A Máfia

22 Um porto seguro.


Notas iniciais
Olá meu amoressssss, como vocês estão? Aproveitando as férias? Pois eu estou :) Esse capítulo está cheio de surpresas e tem também algumas dicas, quero saber se alguém descobre sobre o que é e o que é SHAUSHAUSHUASHUA Pessoal, outra coisa importante: percebi um erro bem desagradável meu e espero corrigi-lo daqui para frente. No meio da fic, o corretor começou a mudar a palavra "Cosa" de Costa Nostra para "Costa" e ao perceber isso eu fiquei bem pu*a da vida, e espero que vocês desconsiderem esse e outros erros meus e que caso vocês vejam algum durante os capítulos, peço que vocês me avisem, seja por comentário ou por MP. É isso. Tá aí o capítulo, espero que gostemmmmmmmm

Sempre gostei de dormir, para mim, isso é uma das melhores coisas da vida. Dormir. Quando pequena, passei por várias situações de risco, como quase ser sequestrada, ficar no meio do fogo cruzado entre duas Máfias rivais e por aí vai, e sempre que isso acontecia, ficava em estado de choque e dormia por dias. O médico dizia que era uma maneira que eu tinha de me proteger e que assim que eu me sentisse segura, eu acordaria. Tive isso até a pré-adolescência, que foi uma das ultimas vezes que eu sofri um atentado de morte. Quando Luca, meu irmão, morreu, eu entrei em estado de choque e acho que o abalo foi tão grande e inesperado que o efeito foi ao contrário, fiquei dias sem dormir. Foi horrível. Essa coisa de dormir por dias só voltou a acontecer quando pulei do penhasco e depois que passei mal no banheiro, e como eu não me sentia segura com Vitor demorei a acordar. Mas hoje em dia já não é mais assim, me sinto tão segura perto dele quanto me sinto rodeada pelos seguranças da Máfia. E mesmo eu tendo entrado em estado de choque quando Muriel foi baleado, não demorei nem mesmo um dia para acordar, despertei na noite seguinte. De alguma maneira, conseguia sentir Vitor perto de mim, cuidando de mim, e ao acordar e vê-lo ao meu lado só comprovou que eu estava certa.

Ao abrir os olhos e apertar sua mão que estava sobre a minha, Vitor rapidamente olhou para mim e se levantou, se aproximando.

_Amore mio, como está? – pergunta ele acariciando meu rosto.

_Estou bem, na verdade. – digo sorrindo singelo. – E Muriel, como ele está?

Vitor me ajuda a se sentar na cama e se senta ao meu lado, me abraçando.

_Está bem, ele acordou está tarde, Marcelina está com ele.

_Ele sofreu algo grave? Tipo, alguma sequela? – pergunto preocupada o olhando.

Ele faz que não com a cabeça e beija a minha testa, acaricia meu ombro com sua mão que me rodeia e, com a outra, entrelaça com a sua. Sorrio meio boba.

_Eu fiquei tão preocupado com você. – ele sussurra. – Quando me avisaram que alguém tinha sido baleado e que você estava a caminho do hospital, achei que tivesse sido com você.

Olho para ele e dou um sorriso tímido, ele solta minha mão e com o dedo indicador, contorna a minha boca lentamente, para depois me dar um beijo demorado.

_Você não sabe como me senti ao ter que deixar você sozinho naquele lugar, cheio de gente querendo te matar. Foi horrível ficar sem noticias suas, nunca mais faça isso comigo. – falo fazendo bico no final.

Ele sorri.

_Pra te proteger eu faço de tudo, Valentina.

_Não diga isso. – peço.

_Por que não? É a verdade.

_Meu irmão me disse isso uma vez e uma semana depois o mataram. – falei o olhando nos olhos. – Não torne a repetir isso, por favor.

_Infelizmente eu não posso retirar o que disse, pois no mundo em que vivemos, — disse se referindo a Máfia. – morrer pela pessoa que gosta é um risco que corremos sempre.

Morrer pela pessoa que gosta. Eu realmente ouvi isso ou é alucinação dos remédios que me deram? Tudo bem que Vitor já me disse isso antes, poucas vezes, mas sempre que diz, soa tão verdadeiro que me deixa toda derretida, toda boba, como se fosse à primeira vez na vida que ouço algo assim.

