Notas iniciais
Vou fazer uma chantagem. Se alguém recomendar a fanfic eu prometo fazer um especial Rebecca e Sebastian. HSUASHASU O que me dizem?

Na madruga seguinte Rebecca estava pronta para caçar demônios. Trajava uma roupa preta de caçadores de sombras e levava todas as armas que fosse precisar.

– Boa sorte e volte viva – disse Santiago. O vampiro beijou-a longamente antes de deixa-la partir.

Ela não precisa de sorte, tinha tudo o que seu pai havia ensinado e seus próprios truques. A primeira visita que faria seria Azazel, o demônio que Magnus aprisionou a tanto tempo.

– Está pronta? – Ela perguntou a Teri, a feiticeira que havia contratado e tinha mãos escamosas de peixe.

– Sim, senhora.

– Então vamos.

Rebecca atravessou o portal com Teri logo atrás de si. Uma semana e tudo estaria acabado.

Na frente do hotel Dumort, Santiago ponderava sobre a aliança que tinha feito com Rebecca. Ele adorava tê-la em sua cama , mas não tinha certeza se podia confiar nela.

– Tem certeza que ela está bem? – perguntou Will, o segundo no comando de Santiago.

– Ela quer injetar sangue de demônio e anjo em si mesma. – Santiago deu de ombros – Se der errado é ela quem morre e nós apenas vamos voltar ao que era antes.

...

– Não acredito que vamos casar escondidos – disse Jace.

Ele parecia exalar felicidade desde que Clary o encontrou na frente das ruinas o Instituto e disse que aceitava se casar com ele.

– Vamos finalmente ser felizes. Eu te amo tanto Jace. Não posso imaginar perde-lo.

Ela o beijou apaixonadamente. Beijar Jace sempre era excitante, quente e apaixonante e ela nunca se cansaria disso.

– Tudo bem. Precisamos ir – disse ele – O horário é as nove e ele não vai esperar por muito tempo.

Eles estavam em Las Vegas, que era o único lugar no mundo que aceitaria casa dois adolescentes de 17 anos.

A capela era uma coisinha branca e pequena e parecia brilhar como todo o resto da cidade, atraindo turistas bêbados para casamentos que eles nem sabia que aconteceria.

– Oh, meus jovens – disse o homem que supunha-se ser padre – Ai estão vocês. Vamos começar logo.

O padre ficou discursando e dizendo palavras que todos os padres diziam e ela parou de escutar. Seus pensamentos divagaram para um tempo quando ela era criança e imaginava casar-se com alguém, vestida de branco como uma princesa da neve e seu noivo seria um príncipe vestido de terno.

Mas isso foi antes de ela se tornar caçadora de sombras e sua vida virar um completo inferno. Agora ela estava se casando com um vestido vermelho que usou no baile de boas vindas do colégio e seu noivo estava vestido com calças jeans e jaqueta de couro preta.

– Jonathan Christopher Lightwood. Você aceita Clarissa Adele Fray como sua legitima esposa?

Que bom que esse homem não sabia a quantidade variada de sobrenomes que nós dois tínhamos.

– Aceito.

– Clarissa Adele Fray... – Começou o padre.

– Ah, pelo amor de deus! – esbravejou Jace.

– Tudo bem, tudo bem – disse o padre fechando seu livrinho de couro preto – Você aceita se casar com ele?

– Aceito.

– Eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva.

E Jace a beijou com uma paixão que ela nunca havia visto antes.

...

Exatamente uma semana depois Rebecca Morgenstern voltava para o Hotel Dumort com os seis frascos de sangue cheios.

– Você conseguiu – comentou Santiago quando ela entrou no salão empoeirado do hotel.

– É claro que sim.

Suas botas de salto alto faziam barulho a cada passo que ela dava. Rebecca nunca tinha se sentido tão poderosa e diferente, de alguma forma andar pelo Inferno e por lugares ainda piores a deixou forte e fria.

– Onde está Teri?

– Morta. – disse Rebecca indiferente – Ela não conseguiu sobreviver quando fomos pegar o ultimo frasco de sangue.

