A Little Piece Of Heaven
12 Goodbye big bad wolf
Assim que injetou o sangue em si mesma sentiu uma dor agonizante percorrer o corpo mas logo cessou. Até então não havia sentido algo assim quando injetou outros frascos. Mas ela sabia o porque desse causar essa reação. Era sangue de um demônio maior, um dos mais fortes dos 7 príncipes.
Ela esperou um tempo até o corpo se recuperar da dor que sentirá, então começou a se preparar para matar Luke e Jocelyn. Ela sabia que não seria fácil então se preparou com todos os armamentos que tinha, principalmente prata.
Chegou na casa de Luke e avistou eles pela janela assistindo televisão deitados na cama abraçados. Rebecca tinha que pensar rápido no que irá fazer para mata-los. Uma ideia surgiu em sua mente. Hora de testar os poderes que o sangue de Belzebu lhe deu. Ela se concentrou e a sua volta as coisas começaram a apodrecer, se concentrou mais e mandou em direção a casa de Luke. Quando a podridão enteou e eles perceberam se prepararam para um combate. Mas não conseguiam fazer nada quanto a isso. Ele resolveu parar com a podridão e entrou na casa. Ao avistarem Rebecca surgiu ódio nos olhos dos dois
–O que você pretende com essa vingança Rebecca?– Luke perguntou já começando a se tornar em um lobisomem
– Isso não é óbvio lobinho mau? Eu quero minha vingança !– Exclamou Rebecca fazendo com que algumas coisas quebrassem –
Essa bobagem não vai te levar a nada. Não destrua sia vida por uma vingança estúpida. Não acabe como Valentim– Jocelyn implorou, mas não abaixou a lamina serafim.
–Bobagem. Graças a vocês eu não tenho mais a única pessoa que eu amei–Exclamou Rebecca – Eu vou ter a minha vingança!
–Vai ter que passas por cima de mim primeiro!– Gritou Jocelyn que saiu correndo e foi impedida pelos poderes de Rebecca que preparou um ataque com a espada, mas Luke entrou na frente desviando o golpe.
–Que dançar lobinho? Pois bem, vamos dançar.
Avançou Luke para um ataque com as garras, mas Rebecca defendeu e fez um corte na pata de Luke. Continuaram lutando por alguns minutos até que Jocelyn entrou na luta e fez Luke se afastar. Ela como era de esperar lutava muito bem, era rápida, ágil e muito astuta em batalha.
Desferia vários golpes, porém o que ela tinha de treinamento, Rebecca tinha o dobro por natureza de seu sangue. Jocelyn desferiu um golpe que fez um corte no braço de Rebecca. Mas a adrenalina não deixou ela sentir tanta dor. A garota se deixou desarmar e Jocelyn pressionou a lamina contra a garganta de Rebecca
–Desista enquanto há tempo Rebecca. Você não precisa acabar como Valentin e Jonnathan – Disse Jocelyn ainda pressionando a garganta de Rebecca.
–Você é astuta, mas não tanto Jocelyn. Se fosse teria percebido que eu deixei você me desarmar– disse Rebecca que logo em seguida enfiou uma adaga na barriga de Jocelyn e tirou a lamina dela enquanto ela ia ao chão.
–NÃO!!!! – Gritou Luke voltando a forma Humana e correndo em direção a Jocelyn no chão
–Você vai pagar por isso Rebecca. Será pelas minhas mãos que você morrera.
Luke pegou a espada que estava no chão e correu em direção a Rebecca que defendeu todos os golpes e deu um golpe fazendo com que Luke se virasse. Ela aproveitou e cravou uma estaca de prata entre as costelas de Luke, o mesmo caiu morto no chão frio com uma baque surdo. Rebecca deixou Jocelyn viva para quando Jace e Clary voltassem.
–Diga pra Clary e Jace que eles serão os próximos que eu vou matar– Falou Rebecca para Jocelyn e foi embora.
.........
–Você tem certeza de que deixou na casa do Luke? – Perguntou Jace.
– Sim Jace, pela milésima vez eu esqueci minha estela na casa do Luke-Disse Clary rindo que Jace.
Ao chegarem viram a casa toda apagada, mas com alguns rastros de podridão.
– O que você acha que é Jace?– Perguntou Clary – Rastros demoníacos com certeza–D isse Jace tirando a Lamina serafim e arrombando ao entrarem se depararam com a Casa destruída
–Mãe!– Gritou Clary correndo para o quarto de Luke.
Assim que entrou no quarto viu o corpo de Luke já sem vida jogado de costas no chão e sua mãe jogada em outro canto do quarto ainda respirando
–Clary... –Disse Jocelyn quase sem forças.
– Quem fez isso mãe?– Perguntou Clary com os olhos cheios de Lágrimas.
–Rebecca... foi ela....mas você tem que me prometer....que não vai atrás dela....não quero você enlouquecendo por vingança...como todo o resto da sua família.
–Eu prometo mãe – Disse Clary.
Ao ouvir essas palavras Jocelyn sorriu. Ela finalmente podia partir em paz.
...
– Onde você estava Rebecca? – perguntou Santiago assim que a garota colocou o pé dentro do hotel.
– Testando meus novos poderes.
– Sem me avisar? – ele pareceu raivoso – Somos aliados Rebecca, você não pode sair por ai matando qualquer um sem me avisar ou compartilhar os planos comigo.
Rebecca ficou de frente para Santiago, como estava de salto alto o vampiro era quase da mesma altura que ela, então eles se encararam nos olhos.
– Desculpe – ela disse ameaçadoramente – Da próxima vez eu mando o memorando.
– Assim espero – sussurrou Santiago.
Ela passou esbarrando no ombro do vampiro e quase o jogando ao chão, ia subir direto para o seu quarto escuro e empoeirado até que subitamente virou-se de frente. Santiago ainda estava de costas e virou-se quando ela o chamou.
– O próximo é você, Santiago. – ela disse.
– O que? – o vampiro mostrou as presas e estava prestes a atacar Rebecca.
A garota sorriu abertamente e Santiago explodiu em chamas. Ele gritou e gritou mais alto até que as chamas o consumissem completamente, eram chamas negras que subiam até o teto, Rebecca achou que era uma bela fogueira e era uma pena que ela não tivesse marshmellows.
Rebecca virou-se novamente e começou a subir as escadas enquanto no salão os outros vampiros vinham ver o vampiro queimado. Na metade das escadas ela tropeçou e teve que se segurar no corrimão para não cair.
O que estava acontecendo com a cabeça dela? Por que doía tanto assim?
Ela conseguiu levantar com um pouco de dificuldade e se arrastou a passos lentos para o quarto que antes era se Santiago. Quando ela deitou-se na cama e fechou os olhos seu corpo todo queimou em dor e ela enxergava tudo em vermelho escarlate.
A dor foi tanta que Rebecca desmaiou.
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