_Eu amo você. – falo e vejo os olhos dele brilharem. – E você nunca vai me perder e nem eu a você, agora vamos mudar de assunto, ok?

Ele demora um pouco a responder, mas concorda.

_Sobre o que quer conversar? – pergunta.

_Na verdade, iria adorar se você trouxesse algo para eu comer. Estou faminta! – falei.

Vitor ri.

_O que quer que eu traga para você?

Mordo os lábios indecisa.

_Não sei, to com vontade de comer algo doce e macio. – digo.

_Como bolinhos? – ele deduz.

_Isso! – exclamo feliz. – Quero comer bolinhos!

Vitor ri como se já esperasse por isso e se levanta, deposita um beijo em minha testa e diz que irá checar a lanchonete a procura dos bolinhos.

_Não. – falo. – Eu quero os bolinhos lá de casa, não esses.

Vitor me olha confuso.

_Dá no mesmo Valentina, são bolinhos. – fala.

_Não, são diferentes e eu quero os caseiros. – explico. – Peçam para trazer aqui, por favor.

Peço manhosa e Vitor, se dando por vencido, liga para a mansão e pede para que tragam uma cesta de bolinhos e suco. Oh, que combinação perfeita, dá água na boca só de pensar.

_Você anda estranha. – ele diz, voltando a se sentar ao meu lado.

_Só porque eu sou exigente com a minha comida? – pergunto sorrindo.

_Não é isso, é que parece que você está com dese...

Antes que ele termine, a porta do quarto se abre e Lia entra sorridente.

_Nossa, que milagre te encontrar acordada. – diz ela. – Se sente melhor?

_Sim, bem melhor.

Lia para na porta e se balança nas pontas dos pés e lança alguns olhares para Vitor, como se dissesse que queria ficar a sós comigo, mas ele não percebe nada. Rio dela e peço que Vitor nos deixe sozinha, ele sai resmungando enquanto Lia faz uma careta para ele.

_Vitor não é uma pessoa muito sociável, caso queira saber. – ela diz se jogando na cama, em cima de meus pés.

_Mas ele é bom em outras coisas, caso isso te interesse. – rebato sorrindo maliciosamente para ela, que revira os olhos. – Você está com uma aparência horrível, por acaso você dormiu hoje?

Lia está com uma aparência cansada, tinha olheiras horríveis e seu olhar também demonstrava cansaço.

_Dei uma cochilada no quarto do Muriel essa manhã, apenas. Irei mais tarde para a mansão tomar um banho e descansar um pouco. – ela diz.

_Como ele está? – pergunto.

_Continua sendo o Muriel que conhecemos. – ela ri. – Felizmente a bala não deixou sequelas, ele só precisa de repouso.

_Claro, claro. Ele ficará fora da Máfia até seu quadro melhorar, não se preocupe. – falo.

_Ótimo, ele vai precisar. Er... tenho algo para te contar. – Lia fecha os olhos e sussurra. – Eu e ele nos amamos e decidimos ficar juntos...

_E qual é a novidade disso? – pergunto rindo. – Isso estava na cara, Lia.

Ela ri tímida e estranho ver minha melhor amiga dessa maneira. Lia (mesmo falando de mim) sempre foi contra relacionamentos, achava que era melhor a vida desacompanhada do que ter cuecas para lavar no fim do dia.

_Ele disse coisas tão bonitas para mim. – confessa sorrindo abertamente. – Conversamos sobre tudo, principalmente sobre nós. Ele me disse o perigo de ficar com alguém como ele e eu estou disposta a correr esse perigo e espero do fundo do meu coração que você não se oponha a isso, pois eu quero muito compartilha essa minha nova vida com você.

Nesse meio tempo, Lia já havia se levantado e andando por toda a extensão do quarto enquanto gesticulava com a mão freneticamente. Quando ela termina de falar e se vira para mim, me olhando ofegante, levanta uma de suas sobrancelhas pedindo minha resposta. Rapidamente as palavras de Vitor invadem a minha cabeça: “morrer pela pessoa que gosta é um risco que corremos sempre.” .

