A Luta
1 Capítulo 1 - O Primeiro Encontro
Notas iniciais
Seguint: Como eu ultimamente só tenho postado uma fanfic muito sombria e promíscua (Falo assim mais eu amo ela :v), eu pensei em fazer algo mais leve e animado e.e essa fic é baseada em uma parte da minha vida, mais ou menos assim:
Quando eu entrei no ensino médio, minha professora de literatura mandou-me escrever uma história relacionada a "namoro", até aí tudo bem, MAS, eu não consigo escrever só uma historinha mixuruca pra avaliações. No fim eu acabei mudando de turma e ela nunca mais cobrou :v
Então, com minha mente super brilhante e imaginação eu pensei em criar uma fic, legal não? '3'
Pode parecer fraquinha e normal, porém eu garanto, que quando eu escrevo alguma coisa, eu nunca sou normal.
Olá, meu nome é Duarute Marin, tenho 18 anos de idade, e estou no terceiro ano. Mas, hoje vim contar uma história de dois anos atrás.
Sabe, sem modéstia nenhuma, eu sou muito inteligente, tanto que para pesquisar e escolher um colégio novo eu fui muito rígida. A Academia Mitsuhashi foi a melhor dentre as opções, notas altas eINVESTIMENTO
pesado, escola das elites. Com muito esforço eu tentei concorrer a uma bolsa integral, estudei dia e noite, e quando a carta de admissão chegou pela minha porta eu parecia um canguru de tanto que pulava de felicidade, tinha que ver!
-Mãe! Olha isso! Eu consegui mesmo!
-Parabéns filha! Mas você sabe que vai ter que acordar uma hora mais cedo para se arrumar, tomar café e pegar o trem, certo?
-... Huh?
...
Por favor, diz que tem como mandar a carta de volta...
*****
Enfim, havia chegado o primeiro dia na escola de segundo grau. Há um ditado que diz que o primeiro dia de algo importante na sua vida é o que define o resto, então no meu ver, eu não poderia estragar isso a nenhum custo! Nem tinha conseguido dormir à noite de tanta ansiedade, então já fiquei pronta pelas cinco da manhã. Quando meus pais acordaram fizemos o café.
-Acalme-se Marin, a escola não vai fugir! Você pode comer igual gente!
De boca cheia eu olhei para os meus pais por segundos –Hum huhu hum huh hum!
-... Você sabe que eu não falo essa língua, certo?
-Ela disse que o trem está chegando e ela não quer se atrasar querida.
-Hurum!
Minha mãe ficou perplexa por alguns minutos, mas até ela dizer algo eu já tinha escovado os dentes, dado um beijo de “tchau” nos dois e ido para o metrô. O metrô nunca pareceu tão movimentado quanto aquele dia, as pessoas entravam, saíam, caminhavam, corriam atrasadas, um caos. Assim que entrei e senti o tumulto da multidão fugi um pouco de tudo aquilo indo para o banheiro me ajeitar, que por sorte estava vazio. Olhei no espelho a minha aparência, conferi se meu cabelo estava bem arrumado (é muito comum eu pisar nele... mas é só às vezes), e respirei um pouco.
*Esse uniforme é tão lindo assim vermelho veludo...
...
*func func* E tão cheiroso também*
Eu comecei a pensar no quanto estava orgulhosa de mim mesma por conseguir uma bolsa, em como seria a escola, como eu seria se fosse um shinigami com aquela roupa (Aquela pose dramática que eu fiz não era tão terrível quanto eu pensei)... E se os meninos seriam tão lindos quanto haviam me falado. Por que fala sério, ninguém suporta gente rica e esnobe se não for pelo menos bonita!
Mas um momento depois, eu parei com aqueles pensamentos futuristas, e vi a mim mesma. Não aquela garota que todos esperam o melhor sempre, ou que precisa ser sempre calma e liderar a todos... Só... Eu. Coloquei a mão no espelho por fração de segundos, mas eu ouvi o trem chegando.
-Gah! Isso é ruim!!
*GUENTA AS PONTA AÍ MOÇO DO TREM*
Saí em disparada subindo as escadas, quase caí nos últimos degraus, mas me recuperei e, assim que passei pelas portas e sentei, as portas se fecharam e ele começou a andar. Eu suspirei e deitei na poltrona.
*Tô morrida. Acho que tem uma sombra no final do túnel que veio me pegar...
Ah pera, é o túnel de passagem, menos mal. Agora, vamos ver que arte a minha mãe fez no onigiri dessa vez... Êh?*
Eu levantei a cabeça e olhei para os meus dois lados, mas a minha pasta não estava em nenhum deles. Olhei para os pés das pessoas a minha volta também, mas nada, eu tinha perdido a minha pasta. Foi aí que tapeei minha testa, lembrando que ela estava do lado do espelho do banheiro.
*... Socorro Deux, como eu sou tapada.* Minha mão foi passando vagarosamente pelo meu rosto. *Como você pôde esquecer a pasta que era da sua mãe no banheiro??*
-Hã... Oe.
Assim que eu abri os olhos me deparei com vívidos e brilhantes olhos verde turquesa e me assustei – Gah!! – Eu acabei batendo a testa na dele, que foi para trás com o susto. Com uma mão na cabeça e morta de vergonha eu olhei para o garoto na minha frente – D-Desculpa, você está bem?
Ele gemia baixinho e tinha um pequeno vermelho na testa, no qual ele passava a mão, a outra segurava uma barra acima da sua cabeça. Ele era muito mais alto que eu, usava uns óculos quadrados, do tipo que só bibliotecárias usam, tinha o cabelo amarrado para trás, loiro, e muito bonito, ouso dizer fofo (ou eu que sou acostumada com monstruosidades). Foi quando notei que ele usava o uniforme da Mitsuhashi, mas ele o usava aberto. Ele virou para mim, e deu um pequeno sorriso – Sim, eu estou bem. Sinto muito por te assustar desse jeito.
-Oh? Ah não! Eu sou meio desastrada, quem deveria pedir desculpa sou eu, hahaha! – Eu coloquei uma mão atrás da cabeça, envergonhada. – Tem certeza de que você está bem?
- Sim, não se preocupe comigo Marin-chan.
-Ah que bom! Pensei que você esti — Aí que eu me dei conta -... Marin-chan?
- Hahaha, desculpe, posso te chamar assim?
-P-Pode, mas como você sabe meu nome?
-Ah, é verdade!- Ele tirou uma pasta de um dos assentos atrás dele, que estavam vazios – Eu estava passando pelos banheiros, e vi você correndo, mas tinha uma coisa caída no chão. Só vim devolver.
-Minha pasta! – Eu a peguei de volta sem hesitar – Puxa, muito obrigado!
Ele se sentou ao meu lado e deu um sorriso alegre – A propósito, eu sou Otonashi Yukio, prazer em te conhecer.
Nessa hora, quando o nascer do Sol bateu no rosto dele, eu o achei tão lindo, e, ao mesmo tempo, lembrei-me de algo que a minha mãe disse quando me deu a pasta.
“Essa pasta dá sorte no amor, eu estava com ela à primeira vez que encontrei seu pai, então fique atenta a todos.”
Notas finais
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E oq me veio a mente foi "...Acho que alguém pensou o mesmo que eu :v "
Mas enfim, eu o coloquei como capa do capítulo, pra que não haja discussão u-u
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