que posso correr daqui até a Balifórnia gritando isso, a sensação é tão boa. – digo sorrindo.

_É Califórnia, com c. – ele diz.

_Isso não importa, Vitor, eu hein. Estou aqui te contando de primeira mão que estou apaixonada e é só isso que tem pra dizer?

_Não pedi para me contar, caso não lembre.

Disse sem se importar muito, me irritando.

_Olha Chiacchio, tenho que dizer algo e não me importo se você pediu a minha opinião ou não, vim para Chicago atrás de Valentina já planejando envenenar sua comida, mas com o tempo percebi que Valentina precisa de você para se manter, pois ela te ama. E eu sei que você sente algo forte por ela, nem tente negar. E depois desse ocorrido que você passou, que nós dois passamos, se eu fosse você eu expressaria esse amor o mais rápido possível para ela, antes que seja tarde demais.

Vitor sempre se demonstrou um cara sério, misterioso e tentador. Coisas que fazem com que Valentina o ame, e falar sobre sentimentos com ele não é algo que o agrade, tanto os meus quanto os deles. Ele está com raiva por eu ter dito essas coisas, ou talvez por eu ter percebido o que ele sente por minha melhor amiga, ou talvez pela as duas coisas. Mas o importante mesmo é que ele entenda o que eu estou falando.

_Olha Marcelina, — começa. – Eu realmente fico feliz por você e por Muriel, além do mais isso já estava na cara. Mas em relação ao que eu sinto por Valentina é coisa minha. Só que você tem razão, eu sinto algo forte por ela, mas preciso de tempo com isso.

_Eu sei, Vitor, mas como você viu hoje, não temos todo o tempo do mundo. Um dia, ele simplesmente acaba. – digo.

Vitor se assusta um pouco percebendo o que eu quis dizer. Me levanto e começo a caminhar de volta para a sala de espera, deixando ele ali, perdido em seus próprios pensamentos. Pois, mesmo ele sendo o dono do mundo, ele não pode controlar certas coisas, muito menos a morte.

Notas finais
SO WHATTT, gostaram ou não? Tem dúvidas? Fiquem a vontade para perguntar e tirar suas dúvidas e também para deixarem os tão desejados elogios hahah Leitores lindos do meu coração, tenho que compartilhar algo com vocês: consegui passar em uma audição de dança nivel hard e estou muuuuuito feliz! Vocês não tem ideia. E queria dizer também que isso só serviu para me inspirar ainda mais a escrever, tenho três ideias de história na minha cabeça, mas não faço ideia de qual compartilhar com vocês, mas sem história minha, vocês não ficam