_Correr riscos pela pessoa que gosta não é algo ruim. – digo. – Só tome cuidado, tá legal? Nem tudo são flores nessa vida.

_Eu sei, eu sei. – diz voltando a se sentar no pé da cama. – Isso quer dizer que eu, quer dizer, nós temos a sua benção?

_Sim, vocês tem a minha benção. – digo e Lia se joga em mim me abraçando.

_Obrigada, obrigada e muito obrigada! – exaltou em italiano.

Nesse momento, Vitor entrou na sala com uma cesta de piquenique marrom claro, anunciando que a comida havia chegado. Lia, que também estava morta de fome, ficou para comer comigo, enquanto Vitor fazia, lá fora, algumas ligações importantes.

_Dios, esses bolinhos nunca me pareceram tão maravilhosos quanto agora. – exclamo ao terminar de comer. – Vou acabar engordando por causa deles.

_Claro que vai, você comeu quase todos. Esfomeada! – reclamou jogando as embalagens do bolo em mim.

Jogo a cabeça para trás, a descansando na parede e relaxando o corpo. Toco minha barriga e sinto um incomodo. Acho que Lia tem razão, exagerei demais nos bolinhos. Começo a sentir leves enjoos e quando acho que irei botar tudo o que comi para fora, corro em direção do banheiro e quase derrubo Lia da cama, que grita reclamando. Chego ao banheiro e por falta de tempo, acabo vomitando tudo na pia.

_Valentina! – Vitor chama baixinho. – Você está bem?

_Acabei de vomitar tudo o que comi e você ainda pergunta se eu estou bem? – murmurei ainda com o mal estar.

Ouço a risada de Lia do quarto e Vitor bufar. Não sei por que falei assim, mas vomitar é uma coisa que eu odeio e me deixa bastante irritada.

_Vem, vou te colocar na cama. – Vitor pega em meu braço, porém me solto, sentindo novamente os enjoos e volto a me debruçar sobre a pia, vomitando mais. – Calma, eu estou aqui. – sussurra em italiano, pegando meus cabelos e os segurando longe de meu rosto.

Quando sinto que não a mais nada para colocar para fora, lavo minha boca e retiro o gosto ruim que ela tem. Vitor me abraça e me pega no colo, me levando para a cama, onde acabo dormindo por bastante tempo.

*** * ***

No dia seguinte, eu já estava me sentindo bem melhor e por medidas de seguranças, Vitor decidiu que já estava na hora de voltarmos para casa.

_Vitor, com licença, será que posso ter uma palavrinha com Valentina antes de vocês irem?

Vitor me olhou desconfiado e eu dei de ombros, sorrindo para Richard e fazendo sinal para que ele entrasse no quarto.

_É algo sobre a saúde dela? Algo que eu deva saber também? – Vitor pergunta.

_Pare de ser chato Vitor, vá lá falar com Lia e dizer que já estamos indo, enquanto isso eu e o doutor iremos colocar o papo em dia. – Vitor me olhou desconfiado e me deu um rápido beijo na testa e saiu. Richard se aproximou da cama e parou do meu lado, sorrindo educado. – O que houve?

_Valentina, você tem algo que queira me contar? – ele pergunta.

Uno as sobrancelhas, confusa.

_O que quer dizer com isso? Eu tenho que ter algo para te contar?

Ele ri e se senta ao meu lado na cama. E me entrega alguns papéis que presumo serem exames. Meus exames...

_Por que fez exames? Tem algo de errado comigo? – pergunto assustada, folheando as páginas e lendo algo que fez meu coração parar.

_Oh, muito pelo contrário minha querida, o que tenho para te dizer é algo maravilhoso e que irá mudar a sua vida. Algo que irá chegar daqui sete meses. – ele diz sorrindo.

_Dios Mio, não me diga que eu estou, que eu estou... – gaguejo.

_Você está grávida, Valentina.