– E como você chegou até aqui?

– Eu vejo aprendendo coisas novas com o sangue e planejo testa-lo na próxima noite.

Rebecca subiu as escadas e passou por Santiago. Ela foi direto aos aposentos do líder dos vampiros e tirou toda a roupa.

Santiago abriu a porta e ficou surpreso com o que encontrou.

– Sentiu minha falta?

– Mais do que possa imaginar – Ela respondeu.

Ela livrou-se das roupas dele rapidamente, correndo suas unhas pelo corpo do vampiro enquanto tirava as roupas dele. Podiam-se ver longos arranhões vermelhos que não duravam muito.

Santiago a jogou na cama e ficou por cima dela, enquanto beijava seu pescoço e o mordia Rebecca gemia e gritava. Ela sentiu saudade dos toques dele, de ser amada por alguém e desejada, o inferno não era uma colônia de férias.

– Vamos logo Santiago – ela gemeu

O vampiro milagrosamente atendeu seu pedido, mas ao invés de penetra-lo de uma vez, Santiago virou-a de costas e penetrou seu anus.

Rebecca gritou com a invasão. Essa era uma das únicas partes que estavam intactas nela e doía como o inferno agora, ele não foi carinhoso ou cuidadoso, apenas estocava com força enquanto ela tentava reprimir as lagrimas.

– Não achei que alguém como você fosse querer carinho – disse Santiago entre gemidos.

O vampiro masturbou-a com a mão enquanto estocava por trás. Rebecca sentiu o prazer invadindo seu corpo e ela finalmente gozou, Santiago logo a seguiu e os dois caíram exausto na cama.

Ela definitivamente tinha sentido falta dele.

– O que você planeja para amanhã a noite? – perguntou Santiago com a voz rouca – Mais sexo louco?

– Não – ela sorriu – Vou matar Jocelyn e Luke sozinha.

– Isso não vai ser fácil. Eles são experientes.

– Por isso mesmo, quero saber até onde o sangue funciona.

– Quanto você já tomou?

– Quatro frascos de cada um?

Santiago pareceu verdadeiramente impressionado e apavorado.

– Rebecca e se algo acontecer?

– Não vai

– Mas...

– Cale a boca, Santiago! – ela gritou.

O vampiro a deixou irritada e ela se obrigou a sair da cama dele e ir para seu próprio quarto, em sua fúria de pegar as roupas e sumir bateu o cotovelo na quina da mesa e este começou a sangrar.

Desde quando um cortezinho doía tanto?

– Tudo bem? – perguntou Santiago.

Rebecca saiu do quarto batendo a porta

O vampiro deitou-se novamente. Ele sabia que não era bom contrariar Rebecca agora que ela estava tão poderosa e cheia de si, todos os vampiros sentiam o poder que emanava dela depois que ela voltou da viagem, mas só ele percebeu o que tinha de errado.

Ele não a penetrou com força suficiente para machuca-la ainda que fosse a primeira vez, o corpo dela deveria ter aguentado, mesmo uma batida de cotovelo doía para ela. Para Santiago era obvio que o sangue tornava Rebecca mais suscetível a dor.

Rebecca estava em seu quarto empoeirado e escuro, seu cotovelo ainda doía da pancada. Ela estava tão irritada que se sentia pronta para matar a primeira coisa ou pessoa que aparecesse em seu caminho, mas por sorte ninguém apareceu.

Ela puxou o baú de baixo da cama e passou a mão carinhosamente pelos frascos delicados, eram todos feitos de cristal ricamente entalhado e agora estavam cheios de um sangue preto e espesso. Rebecca preparou a seringa, misturou um frasco de cada sangue e imediatamente sentiu a adrenalina tomando conta de seu corpo.

Por que ela precisava se segurar? Ela podia ir até a casa de Jocelyn e Luke e matar a ambos. Esse era o grande teste que ela planejava para a próxima noite, mas agora ela não conseguia esperar.

Ela iria para a casa de Luke e Jocelyn e mataria a ambos.

Notas finais
Postando outro hoje porque vocês me fazem uma autora muito feliz.