*** * ***

Valentina dorme tranquilamente em seu quarto na clinica. Vitor tinha um olho sobre ela e o outro sobre o relógio, faltava apenas meia hora para voltar pro Quartel, onde torturaria um dos homens que atacou a sua esposa e seus homens no Cassino. Uma parte dele queria ficar com Valentina a noite toda, ainda mais depois dela passar tão mal após comer tanto, mas Vitor reconhece deu dever, sem falar que ele também estava louco para matar alguém na base da tortura. E quando o relógio marca onze e meia da noite, Maycon, um de seus seguranças, entra no quarto e dá um leve aceno de cabeça para seu chefe, avisando que estava na hora. Vitor se levanta e se debruça sobre a mulher, depositando um beijo em sua testa e dizendo algo que Valentina adoraria ouvir caso estivesse acordada. Depois ele parte para o Quartel e durante o caminho, Vitor repassa todos os métodos de tortura que já praticou na vida e tentava também criar novos meios de fazer seu inimigo implorar pela vida já marcada.

O lugar que ocorre a tortura é no último andar e só de andar pelos corredores mais afastados daquele lugar, dá para sentir o medo, a aflição e o cheiro de morte ali. Valentina nunca veio para esse lado do andar pelo fato dele ser escondido e protegido, vários corredores que confundem qualquer um, até mesmo Vitor poderia se perder, mas esse não é o caso dessa noite. Sua raiva o guia para o caminho certo.

_Achou que iria escapar, Louis? – Vitor exclama ao entrar na sala e ver o braço direito de Valentin amarrado na cadeira todo machucado. Ou melhor, fodido. – Sabe, eu me pergunto como é que você teve coragem de vir fazer esse trabalho pessoalmente.

Louis começou a ser torturado a partir do momento que foi capturado, mas Vitor deixou claro que o trabalho duro seria dele. Sendo assim, Louis estava apenas sem a maioria de seus dentes e também sem alguns dedos. Sem falar que seu rosto estava todo inchado, é impossível reconhecê-lo do jeito que está. Vitor andou até a mesa metálica onde estava cheia de ferramentas e outros objetos e pegou um soco inglês, depois caminhou até Louis e parou na sua frente.

_Foi Valentin que pediu que você fosse pessoalmente? – ele perguntou.

Louis não respondeu.

_Não te passou pela essa sua cabeça de merda que talvez Valentin quisesse você morto?

Louis permaneceu em silêncio.

_Como se sente ao saber que era isso o que ele queria?

Louis, apesar de faltar-lhe dentes, sorriu. Um sorriso vermelho.

Vitor não perdeu tempo e socou a cara do homem, que continuou a sorrir e sendo assim, Vitor voltou a socar-lhe. Socava com tanta força o rosto de seu inimigo que poderia matá-lo, porém Vitor precisava de respostas.

_Vamos tentar outra coisa. – ele murmurou.

Voltou-se para a mesa e pegou um quebrador de joelhos, um instrumento usado nas torturas medievais. É um aparelho simples composto por placas de madeira unidas por duas roscas, à medida que as roscas são apertadas, as placas, que contém pequenos cones metálicos pontiagudos, pressionam os joelhos progressivamente, até esmagar a carne, músculos e ossos.

Ao ver o instrumento nas mãos de Vitor, Louis arregalou os olhos reconhecendo o aparelho medieval.

_Por favor, não! Eu não aguento mais, me mate! Me mate logo!

Vitor riu sombrio.

_Eu irei, mas antes, você irá me responder algumas coisas.

Vitor começou então, a torturar Louis, que gritava horrores. Uma hora depois, quando Louis já estava quase desmaiando, Vitor pegou algumas facas e se aproximou do homem.

_Onde Valentin está escondido?

Louis não respondeu.

Vitor joga uma faca em sua coxa. Ele grita. Vitor volta a perguntar.

_Onde Valentin está escondido?

Louis permanece quieto, mas ao constatar que Vitor está pronto para jogar outra faca em seu corpo, sabe que não tem escolha senão responder.

_Eu não sei! Ninguém sabe, nos encontramos em lugares variados. – fala amedrontado.

Vitor o analisa e passado alguns segundos, torna a jogar uma faca, agora no abdômen do homem.

_Quem foi que ele colocou infiltrado na Cosa Nostra? Quem o está ajudando? – gritou Vitor.

Louis ri amargamente, sentindo dores pelo corpo todo.

_Valentin não precisou infiltrar a pessoa, ela sempre esteve lá.

O corpo de Vitor ficou tenso e Louis, percebendo isso, sorriu mais uma vez. Vitor jogou outra faca, acertando o saco do francês que agoniza.

_Valentin vai conseguir o que quer. Vai conseguir destruir todas as Máfias, conseguirá o comando da Cosa Nostra e o mais importante, ele irá pegar para ele a vadia da sua mulher.

Nesse momento, Vitor liga a serra makita. Volta a olhar para Louis cheio de raiva. Não suporta a ideia de Valentina ser o principal alvo de Valentin e muito menos que alguém use palavras tão obsenas contra a mulher.

_Segurem ele. – Vitor fala.

Os dois homens que estavam postos nos cantos da sala, se aproximaram de Louis e cortaram a corda que prendiam suas mãos, depois esticaram seu braço direito. Vitor se aproximou com a maquina e a suspendeu em cima do braço do francês, que olhava esbugalhado para ele.

_Qual é o plano de Valentin? – perguntou abaixando a makita.

Vendo o que aconteceria com si caso não respondesse, Louis apressou-se a dizer:

_Ele vai acabar com você.

_Como?

_Ele está fazendo com que você seja o culpado de tudo isso. Ele está contando que o pessoal da Cosa Nostra acreditem que é você o aliado dele.

_Como? – ele volta a perguntar.

Louis ri.

_Mostrando para todos a verdade.

Vitor percebe o que ele quer dizer com isso e sem delongas, pressiona o equipamento contra o braço de Louis. Aos poucos o braço direito do homem vai desprendendo do corpo, que já não tem mais forças para gritar. Não achando suficiente, Vitor pega um alicate e se aproxima do outro braço.

_Você realmente acha que ele irá conseguir fazer tudo o que ele pretende? Valentin tem uma Máfia pequena e pouco aliados, ele está sendo tolo ao acreditar que pode acabar comigo.

_Temos uma Máfia pequena, mas olhe todo o estrago que nós já fizemos Chiacchio, até sequestrar a sua mulher ele já o fez.

Vitor de uma maneira bruta e assustadora, arranca-lhe a orelha esquerda. Louis agoniza por meia hora enquanto Vitor o assiste sem nenhum tipo de sentimento.

_Valentin e todos os seus aliados irão se arrepender. Quem mais está com eles? – Vitor pergunta.

_A Máfia Russa está fornecendo armas para ele, as mesmas que vendem para você. – ele responde com dificuldade. – Vitor, não irei implorar por minha vida, porém me mate logo, não a mais nada que eu possa te contar.

Vitor saca sua arma e aponta para a cabeça dele. Louis engole em seco e em um ultimo ato, começa uma oração.

_Nenhuma madre irá te ajudar agora, Louis. Além do mais, seu lugar está reservado no inferno.

Um tiro é disparado e Louis se torna um homem morto. Vitor retira sua camisa manchada de sangue e veste seu casaco. Seus homens retiram o corpo desfalecido de Louis o arrastando porta fora e depois o colocam em um saco preto e o levam para longe. Maycon se aproxima de Vitor com a fita da tortura e Vitor sem um pingo de pena ou piedade ordena:

_Mande essa fita para a família dele.

E isso é feito. Depois de uma rápida passada em seu escritório para vestir uma camisa limpa, Vitor retorna para a clinica onde sua esposa continua a dormir em um sono leve. Amanhã mesmo a levará de volta para a mansão, aqui não é mais seguro para ela. Entretanto, nenhum lugar será segura para ela enquanto Valentin viver, mas é como Valentina disse uma vez, o melhor lugar para ela ficar segura é ao lado dele, lugar esse que Vitor espera nunca sair.

Notas finais
AI SENHORRRR, GOSTARAM? Comentem o que acharam do capítulo, elogios e até mesmo suas criticas são bem-vindas aqui. GENTE, NOSSA VALENTINA ESTÁ GRÁVIDA!!!!! É agora que ela pira de vez SHUASHAUSHUA Já imaginaram como Vitor vai reagir quando souber disso? Aiai E Vitor torturando Louis, gostaram? Maneiro, né? Quero fazer mais cenas assim, com muito sofrimento e dor shaushaushaushuahsua Comentem, favoritem e recomendem caso vocês achem que a história (e essa autora aqui) mereçam. Amo vocês, Beijão